Eu nasci um ano antes do golpe militar de 64. Da ditadura, na infância, lembro que na escola tínhamos que hastear a bandeira do Brasil cantado o hino Nacional; e no caderno tínhamos que desenhar a bandeira. Neste excesso de “patriotismo”, ficou a memória de uma espécie de medo, de quem governava, de quem tinha o poder.

Hoje com essa onda atual de incerteza e avalanche de denúncias de corrupção, só resta uma certeza: essa fase vai passar. E eu como otimista incorrigível, confio em nossas instituições.

O mundo sempre caminhou com “guerra e paz”, nestes altos e baixos.

O que continua é o céu e a terra, dizendo que tudo nesta vida passará: governos, nações… E o Brasil espera que a “lava jato” continue, punindo quem verdadeiramente merece, não mais com este nome, mas como, por exemplo: “lava-se sempre, dia e noite”.