O sol se punha de vagar

neste outubro à primavera.

O homem lavava a calçada

espalhando a água a esfregar.

 

A água refletindo o sol,

uma poça que brilha;

passam carros, bicicletas…

O caminho do tempo,

 

a vida em movimento.

O vento deixa um alento:

a brisa que sopra o meu rosto

alivia no fim da tarde o desgosto.