out 24

Instalação do Telecentro da Comunidade de São Judas Tadeu

A atividade na comunidade Quilombola de São judas Tadeu foi linda.

Chegamos Um hora da tarde quando o Aldo representante quilombola foi nos pegar na balsa e levar pra comunidade, a presidente da associação Kátia recebeu muito bem  a equipe, relatando a situação da comunidade e que eles já esparavão a anos essa instalação. Foi notório a euforia da comunidade que logo se aproximou e quiz saber se seu sonho se realizaria naquele momento. O que deveria começar no outro dia pela manha, iniciou-se no mesmo passo da chegada. Começamos a instalação do telecentro e com as oficinas que iam acontecendo naturalmente como conversas, os jovens e crianças, mulheres e homens da comunidade todos interagindo com o processo. Logo cada um estava contando pela primeira vez um computador. depois da instalação e da troca de ideias sobre informática e apropriação tecnológica, começamos a falar da realidade das pessoas que viviam ali, e que muitos se quer ja tinha assistido filme em uma tela grande. começamos a pensar em uma mostra de cinema que aconteceu no espaço do telecentro, logo a sala esta cheia de crianças, jovens, mulheres, todo mundo juntos, vidrados nas aventuras de Kiriku, o filma acabou e observar os olhares pidões querendo mais das crianças foi o bastante pra em poucos cliques, começar o filme Quilombos, que conta a historia do Quilombo dos Palmares. depois do filme as atividades terminarão. Pela manhã começamos ouvindo os mais velhos da comunidade e visitando as áreas de plantações que rodeava toda a comunidade com uma bela forma de sustentabilidade, ouvimos como começarão as plantações e conhecemos um dos igarapé que cortava e dividia as comunidades. Após todo o rolê fomos para o telecentro onde terminamos a instalação e demos continuidade as oficinas dessa vez de instalação e noções básicas de Linux Ubuntu e  comandos para usuários iniciais. após toda as atividades, deixamos uns filmes para os jovens fazerem mostras de cinema para a comunidade.

Assim terminamos as atividades de São judas Tadeu, com promessa de retorno.

Segue o vídeo da atividade de instalação do telecentro da comunidade quilombola de São Judas Tadeu, do município de Bujaru em Belém do Pará, a comunidade ja sonhava com esse momento.

As atividades ocorrerão durante o diz 18 e 19 de outubro, abastecidos de bastante açai e maniçoba ocorreu tudo como o previsto, varias trocas de ideias lindas, deixando vontade de voltar logo.

Vídeo
http://youtu.be/ZT64vbnpeos

Fotos
http://www.flickr.com/photos/104457900@N03/

Relatos
http://wiki.mocambos.net/wiki/Usu%C3%A1rio:Mill_Onil%C3%A8t%C3%B3#Relat.C3.B3rio_da_atividade_de_Bujaru_.E2.80.93_Bel.C3.A9m

out 08

Revolta e dor!

( Divagação de revolta e dor )
Mãe preta pede na rua.
Homem branco lhe diz que não
Mãe preta só quer uma roupa.
Pois sua filha dorme no chão
Mãe preta chora e soluça me contando sua condição
Em meu peito uma revolta inflama
pois a mãe preta tem câncer de mama.
no pais da corrupção mãe preta e filha no Brasil do cão
impunidade, e conversa mole
e a miséria rodeia a prole
dinheiro mal distribuído fode a vida dos mais fodidos
alguns brincam e fazem festa
ou vasculham o lixo da festa
que festa é essa que só um sorri
e a mãe preta morrendo ali
brasil ta cego pro que ta acontecendo
quilombo e aldeia estão morrendo
Peritoró africa é aqui
e o povo rico ta nem ai
do apartamento não dá pra ver
o povo no lixo a padecer.
o reviver bonito em quer
vejo meu povo ali morrer
fazendo graça pra gringo ver
crack devasta, o brasil faz o que?
mãe preta o dia todo ta sem comer.
lombroso e seus seguidores vejo vencendo.
a eugenia só vai crescendo
década de trinta Getúlio Vargas foi quem aceitou
e começa a merda que o brasil virou
adultista, racista, machista pais do “ista”
limpeza étnica tá acontecendo.
cachaça, policia e crack
vocês não estão vendo?
educação de mal qualidade
os abutres do sul e do estrangeiro
escraviza e ganha aqui muito dinheiro
me pesquisa pra me matar
aprende minhas folhas e quer me ensinar.
me chama de louco e de radical
mas Mãe preta e filha passando mal.
politica podre não muda em nada
Brasil é bom pra quem tem dinheiro
eu vejo um coral de choro, gritos e lamentos
varias mãe pretas estão sofrendo.
la vai a bola. pro chão é tiro
pá pá pá, jovens não chão
o povo cego gritando gol
o trocadilho policia e ladrão
o que esperar de um estado que quer me matar?
eu quero ver quando o rei zumbi voltar.

“Milson Onilètó”

ago 28

Terras Ka’apor – Gurapiuna é invadida no Maranhão!

Como se não bastasse a desapropriação das terras dos povos indígenas durante todo processo de invasão e sequestro do território chamado Brasil, e os violentos processos de escravidão sofrido pelos índios e os negros vindos de África e do mundo, como foi o exemplo da mita e encomienda: processo que exterminou índios Espanhóis e Brasileiros, com um único intuito: dinheiro sujo com cifrões e lucros nojentos.
Agora a bola da vez é as terras Gurupiuna dos povos Ka’apor no Maranhão, na aldeia, invadida na última segunda-feira (26). Lá vivem sete famílias, num total de 48 pessoas, essas famílias que resistem a esse intenso ato de execução sumária, tem suas vidas ameaçadas por madeireiros que afirmam que irão invadir suas terras no dia 26 desse mês.
Os madeireiros prometeram invadir as comunidade Ka’apor e agredir o índio Gonito Ka’apor que só conseguiu sair da aldeia no dia 27. Esse ato de violência se deu por represaria aos atos lutas por segurança organizados pelos próprios índios da aldeia, a partir de que o poder público também não se faz presente neste contexto de segurança, não só nestas terras, mas como no resto do país inteiro. E eles tentão se organizar de qualquer jeito, no ato da invasão da aldeia Gurupiuna, os invasores amarraram e bateram em indígenas, saquearam plantações e levaram animais. Ainda segundo informações dos indígenas, os madeireiros queimaram duas casas. Os Ka’apor denunciam também o desaparecimento de uma indígena Awá, próximo ao rio Turi, perto da aldeia Cocal. desde junho eles vem se reclamando das ações dos madeireiros.
A situação está tão séria que os índios terão que manter sua aldeia no mato para garantir segurança.

Vamos fazer um mundo mais do nosso Jeito!!

terra Ka’apor é invadida por madereiros no Maranhão.

ago 28

Pajelança Quilombólica Belém-PA

pajelançaPajelança Quilobólica
Fazendo um mundo mais do nosso jeito!

Pajelança Quilobólica

A Rede Mocambos se prepara pra proxima Pajelança que acontecerá dessa vez no Núcleo Casa Preta da cidade de Belém-PA
A pajelança é um termo genérico aplicado às diversas manifestações espirituais dos povos indígenas brasileiros. Refere-se aos rituais nos quais um sacerdote entra em contato com entidades ancestrais com o fim de resolver problemas que aflinge a aldeia e seus individuos.
A Pajalença Quilombólica é um encontro de alguns dias onde jovens e velhos são alunos e professores que vivenciam tradições quilombolas,‭ ‬indígenas,‭ ‬caiçaras e sertanejas, ‬junto com a cultura das periferias, em busca da apropriação crítica e integração de diferentes tecnologias. Os temas vão de práticas cotidianas como cultivo,‭ construção e ‬toques que fazem e contam nossa história cotidiana e ancestral, e em particular as novas possibilidades introduzidas com as tecnologias digitais.ligando os conhecimentos tradicionais a ultilização das ferramentas tacnologica que são negadas principalmente para o povo preto.
As atividades otimizão os as praticas diarias das comunidades possibilitando o escambo de suas riquezas e a assegura meios que possibilitem praticas fortalecedoras para suas manutenção.

ago 25

Segunda oficina de apropriação tecnológica

Nessa manha do dia 24.08.2013 aconteceu a segunda oficina de apropriação 
tecnológica,a oficina partiu da ideia que temos que brigar
por um territorio tecnologico que vem nos sendo negado ou vem sendo
usado de forma não-critica, pela falta de acesso a informações e 
instrumentos tecnológicos livre. A rede mocambos vem criando esse vieis entre as 
tradicionais e o mundo tecnológico moudado ao nosso modo criando um mundo cada vez mais
do nosso jeito.DSCN0771
Vamos fazer um mundo mais do nsso

apropriação tecnológica

ago 22

Futuras Oficinas

africa_lotus_esoterismo.jpg

          A rede mocambos maranhão/centro cultural alagbedê em parceria com a rede nacional de religiões afro brasileira e saúde – Maranhão realizara oficinas de apropriação tecnológicas e introdução a software livre/ferramentas mocambolicas.

          As oficinas terá com proposito instrumentalizar zeladoras e zeladoras de terreiros , filhos e filhas para uma ultilização critica da informática e a descolonização desse formato embranquecido e aprisionador em um mundo proprietário onde só o ganho capitalizado esta em jogo. Rede mocambos que vem trabalhando o social através do digital pensando o território além do geográfico, pois ver o território tecnológico importante de ser apropriado pela massa.

           A desigualdade social, infelizmente, também tem feito sua vez no mundo digital, por exemplo: a população brasileira é de aproximadamente  196,7 milhões   e somente 94,2 milhos utiliza a internet sendo que aproximadamente 125 milhões não tem esse privilegio,  entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos esse número é de 56,3% diferença descarada. Somente 13,3% dos povo preto usam a Internet, mais de duas vezes menos que os de os brancos que é (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%). Agora vamos imaginas as comunidades de terreiros, quilombola, tradicionais  como  esta se dando essa ultilização da internet?. E os que estão conectados como estão utilizando?

Vamos responder isso juntos!!!

“Vamos fazer uma mundo mais do nosso jeito” (Rei Zumbi dos Palmares)

ago 21

Formação com Mães/Pais de alunos do Mandingueiros do Amanhã

As Oficinas de apropriação tecnológica com as Mãe do projeto tem o intuito de aproximar os Pais e mães dos alun@s do projeto,deixando-os mas da escola e gerando esse víeis de contato entre suas praticas diárias e o computador, atraves do software livre linux. mostrando assim que podemos nos apropriar do conhecimento tecnológico sem ter que pagar nada por isso, acordando assim uma reflexão critica e desmitificada do que é  essa tal de internet que seus filhos tanto falão.

"Vamos Fazer Um Mundo Mais Do Nosso Jeito"

Oficina de apropriação tecnológica com mãe de alunos da escola Mandingueiros Do Amanhã.

"vamos fazer um mundo mais do nosso jeito"

formação de apropriação tecnológica

"Fazendo um mundo mais do nosso jeito"

oficina de apropropriação tecnológica.

mocambolizando o Maranhão

Formação

 

 

 

 

jul 26

Mocambolizando!

oficinas de introdução a instrumentalização tecnológica

Rede mocambos maranhão/Centro Cultural Alagbedê, vem realizando atividades de formações continuada em parceria com a Escola de Capoeira Angola Mandingueiros do Amanha.
As oficinas focadas em apropriação tecnológica em software livre linux e ferramentas mocambolicas, trabalhando o social através do digital. entendendo que nossos territórios transcende o geográfico. as aulas acontecem todos os sábado na sede da escola na rua Portugal, a parti das 09:00 da manha.
As atividades são divididas como aulas para os alunos do projeto e um horário especial para os pais e mães dos mesmos.

As formações são as primeiras de uma serie itinerante de formações pelos núcleos da rede no estado e parceiros.

Segue a rima.

Aula com crianças do projeto mandingueiros do amanha.

DSC03735

SEGUE A RIMA!

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