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Open Hardware e Software: a integração com o que já existe.

Quando se fala em Cultura Digital, normalmente se tem a noção de algo dentro do computador. Digital é, de forma “geral, ampla e irrestrita”, tudo que se transformou em código de máquina. Mas nem tudo. Por exemplo, hoje em dia, quando alguém diz:” preciso trocar minha máquina”, muito dificilmente  pensa em engrenagens…

O sucesso do Linux, sistema operacional baseado em código fonte aberto, ou open source, não se restringe apenas ao mundo das “máquinas digitais”, vai além, como uma alternativa ao que hoje (ou já desde algum tempo)  se entende por tecnologias proprietárias.

Um dos precursores desse movimento, Lawrence Lessig, escreveu, em 2004, um livro clássico ( link para o pdf) , seminal, no qual expõe suas idéias sobre o que seria uma “cultura livre”. Desde então, esse professor de direito, tem mostrado que cometemos erros, ao igualarmos economia, ao sistema econômico capitalista. Tendo em vista que este é um, dos muitos sistemas possíveis de fazer circular nas sociedades os bens por elas produzidos. Capitalismo é uma, dentre muitas, das formas possíveis de economia.

Assim, vivemos um momento de questionar o que queremos como modelo de divisão social: do  saber, do capital, do trabalho, das relações sociais…

Esse movimento, de pensar a liberdade de uma economia não baseada no sistema mercantil, é pensado em muitas esferas. Um dos websites científicos que mais cresce, o Plos, Public Library of Science, seria impensável sem a internet, pois os custos de publicação, seriam proibitivos. Como o Plos é online, os pesquisadores apenas têm que concordar em terem publicados seus trabalhos num espaço acessível a quem se interesse. Nele, caso alguém se interessa, está boa parte dos dados sobre o genoma humano.

Agora, este movimento, que já se encontra bem difundido na produção de software, chega, de maneira bem acelerada, às máquinas. Se já se ouvia falar de “Open Sofrware”, “Open Hardware”, dessa vez, busca fazer o mesmo percurso colaborativo para que as máquinas agora, sejam produzidas de forma livre. Algum dia, nem todos os carros (se ainda for este o modelo de transporte) serão feitos em fábricas, ou de maneira solitária, por algum engenheiro solitário em alguma garagem. Com a internet, tornou-se mais fácil  compartilhar e dividir esforços no sentido de construções tecnológicas coletivas.

Um exemplo disso, é Open Hardware Conference,  que acontece agora, dia 4 de dezembro durante todo o dia, em Londres. Lá, estão agendados alguns assuntos que já foram questões do software livre, a agora, passam para outras esferas, físicas. Como organizar coletivos que pensem a colaboração entre engenheiros, designers e demais profissionais para a produção? De que forma podem ser incentivadas ações que promovam o espírito altruísta, pragmático econômico na produção de objetos complexos, como os equivalentes hardwares proprietários? Qual seria o equivalente ( em termos de patentes) ao modelo de licenciamento que fez sucesso no caso do software, o modelo  GPL (Licença Pública Geral do GNU) do Creative Commons ?

Ainda que a cultura digital não seja algo assim tão novo, as novidades que ela permite não cessam. Mas, além disso, diferente dos modelos econômicos anteriores, estas mudanças não são para serem apenas assistidas, são, assim como as demais ações que estão em curso nesse movimento, para serem participativas, colaborativas e livres.

Acervos Digitais Públicos: convergência entre comunicação e cultura

O fato de que todos nós, os que usamos computadores em redes digitais, estamos aprendendo a lidar com os  instrumentos que a história atual permite, colocou diante das sociedades uma avenida longa, ampla e não-congestionada na frente de muitas pessoas acostumadas aos espaços fechados… Isso quer dizer que, os melhores “veículos”, aqueles que vão mais longe, e mais rápido no trajeto dessa avenida, levando conteúdos (eu poderia fazer um distinção entre informação e entretenimento, mas ela será esquecida…assim como, um dia, o científico e cultural também…) ocupam o espaço. Quem tem a palavra, tem a ação.

O conjunto de conteúdos dessa “infovia” não tem apenas o que é feito hoje. Assim como é possível ver um filme dos anos 40 na televisão, ou ouvir uma obra musical dos anos 20 na radio atual, na infovia, posso musicar as imagens do século passado, misturá-las com as imagens da televisão e inserir tudo isso, minhas próprias imagens, sons e textos…

O cenário atual de produção digital de conteúdos é algo diferente do modo adotado pelo ensino, pelo trabalho e pela ciência tradicionais. Descentralizado, em rede, colaborativo, agregado, efêmero, e dinâmico. Está foi a definição de William Uricchio, num livro de análises sobre um documento publicado em 2003 pela UNESCO, a Carta Para a Preservação da Herança Digital. Nesse documento, foi feita uma pergunta sobre o patrimônio digital mundial já constituído, bem como aquele a ser digitalizado. Essa pergunta, agora em 2007 já feita  por interesses comerciais sob o nome de “The Digital Dilemma” , uma referência à situação da indústria de Hollywood que, ao ganhar distribuição e potencial tecnológico criativos quase sem limites, quis garantir que tudo isso fosse devidamente assegurado por direitos autorais. Mas além disso, há também a percepção, ainda que específica e tardia, em relação ao fato de que preservar esse patrimônio efêmero é decisivo para a história cultural,  do mundo, no caso da UNESCO, e dos Estado Unidos da América, no caso da Academia Nacional de Cinema.

O assunto de tornar digital, a digitalização das coisas: informação, economias, legislações…A respeito desse monte de conceitos, um documento muito legal de orientação técnica sobre o assunto pode ser encontrado na proposta do Clube de Engenharia. Tão importante quanto os engenheiros estarem atentos à digitalização das tecnologias, somado ao que a UNESCO e Hollywood já disseram, é preservar a memória digital: a identidade do passado, a do presente, e as que virão.  Assim, achei muito importante que o Caderno de Resultados da I Conferência Livre de Comunicação para a Cultura, resultado de discussões que irão para a CONFECOM contivesse propostas como essa:

Trecho do Caderno de Resultados da I Conferência Livre de Comunicação para a Cultura
Trecho do Caderno de Resultados da I Conferência Livre de Comunicação para a Cultura

Isso significa que será possível um dia, conectar escolas, universidades, bibliotecas, museus e outras instituições numa Rede de Conteúdos Livres, de acesso à cultura, do Brasil e mundial. Embora hoje a internet seja uma primeira etapa, na qual já podemos ir até lugares diversos, uma parte imensa do acervo cultural brasileiro ainda pode ser incluída. Preservar é mais que guardar. É saber. Nesse momento em que se prepara a discussão sobre o falso dilema entre ideologia e prática, entre tecnologia e tradição, estar ciente de que a resolução dessas questões passa pela memória é fundamental.

Produção, distribuição, e depois?

Eu compreendo que este blog tem uma missão hercúlea. Digo “o blog”, porque este é, a princípio, um espaço de diálogo e não apenas de exposição de idéias ou congressos acadêmicos… Assim, a missão (coletiva) de fazer dialogarem pessoas envolvidas em atividades que, não raro, elas pensam alheias umas às outras, é algo necessário.

Isso implica em pensar, conceber e realizar, mais que diálogos, mas ações conjuntas de trabalhos no sentido de viabilizar a produção, distribuição e, por último mas não menos importante, o armazenamento dos conteúdos culturais. Sendo essa uma tarefa conjunta, ao saber que o texto do Documento Referência da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, baixei o pdf, e busquei as seguintes palavras( sempre elas) no texto:

patrimônio = 0 ocorrências

memória = 0 ocorrências

História = 2 ocorrências

A democratização da comunicação e a inclusão social por meio das novas tecnologias devem ser encaradas como Políticas de Estado estratégicas para a integração e desenvolvimento nacional em todas as escalas. Trata-se da integração entre o rural e o urbano; a periferia e a cidade; a favela e o asfalto. Não há limites para a busca, produção e distribuição da informação na Era Digital. É a maior oportunidade de nossa história na busca por meios poderosos para construção de direitos e de cidadania.(pg 11)

O brasileiro é um povo extremamente comunicativo, que gosta e se adapta facilmente às novas tecnologias. A história da comunicação brasileira está repleta de acontecimentos importantes, que contam o processo de desenvolvimento desse setor em nosso país. Alguns momentos, como mostraremos adiante, merecem destaque.(pg 9)

Depois dessa busca, fiquei pensando que isso se deve ao fato de que a premência das discussões é, em sua maioria, tecnológica: o problema atávico do sistema de comunicações brasilero, as conceções de radiodifusão, todas essas coisas poderiam estar tomando todo o espaço…

Assim, fui ao texto buscar a palavra identidade…

identidadenaconfecom

Mas ai, permanece a pergunta: produzir, distribuir e, guardar, onde? Sempre me faço essa pergunta. Quando tenho chance, às pessoas também. Elas respondem que isso é um problema, um projeto ou uma incógnita. A pergunta permanece.

Talvez, tais palavras: acervo, memória, história (excluindo-se aqui ‘digital’ por motivos óbvios) parece, então, que não fazem parte desse universo de comunicação. O que, todas as pessoas me diriam, prontamente, que não se é o caso.

A pergunta permanece. Quando se ouve assuntos sobre a universalização da banda larga, novos modelos de economia, comunicação compartilhada e a quebra da nefasta e preconceituosa divisão entre o que se denomina pejorativamente de baixa e alta cultura, em qual desses itens não está a história, a memória e a identidade? Quando empresas de tecnologia (assunto erroneamente tratado pelo público como objetivo e concreto) como as de telefonia ou de processadores, são suspeitas de práticas “não-normativas” ou ilegais, onde  não está a identidade?

Enfim, são muitos os caminhos e pouca a sinalização. Tateando pelos cantos, enquanto a faixa principal está congestionada com palavras e ações concretas, cada qual com as suas, avança-se, aos poucos.

Memória invisivel

Vai acontecer a Conferência Nacional de Comunicação, e os movimentos sociais, os partidos políticos e indivíduos engajados no debate público das comunicações no Brasil estão se mobilizando para fazer valer um direito humano cada vez mais fundamental: a comunicação. Alguns estudos de análise do discurso dizem que  quando não há comunicação, duas coisas ocorrem: ou o ruído,ou o silêncio. Nos preparativos do processo de propostas sobre os assuntos a serem debatidos, fiz uma pesquisa nesta lista dos grupos do Rio de  Janeiro, por três palavras chave: memória, acervo e patrimônio.

Até onde pude conferir, somente a ABCCOM – Associação Brasileira dos Canais Comunitários fez a seguinte proposta:

9) Criação imediata de um acervo único no Ministério da Cultura a partir de inventário, digitalização e disponibilização de produções existentes, com a construção de modelos de grade de rede do campo público de televisão diferenciado do sistema comercial, que sejam flexíveis e que contemplem e valorizem, efetivamente, os conteúdos regionais, tendo o Cinema Brasileiro como parceiro estratégico;

Não acho que seja diferente em outros estados, todavia pode ser. É importante dizer que todo esse esforço sobre a produção, exibição e a distribuição não pode esquecer o armazenamento. Mas esquecem. Ocorre que, a medida que vai avançando a produção digital, um problema concreto de armazenagem, tanto de material “bruto” quanto de conteúdos processados  ( livros, filmes,discos, fotografias…) se acumula de maneira desordenada.

Assim, no movimento de produção, distribuição e exibição, uma etapa posterior, mas não menos importante, é a da constituição de acervos. Tanto melhor se forem acervos públicos. Para isso, são necessárias ações sobre a constituição de  acervos digitais Públicos, desdobramento de um Plano Nacional de Digitalização desses acervos.

A proposta de acervos não se limita a tudo que se pode fazer para a preservação da memória.Uma outra dimensão, tão importante quanto a constituição desses arquivos, é o uso dos que têm acesso podem fazer deles. No Brasil, há muitos casos sensíveis quando se fala de arquivos. Há muitos segredos, muitos esquecimentos e, principalmente, muitos silenciamentos

Há propostas de reação a essa situação de silenciamento. Uma, que me fez lembrar o motivo de porque não há nem muita comunicação nem muita memória no espaço público, foi esse grupo que tem pessoas dos paises aqui do sul, pensando questões desse lado do hemisfério. Fiquei pensando em como seria, se questões semelhantes do contexto brasileiro pudessem ser trabalhadas dessa forma poética.

As sociedades e a busca da informação crítica.

Society of the Query conference

Cartaz da Conferência Society of the Query

Muito legal o tema da conferência (dica do efeefe, aqui do Fórum) que vai ocorrer dias 13 e 14 de novembro, em Amsterdam, Holanda. O encontro coloca uma questão muito pertinente, por sinal,  a esse Fórum de Cultura Digital.  Procurar, buscar apenas, ou questionar?  Em termos de fontes confiáveis, essa é uma questão política e tecnológica, o que, em termos antropológicos, é a mesma coisa.

O encontro tem a proposta de discutir os seguintes assuntos:

  • Como a idéia de “máquinas inteligentes” influencia campos do saber que têm a “organização do conhecimento” como área?
  • Como os aspectos jurídicos, legais, estão dispostos nessas configurações tecnológicas?
  • O que fazer com a ubiquidade do Google? Estaria esta empresa afetando os modos como o conhecimento se distribui, bem como as práticas culturais?
  • Há um papel hegemônico na atuação dessas empresas? Não apenas o Google, mas o Bing ( Yahoo/ Microsoft) e outras? Estariam elas alterando os fluxos culturais, como no caso dos saberes tradicionais que não estão na internet? Como seria uma regulação desse fluxo?
  • Levando em conta os avanços trabalhos com arte e design da informação, como obter interfaces mias sofisticadas, mais centradas na usabilidade? Como melhorar as formas de apresentar os resultados?
  • Quais são as alternativas existentes, em software, em redes e, para o usuário, que desafiam os atuais paradigmas ( ou paradogmas, heheh) existentes…

Os temas da Conferência

  • Sociedades de busca
  • Direitos Civis Digitais e Estudo Crítico da Mídia.
  • Buscas Alternativas
  • A “Googlelização” de tudo
  • Arte e Máquinas

Mais na página do evento com outras informações.

O legal disso tudo, é que há uma variedade de sites que se dedicam a discutir isso de vários pontos de vista: de negócios, de publicidade, de Cência da Informação…sinal de que a web é pervasiva. Aqui, por exemplo, uma lista bem legal dos “sites de busca” que já existiram (existe uma lista em português, mas não tão atualizada).

Novamente, o assunto meta tags, em evidência. Indexação e informação. E e ai, na cultura Digital quem diz o que é um documento?

Biblioteca como rede social.

Digitando “library as social network” no google achei um arquivo em pdf que menciona tal possibilidade. Trata-se de uma prestação de contas municipal da cidade de Fife, Washington, nos Estados Unidos, em que se cogita pensar a biblioteca como uma rede social.Vale notar que no referido documento, eles checam o que já foi feito, e o que há por fazer.

Tal idéia, exposta aqui no Fórum chama-se Biblioteca 2.0. Depois de procurar por essa entrada, descobri que não basta descrever a atividade. Tem que nomear… Essa discussão ocorre agora, em termos reduzidos, na Wikipédia e outros espaços.  Por que será que isso ocorre a Ciência da Informação e, por outro lado, profissões que também lidam com a informação requerem exclusividade de legitimação profissional? Será que uma “legislação 2.0″ é o Fórum? Ou aqui estão só as propostas e a ação ainda a ser materializada…

Em 2010, vai acontecer a Hypertext 2010, uma conferência que discutirá a própria Web 2.0. O interessante é que cada uma das “faixas de discussão” têm declaradamente autonomia para elaboração de suas atividades. Entretanto, Computação Social, Hipermídia Adaptativa e suas Aplicações e Hipertexto em Educação e Comunicação, temas de cada faixa, têm grande semelhança…

Hypertext 2010 will consist of three autonomous tracks, each with its own program committee and reviewing team.

Track 1 – Social Computing
Chair:  Anabel Quan-Haase, University of Western Ontario

This track invites papers investigating social processes and practices in Hypermedia and Web 2.0 environments. These include tagging, filtering, voting, editing, trusting, and rating. These social processes result in many types of links between texts, users, concepts, pages, etc. We want to better understand the processes and practices themselves as well as the social, political, and semantic networks that result from these processes over time. Topics of interest include, but are not limited to:

  • Social information diffusion
  • Social linking
  • Social and collaborative annotation
  • Social knowledge and information representation
  • Social networking technologies (e.g., Facebook, YouTube and Twitter)
  • Mapping and visualization of social spaces and networks
  • Linking virtual networks and offline networks
  • Time analysis of social, information, and semantic networks
  • Critical mass and incentives of social participation (e.g. games)
  • Automatic and user-based evaluation

Track 2 – Adaptive Hypermedia and Applications
Chair:  Richard Kopak, University of British Columbia

The Adaptive Hypermedia and Applications track invites papers reporting on theoretical, empirical, and methodological studies on adaptive hypermedia, including the application of adaptive hypermedia in varying domains and contexts. The scope of the Adaptive Hypermedia and Applications Track includes all forms of Web and Hypermedia system generated personalization, including user modeling, recommender systems, and e-learning.   Topics may include, but are not limited to:

  • Adaptive presentation of hypermedia content
  • Adaptive navigation (link hiding, dynamic maps)
  • Adaptivity and the semantic Web
  • Algorithms and methods in explicit recommender systems
  • Comparison of effectiveness of implicit and explicit recommender systems
  • User modeling
  • Evaluation and usability of adaptive systems
  • Personalized e-learning
  • Personalized digital libraries

Track 3 – Hypertext in Education and Communication
Co-Chairs: Mark Bernstein, Eastgate Systems, Inc., David Millard, University of Southampton, UK

Hypertext tools are indispensable for e-learning and m-learning, and teaching. Hypertext as a discipline in its own right — including literary fiction, new scholarship and digital media — plays a growing role in education. This track targets hypertext as both a tool and a discipline, as well as focusing on the use of spatial hypertext and Web 2.0 applications such as blogs, wikis and e-portfolios. We hope to highlight our understanding of links as a new component of writing and communication, and to increase our understanding of the ways that they are used in education, research, journalism, and literature. Topics of interest include, but are not limited to:

  • blogs and wikis in teaching and learning
  • collaborative e-learning
  • non-linear writing and interactive fiction
  • communication theory and the web
  • concept maps and knowledge structures
  • digital narratives
  • open educational resources
  • personal learning and research tools
  • hypertext literature and art
  • e-journalism
  • digital aesthetics and cyber culture

Se os itens  de cada “faixa de discussão” estivessem alinhados em três colunas, daria para ver que os primeiros temas de cada eixo tratam de suas especificidades, mas se percebe um diálogo entre os assuntos. Assim, quando um diz sobre difusão social da informação (Computação Social) , o seguinte, discute a adaptação de conteúdos multimídia ( Hipermídia Adaptativa e suas Aplicações) e o resultado disso esta na discussão de blogs e wikis, no grupo de comunicação e educação. Fico pensando se foi o word ou o diálogo quem criou essa simetria…