Há! umbuzeiro de porte imponente

Tu és um oásis neste sertão

Saciando a sede e cansaço das gentes

Árvore amada neste chão


Ao sol tu dás sombra com tua copa larga

Árvore frutífera tão almejada

É tão doce a poupa de teu fruto

Quando te pejas tão belo e maduro


A sombra tão fresca ao sol causticante

Tu és o descanso do caminhante

Erguendo os olhos para os teus ramos


A música suave dos pássaros com seus cânticos

Do nascer do sol ao anoitecer

Tu sempre serás a árvore que dá de beber.