Começa amanhã, 05 de outubro, no Museu Histórico e Nacional o Seminário Internacional “Museus e Comunicação: Exposiçoes como Objeto de Estudo”.
Serão debatidas questões relativas à comunicação e ao desenvolvimento científico e tecnológico; o uso e o desenvolvimento de diferentes mídias e as estratégias utilizadas para ampliar o diálogo, atrair e seduzir o público de museus. Entre os temas a serem abordados, que caminhos seguir na atualidade, de modo a oferecer exposições cuja linguagem evidencie a capacidade de comunicação dos museus e que possam, a um só tempo propiciar o saber e o prazer.
Qual a propensão e agilidade que os museus têm para fazer uso de instrumentos de moderna tecnologia em suas exposições, visando a ampliar o campo de informações e também oferecer uma estética que propicie um tipo de deleite sensorial similar ao que propiciam outras mídias. Serão ainda abordados alguns aspectos que interferem na produção e na montagem das exposições, entre os quais as questões relacionadas ao ambiente, iluminação, suportes e acondicionamento.
O evento contará com a participação de conferencistas internacionais como Jean Davallon, da Universidade de Avignon (França), Maria Isabel Rocha Roque, Universidade Lusíada de Lisboa (Portugal), Hans Ottomeyer, do Museu de Historia de Berlim (Alemanha).
Além dos conferencistas internacionais, o evento conta com a participação de importantes instituições brasileiras do campo da documentação e da informação em ciência e tecnologia, como o Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
O Museu Histórico e Nacional (MHN) está localizado na cidade do Rio de Janeiro e é um dos museus do recém criado Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) – uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura que coordena a Política Nacional de Museus (PNM).
Maiores informações em: http://www.museuhistoriconacional.com.br/





Rogerio Santana Lourenço 5 de outubro
Senti falta de (e o bot do google nem viu..) uma perspectiva mais política nesse evento.
Nós aqui no Cultura Digital não podemos deixar de pensar que o aspecto “cenográfico”, mais do que nunca é político e contempla, ou não, as especificidades da informação em destaque.
Não se trata apenas de “mostrar melhor” mas, o que mostrar, e isso, até hoje, tem sido tarefa de um campo… Com a digitalização desses conteúdos, e as possibilidades de troca, cópia e armazenamento mudando a cada dia, como deixar de lado o político? Direitos autorais, agregar informação (não-técnica) ao patrimônio…entre outras questões..são discussões que não podem faltar aqui.
Alvaro Malaguti 5 de outubro
Pois,
achei a notícia do Seminário totalmente por acaso quando fui pegar o endereço web deste museu como um caso emblemático (.com.br, sendo uma instituição pública vinculada ao governo federal). Vi, achei que interessava e postei na rede do Fórum. Achei interessante a composição dos participantes da programação pois o segmento de montadores de exposições está bem representado. Já o de profissionais da educação fundamental….
War 6 de outubro
O exemplo do Museu Catavento deveria ser visto com carinho:
http://blog.brasilacademico.com/2009/09/museu-catavento-multimidia-interativa.html
Concordo. Esse tipo de museu interativo, como o Catavento pode conquistar a garotada mais jovem. Os museus deveriam passar por uma reformulação para atrair o público jovem que está acostumado com o videogame e interatividade. O museu da Língua Portuguesa também é um exemplo. Se os museus não se atualizarem irão perder cada vez mais público. Até porque ir ao museu virou coisa de “velho” pra essa garotada.
Melissa Gallucci Sidney 9 de outubro
Segue o post do Museu da Língua Portuguesa:
http://blog.brasilacademico.com/2009/09/museu-da-lingua-portuguesa.html
Alexandre 9 de outubro