Mulher, d’onde vem tua virtude?

Teu DNA, tua atitude?

Quando o ego do teu seio é atingido

penetra o som nos teus ouvidos,

 

absorve no teu coração

a dor, a opressão…

de um insulto que bateu nos teus nervos…

não se faz de desentendida, nem o deixas preso.

 

Então, soltas a voz

no teu gesto espontâneo do teu peito

o cólo cheio de sentidos,

 

faz ouvir ao outro nos ouvidos

quem se achou de ofender, sem direito

-o ventre que pariu a todos nós.