mar 09

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(Glaucio Aranha – 09 de março de 2017)

Que vontade enorme de dar um grito

desses que acordam a madrugada,

desses que retiram deuses da calada.

Quem dera eu fosse uma garganta enorme

capaz de evocar do fundo abismo

a besta-fera prima de Narciso,

o anjo-homem que julga os destinos,

o homem-deus que empunha a espada.

Que louca densidade é  esta vontade

de ter do ancião o olhar da idade,

de ter do adolescente a vil vaidade,

de ter do nascituro o recomeço.

Ante o ciclo de tudo, eu endereço

o tempo de tensão e a testa em pregas

ao templo das nações que embriagam

com mil discursos vãos a dor dos dias.

Diante do sarcástico aconchego

que tem na fúria e medo um doce estio,

permito a mim tentar ficar vazio,

quando a cabeça tenho sem enredo.

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jan 19

The Ontological Aspects of Puzzles into Metaverses

virtual-keyboard-1024x576The Ontological Aspects of Puzzles into Metaverses
By Cristiano Natal Tonéis and Luís Carlos Petry

Department of Communication and Semiotics,
Pontificia Universidade Catolica de São Paulo, Brazil

Abstract

The present text talks about the substantiation and usage of logicmathematical puzzles inside the metaverses and its incidences as cognitive objects. Starting from the evolving path of hypermedia to the metaverses, it is introduced some formal criteria to reflect on the interactive context of the metaverses exemplified in the presentation and solution of logic-mathematical puzzles, taking as a paradigm example the metaverse experience of Myst online. It is concluded by the importance of the collaboration between the digital narrative and interactive problematical formulation for the research, production, knowledge and teaching-learning processes.

Full text: https://journals.tdl.org/jvwr/index.php/jvwr/article/view/767/715

dez 10

Literatura e cibercultura: um olhar sobre os textos multimidiáticos na internet

multimídiaLiteratura e cibercultura: um olhar sobre os textos multimidiáticos na internet

Autores: Elaine Cristina Carvalho Duarte e Simone Silveira de Alcântara

Resumo:

O presente trabalho se propõe a lançar um olhar sobre o texto digital de publicação na internet, objetivando abordar a poesia eletrônica, tendo em vista os processos de intermidialidade, hibridização de meios e linguagens. Partindo do princípio de que o e-texto1 é mais que somente um gênero literário, assumindo também papel relevante como representante de uma nova prática cultural, será feita uma reflexão acerca da importância das mídias2 na construção do imaginário poético eletrônico e na postura dos leitores frente a esses formatos textuais, buscando um entendimento dos elementos determinantes da poesia eletrônica no contexto cultural contemporâneo. Serão enfocados textos literários eletrônicos, a teoria da medialidade, o hibridismo e a cibercultura.

Literatura e cibercultura: um olhar sobre os textos multimidiáticos na internet. Scripta Uniandrade, v. 9, n. 2, jul.-dez. 2011

Texto completo: Clique aqui

fev 03

Ciberpoesia: Um Híbrido Infinitamente Colaborativo

IMG_0108A partir do estudo sobre as mudanças trazidas pelo advento do ciberespaço, os autores deste trabalho desenvolveram um produto capaz de comportar as várias particularidades, e suscitar questionamentos, referentes à ciberpoesia. Para a realização deste, foram utilizadas diversas ferramentas como a linguagem audiovisual, redes de relacionamento on line e a investigação teórica de temas intrínsecos às ações poéticas e comunicacionais, tais como: autoria, colaboratividade, interatividade, intersemiose.

Autores: Abílio Cavalcante DANTAS, Raphael Santos FREIRE, Suanny Lopes COSTA, Suzana Cunha LOPES, Clareana Oliveira RODRIGUES, Kalynka CRUZ

Texto completo em: http://www.intercom.org.br/papers/regionais/norte2010/expocom/EX22-0273-1.pdf

 

jan 08

Para compreender a ciberliteratura

a3bb028e6d0346baf95ec4df6eea7378_largeMediante as mídias digitais, a configuração da literatura sofreu um salto qualitativo em todos os seus aspectos. O espaço virtual gerado pelas redes de computadores funciona como um novo meio. Abre-se com ele uma miríade de oportunidades que expandem o conceito de literatura em função da emergência de novas formas de criação literária. Disso decorre que a criação, a teoria e a crítica literárias exigem a redefinição de seus paradigmas herdados da era de Gutenberg. Tendo isso em vista, este artigo está voltado para a construção textual e hipertextual no espaço digital, o que implica uma exploração do que é ciberliteratura, em que ela se cruza e em que diverge da literatura impressa, que estratégias significantes a caracterizam e como essas estratégias são interpretadas pelos usuários na sua busca de significado.

Palavras-chave:

Ciberliteratura; Hipertexto; Formas e gêneros digitais; Hiperficção; Literatura interativa

Autora: Lucia Santaella

texto completo em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/textodigital/article/view/1807-9288.2012v8n2p229/23637

dez 12

Livro digital e literacia dos media: uma análise de “The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”

downloadEste artigo apresenta uma análise da aplicação digital The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, uma transcriação da curta-metragem de mesmo nome dirigida por William Joyce e Brandon Oldenburg e vencedora de Oscar de melhor curta-metragem em 2012. Procuramos abordar as mudanças pelas quais a literatura infantil está passando com a convergência dos media e a consequente hibridização de linguagens, que lhe conferem uma nova forma de criar narrativas e uma nova forma de leitura, que implicam novos saberes e novas competências, bem como novas metodologias de análise de produtos mediáticos. Sendo assim, propomos uma reflexão sobre esta obra a partir do conceito de página-plano, que aproxima a linguagem cinematográfica da linguagem literária e hipermediática e do conceito de obra aberta, que mostra-se como um dos substratos das discussões sobre a literacia dos media.

Palavras-chave

Literatura Digital; Literacia; Hipermédia; Literatura
Autoria: Isa Mestre, Gabriela Borges

Texto completo: PDF/A

set 03

Blogs, Cyber-Literature and Virtual Culture in Iran

download

Blogs, Cyber-Literature and Virtual Culture in Iran

Corporate Author : GEORGE C MARSHALL CENTER APO AE 09053 EUROPEAN CENTER FOR SECURITY STUDIES

Abstract : 

As the adversarial relationship between the Islamic regime and the international community becomes more antagonistic, the Iranian people are increasingly losing their voice and are deprived of their right of self determination. The Iranian people are treated as identical with the dictatorial regime which has, many would argue, taken them hostage for the past 28 years. They are now in danger of becoming the real losers of a conflict provoked by the regime’s political and ideological agenda, which is being carried out without the people’s consent and against their interest. The Iranian people would be the primary victims of a military action against the Islamic Republic. Compared to other countries of the Middle East, the Iranian people have a high level of political maturity; an organized popular movement for democratic socio-political change in Iran has a history of more than 100 years. Despite the regime’s claim of total social control, Iranian civil society seems to have thrived since the mid 1990s and has succeeded in reclaiming certain critical areas of social life. Some observers of Iran, particularly those with an insider’s perspective, are convinced that the problem of the Islamic Republic can only be effectively solved in the interest of the international community if the initiative for a social and political change comes from within Iranian civil society. In order to estimate the possibilities and limitations of Iranian civil society in bringing about social and political change, it is helpful to observe its effectiveness in a sensitive area, namely that of independent public information. The beginning of the internet era in Iran has given Iranian civil society the possibility to create and defend alternative spaces for intellectual and political discourse, outside the realm of the regime-controlled established media. This paper deals with the internet as the vehicle and instrument of the new, independent Iranian information society.

Full version: http://www.dtic.mil/cgi-bin/GetTRDoc?Location=U2&doc=GetTRDoc.pdf&AD=ADA478851

 

*MEDIA, *INTERNET, *IRAN, GOVERNMENT(FOREIGN), CASE STUDIES, RELIGION, DEMOCRACY, PROPAGANDA, CENSORSHIP

ago 08

Perspectivas de leituras para poéticas digitais

ciberPerspectivas de leituras para poéticas digitais

Autor: Flaviano Maciel Vieira

Resumo

http://dx.doi.org/10.5007/1807-9288.2013v9n1p115

Novas formas de fazer poesia surgem em meio aos suportes computacionais. Esse novo fazer poético apresenta uma inovadora forma de escrita para os olhos, consequentemente categorias poéticas próprias do suporte computacional começam a se configurar nos sistemas criados nestes meios. Isso exige dos leitores novos olhares e interpretações, numa adequada forma de ver-ler-ouvir-traduzir a poesia. A proposta desse artigo é apresentar uma possível metodologia de abordagem de poéticas digitais, independente da tecnologia e programas disponíveis no momento histórico de suas composições. A base teórica que auxiliará na explicitação da abordagem será a semiótica triádica de Charles Sanders Peirce. A importância da semiótica peirciana está em dispor de um modelo teórico que abrange o estudo dos signos verbais e não-verbais. Para Décio Pignatari (2004), a semiótica peirceana destina-se a desempenhar um papel de relevo, tanto na crítica literária quanto na teoria. Espera-se, neste sentido, contribuir com o percurso conceitual-teórico geral já existente sobre poesia em meios computacionais, algo que vem sendo tão bem desenvolvido por autores como Julio Plaza, Antônio Risério, Philadelpho Menezes, José Augusto Mourão, Pedro Barbosa, Jorge Luiz Antonio, Alckmar Luiz dos Santos, Pedro Reis e Rui Torres, só para citar alguns importantes pesquisadores.

Texto completo: https://www.journal.ufsc.br/index.php/textodigital/article/view/1807-9288.2013v9n1p115/25114

jul 06

Minority Report – rastreando as origens do cyberpunk

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Resumo: O presente artigo tem como objetivo traçar um levantamento das principais características do cyberpunk, enquanto subgênero literário que partiu da ficção-científica em fins da década de 80 do século XX. O cyberpunk é apresentado enquanto gênero tipicamente pós-moderno, híbrido, mescla tanto da literatura quanto das teorias advindas das ciências sociais, representando um imaginário no qual a tecnologia é tão ou mais importante do que a existência humana. Através da análise da short-story Minority Report do autor norte-americano Philip K. Dick, (1956), buscamos os antecedentes desse gênero, apontando para o conteúdo filosófico-científico que aparece no conto, antecipando a visão de mundo e futuro que mais tarde seria chamada pelos teóricos da cibercultura de cyberpunk.

Palavras-chave: comunicação e pós-modernidade, ficção-científica, cyberpunk.

Texto completo: http://www.bocc.ubi.pt/pag/amaral-adriana-cyberpunk-report.html

jun 07

Los “juglares electrónicos” y la novísima narrativa hispanoamericana

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Los “juglares electrónicos” y la novísima narrativa hispanoamericana

Autora: 

Marisa Martínez Pérsico (Università degli Studi Guglielmo Marconi)

 

RESUMEN

A lo largo de este trabajo se analizan blogonovelas (y también novelas en papel) publicadas recientemente por autores hispanoamericanos y españoles cuya estructura acusa el impacto de las tecnologías digitales: cualidades como la interactividad creativa y selectiva, la técnica de composición en capítulos atomizados, la narración autobiográfica, la hipertextualidad,la fragmentación y la ruptura de la linealidad narrativa así como del esquema de comunicación convencional. También se reflexiona sobre los beneficios del espacio virtual para la democratización y producción de objetos culturales.

Texto completo: http://revistacaracteres.net/revista/vol2n1mayo2013/los-juglares-electronicos-y-la-novisima-narrativa-hispanoamericana/

 

maio 06

A visão cyberpunk de mundo através das lentes escuras de Matrix

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Autora: Adriana Amaral

O cyberpunk é tanto como um subgênero da literatura de ficção-científica como uma visão de mundo que acompanha as transformações tecnológicas. Sua estética está espalhada por filmes, revistas em quadrinhos, jogos, moda, música, RPGs, videoclipes, etc. Mas, de que forma os filmes dos Irmãos Wachowsky podem ser relacionados a ela?

Texto completo: http://www.bocc.ubi.pt/pag/amaral-adriana-matrix-cyberpunk.pdf

abr 03

@Re_vira_volta – uma experiência em twitteratura

cover_d028c826-9b59-44af-85ef-37a59cca8c1cPara quem gosta de ter novas experiências literárias, a dica é conhecer o trabalho de André Lemos chamado @Re_vira_volta – uma experiência em twitteratura. A história foi contada em capítulos utilizando duas contas no Twitter: @re_vira_volta e @re_viravolta.

Enquanto que uma conta acabou contando o eixo central da história, e a segunda conta fazia um papel de diálogo com o leitor, como se fosse um alter-ego do narrador. Durante a divulgação dos capítulos no Twitter, o autor também ia complementando a história com arquivos multimídia.

O resultado pode ser baixado gratuitamente através do site do Google Play para dispositivos que rodem o sistema Android.

 

Sinopse do livro

Primeira experiência de literatura sequencial, como uma novela, via Twitter no Brasil, @re_vira_volta conta a história de um personagem que se vê desaparecendo dos bancos de dados eletrônicos que comandam a vida social. A narrativa cruza referências e citações da literatura (Paul Auster, T.S. Eliot, S. Mallarmé, P. Verlaine, S. Beckett, J. L. Borges, C. Baudelaire) e da música (R.E.M, P. J. Harvey, Lou Reed, Pink Floyd). A ficção se inspira em três eixos: 1. a discussão sobre o livro do futuro, ou o fim do livro; 2. os mecanismos de controle, monitoramento e vigilância, e 3. a memória e a existência fragmentada na sociedade informacional do século XXI.
Links para download:

https://itunes.apple.com/br/book/re-vira-volta-uma-experiencia/id524378835?mt=11

http://goo.gl/O2PhgR

mar 06

“Maude Nichols” e outras ficções hipertextuais de Susan Gibb

Ao estilo “escolha sua própria aventura”, Susan Gibb lançou em 2009 a ficção hipertextual “Maude Nichols”. O texto pode ser acessado online. Ele oferece múltiplos caminhos através de uma divertida estória que faz parte do 100 Days Project.

A obra “Maude Nichols” pode ser acessada atarvés do endereço  http://tinyurl.com/yfuv834 .

Outras obras de Susan Gibb:

fev 10

REFLEXÕES SOBRE A TWITTERATURA: ESTUDO DE CASO SOBRE ROMANCE SD8 ADAPTADO PARA O TWITTER

Cyber_Sex_by_goorAutora: Raquel Camargo

A Internet é um ambiente capaz de esparzir informações, tendo como difusores os usuários, que são tratados como “pontos da rede” segundo Castells (2003). Além disso, ela é também (e principalmente) um ambiente de “intercâmbio informativo”, onde “os processos de representação da realidade tornam-se mais complexos que nos meios tradicionais de comunicação de massa, uma vez que a realidade na rede se refaz a cada nova interferência de um internauta”, de acordo com Alzamora (2004:102).

Texto completo: http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/anais/IICILLIJ/1e2/RaquelCamargo.pdf

dez 06

Leitura e autoria em suportes digitais


A leitura desenvolvida em suportes virtuais utiliza escritas apoiadas em processos eletrônicos e em linguagens codificadas, que materialmente podem ser gravadas em suportes magnéticos (disquetes, cd-rom ou DVD). Muitas dessas leituras também estão disponíveis nas páginas da Internet. O suporte virtual oferece dificuldades para ser transportado, por isso, o ato de ler acaba sendo realizado em espaços circunscritos, o que vem a favorecer a leitura individual.

“Ler é mergulhar nas malhas da rede, é perder-se, é libertar-se, na medida em que a linearidade dá lugar ao hipertextual, ao móvel e flexível” (RAMAL, 2002). O hipertexto é um exemplo de texto que fugiu dos padrões e conseguiu inserir na sua constituição a hibridação; sua diferença significativa é a concepção.

A partir daqueles elos virtuais o hipernavegador pode seguir por rotas diferentes das originalmente organizadas pelo seu autor. Ou seja, os nós/elos hipertextuais diluem qualquer “contrato” supostamente firmado entre autor e leitor – como parece ocorrer nos livros convencionais – que estabeleça a chegada da viagem – leitura pelo texto eletrônico ao seu porto final.

O hipertexto concede ao leitor certas funções de autoria: a possibilidade de agregar nodos, criar conexões, utilizar filtros. O papel do autor também se expande para abranger muito mais que a simples escrita: pode assumir a apresentação e o projeto do livro, criar gráficos, produzir animações, vídeos, efeitos sonoros, fotografias ou textos orais, e determinar as diversas ações do programa.

Para Cavalcante (2004), a identidade do hipertexto virtual se dá na presença e utilização de seus constituintes internos: os nós e links. São eles que garantem a arquitetura textual assumindo um funcionamento extratextual, pois monitoram o leitor para um exterior discursivo.

Os links promovem ligações entre blocos informacionais (outros textos; fragmentos de informação: palavra; parágrafo; endereçamento) conhecidos como nós. No entanto, estes blocos não necessitam es­tabelecer uma relação sêmica entre si, isto é, as ligações possíveis não formam· necessariamente a tessitura daquele texto específico, mas promovem a abertura para outros textos.

Observe, por exemplo, a homepage do Portal do Professor; nela há links para vários materiais (Espaço da Aula, Jornal do Professor, Recursos Educacionais, Cursos e Materiais, Interação e Comunicação e Links). Esses links apontam para materiais diversos. Já no interior de um texto ou imagem, as conexões estabelecidas pelos links tendem a funcionar como as conhecidas notas de rodapé dos textos impressos. Num caso ou noutro, tais conexões promoverão a possibilidade de novos ingredientes que gravitem aquela tessitura.

Fonte: Webeduc

out 18

Obras Gerais – Teoria e Prática


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ago 10

Citizenship and consumption: convergence culture, transmedia narratives and the digital divide

Citizenship and consumption: convergence culture, transmedia narratives and the digital divide

Thomas Apperley

Australasian Conference On Interactive Entertainment; Vol. 305
Proceedings of the 4th Australasian conference on Interactive entertainment

Melbourne, Australia

Article No.: 2

Year of Publication: 2007

ISBN:978-1-921166-87-7

ABSTRACT

Henry Jenkins’ recent publications on convergence have focused on the way that the active audience, equipped with the productive and distributive tools of digital technology might transform the waning public sphere in the USA, at the expense of effectively excluding discussion of the transnational and uneven practices of cultural convergence. However, in his work the stakes of convergence culture are clearly established: empowered consumers (potentially) have an active role in transforming – and democratizing – governments and corporations. This paper will examine what this emergent politicized form of consumption/production means in the context of the unevenness of global participation in the information economy.

By focusing on the tactics of participation that are deployed in the global ‘South’ through a case study of the consumption of transmedia narratives in Venezuela this paper will demonstrate what is at stake in the shift to a media paradigm of convergence.

ago 09

Four Narrative Styles in Transmedia Storytelling

Four Narrative Styles in Transmedia Storytelling

Julia Evergreen Keefer

M.I.T.’s Media-in-Transition Conference May 2005

“Thank you Brad, Henry and David for organizing this mammoth, international, transmedia conference on storytelling! I always look forward to coming to M.I.T.’s conferences because they are so good at combining art and science, and finding paradigms that reach across disciplines and cultures. Certainly the theme of storytelling is one of the best ways to do this. Since my life has been devoted to the equal pursuit of science and art through kinesiology and literature, I feel at home analyzing drama in terms of physics. But the real problem I am trying to solve is how to make American literature keep up with the exciting innovations made in science and technology for the past 100 years. It is ironic that some of the best minds in the humanities are now teaching at this famous Institute of Technology, and American commercial fiction is a meagre, simplistic affair compared to what is happening in game theory, hypertext, and other transmedia modalities. How can we rediscover and invent a new language to express all the wonder and complexity of our world?

Let me first say what I am NOT talking about and that is the open structures of game theory, hypertext and other modalities based on chance, mathematics, and spatial design; nor am I talking about the kind of interactivity and communal participation that creates weblogs and blogs, although I would love to capture the fun, spontaneity and sense of community of these open structures in a novel. In his book, White Noise, Don DeLillo has a character say that all plots end in death; let me say, all closed plots. Both the Campbell monomyth and Aristotle’s crisis, climax, resolution seek the closure in narrative that we don’t have in real life, reasoning that interminable endings are as irritating to fiction writers and their public as infinities are to physicists. However, hypertext, data-based narrative, and many games appear to have endless structures, the Peter Pans of narrative that never want to grow up and die. But because we close a traditional book, I will be talking about those plots that end in some kind of death or closure, even if it is the death of a passion. This paper is about how to invigorate the old-fashioned novel written by the lonely single author so that it explodes with all the passion and performance of new media and
technology.
Did I say passion? One of the most difficult challenges facing researchers in Artificial Intelligence is how to create human emotions. By personifiying inanimate objects like cyborgs, watches, shoes, jewelry, wallets, the elements of particle physics and geology, I hope to create a link between the
humanities and our ecosphere, a way to integrate the ferocious power of human intelligence with our history, culture and traditions, and a way to make sure we aren’t overpowered by our own Frankensteins.
We have heard many presentations analyzing the details of the Campbell monomyth, the use of chance and games, interaction and hypertext, and the way the Aristotelian plot points have evolved into American screenwriting paradigms. I will summarize these closed structures as the mountain and the circle and then move on to discuss four narrative styles which evolved into four structures symbolized as 1) a wheel stuck in mud, 2) a caravan moving along the desert of time, 3) electrons weaving themselves around the atom representing the Bore-dinary world of the Quantum Chromodynamic Force and the Extraordinary world of the Electroweak Force, and 4) the layers of geology–crust, upper and lower mantle, liquid center, and solid core. As I describe these structures and how I found them in other media and downloaded them to print, I will also posit that to do so, we require a more open-minded attitude towards new fiction than most American literary agents and publishers are willing to take.” […]

Texto completo / Full text: http://web.mit.edu/comm-forum/mit4/papers/keefer.pdf

ago 06

Hybrid stories: Examining the future of transmedia narrative

Hybrid stories: Examining the future of transmedia narrative

Science Fiction Film and Television, Volume 2, Issue 1, Spring 2009

E-ISSN: 1754-3789 Print ISSN: 1754-3770

DOI: 10.1353/sff.0.0026

Tom Abba

Abstract

Among recent examples of long-form sf drama, there can be observed an increasing tendency to extend the broadcast story across multiple narrative platforms. The web, mobile telephony and print media are recombined with established broadcast platforms to produce a form of storytelling that interleaves online and offline experiences. While this participatory creation of story suits a technologically savvy contemporary audience, why has multimedia storytelling consistently sought to explore sf themes? Through an examination of the narrative mechanics at work within transmedia storytelling, this article explores the relationship between sf and new media, particularly with regard to the emergence of Alternate Reality Gaming since 2001.

ago 01

For an Aesthetic of Digital Poetry

For an Aesthetic of Digital Poetry
DI ROSARIO Giovanna, «For an Aesthetic of Digital Poetry», RiLUnE, n. 5,
2006, p. 49-61.
CLIPPING:
“TREATING THE WORDS AS MATERIALS in the same sense the painters work with their materials» (Andrews, Correspondence). Poetry, institutionalized little by little from the Renaissance, has been, since the end of the XIX century, the place of a deep renewal, i.e. poetry is progressively concerned about its form and its material, considering also the graphic and/or sonorous appearance of words (we can think, among the others, of Mallarmé or of Apollinaire, but also of (early) 20th Century avant-gardes like Dadaism and
Futurism or of visual and performative, poetry, etc.).
The introduction of new technologies, however, has been imposing to art (and to literature), in the same way it has happened for daily use objects, continuous transformations and unforeseeable mutations. Thanks to easy access to technologies, for the last few years of the XX century, we have learnt to appreciate the development of a new kind of poetic text exclusively thought for the digital medium: a virtual text.”  [Fragment]

Texto completo/Full text: http://www.rilune.org/mono5/6_dirosario.pdf

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