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	<title>DiversasVias</title>
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	<description>Só mais um blog do Cultura Digital</description>
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		<title>Quando a noite cai</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 17:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a noite cai ilumino-te com minhas letras que vão ao céu que vai cintilar cheio de estrelas   Infinidades de ondas como céu de Van Gogh vejas a tela e olhas vagas feito odes   Cores que cintilam e quanto mais forte brilham sobre a luz do horizonte porque o hoje se formou ontem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quando a noite cai </em></p>
<p><em>ilumino-te com minhas letras</em></p>
<p><em>que vão ao céu que vai</em></p>
<p><em>cintilar cheio de estrelas</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Infinidades de ondas</em></p>
<p><em>como céu de Van Gogh</em></p>
<p><em>vejas a tela e olhas</em></p>
<p><em>vagas feito odes</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Cores que cintilam</em></p>
<p><em>e quanto mais forte brilham</em></p>
<p><em>sobre a luz do horizonte</em></p>
<p><em>porque o hoje se formou ontem</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Daqueles que lutaram</em></p>
<p><em>e deram o seu sangue</em></p>
<p><em>e sem medo falaram</em></p>
<p><em>a verdade longe.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Baía da Guanabara</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/25/baia-da-guanabara/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 12:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://culturadigital.br/aviamenino/?p=1322</guid>
		<description><![CDATA[Não gosto da expressão: “do outro lado da poça”. Baía da Guanabara é o estimável disser.     É poluída sim, mas não justifica tanto desprezo. Poça é esgoto, poça é buraco no chão, poça é inutilmente, desprezar. Estamos em uma bela Baía que o Português confundiu, num Janeiro, não menos louvável por um Rio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Não gosto da expressão: “do outro lado da poça”.</em></p>
<p><em>Baía da Guanabara</em></p>
<p><em>é o estimável disser.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>É poluída sim, mas não justifica tanto desprezo. </em></p>
<p><em>Poça é esgoto, </em></p>
<p><em>poça é buraco no chão, </em></p>
<p><em>poça é inutilmente, desprezar.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Estamos em uma bela Baía </em></p>
<p><em>que o Português confundiu,</em></p>
<p><em>num Janeiro,</em></p>
<p><em>não menos louvável por um Rio.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Partir</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 23:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O partir é sempre uma despedida, o que se fez merecer desta vida. Arrumar as malas e nas pessoas amar, e no futuro rever em esperanças pra trás o que ficou, e o caminho olhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O partir é sempre uma despedida,</em></p>
<p><em>o que se fez merecer desta vida.</em></p>
<p><em>Arrumar as malas e nas pessoas amar,</em></p>
<p><em>e no futuro rever em esperanças</em></p>
<p><em>pra trás o que ficou, e o caminho olhar.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seca</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/22/seca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 00:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No caminho da estrada se ouvia o silêncio um preá atravessava correndo os urubus voavam em circulo sobre a carniça.   O seco sertão se mostrava escaldante a terra maltratada permeava as nossas vidas a água do pote vinha da cacimba   à noite o céu se pintava de estrelas.   E a seca persistia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No caminho </em></p>
<p><em>da estrada</em></p>
<p><em>se ouvia o silêncio </em></p>
<p><em>um preá atravessava correndo </em></p>
<p><em>os urubus voavam em circulo sobre a carniça. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O seco sertão</em></p>
<p><em>se mostrava escaldante</em></p>
<p><em>a terra maltratada permeava as nossas vidas</em></p>
<p><em>a água do pote vinha da cacimba</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>à noite</em></p>
<p><em>o céu</em></p>
<p><em>se pintava de estrelas.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>E a seca persistia </em></p>
<p><em>o seco açude</em></p>
<p><em>com lama de agonia </em></p>
<p><em>onde os animais </em></p>
<p><em>sedentos </em></p>
<p><em>bebiam</em></p>
<p><em>a água barrenta que sumia.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Eu sonhava a noite</em></p>
<p><em>olhando o céu</em></p>
<p><em>com um futuro de brilhos verdejantes</em></p>
<p><em>hoje </em></p>
<p><em>nas ruas</em></p>
<p><em>ouço os autofalantes</em></p>
<p><em>e os outdoors que anunciam </em></p>
<p><em>liquidações de produtos e férias em hotel.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nada sei</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/21/nada-sei/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 01:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos altos da consciência, mergulhei nas águas da simplicidade, tirei a impureza de restos de arrogância, soltei um passarinho do coração de minha infância, sem esperar nada mais, sem violência, sem maldade, só a consciência que nesta vida nada sei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nos altos da consciência, mergulhei </em></p>
<p><em>nas águas da simplicidade,</em></p>
<p><em>tirei a impureza de restos de arrogância, </em></p>
<p><em>soltei um passarinho do coração de minha infância,</em></p>
<p><em>sem esperar nada mais,</em></p>
<p><em>sem violência,</em></p>
<p><em>sem maldade,</em></p>
<p><em>só a consciência que nesta vida nada sei.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passa, passa como um rio</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/18/passa-passa-como-um-rio/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://culturadigital.br/aviamenino/?p=1311</guid>
		<description><![CDATA[Passa, passa como um rio os anos de nossa existência, pensar e ter consciência do que nossa boca sorriu.   Nos meus passos tem devagar todo sentimento do mundo, mundo moribundo, preso e solto no vácuo sem ar.   Sob a luz de ondas e partículas que se desviam pela gravidade, a tudo nos invade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Passa, passa como um rio</em></p>
<p><em>os anos de nossa existência,</em></p>
<p><em>pensar e ter consciência </em></p>
<p><em>do que nossa boca sorriu.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nos meus passos tem devagar</em></p>
<p><em>todo sentimento do mundo,</em></p>
<p><em>mundo moribundo, </em></p>
<p><em>preso e solto no vácuo sem ar.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Sob a luz de ondas e partículas </em></p>
<p><em>que se desviam pela gravidade, </em></p>
<p><em>a tudo nos invade </em></p>
<p><em>até no espaço de uma vírgula. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Pobres palavras querem conteúdo </em></p>
<p><em>que saem no torcer da pedra, </em></p>
<p><em>pingando água e tudo </em></p>
<p><em>pra se fazer verdadeira a letra.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Letras formam palavras</em></p>
<p><em>que o pensamento cava,</em></p>
<p><em>plantando uma árvore, </em></p>
<p><em>antes que se escureça </em></p>
<p><em>                  &#8211; e seja tarde.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estórias tolas</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/17/estorias-tolas/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho idades dentro de mim, quando acordo, tenho a idade da manhã, como criança sinto o cheiro da maçã, o dia que se levantou, com o sol assim.   Quando de tarde tenho a idade de sombras, que às vezes no retornar pra casa silenciam, como uma abertura de porta para o fim do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Eu tenho idades dentro de mim,</em></p>
<p><em>quando acordo, tenho a idade da manhã,</em></p>
<p><em>como criança sinto o cheiro da maçã,</em></p>
<p><em>o dia que se levantou, com o sol assim.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Quando de tarde tenho a idade de sombras,</em></p>
<p><em>que às vezes no retornar pra casa silenciam, </em></p>
<p><em>como uma abertura de porta para o fim do dia,</em></p>
<p><em>na viagem de retorno pra casa a cabeça sonha.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Se tudo deu certo no trabalho e no caminho,</em></p>
<p><em>voltar pra casa e ter um teto como ninho,</em></p>
<p><em>o abraço da noite pra redobrar as forças,</em></p>
<p><em>por fim, sentir e contar o dia, por estórias tolas.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por fé</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/16/por-fe/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Há sonhos que nunca envelhecem transitam entre as pessoas num voar de asas como uma prece flutuam sobre as sacadas dos prédios é quase palpável aos olhos que não veem porque a mente voa longe e não se esquece aquilo que chamamos por fé naquilo que não temos as vezes tão distante mas temos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Há sonhos que nunca envelhecem</em></p>
<p><em>transitam entre as pessoas</em></p>
<p><em>num voar de asas </em></p>
<p><em>como uma prece </em></p>
<p><em>flutuam sobre as sacadas dos prédios </em></p>
<p><em>é quase palpável aos olhos que não veem</em></p>
<p><em>porque a mente voa longe</em></p>
<p><em>e não se esquece </em></p>
<p><em>aquilo que chamamos por fé </em></p>
<p><em>naquilo que não temos </em></p>
<p><em>as vezes tão distante</em></p>
<p><em>mas temos como certo</em></p>
<p><em>tocamos no sonhar da emoção</em></p>
<p><em>a alma transpassa o concreto </em></p>
<p><em>e o espirito levita nas nuvens do horizonte</em></p>
<p><em>como um raio que se descarrega</em></p>
<p><em>para depois de alguns instantes ouvirmos o trovão. </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O carro buzina</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/14/o-carro-buzina/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 01:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O carro buzina muito mais que buzina o carro mata e se arrasta nas ruas e auto estradas A cidade se povoou até inchar multiplicou-se estacionados estão os carros nas calçadas zumbindo roda e luzes até se abarrotar como uma concha de proteção despejam congestionamento dá-me congestão Aperto pra me apertar dentro dos ônibus Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O carro buzina</em></p>
<p><em>muito mais que buzina</em></p>
<p><em> o carro mata</em></p>
<p><em> e se arrasta</em></p>
<p><em>nas ruas e auto estradas</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A cidade se povoou até inchar</em></p>
<p><em> multiplicou-se </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>estacionados estão os carros nas calçadas</em></p>
<p><em>zumbindo roda e luzes </em></p>
<p><em> até se abarrotar </em></p>
<p><em>como uma concha de proteção</em></p>
<p><em>despejam congestionamento</em></p>
<p><em> dá-me congestão</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Aperto pra me apertar</em></p>
<p><em> dentro dos ônibus</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Não será nem hoje nem amanhã </em></p>
<p><em> substituição</em></p>
<p><em> para os carros.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre um muro</title>
		<link>http://culturadigital.br/aviamenino/2012/05/11/sobre-o-muro/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://culturadigital.br/aviamenino/?p=1298</guid>
		<description><![CDATA[Vi passarinhos brincarem sobre um muro de uma casa. Não eram pardais. Pensei comigo: Num mundo duro ainda há pessoas como eu que ainda observam a frágil natureza sob o céu entre carros nas calçadas e o zumbido da cidade numa tarde de fim de semana numa estreita rua suburbana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vi passarinhos brincarem sobre um muro</em></p>
<p><em>de uma casa.</em></p>
<p><em>Não eram pardais. </em></p>
<p><em>Pensei comigo:</em></p>
<p><em>Num mundo duro</em></p>
<p><em>ainda</em></p>
<p><em>há pessoas como eu</em></p>
<p><em>que ainda observam</em></p>
<p><em>a frágil natureza sob o céu</em></p>
<p><em>entre carros nas calçadas</em></p>
<p><em>e o zumbido da cidade</em></p>
<p><em>numa tarde </em></p>
<p><em>de fim de semana</em></p>
<p><em>numa estreita rua </em></p>
<p><em>suburbana.</em></p>
]]></content:encoded>
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