Vivemos neste tempo atual uma crise de valores, onde os bens são colocados em primeiro plano, mas tudo que é passageiro, como o dinheiro, torna tudo descartável e o supérfluo não tarda a tornar-se em vão. Isso detém as pessoas em um circulo vicioso, onde o que é saudável e duradouro não é levado em consideração e os valores aparentes ainda que sejam prejudiciais fazem com que a grande maioria das pessoas, como meros seres, como um número de identificação. Somos baseados em números onde a curva ascendente um dia vai cair; não há base suficiente para suportar tanto peso insuportável sobre os ombros, sobre a frágil estrutura do Homem, como criatura, no equilíbrio deste mundo saturado de si mesmo.

  A civilização deste planeta é como um corpo, onde no seu interior há células doentes que contaminam as demais células, tornando o corpo todo doente. Como uma maçã que contamina as outras maçãs. Neste estagio atual a contaminação é tanta que todo o corpo está contaminado. Necessário é aproveitar o que resta e, numa operação “lavagem do espirito”, transformar o corpo para uma nova terra.