fev 05

Por que o mundo precisa do OpenStreet Map

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Toda vez que eu falo para alguém sobre o OpenStreetMap, a pessoa inevitavelmente me pergunta: “Por que não usar o Google Maps?” De um ponto de vista prático, é uma pergunta compreensível, mas, em última análise, não é uma questão de praticidade, mas da reflexão sobre o tipo de sociedade na qual nós queremos viver. Eu discuti este assunto numa palestra que dei em 2008, no primeiro encontro MappingDC. Aqui estão muitos daqueles conceitos, mas expandidos.

No começo do século XIX, as pessoas tinham problemas com o tempo. Não com a falta de tempo: a questão era saber que horas eram, mesmo. Os relógios existiam, mas cada cidade ou vila tinha sua própria hora, “a hora local”, que era sincronizada pelos relógios da cidade ou, mais frequentemente, pelos sinos das igrejas. Aos poucos, a hora da ferrovia e, então, a Hora Média de Greenwich suplantaram completamente a hora local, e a maioria das pessoas, hoje, sempre pensa nas horas como universais. Isto se deu, nos EUA, pela adoção pelas estradas de ferro e, depois, das universidades e grandes negócios.

O dilema dos tempos modernos é a geografia e todos estão procurando pela fonte definitiva. O Google gasta, anualmente, US$1 bilhão para manter seus mapas, e isto não inclui o US$1,5 bilhão gasto na compra do Waze. O Google está longe de ser a única empresa tentando ser dona de todos os lugares: a Nokia comprou a Navtek, e a TomTom e a Tele Atlas se fundiram. Todas essas empresas querem se tornar a fonte definitiva para mostrar aquilo que está na face da Terra.

Porque saber o que está nos territórios se tornou um grande negócio. Com GPS em todos os carros e um smartphone no bolso de cada uma das pessoas, o mercado de mostrar onde você está e aonde ir se tornou uma disputa feroz.

Com todas estas empresas disputando o nicho, por que precisamos de um projeto como o OpenStreetMap? A resposta é simples: na sociedade, nenhuma empresa deve ter o monopólio dos lugares, assim como nenhuma empresa tinha o monopólio das horas no começo do século XIX. Os lugares são recursos compartilhados, e quando você dá todo esse poder a uma única instituição, ela pode não só mostrar a sua localização, mas formatá-la também. Em resumo, há três preocupações: quem decide o que aparece ou não nos mapas, quem mostra onde você está e aonde você deve ir e a privacidade pessoal.

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dez 18

Plataforma mapas culturais SP: versão alfa no ar

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Está no ar, no endereço http://demo.mapasculturais.hacklab.com.br/, a plataforma de mapeamento cultural que estamos construindo com o Instituto TIM e a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. É a primeira versão, antes mesmo da versão de testes aberta ao público completamente (por isso alfa), então essa é a hora de comentar, fazer críticas, perguntas, sugestões.

Esta ferramenta deverá servir como sistema de gestão pública cultural, mas também tem um lado público, cidadão, em que todos poderão cadastrar seus espaços, eventos e projetos culturais, tendo um espaço para sua divulgação e organização.

Existem quatro categorias: agentes culturais, espaços culturais (e não pontos, porque o Minhocão é um espaço, não uma latitude e longitude específica, por exemplo), eventos culturais e projetos. Os projetos vão conectar agentes, espaços e eventos, para que possamos saber, facilmente, quais são as pessoas, os lugares e eventos relacionados a um projeto – como a Virada Cultural, por exemplo, ou o VAI – Valorização de Iniciativas Culturais.

Explore o sistema, cadastre-se, veja como funciona. Suas observações vão ajudar a melhorar os próximos passos.

mar 21

Vídeos das apresentações no evento

Cartografias Colaborativas: Abertura

Sérgio Mamberti (Secretário de Políticas Culturais), Américo Córdula (Diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais), Daniel Castro (Representante da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural), Thiago Cremasco (Representante da Secretaria do Audiovisual) fazem a abertura do evento.

Cartografias Colaborativas: SNIIC

Américo Córdula (Diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais), Evaristo Nunes (Coordenação-Geral de Monitoramento de Informações Culturais) e José Murilo (Coordenação-Geral de Cultura Digital) falam sobre o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais – SNIIC.

Cartografias Colaborativas: Plataformas e Protocolos

Leo Germani (Hacklab), Ricardo Poppi (Secretaria Geral da Presidencia) e Pedro Markun (Transparência Hacker) falam sobre Plataformas e Protocolos.

Cartografias Colaborativas: Cultura + Digital = Alquimídia

Thiago Skárnio fala sobre o Alquimídia, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Arte Fora do Museu

André Deak fala sobre a Arte Fora do Museu, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Cultura Educa

Carla Dozzi (Coordenação-Geral de Cultura e Educação) fala sobre Cultura Educa, projeto convidado pelo Ministério da Cultura.

Cartografias Colaborativas: Mapa da Cachaça

Felipe Jannuzzi e Gabi Barreto falam sobre o Mapa da Cachaça, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Mapas de Vista

Leo Germani, Uirá Porã e Breno Castro falam sobre Mapas de Vista, um tema/plugin para WordPress que permite a criação e distribuição de mapas na web (HackLab) e os casos de uso: Mapa de Fortaleza e Cartografia Afetiva.

Cartografias Colaborativas: Debate Técnico

Conversa técnica entre Fernando Nery (Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Módulo) e Evaristo Nunes (Coordenação-Geral de Monitoramento de Informações Culturais).

Cartografias Colaborativas: PortoAlegre.CC

Thiago Moresco e André Martinez falam sobre o PortoAlegre.CC, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Mapa da Inclusão Digital de Santarém

Larissa Cunha e Tarcísio Ferreira falam sobre o Mapa da Inclusão Digital de Santarém, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Arquigrafia

Artur Rozestraten e Straus Michalsky falam sobre a Arquigrafia, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: WebDoc Graffiti

Lívia Peres e Giovanni Francischelli falam sobre o WebDoc Graffiti, projeto selecionado pelo chamamento do MinC para Cartografias Colaborativas.

Cartografias Colaborativas: Mootiro Maps

Ana Salamon fala sobre Mootiro Maps, projeto convidado pelo Ministério da Cultura.

Cartografias Colaborativas: Cartografias Sociais

Conversa sobre projetos sociais cartográficos apresentados por Davi Pereira (Universidade Federal da Amazônia), Karen Worcman (Museu da Pessoa) e Carlos Paiva (Secult/BA).

jan 07

Reflexões sobre o encontro

(O Seminário Cartografias Colaborativas foi um momento de encontro físico entre representantes de ações colaborativas de mapeamento que ocorrem na rede. Com o objetivo de seguir a conversa, foi proposto que os participantes também enviassem textos ou comentários sobre o evento e/ou sobre o tema. Abaixo, segue texto de Artur Simões Rozestraten e Straus Michalsky do Projeto Arquigrafia.)

O Seminário “Cultura Digital: Cartografias Colaborativas” realizado pelo Ministério da Cultura entre 10 e 12 de dezembro, no Museu Nacional em Brasília, proporcionou o encontro de representantes de vários projetos em andamento, de diferentes regiões do Brasil, e conseguiu constituir um espaço aberto ao diálogo, à reflexão crítica e à proposição de direcionamentos e ações futuras no amplo campo de possibilidades interativas quanto ao tema.

Os oito projetos selecionados pelo Edital do Minc dentre 58 inscritos são expressões da diversidade, inovação e maturidade dos trabalhos em andamento hoje no Brasil, afinados com a cultura de software livre, open source, open access e dinâmicas colaborativas na Web 2.0. Tais experiências somadas aos esforços do SNIIC (Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais) e aos debates promovidos nas mesas técnicas permitiram compor um panorama bastante significativo que delineia o ‘estado da arte’ quanto às iniciativas cartográficas colaborativas atuais no contexto brasileiro.

Como consequência do reconhecimento de afinidades entre os projetos expostos foram identificadas possibilidades futuras de interação entre as equipes, além de várias manifestações de intenções cooperativas, e ficou claro que o trabalho conjunto colaborativo é imprescindível para os avanços almejados.

A partir das condições particulares de cada projeto – enfoques específicos, contextos de desenvolvimento e abordagens temáticas –, evidenciaram-se as convergências nos propósitos de mapeamentos de realidades, e houve ainda o reconhecimento de campos problemáticos a demandar pesquisa como, por exemplo, as ontologias, a folksonomia, a escalabilidade, os papéis de moderadores nas redes e o auto-gerenciamento de sistemas colaborativos.

Compreendendo tais desafios, o NAWEB – Núcleo de Apoio à Pesquisa em Ambientes Colaborativos na Web, amparado pela Pró-reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo, e que reúne pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Instituto de Matemática e Estatística (Ciência da Computação) e Escola de Comunicação e Artes da USP, coloca-se como um espaço agregador de projetos de pesquisa, aberto a proposições de desenvolvimento científico e tecnológico, pretendendo assim incentivar investigações em nível de pós-graduação (doutorado e pós-doutorado).

A partir do Seminário, é certo que a continuidade do apoio do Ministério da Cultura – no formato de um ‘selo Minc’, por exemplo, como sugerido por André Deak – é estratégica para o prosseguimento dos trabalhos das equipes, na medida em que sinaliza para a sociedade em geral, e para entidades de fomento em particular, a relevância de tais projetos no âmbito da cultura digital produzida no Brasil, o que estimula parcerias e financiamentos.

Por fim, cabe um agradecimento à iniciativa da Secretaria de Políticas Culturais, à equipe organizadora por sua dedicação, assim como também cabe parabenizar a todos os projetos selecionados por sua excelência, e também a todos os participantes pelo esforço conjunto na construção de uma instância de diálogos ricos e produtivos.

Para 2013 ficam as expectativas de que nossas intenções conjuntas se concretizem, e de que possamos logo concretizar todas as parcerias e colaborações desejadas.

Prof. Dr. Artur Simões Rozestraten

Depto. de Tecnologia FAUUSP

Coordenador do projeto Arquigrafia

Ms. Straus Michalsky

Doutorando junto ao Depto. de Ciência da Computação IMEUSP

Coordenador da equipe de desenvolvimento do Projeto Arquigrafia

dez 10

Transmissão do seminário

Agradecemos pela participação de todos que estiveram presentes. Assim que possível, disponibilizaremos link para quem quiser assistir o seminário.

dez 03

Programação do Evento

Seminário “Cultura Digital: Cartografias Colaborativas”
10 a 12 de dezembro de 2011, Museu Nacional – Brasília (DF)

Programação*

1º dia – 10 de dezembro – segunda-feira

14:00 – Abertura com a presença de representantes da Secretaria de Políticas Culturais – SPC, Secretaria de Economia Criativa – SEC, Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultura – SCDC, e Secretaria do Audiovisual – SAV do Ministério da Cultura.

15:00 – Apresentação SNIIC (http://culturadigital.br/sniic/) – Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (Americo Cordula e Evaristo Nunes)

16:00 – Pausa para o café

16:30 – Painel: Plataformas e Protocolos – fomentando dados abertos e interoperabilidade – Leo Germani (HackLab), Ricardo Poppi (Secretaria Geral – PR), Pedro Markun (Transparência Hacker) / Moderação: José Murilo

18:00 – Encerramento.

2º dia – 11 de dezembro – terça-feira

09:30 – Apres. Selecionados 01: Cultura + Digital = Alquimídia (http://alquimidia.org) – Articulando a produção cultural em Santa Catarina.

10:30 – Apres. 02: Arte Fora do Museu (http://www.arteforadomuseu.com.br/) – Visibilidade para as obras de arte que estão nas ruas.

11:30 – Convidado 01: CulturaEduca (http://culturaeduca.cc/) – Mapeando e potencializando territórios criativos (Instituto Lidas).

12:00 – Pausa para o almoço.

14:00 – Debate técnico: Dados Abertos e Participação Cidadã – Implementando APIs em sistemas públicos de informação – SNIIC.

15:00 – Apres. 03: Arquigrafia (http://www.arquigrafia.org.br/) – Ambiente colaborativo para a visualização, interação e compartilhamento de imagens digitais de arquitetura.

16:00 – Conv. 02: Mapas de Vista (http://mapasdevista.hacklab.com.br/) – Tema/plugin para WordPress que permite a criação e distribuição de mapas na web (HackLab).

16:20 – Pausa para o café.

17:00 – Apres. 04: Mapa da Cachaça (http://www.mapadacachaca.com.br/) – Projeto colaborativo multimídia para a valorização da cachaça como patrimônio cultural brasileiro.

18:00 – Convidado 03: a definir.

18:30 – Encerramento.

3º dia – 12 de dezembro – terça-feira

09:00 – Apres. 05: Mapa da Inclusão Digital de Santarém (http://puraque.org.br/escolas) – Metodologia de articulação com escolas públicas municipais da zona urbana e rural, telecentros e infocentros.

10:00 – Apres. 06: PortoAlegre.cc (http://portoalegre.cc/) – Concretiza o conceito de WikiCidade, que busca permitir a discussão histórica, o presente e o futuro de territórios específicos.

11:00 – Painel – Explorando Cartografias: Cartografia Social (http://www.novacartografiasocial.com/) / Museu da Pessoa – Karen Worcman (http://www.museudapessoa.net/_index.php/home) / Sistema de Informações e Indicadores de Cultura (SIIC – http://www.cultura.ba.gov.br/fomento/) – Carlos Paiva (Secult/BA) / Moderador: Americo Cordula.

12:30 – Pausa para o almoço.

14:30 – Debate Técnico: Geolocalização, Geotagging, Georreferenciamento – Explorando cartografias em diferentes métodos, tecnologias e plataformas (Instituto Lidas / HackLab / Transparência Hacker).

15:20 – Apres. 07: Rota dos Baobás (http://mapa.mocambos.net/) – Sistema de acompanhamento e gestão de projetos, com atenção especial ao território em comunidades rurais.

16:20 – Pausa para o café.

17:00 – Apres. 08: Webdoc Graffiti (http://www.webdocgraffiti.com.br/) – Plataforma interativa que narra a trajetória do graffiti em São Paulo.

18:00 – Conv.:  Mootiro Mapas (http://maps.mootiro.org/) – Aplicação livre que permite o mapeamento colaborativo de comunidades, organizações, necessidades, recursos e investimentos de um determinado território.

18:30 – Encerramento.

(*) a programação ainda está sujeita a ajustes.

nov 29

Retificação resultado final

Tendo em vista que não houve a separação dos candidatos Classificados e desclassificados, houve a necessidade de retificação da Portaria nº 4 de 21/11/2012 que divulgou o resultado final da Seleção. Tal refiticação foi necessária para atendermos ao disposto no Edital nº 1 de 28/11/2012.
Para verificação dos candidatos desclassificados, clique aqui

nov 28

Arte Fora do Museu

Website do Arte Fora do MuseuA iniciativa Arte Fora do Museu busca dar maior visibilidade para as obras de arte que estão nas ruas, ao alcance de qualquer cidadão, mas que passam despercebidas por já fazerem parte da paisagem. Paredes, prédios e até canais de esgoto escondem trabalhos sofisticados e pouco reconhecidos no dia a dia.

A primeira fase do projeto foi na capital paulista, que conta com pinturas, esculturas, construções arquitetônicas e grafites em espaços públicos, sem que seja preciso entrar em uma instituição ou pagar para apreciar cada uma dela. Mesmo com essa facilidade, muitas pessoas sequer sabem da existência destas peças. Como identificar o autor de um grafite somente pelos traços do artista? Sem um conhecimento prévio fica difícil reconhecer o autor de uma pintura, escultura ou peça arquitetônica.

O Arte Fora do Museu faz este trabalho ao mapear algumas destas obras e dar uma sinopse detalhada junto do comentário de um especialista, transformando o site em uma visita guiada pela cidade. O conteúdo jornalístico de pesquisa e análise de cada item deste projeto compõem um material que ajuda o cidadão a (re)descobrir o lado artístico da cidade.

Os critérios para a escolha das obras levaram em consideração:

  • A relevância reconhecida por especialistas;
  • Obras consideradas modernas ou contemporâneas;
  • As proximidades do centro expandido da metrópole;
  • Acesso gratuito e fácil ao pedestre (sem ingressos ou agendamentos).

nov 28

Rede Social Arquigrafia

O projeto da Rede Social Arquigrafia reúne desde 2009 uma equipe multidisciplinar de pesquisadores da FAUUSP (Arquitetura e Urbanismo), IMEUSP (Ciência da Computação), ECAUSP (Design Centrado no Usuário) e FDUSP (Direito na Web) para a criação de um ambiente colaborativo para a visualização, interação e compartilhamento de imagens digitais de arquitetura – fotografias, desenhos e vídeos –, na Internet.

Tendo contado inicialmente com o apoio da RNP, o Arquigrafia conta hoje com o apoio da FAPESP, da Pró-reitoria de Pesquisa da USP, e recebeu o primeiro prêmio da Agência de Inovação USP na categoria de Tecnologias Sociais Aplicadas e Humanas em 2011. O objetivo principal do projeto é contribuir para o estudo, a docência, a pesquisa e a difusão da cultura arquitetônica e urbanística, ao promover interações colaborativas entre pessoas e instituições.

A iniciativa colaborativa que, entre os anos 60 e 80, em outro contexto e com outros recursos técnicos, formou o acervo atual de slides da FAUUSP, pode ser reformulada hoje no Arquigrafia, com o mesmo caráter, mas em uma escala muito mais abrangente, em um ambiente virtual na Web 2.0, de crescimento contínuo, configurando, assim, uma dinâmica referenciada no Museu de Crescimento Ilimitado proposto por Le Corbusier (1939).

No momento, a equipe do projeto trabalha na integração gradual dos slides do acervo da Biblioteca da FAUUSP referentes à arquitetura brasileira (cerca de 37 mil slides), catalogando individualmente as imagens, reconhecendo os direitos autorais de cada autor, e as características específicas desse acervo fotográfico singular, especialmente rico quanto à arquitetura paulista e brasileira.

O protótipo experimental do Arquigrafia, Beta perpétuo, desenvolvido com procedimentos de DCU (Design Centrado no Usuário) apresenta-se aqui com um primeiro rol de funcionalidades para amplo acesso público e gratuito, e irá incorporar gradativamente novas mídias, opções de navegação e funcionalidades.

Em breve o sistema também pode ser acessado por dispositivos móveis – smartphones e tablets –, valendo-se de aplicativos da plataforma Android/Google, de modo que os usuários – estudantes de arquitetura, professores, arquitetos, fotógrafos e demais interessados no assunto –, podem navegar no acervo georeferenciado do Arquigrafia enquanto circulam pelas cidades, visualizando as imagens disponíveis, interagindo com outros usuários, e também colaborando para o crescimento contínuo do acervo sempre que enviarem suas próprias imagens para o sistema, com os direitos autorais preservados pelo Creative Commons.

nov 28

Rota dos Baobás

Rota dos Baobás WebsiteO projeto Rota dos Baobás visa criar um sistema de acompanhamento e gestão, com uma atenção especial ao território em comunidades rurais, através de ferramentas digitais para cruzamento de banco de dados incluindo informações georreferenciadas. Atualmente a solução mantêm os dados das cerca duzentas comunidades divididas em categorias, e tem sido uma ferramenta importante para o acompanhamento das ações junto aos parceiros locais e aos órgãos públicos.

Estamos trabalhando junto com outros parceiros para aprimorar o sistema para possibilitar o uso local com camadas fotográficas em alta resolução e para o funcionamento offline, em comunidades com escassez ou ausência de banda.

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