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O Milagre da Manhã

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Olá pessoal, tudo bem? Aqui estou eu para mais uma resenha de livro. Dessa vez vou falar sobre o livro O Milagre da Manhã, do autor Hal Elrod. A obra foi lançada há alguns anos nos Estados Unidos, mas foi traduzida para o português apenas em 2016. Desde então, a publicação virou sucesso por aqui. Se você ainda não leu, vou contar aqui embaixo do que se trata, mas antes vou falar sobre a história do autor.

HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO

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O autor Hal Elrod era adolescente quando sofreu um grave acidente de carro. Por sorte, sobreviveu. Porém, ouviu dos médicos que dificilmente voltaria a andar. Voltou, depois de muita fisioterapia e esperança. O caminho não foi fácil, mas ele conseguiu seguir adiante e se transformar em um profissional bem-sucedido da área de vendas. Conseguiu chegar no topo da carreira na empresa onde trabalhava, mas ele queria chegar ainda mais longe.

Decidiu então seguir pelo mundo do empreendedorismo e não parou mais até 2008. Nessa época, uma grave recessão afetou a economia dos Estados Unidos.   Assim como milagres de americanos, o autor sofreu as consequências da crise e viu a sua renda despencar e o seu negócio desandar completamente. Junto com os problemas financeiros, veio uma intensa depressão e a certeza de que nada ia melhorar. Foi quando um amigo de Hal sugeriu que ele se movimentasse um pouco, afinal, exercícios físicos fazem bem para o corpo e a mente.

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A sugestão foi que ele começasse a praticar corrida. “Mas não sei correr”. Diante da resistência inicial, o amigo simplesmente recomendou que Hal colocasse o tênis e saísse para correr em uma dessas manhã. Conselho seguido a risca! O autor levantou um dia mais cedo e saiu para correr e arejar a cabeça. Durante a corrida, ele ouviu no Ipod uma citação de Jim Rohn que mudou a sua vida. Finalmente Hal entendeu que, se quisesse ter sucesso, precisaria colocar o seu desenvolvimento pessoal em primeiro lugar.

AÍ SURGE O MÉTODO O MILAGRE DA MANHà

Daquele dia em diante, o autor começou a seguir uma rotina matinal voltada para o desenvolvimento pessoal. Começou a acordar uma hora mais cedo todos os dias e seguir seis atividades chamadas Salvadoras de Vida de O Milagre da Manhã.

  • Silêncio
  • Leitura
  • Escrita
  • Exercícios físicos
  • Visualizações
  • Afirmações

Foi então que Hal viu a sua vida mudar. Além de mais motivado, passou a se sentir mais energizado, focado e concentrado durante o dia. Em longo prazo, viu sua renda aumentar e o seu negócio voltar a prosperar. Mais qualidade de vida, de forma geral. Entusiasmado com os resultados, ele começou a compartilhar o método O Milagre da Manhã com seus clientes de coaching. E assim a ideia foi se espalhando até tornar-se um movimento mundial.

SAIBA MAIS 

Se você gostou da história do livro, sugiro que leia o microbook e ouça o audiobook de O Milagre da Manhã no aplicativo 12 minutos. É uma versão resumida bem analítica e fiel ao conteúdo da obra original. Está disponível em português na biblioteca do app, que é pago, mas oferece degustação gratuita para os interessados em assinar. É só fazer o download, assinar o trial e procurar pelo livro no acervo do app. Clique aqui para ler uma resenha completa do 12 minutos, caso queira entender melhor como funciona.

Por hoje é só, leitores.

Até a próxima!

 

O Jeito Harvard de Ser Feliz

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“Você não precisa de sucesso para ser feliz, mas precisa ser feliz para ter sucesso”.

Hoje a resenha é sobre um livro que já foi lançado no Brasil há algum tempinho, mas que só descobri agora. Estou falando de “O Jeito Harvard de Ser feliz”, do autor norte-americano Shawn Achor. Ele é um conhecido estudioso sobre felicidade e participou de diversas pesquisas científicas sobre o assunto realizadas na Universidade de Harvard, a mais prestigiada dos Estados Unidos.

Parte dos resultados desses estudos são apresentados neste livro, que nos mostra como é possível reprogramar a nossa mente para que sejamos mais otimistas e, assim, tenhamos mais realização na vida pessoal e profissional. De acordo com o autor, quando adotamos uma atitude mais positiva, mesmo diante das adversidades, o nosso cérebro torna-se mais criativo, motivado, resiliente e produtivo.

Pode parecer clichê o tal “pense positivo”, mas lendo o livro eu fiquei com a sensação de que vale a pena fazer alguns movimentos neste sentido. Eu pretendo colocar em prática os 7 princípios da felicidade compartilhados pelo autor na segunda parte de “O Jeito Harvard de Ser Feliz”.

O principal deles diz respeito aos nossos relacionamentos sociais. Na opinião de Shawn Achor, somos mais felizes quando nos relacionamentos de maneira saudável com o mundo à nossa volta, principalmente com as pessoas mais próximas. Ele considera crucial dedicarmos tempo e energia para momentos de qualidade com os nossos amigos e familiares, por mais que a vida esteja corrida.

SINOPSE DO LIVRO 

A sabedoria popular diz que se nos empenharmos teremos sucesso, e se tivermos sucesso, então poderemos ser felizes. Se pudéssemos encontrar aquele emprego dos sonhos, ter mais uma promoção, perder aqueles três quilos, a felicidade viria.

Mas descobertas recentes no campo da psicologia positiva têm demonstrado que essa fórmula funciona na verdade de maneira inversa: é a felicidade que impulsiona o sucesso, e não o contrário. Quando somos positivos, o nosso cérebro se envolve mais, torna-se mais criativo, motivado, energizado, resiliente e produtivo no trabalho.

Este não é um simples mantra vazio. A descoberta foi repetidamente comprovada por rigorosas pesquisas nos campos da psicologia e da neurociência, estudos de gestão e resultados financeiros de organizações ao redor do mundo.

Este livro não discute apenas como ser mais feliz, trata de nos ensinar a colher os frutos de uma atitude mental mais positiva que proporcione efeitos extraordinários no nosso trabalho e na nossa vida, sendo leitura obrigatória para todos aqueles que buscam a excelência em um mundo onde a carga de trabalho, o estresse e o negativismo estão cada vez maiores.

(Retirado do site da Editora Saraiva)

RESUMO ANIMADO 

Gosto muito desses resuminhos animados que a gente encontra no Youtube. Achei esse aqui embaixo do livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz”. Assista para ter uma ideia do que verá no livro:

DISCIPLINA “FELICIDADE” EM HARVARD

A título de curiosidade: você sabia que um dos cursos mais concorridos na Universidade de Harvard ensinam sobre felicidade? Isso mesmo! Uma das mais prestigiadas universidades americanas têm um curso para ensinar os alunos como serem felizes de fato. Quem teve a ideia foi o professor israelense Tal Ben-Shahar, que inclusive esteve no Brasil no início deste mês para ministrar uma palestra em São Paulo. 

A iniciativa já foi replicada por outras universidades, entre elas a Universidade de Yale (EUA), onde o curso sobre felicidade tornou-se o mais popular de toda a história do campus. Para saber mais como funcionam as aulas, clique aqui.

IDEIA REPLICADA TAMBÉM NO BRASIL 

Aqui no Brasil, algumas universidades já começaram a aderir à ideia de oferecer um curso sobre felicidade para os alunos. A pioneira foi a Universidade Federal de Brasília, a UNB, que anunciou a oferta da disciplina “Felicidade” para alunos dos cursos de engenharia da faculdade. A novidade foi implementada no início deste segundo semestre, com todas as vagas preenchidas. Para saber mais sobre o objetivo da ação, clique aqui e leia esta matéria.

Eu vou ficando por aqui, na certeza de que voltarei em breve com mais dicas de livros!

Livro A Sutil Arte de Ligar o F*oda-se

Hoje quero falar sobre um livro que virou febre no Brasil! É o best-seller A Sutil Arte de Ligar o Foda-se, do blogueiro norte-americano Mark Manson.

A obra ficou muito famosa por aqui por conta da sua pegada antiajuda e pelos conselhos pouco convencionais do autor. Em um dos capítulos, por exemplo, Manson nos lembra que nem todos nós somos seres especiais e excepcionais. Porém, as pessoas arrogantes se acham as mais espetaculares do mundo, pensam que as realizações delas são as maiores do planeta e de que estão sendo desperdiçadas nessa vida. Esse excesso de autoestima alta faz com que a pessoa pense que ela merece um tratamento especial, afinal, ela é incrível!

Mas a grande verdade, na visão dele, é que não somos seres extraordinários como pensamos. Nossas ideias não são as mais originais, nossos problemas não são os mais urgentes, nossa vida não é o centro do Universo. Não mesmo! Esse tipo de padrão de pensamento é muito perigoso, porque além da arrogância, torna as pessoas egoístas e sem resiliência emocional. Ficamos menos resistentes às diferenças também, como se pode ver nas redes sociais. Exemplo? Discussões no Facebook por conta de diferenças de ideologia política. A pessoa vai lá, faz um post se posicionando politicamente, vem a outra que pensa diferente e simplesmente queremos nos livrar dela. O motivo? Ela discordou de nós ou nos chateou com os argumentos dela.

Um trecho muito interessante do livro deixa clara essa ideia:

Os benefícios da internet e das redes sociais são, incontestavelmente, fantásticos. Esse é o melhor momento da história para se viver, por diversas razões, mas talvez tais tecnologias estejam gerando efeitos colaterais inesperados na sociedade. Talvez as mesmas tecnologias que libertaram e instruíram tanta gente estejam inflando a importância que damos a nós mesmos.

 

Outro capítulo que achei muito interessante foi “Felicidade é um problema”. Nele o Mark Manson reforça a nossa ideia equivocada de que existe uma felicidade derradeira a ser alcançada. Acreditamos nisso e vivemos na busca incessante por um estado de plenitude e satisfação total com a vida. Porém, tudo na vida vem com um sacrifício embutido. Nas palavras do autor, “o que vai nos fazer bem inevitavelmente vai nos fazer mal também. A casa que você compra é a mesma que você reforma. O emprego dos seus sonhos é o mesmo que vai estressá-lo. A pessoa com quem você se casa é a mesma com quem você briga”.

Esse pensamento fez total sentido para mim, que nunca acreditei nestes discursos fajutas de autoajuda a respeito da felicidade. Soa muito mais realista a maneira de pensar do Mark Manson. Preciso compartilhar outro trecho sensacional que tem tudo a ver com essa ideia:

Todo mundo gosta do que é bom. Todo mundo quer ter uma vida sem preocupações, feliz e fácil, se apaixonar, ter relacionamentos incríveis; parceiros sexuais fantásticos, ser lindo, ganhar dinheiro, ser popular, respeito, admirado e tão foda que as multidões se abrirão como o Mar Vermelho quando você passar.

Todo mundo quer isso. É fácil querer isso. Uma pergunta mais interessante, que a maioria das pessoas nunca considera, é: Qual dor você quer na vida? Pelo que você está disposto a lutar?

Nossa, eu poderia passar mais algum tempo aqui dividindo com vocês as ideias do autor que achei mais em sintonia com a minha realidade. Mas eu prefiro que você leia o livro ou então procure um resumo animado no Youtube, como esse do vídeo abaixo.

Para os que gostam de infográficos, eu indico este aqui com as principais ideias do Mark Manson em A Sutil Arte de Ligar o F*oda-se.

Até a próxima, leitor!

Livro Geração de Valor – Compartilhando Inspiração

Olá, olá, olá! Andei meio sumidinha, mas estou de volta! Hoje quero recomendar um livro clássico para os empreendedores de plantão. Se você é um deles, posso apostar que você já leu o livro Geração de Valor (1,2 ou 3), da Editora Sextante.

O autor é o empreendedor brasileiro Flávio Augusto, fundador da rede de escolas de inglês “Wise Up” e do projeto Geração de Valor, criado para promover o empreendedorismo atráves da sua mentalidade vitoriosa, o “pensar fora da caixinha”.

Com esse mesmo objetivo, o empreendedor lançou a primeira edição do livro Geração de Valor em 2014. A publicação reúne uma seleção de textos inspiradores que passam o recado de que empreendedor é para todos. O empreendedorismo não é um privilégio de uma elite intelectual, social ou econômica. É para qualquer pessoa que tenha uma fome insaciável por MUDANÇAS. É para aqueles que não querem se acomodar.

E é justamente essa mensagem que as duas outras edições do livro também querem passar. E eu acho que o Flávio Augusto conseguiu transmiti-la muito bem. As três publicações são inspiradoras, nos fazem sentir vontade de levar a bunda da cadeira e fazer algo diferente, nos fazem querer questionar o ideal de sucesso, nos fazem sentir o real desejo de trabalhar com propósito e sentido.

Além disso, as charges e as frases de efeito dos livros são muuuito legais e tornam a leitura ainda mais interessante. Se você ainda não conhece “Geração de Valor”, sugiro que não deixe essa oportunidade passar, principalmente se você pertencer às novas gerações.  Vale a pena comprar os 3 volumes ou procurar algum resumo nesses aplicativos de livros que existem por aí. No app 12min, por exemplo, você encontra um microbook (versão resumida) do livro em português. Se não sabe como funciona o app direito, neste link aqui estão todas as informações.

Para encerrar,  quero saber se você já leu o livro Geração de Valor e de qual passagem ou texto gostou mais. Compartilhe a sua opinião aqui nos comentários!

 

Livro: O Sal da Vida

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Hoje quero falar do livro O Sal da Vida, lançado aqui no Brasil pela Editora Valentina. A autora é a francesa Françoise Héritier, antropóloga renomada que morreu em 2017, aos 84 anos.

Ops, antropóloga? Aposto  que você já ficou aí pensando que o livro é denso e pra lá de complicado, não é mesmo? Pois é aí é que você engana. O Sal da Terra é um livreto de poucas páginas com um conteúdo super leve – a narrativa mais ainda.

Nele, a autora compartilha com os leitores os pequenos temperos da vida, aquelas coisas simples e miúdas que fazem a vida valer a pena. Como bem definiu o jornal francês Le Monde, “é um poema em prosa que celebra a vida e o simples fato de existir”.

Justamente por esse formato, eu devorei o livro em uma sentada só. É muito gostoso e fácil de ler, apesar das frases longas e cheias de parênteses.  É como se fosse um monólogo murmurado, como diz a autora.

Essa construção dá ritmo e fluidez à leitura. Você começa e não quer mais parar…É verdade! A autora tem um jeito de escrever muito delicado, que às vezes nos provoca nostalgia, às vezes alegria.

Vou dar alguns exemplos do que ela chama de sal da vida:

  • risadas descontroladas
  • cervejas tomadas no balcão
  • coleções de qualquer coisa
  • ler o jornal em paz (essa é boa!)
  • sair e se divertir
  • ir a um baile de gala
  • ficar acordado à noite enquanto todos dormem
  • construir uma casa imaginária
  • pôr uma bela mesa
  • não pensar em nada
  • bancar o palhaço e fazer imitações
  • jogar boliche
  • trocar piscadelas de cumplicidade
  • saber que estamos agradando
  • dormir até o sono acabar
  • ouvir verdadeiramente os outros
  • passear num barco de pesca

E por aí vai…A lista é enorme e só acaba no fim do livro! rs E nas últimas páginas vêm algumas páginas em branco para que cada leitor escreva o seu sal da vida. Legal, né?

Seguindo a mesma ideia, vi outro dia uma blogueira incentivando o registro das pequenas alegrias diárias que surgem na nossa vida. Registrar mesmo, com papel e caneta. Achei super interessante também. Estou tentando fazer isso, inclusive, na tentativa de valorizar mais o momento presente. Se quiser dar uma olhada, o link é este aqui. 

Até a próxima resenha!

Livro Roube como um Artista, de Austin Kleon

 

Toda obra criativa é construída sob algo que já existe. Nada é inteiramente original.  É disso que se trata o livro “Roube como um artista, do escritor e artista gráfico Austin Kleon.

A obra foi inspirada em uma palestra feita pelo escritor na Universidade do Estado de Nova York, nos Estados Unidos. O vídeo de apresentação viralizou na internet e deu origem a esse livro que já foi traduzido para mais de 20 idiomas e foi apresentado em veículos como The New York Times, The Wall Street Journal e New York Magazine.

E o destaque é realmente merecido. Com um jeito simples e bem-humorado, Austin Kleon dá 10 dicas de criatividade na era digital, partindo da mensagem de que ninguém precisa ser um gênio para ser criativo. Basta ser autêntico.

Mas isso não quer dizer que você precisa ser inteiramente original, pelo contrário, criam suas obras a partir da influência de outros artistas, a partir de ideias que já existem. Não é o mesmo que cópia, vale ressaltar. O que o autor defende é que as pessoas não se sintam na obrigação de criar algo completamente novo. Não há nada de errado em entregar-se à influência sobre o trabalho dos outros, imprimir a sua cara, as suas ideias, os seus pensamentos e criar algo novo a partir daí.

 

Para ajudar os que sofrem do chamado “bloqueio criativo“, o autor dá 10 dicas sobre criatividade. São elas:

  • Roube como um artista
  • Não espere até saber quem você é para poder começar
  • Escreva o livro que você quer ler
  • Use as mãos
  • Projetos paralelos e hobbies são importantes
  • Faça um bom trabalho e compartilhe-o com as pessoas
  • A geografia não manda mais em nós
  • Seja legal. O mundo é uma cidade pequena.
  • Seja chato. É a única maneira de terminar um trabalho.
  • Criatividade é subtração

Além desse livro, o autor lançou “Roube como um Artista – O Diário”, que é um caderno de atividades práticas e divertidas para quem deseja se libertar do fardo de ser completamente original. Mais informações aqui. 

Abaixo vou deixar o vídeo da palestra que inspirou a produção do livro Roube como um Artista. E a seguir deixo uma dica: um aplicativo de livros que disponibiliza a versão resumida da obra que acabei de indicar. Basta se cadastrar e assinar o trial gratuito de três dias.  O app é o 12 minutos. 

Até a próxima!

Livro Por que fazemos o que fazemos?

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O livro de hoje vendeu cerca de 115 mil cópias em 2017, sendo o terceiro mais vendido na categoria Autoajuda, segundo o ranking do portal Publishnews. 

A publicação, lançada em 2016 pela Editora Planeta, é de autoria do filósofo e escritor brasileiro Mário Sérgio Cortella., que já lançou outros livros que se tornaram best-sellers no Brasil.

O sucesso de Cortella talvez esteja nas respostas que o autor traz para as principais inquietações humanas, entre elas as nossas preocupações com relação ao trabalho, carreira e realização. Todos nós, em algum momento da vida, nos questionamos sobre as nossas escolhas profissionais, não é mesmo? Queremos encontrar algum sentido e propósito para levantarmos da cama todos os dias para trabalhar. Aliás, a palavra “propósito” nunca esteve tão em evidência como hoje.

A maioria de nós quer descobrir o seu propósito, ou seja, aquilo que lhe impulsiona a seguir em frente, apesar de todas as dificuldades. Quem não deseja se sentir mais realizado no trabalho? Quem não quer acreditar naquilo que faz todos os dias?

E é justamente a partir do tema “propósito” que parte o livro “Por que fazemos o que fazemos?”. O primeiro capítulo, intitulado “A importância do propósito”, o autor nos propõe a reflexão sobre a maneira como encaramos o nosso trabalho. Como uma  mera obtenção da sobrevivência (o que é absolutamente legítimo) ou também como um modo de marcar nossa presença no mundo?

Você já parou para pensar sobre isso? Já se perguntou se o seu trabalho está alinhado com os seus valores, com aquilo que você realmente deseja para a sua vida? Já se questionou o porquê das suas escolhas profissionais? Se essas reflexões fazem sentido para você, não deixe de ler o livro do Mário Cortella. Abaixo deixo a sinopse para você se inteirar mais um pouquinho sobre a obra:

Livro: Por que fazemos o que fazemos?

Autor: Mário Sérgio Cortella

Editora: Planeta (2016)

Sinopse: Bateu aquela preguiça de ir para o escritório na segunda-feira? A falta de tempo virou uma constante? A rotina está tirando o prazer no dia a dia? Anda em dúvida sobre qual é o real objetivo da sua vida? Em “Por que fazemos o que fazemos?” o filósofo e escritor Mário Sérgio Cortella desvenda estas e outras preocupações com relação ao trabalho.

Preço: R$ 17,40 no site da Amazon Brasil 

Resumo gratuito: disponível no aplicativo 12 minutos

 

Livro Comunicação Não Violenta, de Marshall Rosenberg

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Olá, mais uma indicação de livro para vocês!

Hoje vou falar sobre um título que acabei de ler. Chama-se Comunicação Não Violenta e foi escrito pelo autor Marshall Rosenberg. Ele é americano, psicólogo e desenvolveu uma abordagem de comunicação chamada Comunicação Não Violenta.

Neste livro, Rosenberg apresenta as técnicas para melhorarmos nossos relacionamentos pessoais e profissionais, por meio da Comunicação Não Violenta, que é eficaz não apenas para solucionar conflitos de forma pacífica, mas também para nos comunicar com mais compaixão, autenticidade, profundidade.

Mais do que um método, a Comunicação Não Violenta é uma nova forma de se viver. É uma nova maneira de cuidarmos da nossa saúde e das nossas relações. Indo um pouco mais além, a CNV pode mudar o mundo, transformando conflitos potenciais em diálogos pacíficos.

É claro que esse conceito pode parecer abstrato demais falando assim, tão superficialmente. É por isso que indicamos fortemente a leitura do livro do Rosenberg, que apresenta a Comunicação Não Violenta de uma maneira muito fácil de entender. Em vários trechos, por exemplo, o autor utiliza diálogos reais para exemplificar a teoria ou exercícios práticos para o leitor colocar em prática o que aprendeu.

É realmente uma leitura obrigatória para quem quer começar a se aprofundar nos estudos da CNV. Eu posso apostar que, em algum momento, o livro vai tocar você de alguma maneira. Você vai ler e se identificar com algum comportamento, algum diálogo, algum exemplo.

É uma obra sobre relacionamentos, quer algo mais difícil do que isso? rs Não pense então que esse assunto de CNV não tem nada a ver com você. Tudo bem se você não costuma se meter em brigas e evita conflitos, mas uma coisa é certa: você também quer conversas melhores, mais profundas, mais autênticas, mais honestas. Isso está em falta hoje em dia, no “mundo líquido” do sociólogo Zygmunt Bauman.

Portanto, esse livro é pra você, é pra todo mundo. Pode ter certeza! E para quem quiser conhecer um pouquinho as ideias de Marshal Rosenberg, autor da obra, recomendamos esse vídeo a seguir:

E para quem quiser aprofundar ainda mais na Comunicação Não Violenta, vamos deixar uma dica de curso específico sobre o assunto. É ministrado pela Carolina Nalon, especialista em CNV aqui no Brasil.

Para mais informações, clique aqui e leia essa resenha. 

Na próxima semana voltamos com mais! Até!

Livro Ansiedade, de Augusto Cury

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Esse livro é de um autor mundialmente conhecido. Ele é brasileiro e já vendeu mais de 25 milhões de livros apenas no Brasil. O nome dele é Augusto Cury ou Dr. Augusto Cury, médico e psiquiatra especialista no funcionamento da mente humana.

Seu livro “Ansiedade – como enfrentar o mal do século” liderou o topo da lista dos mais vendidos de 2014, ano em que foi lançado. Desde o lançamento, a obra não sai da lista dos mais vendidos aqui no nosso país.

O sucesso tem justificativa: a obra aborda um assunto que afeta boa parte da população brasileira atualmente: a ansiedade, que é resultado da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), considerada o novo mal do século, suplantando a depressão.

O que vem a ser isso? É uma doença causada pelo excesso de informações, de atividades, de trabalho, de preocupações, de cobrança, de uso do celular, de uso do computador. É caracterizada por alguns sintomas: sofrimento por antecipação, intolerância com pessoas lentas, dor de cabeça ou muscular, problemas de memória, entre outros.

E se engana quem pensa que a SAP é exclusividade do Brasil, o país com a maior taxa de transtornos de ansiedade do mundo. Na verdade, a Síndrome do Pensamento Acelerado é um problema que atinge grande parte da população mundial – crianças, jovens, adultos e idosos.

Como lidar com a Síndrome do Pensamento Acelerado 

No livro “Ansiedade – como enfrentar o mal do século”, o Dr. Augusto Cury ensina várias técnicas para aliviar a Síndrome do Pensamento Acelerado. Todas elas se sustentam em três pilares: gerenciar o pensamento, proteger as emoções e filtrar estímulos estressantes.

Quer saber como fazer isso? Não vamos contar, você vai ter que ler o livro! hahaha Ou pelo menos o resumo dele, caso esteja muito ansioso por aí e não aguente esperar. Neste caso, a sugestão é procurar uma das redes sociais ou sites de livros. A Skoob é uma delas.  É muito legal essa rede social, entra lá para conhecer depois! Vale a pena!

Tem também os sites de resumo de livros, como o 12 minutos, que é totalmente em português.

No mais, um beijo e até o próximo post!

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