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Encontro de incubadoras debate economia da cultura

Os participantes do 2º Encontro da Rede Incubadoras Brasil Criativo conheceram, nessa quinta-feira (16), ferramentas úteis para o desenvolvimento de negócios nas áreas da economia da cultura e da economia criativa. Promovido pela Secretaria de Políticas Culturais (SPC) do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Sebrae Nacional, Sebrae-DF e Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o evento – que começou na terça-feira – segue até esta sexta-feira, com diversas atividades na incubadora BSB Criativa, em Brasília.
O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Carlos Paiva, destacou a importância do programa Brasil Criativo no apoio aos empreendedores. Ele afirmou que abrir o leque de financiamento para o setor, estimulando o surgimento de novas linhas de crédito, é uma prioridade do governo até 2018. “Também precisamos fazer com que a informação sobre essas formas de financiamento chegue à ponta”, frisou.
A diretora de Empreendedorismo, Gestão e Inovação da SPC, Georgia Nicolau, assinalou o fato de existirem várias instituições com iniciativas voltadas ao apoio para quem trabalha com economia criativa no Brasil. “Todos desenvolvemos ações de fomento. É importante somar, para que haja convergência de todos no incentivo ao empreendedorismo”, ressaltou.
A superintendente-executiva da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Sheila Pires, falou da trajetória da instituição no apoio a incubadoras, inclusive de economia criativa. Discussões sobre o segmento farão parte da 25ª Conferência da Associação, que ocorre de 19 a 23 de outubro em Cuiabá (MT). A superintendente contou sobre parcerias que a associação desenvolve com o setor público e privado para incentivar a inovação, que ela considera instrumento fundamental para sustentabilidade dos pequenos negócios.
Representante do Inovativa Brasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), José Menezes informou que o programa capacita gratuitamente startups (empresas com projetos inovadores) que dispõem de boas tecnologias, mas não possuem perfil empreendedor e modelagem adequada do negócio. O Inovativa coloca as empresas iniciantes em contato com potenciais clientes. A iniciativa já conta com mais de 9 mil empreendedores cadastrados. “A economia criativa tem um peso em nosso trabalho e queremos contribuir para a construção da identidade brasileira do setor”, disse.
Gerente do Departamento de Economia Criativa do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Patricia Zendron falou sobre o apoio que a instituição governamental dá à cultura. Segundo ela, o suporte cresceu e se diversificou com novas linhas nos últimos anos, quando a área tornou-se prioridade. Entre os segmentos de destaque apoiados estão patrimônio histórico, acervos de museus e arquivos, audiovisual, editorial, jogos digitais e música e espetáculos. De 1997 a 2014, foram R$ 3,8 bilhões destinados a essa cadeia produtiva, segundo a gerente.
A coordenadora do programa Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae Nacional, Adriana Dantas, explicou o papel desses agentes no apoio aos pequenos negócios de áreas como a economia criativa. Bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), os ALI vão às empresas promover práticas inovadoras em gestão, processos e desenvolvimento de produtos. Adriana Dantas sugeriu aos representantes das incubadoras que procurem as unidades estaduais do Sebrae para desenvolverem parcerias que deem acesso ao programa para os empresários da cultura.
O encontro também contou com a participação de Marcos Guimarães, representante do programa Startup Brasil, do governo federal. A iniciativa seleciona projetos que são apoiados por aceleradoras (empresas que fomentam startups) em um período que vai de quatro meses a um ano. O programa distribui bolsas e inclui ações como acesso a mercados e missões técnicas. Pelas quatro turmas do Startup Brasil, já passaram 183 projetos.
O diretor de Estudos e Divulgação da Secretaria Nacional de Economia Solidária, Valmor Schiochet, expôs sobre o Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas (Proninc). O programa dá apoio financeiro a projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e de extensão a incubadoras tecnológicas de empreendimentos econômicos solidários. A economia criativa está bastante presente em associações e cooperativas de economia solidária por meio de setores como o artesanato.
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Acesse as apresentações do II Encontro aqui.
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