Versos, versos, versos

venham até mim,

meu coração olha inquieto,

talvez este sim

que caiu como chuva no meu teto.

 

Adoçante açúcar no café

que prefiro beber puro,

como pura é a vida pra ser

nesta vida menino maduro.

 

Não sei nada, disso eu sei!

Como os versos que escrevo

e escreverei.

 

Porque quem sabe:

É saber querer

coisas do coração.

 

Ventos, sons tocam,

como tocam

o silêncio com seus sussurros,

alguém na quitinete cercado de murros.