Arquivo de 12 de dezembro de 2010

Natal

Natal

nata do comercio

nada se compara ao Natal

 

o povo envolto em compras

não se lembra quase que nascera

pequenino o Homem que mudou o mundo

 

oriente se ocidentaliza

as pessoas que vivem de brisa

tristes e solitárias

sentem um vazio

no bolso e no corpo

carregam ainda no dorso

a cruz da pobreza

 

já dizia o “profeta” Gentileza

“gentileza gera gentileza”

toquem a música

“Jesus alegria dos homens”

de Bach.

O que fica

Quando fim do ano se aproxima

               como que uma folha seca se soltou

ainda há mais folhas na arvore

               vento a balançar

               flores pra desabrochar

frutos hão de crescerem  

aquilo que semearam

 

há os que têm arvore vigorosa

               de matéria que não é eterna

há os que têm arvore no discernimento mundo

               destes o esquecimento não vai apagar

               deixarão um legado

nunca ficará anulado

 

               não uma estatua em praça publica

algo em pedra para ver o invisível

sólida

muda

surda

 

               algo de geração em geração

               eterniza-se porque criaram algo novo

 

cada ano um renovo

               o som de umas Palavras

mudaram e mudarão o mundo.