Terra de gente sem palavra

E no poço cava

Sem encontrar

Um fio d’água

 

O vento trouxe

Folhas secas de castanhola

Deu a volta

Você me enrola!

 

Nesta inútil burocracia

Não paga agora

Fica o dito

Para outro dia

 

Um adeus

Paga ao banco

Paga a comida

Com a cota embutida

E o que sobra paga a Deus.