Textos

Os textos, artigos e entrevistas abaixo são um apanhado doque existe na internet. Se você conhece um que não esteja aqui, por favor deixe uma mensagem e colabore.

Acadêmicos

Biblioteca digital de peças teatrais

Revisiting “what is a document?”

Documentation Redux: Prolegomenon to (Another) Philosophy of Information

Outros textos do Bernd Frohmann

Direito Autoral

“Direitos Autorais, acesso à cultura e novas tecnologias: desafios em evolução à diversidade cultural”

Estudo elaborado pelo Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundacao Getulio Vargas (FGV DIREITO RIO) em parceria com o Ministerio da Cultura do Brasil.

Técnicos

e-ARQ Brasil

Neste documento é apresentado um Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil – que foi elaborado no âmbito da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos no período de 2004 a 2006.

Carta para Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital

Aprovada em 2004, tem o objetivo de conscientizar e ampliar a discussão sobre o legado cultural em formato digital, e que se encontra em perigo de perda e de falta de confiabilidade. A Carta manifesta a necessidade de estabelecer políticas, estratégias e ações que garantam a preservação de longo prazo e o acesso contínuo aos documentos arquivísticos digitais.

ICA Study 16 – Electronic Records: A Workbook for Archivists

Manual do Conselho Internacional de Arquivos em seu grupo Committee on Current Records in an Electronic Environment (CER, 2000-2004)

Entrevistas

Ernesto Spinak: Ciência em valores

Os dois principais focos de trabalho do professor uruguaio Ernesto Spinak são a automação de bibliotecas e a avaliação de sistemas de informação. Com o apoio financeiro de organizações internacionais, ele foi o responsável pela avaliação da coleção de bibliotecas na Argentina, no Chile e na Bolívia. Seus cursos de controle de qualidade, avaliação de bibliotecas virtuais e estatísticas bibliométricas são referência na América Latina.

Antônio Agenor Briquet de Lemos

Nasceu em Teresina, no Piauí. Caçula de 12 filhos, passou a infância acompanhando o processo de confecção de livros no estabelecimento do pai, Antonio Lemos, jornalista e tipógrafo. O fascínio pelos livros nasceu aí. Fez carreira no Rio de Janeiro como bibliotecário e professor, com um breve período como jornalista do Jornal do Brasil. Convidado para trabalhar na recém-criada UnB, mudou-se para  Brasília em 1968. Em 1976 foi para Inglaterra onde fez seu Mestrado. Ocupou o cargo de diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e entre 1989 e 1992, pôde aprender todos os macetes de produção e distribuição do livro, trabalhando como diretor da Editora da Universidade. Assim ganhava forma uma idéia que o acompanhava desde o Rio de Janeiro, a abertura de uma editora própria, o que aconteceu assim que se aposentou da Universidade, em 1993.

O mercado da informação: entrevista com Ariel Pablos

Durante a 4a. Reunião de Coordenação Regional da BVS, o responsável pela área de gestão de informação e conhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ariel Pablos, falou a este boletim. Em sua opinião, a sociedade está preparada para compartilhar informação, mas ainda é necessário um estímulo inicial por parte das instituições governamentais, não-governamentais e privadas.

José Mindlin

Um prédio está sendo construído especialmente para abrigar uma parte que Mindlin doou para a USP de sua vasta biblioteca. Um pedaço considerável de uma coleção particular, construída ao longo de toda uma vida, em breve se tornará público. Seus herdeiros concordaram plenamente: filhos, netos e bisnetos de um amante dos livros, eles têm suas próprias bibliotecas.

José Maria Jardim

José Maria Jardim nasceu em Niterói, Rio de Janeiro. É formado em História pela Universidade Federal Fluminense – UFF. É Mestre e Doutor em Ciência da Informação pelo IBICT/ECO-UFRJ. Atualmente, é professor do curso de graduação em Arquivologia do Departamento de Ciência da Informação da UFF e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI) do convênio IBICT/UFF. É autor de diversas obras ligadas ao estudo da Ciência da Informação e da Arquivologia, entre elas os livros Sistemas e Políticas Públicas de Arquivos no Brasil e Transparência e Opacidade do Estado no Brasil, ambos publicados pela Editora da UFF, além de inúmeros artigos e comunicações em congressos nacionais e internacionais. Na tarde do dia 16 de dezembro de 2005, José Maria Jardim concedeu esta entrevista, onde abordou com a costumeira lucidez diversos temas relevantes ligados à Arquivologia e a Ciência da Informação. Uma oportunidade para que o leitor conheça um pouco mais o pensamento e o trabalho de um dos pensadores de maior prestígio da Arquivologia brasileira

Jornalismo Científico e Sociedade: conversando com Luisa Massarani

Luisa Massarani é jornalista especializada em ciência e tecnologia. Mestre em ciência da informação pelo IBICT/UFRJ e doutora pelo Departamento de Bioquímica Médica/UFRJ. Coordena o Centro de Estudos do Museu da Vida (www.museudavida.ufrj.br), ligado à Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, e portal latino-americano de SciDev.Net (www.scidev.net). Conjuga atividades práticas e de pesquisa, tem como linhas de estudo a história da divulgação científica no Brasil, aspectos contemporâneos da divulgação científica no Brasil e percepção pública da genética.

Alfredo Bosi

Sandra Lencioni – Professor Bosi, hoje em dia falamos de cultura com múltiplos sentidos e em vários foros de diferentes naturezas. Embora isso não tenha criado empecilhos para discutirmos a cultura, por que esse termo é tão polissêmico? Seria possível pensarmos numa definição de cultura?(…)

Pierre Lévy. O IEML e a Web Semântica

O Pierre Lévy é um visionário da cibercultura. Mais do que teorizar e propor conceitos para o entendimento do tema, ele mantém também uma postura política de intervir na melhoria das condições de desenvolvimento desta nova forma de cultura. Ele é daqueles cientistas que não não separam produção de conhecimento de política, por que na verdade sabe que toda produação de conhecimento é uma intervenção política. O que ele escreve ou diz deve sim ter efeitos na sociedade, deve contribuir de alguma forma para mudar práticas sociais, para contribuir no desenvolvimento de uma inteligência coletiva, como ele chama.

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