Quando eu era menino, no caminho para escola, vi um aglomerado de pessoas à beira do rio que passava por trás da escola. Vi um recém-nascido morto dentro de uma sacola. Isto me chocou muito e me perguntei por que alguém faz algo assim?… Mas eu quero falar é sobre a vida, enquanto ela estiver dentro de mim, pois com a mesma força que a preservamos, devemos preservar a vida do próximo, ainda que ele estiver longe de nós. O próximo não está limitado no nosso próprio espaço, ele habita no mundo como ser humano. Querendo ou não, ele clama por ajuda em qualquer parte do mundo e, necessário é, pelo menos, dar o nosso grito de esperança para tantos que a perderam.