Terror zumbi

Para quem não gosta de livros ou literatura no geral sobre zumbis argumenta que tudo gira sobre as mesmas coisas: pessoas fugindo de morto-vivos e que o protagonista sempre escapa das mais diversas, e absurdas formas, bom talvez eles tenham razão e o motivo deles pensarem assim são os inúmeros filmes, de qualidade duvidosa, vindos dos EUA e que são despejados em nossas terras, a massificação leva a generalização. Essa volta de Paar-Ceasa só foi pra dizer que também não sou um entusiasta de apocalipses-zumbi tanto que ainda não vi um único episódio de The Walking Deade nem por isso me acho superior por tal “feito” sou mais indiferente na verdade sou distante a quase tudo que gira sobre a sétima arte, e isso já me trouxe prejuízos sejam sociais, sejam financeiros, mas isso é pra outra prosa, o que tenho curiosidade é de assistir a Game of Throne e de ler Harry Potter, bom voltando ao que estávamos falando aliás ainda nem disse ainda :O

O livro em pauta é Jesse Chesnutt e o Mistério do Planeta T12 essa obra eu achei garimpando na XXI Feira Pan-Amazônica do Livro sugeri para meu irmão comprar esse livro, que por sinal ele ainda não leu ¬¬  se bem que esse é um mal de muitos que compram este livro sangrento, nossa quanta dispersão :O.

O enredo se desenrola, ora vejam só, nos Estados Unidos da América ê nome grande! Não é a toa que preferimos a sigla EUA, falando em Estados Unidos vocês sabiam que o Brasil já se chamou Estados Unidos? Bom deixa pra  lá. Jesse Chesnutt nome do título é também nome do protagonista ou será de um dos protagonistas? Spoillers sem suspenses não tem graça 🙂 Uma das coisas que me agrada nessa obra são os momentos pré-terror. Como assim? São as vidas pacatas que são reveladas e alteradas pelos zumbis, o decurso da narrativa não é linear e os personagens em parte são redondo, complexos e que tomam atitudes heroicas e as vezes idiotas assim como nós muitas das vezes tomamos. Voltando para questão da abundância de literatura sobre zumbis nas terras do tio sam eu acredito que seja por que eles nessas obras podem usar e abusar de armas sem culpas afinal o que é matar em alguém que já morreu? ou não morreu? Enfim livro realmente traz uma velocidade que esse estilo exige cortes rápidos e surpresas, sim isso é fundamental pra obras de suspense e terror mas os aliens aparecem… O que aliens? Não eram zumnis? Bom pelo menos no subtitulo da obra tem algo sobre planeta lembram? A forma como isso surge na história é para mim um dos pontos fracos sem falar nos momentos de Black Kamer Rider de certo personagem vindo desse tal T12. E as mortes? Sim porque livro e filme de zumbi sem mortes não cola né?

O livro é tão ou mais sangrento que o caderno de polícia do Diário do Pará tem morte das diversas maneiras e de tudo quanto personagens morrem menos o antagonista, ou melhor vilão que antagonista é o site de uma galera essa sim que causa arrepios, que não é nem morto-vivo nem alien apesar de ter vindo desse planeta misterioso. Outra coisa a ser melhor trabalhada são as gravuras, sim isso poderia ter no livro ou numa versão mais digamos de luxe se fosse em formatos de xilogravuras ficaria show.

O autor desta obra sanguinolenta é Leonardo Faig e em seu blog, que por sinal sofre do mesmo mal que os meus, a hibernação 🙂 afirmou que as aventuras ou melhor dessabores de Jesse Chesnutt são na verdade uma trilogia. O final do livro poderia ser melhor trabalhado principalmente na parte sobre… Leiam! :]

Jesse Chesnutt E o mistério do planeta t12. Editora Novo Século, 198 páginas. 2013

Onde conseguir Jesse Chesnutt: Aqui aquiaqui e aqui.

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A arte e o dom de contar Histórias

“Quem não tem dinheiro conta história!”

Esse é o bordão do Paulinho Gogó personagem de Maurício Manfrini nome artístico de Maurício Pereira Ribeiro ator, humorista, locutor etc da A Praça é Nossa programa humorístico exibido pela SBT. O bordão de Paulinho Gogó pode muito bem ser aplicado a grandes marcas que povoam as mentes de milhões de pessoas no mundo todo. Marcas como Coca-Cola, Nike, Diesel, Havaianas, Microsoft, Apple e Disney só pra ficarmos em algumas empresas que partiram praticamente do nada $$$$ para depois de algum tempo alcançarem cifras inimagináveis pelos seus idealizadores. Como surgiram seus empreendimentos, quais suas motivações, seus slogans e peças publicitárias célebres?

Paulinho Gogó

Paulinho Gogó

Tudo isso e bem mais você encontrará nas 300 páginas de Storytelling, Histórias que deixam marcas de Adilson Xavier, escritor, criador publicitário e roteirista, pela editora best business Rio de Janeiro, 2015.

Storytelling - Histórias que deixam marcas

Storytelling – Histórias que deixam marcas

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Rios de Raiva

Sabe aquele livro que você em determinada época conheceste e sempre quis ter em mãos? Mas aí descobre que o dito é raro ou muito caro.

No meu caso não lembro ao certo qual professor indicou esse livro mas sei que foi durante a elaboração do meu TCC em que o nosso (tcc feito em trio), tema foi sobre as perrengas eleitorais da década de 1950 e como elas reverberavam nas manchetes dos principais jornais da época no caso Folha do Norte e O Liberal com os expoentes Paulo Maranhão de um lado e Magalhães Barata de outro. No livro Rio de Raivas de Haroldo Maranhão, neto de Paulo, a pena ferina é destilada de forma impecável com os meandros da política e o leito da alta e da baixa sociedade devassado, invadido, revolvido. Depois de milhares de tiragens diárias eis que o encontro na internet, local óbvio para muitos, mas tê-lo em mãos não foi uma manchete fácil pelo contrário foi um furo árduo, com idas e vindas que merecem uma postagem a parte, retornando ao livro ele foi devorado em três dias e meio poderia ter sido em menos tempo mas não o foi devido a tantas “hard news” na minha vida… O livro retrata a primeira metade do século XX da sociedade paraense, as artimanhas e jogo sujo da elite local e como a ingratidão é a pior das dores. Obra mais do que indicada!

Rio de Raivas

Rio de Raivas

Onde obter: Rio de Raivas

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Travessia da Amazônia

Livros de viagens sempre fizeram muito sucesso e normalmente são bem, digamos, vendáveis afinal eles trabalham com aquilo que há em praticamente em todos: a curiosidade pelo desconhecido ou exótico, seja qual definição você possa pensar para exótico. O livro Travessia da Amazônia, do Pacífico ao Atlântico pelos rios amazônicos, do Jornalista Airton Ortiz de 2004 pela editora Record, atiça nossa imaginação sobre o local de maior biodiversidade do planeta bem como os povos que nestes locais aí residem. Coloquei no plural pois quem aqui mora na Amazônia sabe que não existe uma só floresta e nem, lógico, um povo nativo aqui a riqueza não está limitada aos recursos naturais essa variedade fica explícita logo na introdução do livro.

Ainda estou no início do livro, página 43, no capítulo: “Barca Marquito III, para Iquitos – Cinco noites. O presente livro está inserido na série viagens radicais da editora Record. O enredo tem uma fluidez muito boa, não quero puxar a sardinha mas geralmente livros de viagens escritos por jornalista são agradáveis de se ler até porque saber contar uma(s) boa(s) história(s) é que se espera no mínimo de um bom jornalista, bom deixando esse “puxa-saquismo” de lado e voltemos ao livro, nele o autor deixa claro que prefere as rotas alternativas e por isso bem mais baratas. Airton Ortiz é das bandas do Rio Grande do Sul salvo engano de Cachoeira do Sul e é macaco velho no que diz respeito a viajar/perambular. Do que li até agora o que mais me chamou atenção foi a descrição da viagem subindo e descendo a Cordilheira dos Andes para quem tem pavor de altura, eu incluso, chega a ser angustiante a narração de quem viaja a beira, literalmente, de um precipício ainda mais de noite.

Assim que eu terminar de ler esse livro volto aqui para completar a minha resenha sobre essas andanças do Airton Ortiz.

Mas para quem já se interessou pelo livro o e-book custa R$ 28,00 no site da editora.

Bom como prometido retorno para comentar o restante do livro, de fato é um livro muito agradável de se ler assim como é navegar pelos rios da Amazônia, simpatizei com o fato dele sempre buscar economia deve ter sido mais difícil regatear pois a, lata, cara dele o denúncia que ele não é desta paragens mas como perambulador experiente já manja dos paranauês da barganha, mas nem tudo é calmaria neste navegar senti falta de mais fotos são tantas as descrições que nossa imaginação voa mas talvez era essa a intenção mesmo outro fato é o de ele mencionar pouco o Pará e como paraense isso conta mas por outro o fato de ele se deter mais em Manaus e nas cidades que acompanham o rio Amazonas nos permite conhecer um pouco mais de nossa região, ao terminar de ler o livro fica uma sensação estranha pois é preciso vir alguém de longe para falar de algo próximo. No fundo os estrangeiros somos nós.

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Tiradentes: Um Presídio da Ditadura

Tiradentes: um presídio da Ditadura

Hoje eu vou falar sobre um livro que tenho a mais de nove anos adquirido na XI Feira Pan-Amazônica do Livro mais especificamente no dia 29/09/2007. Acho que foi nesse dia que falei para meus amigos que eu seria pai mas isso é outra história. O livro foi escrito dez anos antes em 1997 mas narram acontecimentos da época da ditadura algo explícito logo de cara no título do livro e no sub-título “Memórias de presos políticos”.  É um livro de mais de 500 páginas lembro de tê-lo comprado no inicio do meu curso de jornalismo e prestes a ser pai me sentia preso pelas minhas escolhas e da certeza que em breve minha vida iria mudar radicalmente. Confesso que ao ler o livro eu me tranquilizei vi que a minha luta era um grão de areia perto do que os autores dos relatos viveram/sentiram/lutaram.

vista aérea do presídio

Sempre adiei escrever sobre esse livro pois não gostaria que ficasse um texto sem graça. Quando comprei esse livro o nosso país estava passando por uma fase de bonança e expansão de direitos vivíamos o começo do segundo mandato do presidente mais popular e o primeiro oriundo da classe pobre a subir no mais alto cargo eletivo. No Pará tínhamos a primeira mulher a assumir o governo do estado depois de ter sido eleita a primeira senadora  fora a quebra da sequencia da gestões do PSDB no estado sempre que penso nisso me lembro do monumento da Cabanagem projetado por Oscar Niemeyer.

Em 2016 o PT saiu de cena na esfera federal, desde 2012 o PSDB retomou o governo do estado e mês passado reelegeu o prefeito mesmo ele tendo diversas provas de irregularidades desde propagandas irregulares até contratação ilegal de servidores, o processo ainda está em curso. Muito diferente da época em que comprei o livro o Brasil vive um momento delicado diversos direitos tem sido atacados pelo governo de Michel Temer do PMDB e apoiados pelo PSDB/DEM e outros partidos tem ainda a proposta de uma emenda constitucional absurda em que congela os investimentos em diversas áreas por 20 anos! Bom acabei por me distanciar da ideia original do texto mas posso indicar a leitura de Renata Pallotini sob o título “Tiradentes: Um presídio da Ditadura. Da memória emergem marcas do passado recente que contribuem para compor a História do Brasil.” e que saiu pela Comunicação e Educação em 1998 da ECA/USP. Logo abaixo reproduzo o resumo do texto da Renata e que está presente no final do seu artigo.

Resumo: A autora faz a crítica ao livro Tiradentes, um presídio da ditadura. Memórias de presos políticos, organizado por Alipio Freire, Izaías Almada e J. A. de Granville Ponce, editado pela Spicione, em 1997. Traz a tona e costura com seu próprio olhar os de- poimentos dos que foram os presos políticos do Tiradentes, ressaltando o valor de livro por trazer ao conhecimento do pública, revelando, para compor a História, o cotidiano vi- vido na prisão por aqueles que ousaram lutar contra a ditadura. Conta como o livro mostra os laços de solidariedade que se estabeleceram entre os presos, a organização das rotinas diárias para se conseguir viver com dignidade, a resistência a tortura e humilhações, a integridade dos valores morais e os sonhos de liberdade, por um mundo melhor.

Eu sugiro fazer primeiro a leitura dos relato das mulheres ao ver fica mais emocionante pois são relatos de uma força inigualável.

No livro tem o relato da companheira de cela e amiga de Dilma Rousseff; Eleonora Menicucci de Oliveira.

Artigo Tiradentes: um presídio da Ditadura.

Onde comprar: Estante Virtual.

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Convite à Filosofia

Antes de eu começar a falar sobre o livro é curioso notar a (falta) de atividade deste meu blog. Na web existem blogs com atualizações de seis em seis horas outros com atualizações diárias, semanais, quinzenais e até blogs com pacote de atualizações mensais mas este blog chega a quase ter atividades anuais a quase um ano eu falava sobre o livro O Mundo de Sofia do norueguês Jostein Gaarder esse livro a primeira vez que eu o li o fazia sempre a noite após as longas horas de estudos para prestar o vestibular pela primeira vez isso há praticamente treze anos atrás esse livro embalava minhas noites de sonos e sonhos o que aumentou ainda mais minha paixão pela Noruega era como uma válvula de escape da pressão de passar, na porra, do/no vestibular como diria o Renato Russo.  E agora na minha segunda graduação sou incentivado a ler novamente mais um livro da minha adolescência dessa vez o livro é Convite à Filosofia da Professora Marilena Chauí. Esse livro é comumente indicado para os calouros nas Universidades sejam elas públicas ou privadas mas eu tive contato com esse livro aos 15 anos ainda no Ensino Médio foi o Professor de Filosofia/Sociologia Silvio Alfaia que o tinha indicado juntamente com O Mundo de Sofia além desses dois livros eu comprei o livro O Dia do Coringa também de Jostein Gaarden. É curioso notar como os clássicos atravessam nossas vidas em diferentes momentos e Convite a Filosofia já cruzou na minha vida acadêmica três vezes dessas vez ele foi pouco alardeado pelo professor de Geografia Humana muito diferente do quando ele me foi apresentado pela primeira vez é bem verdade que sabemos o esforço que os professores tem de empreender nos adolescentes para ler algo que fuja do script do vestibular. O livro em si é bem didático e trata a Filosofia de forma bem esclarecedora convidando o leitor a passar pela construção do saber, da filosofia com atenção para o conhecimento ocidental, do senso comum ao saber científico, explanações sobre cultura, ciências, verdade, arte metafísica, filosofia moral, filosofias políticas etc.

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O mundo de sofia

Unir filosofia e juventude não é tão simples principalmente nesta nossa época de velocidade da informação. Ler, refletir e ampliar o conhecimento é algo que infelizmente está fora de moda. Hoje clicar em compartilhar sem ao menos ler o primeiro parágrafo é mais fácil do que se pensa. A lei do menor esforço mental possui cada vez mais adeptos.

Para quem gosta de ler um bom enredo de um livro é capaz de ter prender por horas ou dias dependendo da quantidade de páginas mas um livro que te prende pela vida inteira são poucos. O mundo de sofia é tido por muitos críticos como uma obra literária menor, um livro para um público infanto-juvenil ao rotularem dessa forma eles de certa forma tentam desqualificar os textos contidos no livro. É por isso que dificilmente eu leio críticas antes de ler livros pré-conceitos e mau humor e o pior vindo de pessoas em grande maioria cosmopolitas frustados podem azedar sua vida. Cuidado! Estude, leia, informe-se antes de concordar com o hálito podre de quem ter o prazer menosprezar o esforço alheio.

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Vencer barreiras

o velho e o marLutar é um dos motes da escrita do grande escritor Ernest Hemingway o que pode ser constatado no livro o velho e o mar de 1954 em que teve a seguinte menção : “por sua maestria da arte narrativa, mais recentemente demonstrada em “O Velho e O Mar”, e pela influência que exerceu no estilo contemporâneo”

A verdade para quem tem uma vida turbulenta geralmente buscar-se uma válvula de escape a dele era a escrita. Ao ler o livro somos tomados pela busca desesperada do destino final do ser humano  a sua real razão de estar vivo no caso do livro é o pescador Santiago a busca de sua razão de viver.

Ficou curioso?

Então acomode-se e boa leitura.

O velho e o mar.

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Mídias Sociais.

A internet é o veículo de comunicação mais envolvente e rápido que existe. A possibilidade de adentrar numa rede/mídia social é fantástica mas ao mesmo tempo que preenchemos os famosos formulários e criamos contas, após um período de uso muitos abandonam ou simplesmente esquecem o login.

Por que isso acontece?

Vida urbana em ebulição?

Dificuldade de memorizar inúmeras senhas?

Preguiça de excluir contas de serviços on line que não são mais interessante?

Ou nada disso?

Mas por que estou escrevendo isso num blog sobre livros?

Justamente pra justificar a longa (põe longa nisso) ausência de posts; quem ousou vaguear por aqui pensou –  mais um blog natimorto – . Nada disso!

(Vida urbana em ebulição e dificuldade de memorizar inúmeras senhas), respondem por ter me ausentado daqui.

No momento estou catalogando e atualizando minhas redes/mídias sociais. Até agora descobri que possuo 16 redes/mídias sociais!!!

E você quantas redes/mídias possui?

Acessa e atualiza regularmente elas?

É um desafio e tanto.

Exemplo de mídia que não acessava há tempos.

Exemplo de mídia que não acessava há tempos.

 

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Convite para um homicídio

Convida-se para um homicídio a ter lugar sexta-feira, 29 de outubro, em Little Paddocks, às 18:30h. Espera-se a presença de todos os amigos da família; não haverá outra convocação.

Você iria nessa “festa”?

Provavelmente não mas para os moradores da pequena Chipping Cheghorn se coçaram,não resistiram afinal um “evento” desse não acontece todo dia principalmente em uma cidade pacata.

Imagine uma cidade onde tudo ocorre mecanicamente em que os cidadãos estão empenhados em realizar seus atos cotidianos. Um assassinato ocorrido de forma inusitado em que inicialmente o principal suspeito está morto. Se, sempre o “se”não fosse a insistência do inspetor-detetive (qual a diferencia) Dermont Craddock o caso evolui e junto com ele o livro. Quando cheguei na parte que a autora narra o cotidiano dos personagens pensei em desistir de ler a vida deles são sem sal. Mas persisti no livro e fui agraciado com um enredo policial legal, legal por que analisando o livro consegui ver várias tiradas e críticas como a hipocrisia, a ganância, a lealdade e o companheirismo.

Como primeiro livro que li de Agatha Christie ele surpreendeu a narrativa dela agrada pois não há arrogância e prepotência de Sherlock Holmes.

Se quiseres saber mais sobre o enredo:

Pt.shvoong

86 livros de Agatha (Ainda não conferi).

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