Quanta coisa me surpreende?

Quanta coisa as pessoas entendem?

Que eu como poeta

Vivo à margem

De um lago (mundo)

Às vezes tenho pressa

Às vezes me sinto em paz

Porque a fé é meu alicerce

Às vezes me calo

Às vezes olho o lago

Como quem faz uma prece.