Sabemos o quanto isso é verdade. E parece mais que demonstra uma certa adequação dos valores humanos à tecnologia.
Ora, porquê cercear algo que parece tão bom? Por uma lei simples: o utilizador não é tão bom assim. É usu(r)ário. Não é de graça que este é criticado ‘em off’ pelos fornecedores.
Então questiono: cumpre cercear a internet ou reeducar o utilizador? ‘Ora, é o meu ‘rei”, diria o fornecedor… mas, até quando o rei tem razão em tudo?
Ele solicita, por exemplo: coloca um comboBox para eu escolher tal coisa… (e quer a custo zero) sem levar em conta o custo sinergético (processos, paciência, reuniões, água, luz, telefone, viagens, papéis, atrasos e apertos nos cronogramas etc).
Pela via da preguiça e da insolência o ser humano prefere gastar fortunas em segurança do que em educação, isso é claro e óbvio sendo que também não é de agora.
A oportunidade de discutirmos isso pode estar provocando uma reação mental oportunista para que as pessoas possam se comprometer em mudar suas mentalidades e proporem um novo modo de tocar a vida.