Quem é essa que bate em minha porta?

Eu sou a poesia!

Quero entrar na tua casa, cear contigo, te chamar de amigo.

Posso ser doce como o mel

ou amarga como o fel.

Quero ouvir suas palavras

como quem na terra lavra

a semente do amanhã

de simples  palavras

como a flagrância da hortelã.

Na ponta dos seus dedos

acenda chamas

desenlace segredos

e renove esperanças

para que seu texto

não seja em vão

fazendo pulsar no compasso

do seu coração.