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	<title>DiversasVias</title>
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	<description>Só mais um blog do Cultura Digital</description>
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		<title>E por que não disser esperança?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[E por que não disser esperança? Como dança de criança, nuvem que passa prateada, o brilho ofuscou os meus olhos, surge uma lágrima, a luz é intensa quando olho, invade choupanas e prédios, floresta e desertos, não quero crer no meu tédio que o vento leva incerto, por caminhos já andei, solitários e escuros, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E por que não disser esperança?</strong></p>
<p><strong>Como dança de criança,</strong></p>
<p><strong>nuvem que passa prateada, </strong></p>
<p><strong>o brilho ofuscou os meus olhos, </strong></p>
<p><strong>surge uma lágrima, </strong></p>
<p><strong>a luz é intensa quando olho,</strong></p>
<p><strong>invade choupanas e prédios, </strong></p>
<p><strong>floresta e desertos,</strong></p>
<p><strong>não quero crer no meu tédio </strong></p>
<p><strong>que o vento leva incerto, </strong></p>
<p><strong>por caminhos já andei, </strong></p>
<p><strong>solitários e escuros, </strong></p>
<p><strong>eu sei! </strong></p>
<p><strong>O que procuro</strong></p>
<p><strong>é a felicidade</strong></p>
<p><strong>que de repente por pouco me invade,</strong></p>
<p><strong>acima dos quintais e dos muros</strong></p>
<p><strong>onde possa existir o amor,</strong></p>
<p><strong>do que há mais puro</strong></p>
<p><strong>sem resistência e dissabor,</strong></p>
<p><strong>porque, por mais que a injustiça </strong></p>
<p><strong>leva e faz,</strong></p>
<p><strong>o olhar sem malícia</strong></p>
<p><strong>revela uma criança</strong></p>
<p><strong>o puro brilho da paz.  </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os versos se seguem</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 19:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sonho contido E agora revelado O que estava escondido Muito mais amado   Batendo no coração Mesmo que me neguem E me digam um não Os versos se seguem   No desejo de ser poeta Pra quem lê meus versos Que em tons diversos E se abram portas   No peito das pessoas Ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um sonho contido</strong></p>
<p><strong>E agora revelado</strong></p>
<p><strong>O que estava escondido</strong></p>
<p><strong>Muito mais amado</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Batendo no coração</strong></p>
<p><strong>Mesmo que me neguem </strong></p>
<p><strong>E me digam um não </strong></p>
<p><strong>Os versos se seguem </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No desejo de ser poeta</strong></p>
<p><strong>Pra quem lê meus versos</strong></p>
<p><strong>Que em tons diversos</strong></p>
<p><strong>E se abram portas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No peito das pessoas</strong></p>
<p><strong>Ou em mim mesmo</strong></p>
<p><strong>Que não fique a esmo</strong></p>
<p><strong>E assim ressoam.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O tempo todo eu me ouço</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/18/o-tempo-todo-eu-me-ouco/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo todo eu me ouço, me viro ao avesso.   Conversa mental com os outros. Planejo o seguir.   Tenho sempre a opção &#8220;b&#8221;.   Eu quero vencer e ir, onde não haja muita algazarra e tudo seja simples de ser.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O tempo todo eu me ouço,</strong></p>
<p><strong>me viro ao avesso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conversa mental com os outros.</strong></p>
<p><strong>Planejo o seguir.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tenho sempre a opção &#8220;b&#8221;.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Eu quero vencer e ir,</strong></p>
<p><strong>onde não haja muita algazarra </strong></p>
<p><strong>e tudo seja simples de ser.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na exatidão dos relógios</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/16/na-exatidao-dos-relogios/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Na exatidão dos relógios, na exatidão de um pulsar no universo revela que não há sentimento mais denso que o corpo humano sente. Tudo é uma questão de densidade; há densidade no aglomerado das cidades, no interior harmônico de uma floresta, numa partida de futebol, no carnaval, a flor das idades na força da juventude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na exatidão dos relógios,</strong></p>
<p><strong>na exatidão de um pulsar</strong></p>
<p><strong>no universo</strong></p>
<p><strong>revela que não há</strong></p>
<p><strong>sentimento mais denso</strong></p>
<p><strong>que o corpo humano sente.</strong></p>
<p><strong>Tudo é uma questão de densidade;</strong></p>
<p><strong>há densidade no aglomerado das cidades,</strong></p>
<p><strong>no interior harmônico de uma floresta,</strong></p>
<p><strong>numa partida de futebol, no carnaval,</strong></p>
<p><strong>a flor das idades</strong></p>
<p><strong>na força da juventude</strong></p>
<p><strong>tornando mais denso os momentos,</strong></p>
<p><strong>que com o tempo se esvai</strong></p>
<p><strong>se aquietando e tornando mais brando</strong></p>
<p><strong>nas atitudes,</strong></p>
<p><strong>os conhecimentos, </strong></p>
<p><strong>e vai e vai&#8230;</strong></p>
<p><strong>A densidade dos anos se aquietando,</strong></p>
<p><strong>como na correnteza de rio estreito</strong></p>
<p><strong>que vai aos poucos se alargando</strong></p>
<p><strong>se tornando manso e profundo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desfiladeiro</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/16/desfiladeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 00:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Desfiladeiro, precipício onde não há fundo como se a dor fosse à maior do mundo caindo, caindo, que aperto no peito&#8230; Pra se desvencilhar não há astúcia vivo agora a naufragar em ti angústia. Um vácuo na vida remoída e sofrida que agora me subtrai aperto da existência a mente ardendo por urgência.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desfiladeiro, precipício </strong></p>
<p><strong>onde não há fundo</strong></p>
<p><strong>como se a dor fosse à maior do mundo</strong></p>
<p><strong>caindo, caindo, que aperto no peito&#8230;</strong></p>
<p><strong>Pra se desvencilhar não há astúcia </strong></p>
<p><strong>vivo agora a naufragar em ti</strong></p>
<p><strong>angústia.</strong></p>
<p><strong>Um vácuo na vida</strong></p>
<p><strong>remoída e sofrida</strong></p>
<p><strong>que agora me subtrai</strong></p>
<p><strong>aperto da existência </strong></p>
<p><strong>a mente ardendo por urgência.  </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olho pro quarto perplexo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 00:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Olho pro quarto perplexo Minhas roupas, o computador, o que eu tenho de maior valor, e tudo parece sem nexo.   A vida passa com seu sorriso. É preciso conversar com ela, porque ela não espera, ela simplesmente não quer compromisso   de quem não se aproveitou, sou eu um mero ator que não cumpriu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Olho pro quarto perplexo</strong></p>
<p><strong>Minhas roupas, o computador,</strong></p>
<p><strong>o que eu tenho de maior valor,</strong></p>
<p><strong>e tudo parece sem nexo. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A vida passa com seu sorriso. </strong></p>
<p><strong>É preciso conversar com ela,</strong></p>
<p><strong>porque ela não espera,</strong></p>
<p><strong>ela simplesmente não quer compromisso</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>de quem não se aproveitou,</strong></p>
<p><strong>sou eu um mero ator</strong></p>
<p><strong>que não cumpriu seu papel direito,</strong></p>
<p><strong>fiz-me mero e simples sujeito</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>do tempo que não reconheceu os meus feitos.</strong></p>
<p><strong>Tenho transtornos no tempo que não me aprisiona,</strong></p>
<p><strong>como pude esconder meus sentimentos em baixo da cama,</strong></p>
<p><strong>pois não há o que esconder, sou tosco e direito.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O sol encandeou os meus olhos</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/14/o-sol-encandeiou-os-meus-olhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 00:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O sol encandeou os meus olhos a se pôr às sete horas neste verão. Sinto-me contemplativo no meu coração, os carros passam e as pessoas não olham   o espetáculo simples da natureza, sinto em mim não certezas como o sol se põe, eu também me ponho a lembrar do sertão num sonho   da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sol encandeou os meus olhos</strong></p>
<p><strong>a se pôr às sete horas neste verão.</strong></p>
<p><strong>Sinto-me contemplativo no meu coração,</strong></p>
<p><strong>os carros passam e as pessoas não olham</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>o espetáculo simples da natureza,</strong></p>
<p><strong>sinto em mim não certezas</strong></p>
<p><strong>como o sol se põe, eu também me ponho</strong></p>
<p><strong>a lembrar do sertão num sonho</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>da vida simples que outrora tinham,</strong></p>
<p><strong>onde as casas simples a luz do lampião,</strong></p>
<p><strong>nos confins da mata do sertão</strong></p>
<p><strong>os pássaros vinham toda manhã cantar, vinham</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>disser que a natureza advinha </strong></p>
<p><strong>à hora certa do sertanejo acordar. </strong></p>
<p><strong>Hoje na cidade grande não tenho um lar,</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>vivo de casa em casa a mudar,</strong></p>
<p><strong>pois a cidade grande não é minha,</strong></p>
<p><strong>é do comércio, das pessoas que se apinham.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na calada noite</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/13/na-calada-noite/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 00:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Na calada noite, aqui estou como agora me procuro como a mim mesmo sou.   Nada mais que uma alma que vagueia. Eu sou assim mesmo, me procuro sempre olhando pra dentro- tudo é o presente.   Na quietude minha mente procura uma semente pra plantar na terra devagar, adubada com os sentimentos, terra como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na calada noite, aqui estou</strong></p>
<p><strong>como agora me procuro</strong></p>
<p><strong>como a mim mesmo sou. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nada mais que uma alma que vagueia.</strong></p>
<p><strong>Eu sou assim mesmo, me procuro sempre</strong></p>
<p><strong>olhando pra dentro- tudo é o presente.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Na quietude minha mente procura uma semente</strong></p>
<p><strong>pra plantar na terra devagar, adubada com os sentimentos,</strong></p>
<p><strong>terra como agora o meu peito se abre e se sente.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Há tantos sonhos represados</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/09/ha-tantos-sonhos-represados/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 00:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tantos sonhos represados, Sonhos de um passado não muito distante, Se deixar, vira uma avalanche De feitos inacabados.   Regozijar-me por que há um dia lá fora E ele espera por mim. Façamos assim: -Um dia de cada vez na estrada.   Eu ando, ando e ela nunca se acaba, Vou transformar o caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há tantos sonhos represados,</strong></p>
<p><strong>Sonhos de um passado não muito distante,</strong></p>
<p><strong>Se deixar, vira uma avalanche</strong></p>
<p><strong>De feitos inacabados.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Regozijar-me por que há um dia lá fora</strong></p>
<p><strong>E ele espera por mim.</strong></p>
<p><strong>Façamos assim:</strong></p>
<p><strong>-Um dia de cada vez na estrada.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Eu ando, ando e ela nunca se acaba,</strong></p>
<p><strong>Vou transformar o caminho num livro,</strong></p>
<p><strong>Onde posso deixar marcas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nas palavras qualquer coisa do infinito,</strong></p>
<p><strong>Lá posso deixar o meu grito</strong></p>
<p><strong>Onde nas páginas os meus passos serão livres.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A marcha dos tempos não para</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/02/08/a-marcha-dos-tempos-nao-para/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 00:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A marcha dos tempos não para a tomar decisões tardias e lá se vão nossos dias cuja incompetência está na cara.   Tomam decisões depois que o ovo quebrou, o caldo da panela entornou e vidas são ceifadas no maremoto depois do constante terremoto.   O pior da tragédia anunciada é que só colhem as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A marcha dos tempos não para</strong></p>
<p><strong>a tomar decisões tardias</strong></p>
<p><strong>e lá se vão nossos dias</strong></p>
<p><strong>cuja incompetência está na cara.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tomam decisões depois que o ovo quebrou,</strong></p>
<p><strong>o caldo da panela entornou</strong></p>
<p><strong>e vidas são ceifadas no maremoto</strong></p>
<p><strong>depois do constante terremoto.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O pior da tragédia anunciada </strong></p>
<p><strong>é que só colhem as migalhas,</strong></p>
<p><strong>não fazem uma simples prevenção, </strong></p>
<p><strong>convém o acordar da população.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Botar mais investimento no ensino </strong></p>
<p><strong>para que dobrem os sinos, </strong></p>
<p><strong>por o dedo na ferida, </strong></p>
<p><strong>antecipar-se ao flagelo em nossas vidas. </strong></p>
]]></content:encoded>
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