Construção da plataforma da Política Nacional das Artes

O Culturadigital.br retoma sua vocação de inovação na formulação de políticas públicas colaborativas desenvolvendo e hospedando a plataforma da construção da Política Nacional das Artes, lançada hoje (9/6), na Funarte, no Rio de Janeiro.

A principal novidade é que as pessoas poderão optar por interagir em diferentes níveis de participação. É possível votar em prioridades, com apenas um clique, além de comentar os planos setoriais de Artes Visuais, Circo, Dança, Música, Literatura e Teatro.

E as inovações não param por aí. Em termos de interface de navegação, implementamos o sistema de abas para facilitar o fluxo de leitura pelos eixos ou capítulos dos Planos Setoriais.

A vantagem dessa solução é que os capítulos ficam indexados de uma forma visual, possibilitando uma visão de todo o conteúdo sem que seja necessário navegar até o fim das páginas. Mas lembre-se, para comentar os Planos Setoriais é preciso se juntar a mais de oito mil pessoas da rede e se cadastrar.

Para votar basta escolher uma opção da pergunta: Qual tema você considera mais importante para a Política Nacional das Artes? Você também pode sugerir uma resposta, veja como funciona:


Esta enquete é resultado da primeira versão do plugin priorize, que reproduz o sistema de votação por prioridades do projeto All our Ideas. O sistema é o primeiro desenvolvido para WordPress e seu código aberto está publicado no GitHub.

A construção da plataforma da Política Nacional das Artes partiu de um amplo mapeamento sobre iniciativas de consultas interativas, ou seja, aquelas que possibilitam que os participantes dialoguem entre si, de forma horizontal, inaugurados a partir do Marco Civil da Internet, em 2009.

Não estamos apenas repensando a cultura digital, mas também a colocando em um loop de digitofagia (há pelo menos 10 anos… and loading)!

Comentários (2)

  • Foto de perfil de josemurilo

    Alô Drica!

    Bem legal imaginar um ‘loop de digitofagia’. Alguém tem que bolar um gif animado para ilustrar essa parada.. :)

    Seu post lembrou um pensamento que me ocorreu quando recentemente me pediram para fazer uma síntese do que fazíamos em cultura digital no Brasil.

    Parece-me que a verdadeira beleza do que temos feito sob a bandeira da cultura digital, não reside nos detalhes do que temos desenvolvido, mas na maneira como cada “solução” parece provocar um novo conjunto de desafios que nos impulsionam em direção a uma expansão do nosso entendimento sobre o que é essa cultura digital, e nos aponta aonde devemos operar, repensar, refatorar…

    Simbora!

  • Foto de perfil de Sérgio Di Ramos

    O Brasil precisa criar uma política musical que possa mostrar os milhares de compositores que estão espalhados Brasil afora, e que não tem oportunidade de mostrarem suas músicas. O primeiro passo seria viabilizar pequenos eventos musicais nas escolas públicas. Para viabilizar a ideia a criação de um site cadastro por região, com um sistema básico de avaliação, onde os cadastrados estariam aptos a fazerem oficinas e pequenos shows musicais nas escolas públicas periodicamente. Grupos de quatro ou cinco músicos compositores autorais em cada oficina-show. Recebiam um pró-labore que pudesse viabilizar a ideia. (cobrir despesa de deslocamento e alimentação) dentro da própria região, onde os músicos residem.

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