O ônibus avança, as pessoas em silêncio…

em outubro sinto a ânsia de querer viver,

subir numa árvore, na praia correr,

ver e mexer cores, atravessar um rio a nado.

Fazer diferença neste mundo

e descobrir o obvio que nasce em cada dia,

o renovar da vida, o giro no espaço

na letra viva numa explosão de alegria,

daquelas que não se esquece, lá no fundo.