A cultura afro e a obra de Jorge Amado é tema de feira cultural

A representação dos orixás, que são divindades da natureza segundo o candomblé, foram detalhes importantes no show cultural da escola (Foto: Carlos Júnior)

A representação dos orixás, que são divindades da natureza segundo o candomblé, foram detalhes importantes no show cultural da escola (Foto: Carlos Júnior)

A cultura afrobrasileira e as referências do catolicismo na obra do escritor baiano Jorge Amado foi tema de feira cultural idealizada pelo Instituto Dantas Monteiro, escola de ensino privado em Areia Branca.

Intitulado de ‘Jorge, Amado por todos nós’, o projeto cultural apresentou ao público com danças e encenação teatral os clássicos do romancista como Gabriela, cravo e canela, Seara Vermelha, Capitães de Areia e Tenda dos Milagres.

Como deputado constituinte em 1946, Jorge Amado propôs e foi responsável pela inclusão da emenda constitucional mantida até hoje, que garante a liberdade de crença e culto no Brasil. O fato é importante marco na liberdade religiosa nacional.

Com base nisso e no que escreveu o autor, a escola levou para a sala de aula e apresentou para o público um espetáculo que entre os objetivos principais, busca a quebra de paradigmas e preconceitos religiosos para com as religiões de matriz africana.

Vários orixás do candomblé foram apresentados nas letras das músicas e nas danças. A riqueza dos detalhes no figurino e na expressão corporal deixou o público encantado com a produção.

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