Quando o povo se revolta

Há uma voz que se solta

Um mar de folhas de hissopo

Que inundam a praia num sopro

 

Cheia de corruptos escondidos

Na areia da praia encrustados

Comprados pelos corruptores

Agentes e no País atores

 

Desde o tempo do império

Sonegando e comprando

A mente distorcida nos valores

Desconhecendo o povo sério

 

Que agora dar-se conta

Essa coisa arraigada no dia-a-dia

Influindo no País a economia

Como o estralar na cara a tapa

 

Desde o simples cotidiano

Até os mais altos palácios

Percorrendo o caminho

Até chegar a Brasília nos pátios.