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Category: Literatura

JazzB faz show para bebês inspirado no poeta Manoel de Barros

O grupo Fê Lelot Música para Crianças vai apresentar músicas do álbum “Revoada”.

Por Cultura Livre | SP

No próximo sábado (12) a partir do meio-dia, o projeto “JazzBB” de música para bebês, da casa de shows JazzB, situada no centro de São Paulo, vai receber um show especial com músicas inspiradas em poemas de Manoel de Barros, com direito a um brunch cheio de guloseimas feitas especialmente para crianças e pais que participarem do evento. Para os pequenos de até sete anos, tanto o show quanto o buffet são gratuitos.

JazzBB faz brunch musical para pais e filhos.

JazzBB faz brunch musical para pais e filhos.

O grupo Fê Lelot Música para Crianças, com a contribuição da cantora Tatiana Parra, vai apresentar músicas do álbum “Revoada”, que tem como tema principal os tipos diferentes de passarinhos e as particularidades poéticas que cada um pode ter.  Com inspiração no universo do poeta matogrossense Manoel de Barros, todas as faixas trazem diferentes instrumentos de sopro, de corda e de percussão para despertar a imaginação dos pequenos.

Fê Lelôt.

Fê Lelot.

A sonoplastia passeia por múltiplas e distintas possibilidades sonoras: é possível perceber sons de folhas, de árvores, do vento mas também de buzinas e de motores. O objetivo é fazer com que cada criança invente a sua própria maneira de ser pássaro, ou seja, de voar a partir das asas da criação, do sonho e da fantasia.

É um brunch musical para famílias com bebês e crianças pequenas ao som de um jazz de primeira. Na casa, toda a infraestrutura para receber os pequenos ouvintes: show com volume reduzido, banheiro com trocador, tapetes no chão e muito mais.

A abertura da casa será às 12h, com dois horários de show, das 14h30 às 13h15, e das 14h30 às 15h15. O ingresso custa R$ 12,50 para crianças de 11 a 15 anos, R$ 25 para os demais. Crianças de até dez anos têm entrada gratuita. O buffet é servido das 12h às 16h, e custa R$45 para adultos a partir de 16 anos; crianças de sete a 15 anos pagam R$ 20.

Eldes Saullo lança “Como transcender no metrô lotado”

Autor de best-sellers da gigante Amazon sobre o mercado literário para escritores iniciantes, Eldes Saullo surpreende e lança livro sobre filosofia e espiritualidade. 

Por Sheila Fonseca – para Cultura Livre | RJ

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Eldes Saullo e seu novo livro.

No dia primeiro deste mês, a Amazon lançou o aguardado “Como Transcender no Metrô Lotado”, do escritor, professor e publicitário mineiro Eldes Saullo.

Numa convergência entre ciência, filosofia e espiritualidade, o livro aborda temas como bem-estar e realização pessoal propondo ao leitor uma imersão na jornada pelo autoconhecimento, que o autor considera “um meio de ser feliz em um mundo conturbado”.

A opção pela temática espiritual do novo livro surpreendeu antigos leitores habituados aos seus textos e análises sobre o mercado literário brasileiro.  Autor de outros 17 livros pela Editora Amazon, alguns deles best-sellers encabeçando as principais listas dos mais vendidos, Eldes se especializou nos últimos anos no nicho literário de manuais de escrita criativa para novos autores.

Segundo o escritor, apesar disso, o processo de criação de “Como transcender no metrô lotado” surgiu de maneira espontânea, como um apanhado de suas experiências de vida que divide com os leitores: “Este livro é um trabalho de 47 anos, pois reúne conhecimentos que acumulei ao longo da vida.”, conta.

Organizado de maneira semi-didática, como um manual, o  livro fala sobre as sete consciências necessárias para ser feliz, conduzindo o leitor a reflexão de como levar uma vida mais significativa no mundo em que vivemos.

Na visão do autor, o caminho passa pela união dos conhecimentos científicos, filosóficos e religiosos e pelo autoconhecimento. E passa também pelas oscilações neuronais:

“A hiperventilação do cérebro gera Ondas Gama e une os hemisférios cerebrais, o que se traduz pelo aumento na percepção extrassensorial”, afirma Eldes, que também ministra cursos sobre escrita criativa e marketing digital. 

Ao analisar e comparar textos sagrados da Cabalá, das religiões monoteístas e das sabedorias orientais e herméticas sob a luz da Filosofia e da Ciência, o  livro trata à evolução humana pelo despertar dos sentidos físicos e metafísicos. Mas, na opinião de Eldes, ao contrário do que pregam muitas religiões e correntes esotéricas, não há nenhum mistério nisto: “É tudo uma questão de hiperventilar o cérebro e alinhar o corpo, a mente e a essência”, revela.

O livro está disponível nas versões digital (e-book) e papel na Amazon Brasil: http://bit.ly/metro-lotado

 

Caixa Cultural faz retrospectiva da poeta Ana Cristina César

A mostra “À mercê do impossível – Ana Cristina Cesar” reúne acervo textual, fotográfico e visual da artista que é considerada um dos maiores expoentes da geração marginal.

Por Cultura Livre | RJ

A partir do dia 21 de março a CAIXA Cultural Rio de Janeiro faz uma imersão no universo poético da escritora carioca Ana Cristina César. A mostra À mercê do impossível – Ana Cristina Cesar revela ao público um mosaico de seus trabalhos em diferentes suportes, como textos, videoarte e fotografias fazendo um passeio pela trajetória da autora cuja intensa produtividade resultou em uma carreira meteórica.

Com curadoria de Ana Hortides, a exposição é a primeira no Brasil totalmente dedicada à vida e à obra de Ana Cristina, que completaria 65 anos em 2017. Dividida em quatro diferentes núcleos – textual; fotográfico e videográfico; sonoro e infantil – a montagem do espaço se destaca pelas criativas saídas cenográficas utilizadas para expor de modo alternativo a seleção de poemas escolhidos.

Com o objetivo de incentivar a leitura, Hortides fez questão de separar um espaço dedicado ao público infantil, com atividades dirigidas realizadas por educadores:

“A exposição À mercê do impossível – Ana Cristina Cesar faz um duplo convite ao público da cidade do Rio de Janeiro: por um lado, entrar em contato com a obra, a biografia e a fortuna crítica a respeito desta que tem se consolidado como uma das maiores poetas brasileiras do século XX; por outro, mergulhar no prazer de seu texto, e ficar, como diz Ana no verso que dá título à mostra, à mercê do impossível” declara Thiago Grisolia, um dos curadores. “Para tanto, contaremos com peças de seu acervo de fotografias e documentos, as primeiras edições de seus livros, um filme sobre sua poética e ainda realizaremos um seminário com importantes estudiosos de sua obra. Mas, sobretudo, contaremos com seus poemas, que, sendo a parte mais essencial de seu legado, ganharão corpo na galeria da Caixa Cultural Rio de Janeiro”, enumera.

Ana Cristina Cesar. Credito da Foto: Clara Alvim/Acervo Ana Cristina Cesar/Instituto Moreira Salles.

Ana Cristina Cesar. Credito da Foto: Clara Alvim/Acervo Ana Cristina Cesar/Instituto Moreira Salles.

Ana Cristina Cesar é considerada um dos maiores nomes da Poesia Marginal, da chamada “geração mimeógrafo” na década de 1970.  Apesar da interrupção precoce de sua carreira, após cometer suicídio com apenas 31 anos, em 1983, a artista deixou um vasto acervo com uma extensa produção de escritos, diários, correspondência, esboços e desenhos. Após sua morte, outros textos seus foram lançados em diversas edições, como Poética (2013). Além de poeta, foi professora, tradutora, ensaísta e pesquisadora, tendo sempre a literatura como principal objeto de trabalho.

Serviço:

Mostra À Mercê do impossível – Ana Cristina Cesar

Quando: de 21 de março à 7 de maio de 2117. 

Onde: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 4

Quanto: Entrada Franca

Mimo Festival traz maratona de shows gratuitos ao Rio

O festival tem entrada franca e apresentação de shows de artistas consagrados como Ney Matogrosso, Pat Thomas, Chico César, João Bosco e Hamilton de Holanda.

João Bosco se apresenta no Mimo Festival. Crédito da Foto: Divulgação.

João Bosco se apresenta no Mimo Festival. Crédito da Foto: Divulgação.

Por Cultura Livre – RJ

Começa nessa sexta-feira(11) um dos maiores eventos de música instrumental gratuito do país. Até domingo (13) o Rio de Janeiro recebe o MIMO Festival, que vai reunir grandes nomes da música brasileira e estrangeira em vários pontos da cidade, além de cursos, cinema e atividades poéticas, sempre com entrada franca.

Essa edição do festival, que também já passou por Tiradentes, Ouro Preto e Paraty em anos anteriores, escolheu o Rio para receber a programação que reúne mais de 60 concertos, em cenários cartões-postais da cidade. A Praça Paris, na Glória, recebe dois palcos, o principal e o “Se Ligaê”. Nele, acontecem encontros musicais, como Jards Macalé e Otto, Simone Mazzer e Alice Caymmi, João Bosco e Hamilton de Holanda e Chico César com Miguel Araújo. No local também acontece o encerramento do festival, com ninguém menos que Ney Matogrosso.

As igrejas da Candelária, Outeiro da Glória, São Francisco da Penitência, Cine Odeon, patrimônios históricos da cidade, também estão entre os locais que vão receber os shows.

Nesta sexta, os artistas portugueses Mário Laginha e Pedro Burmester abrem o festival, às 18h30, com um concerto de dois pianos, na Igreja da Candelária, no Centro.

Dentre os artistas internacionais, outro destaque é Pat Thomas, da África Ocidental, que será acompanhado pela Kwashibu Area Band. Ele é o maior representante do highlife, gênero musical popular que nasceu nos anos de 1920 no Gana e influenciou diretamente o surgimento do afrobeat. Outra grande atração estrangeira é a diva colombiana Totó la Momposina, aos 76 anos e 50 de carreira, é uma das artistas mais respeitadas da América do Sul e conhecida como rainha da cúmbia.

Toto La Momposinsa é atração da Colômbia. Crédito da foto: Divulgação.

Toto La Momposinsa é atração da Colômbia. Crédito da foto: Divulgação.

No sábado, às 19h, Pablo Lapidusas International Trio sobe ao palco principal, no mesmo horário em que Jards Macalé convida Otto no Palco Se Ligaê. Às 20h, o grupo Bixiga 70 sobe ao palco da Praça Paris. João Bosco e Hamilton de Holanda se apresentam às 21h no Palco Se Ligaê; e às 22h30 será a vez do espetáculo de Pat Thomas & Kwashibu Area Band.

No domingo, às 17h30, começa a Chuva de Poesia, no Outeiro da Glória. O CCOMA abre os concertos da Praça Paris às 17h, no Palco Se Ligaê. Às 18h, será a vez de Jacky Terrasson & Stéphane Belmondo, diretamente da França para o palco Praça Paris. Para encerrar o evento, Ney Matogrosso leva à praça o show da turnê de “Atento aos Sinais”.

Atrações educativas

O MIMO também tem atrações educativas e lúdicas, com promoção de encontros entres artistas que participam do festival com jovens profissionais e estudantes de música. Aulas com Bixiga 70, Mario Laginha e Pedro Burmester (Portugal), Antonio Nobrega, Pat Thomas, Jacky Terrasson, Stéphane Belmondo, entre outros, além de workshop sobre a cúmbia com músicos da Totó la Momposina.

A poesia marca presença no festival com a proposta lúdica da Chuva de Poesia. Criada pelo poeta, tipógrafo e artista plástico Guilherme Mansur, a Chuva de Poesia acontece há mais de 20 anos em Minas Gerais. A proposta da iniciativa é fazer chover poesia no céu das cidades. Do alto de locais selecionados, milhares de folhas soltas coloridas, com tipografias especiais, são lançadas ao vento para o público que, invariavelmente, lota os locais para receber as pancadas esparsas dos poemas. As cidades do Rio de Janeiro e Olinda serão presenteadas com obras dos poetas portugueses Teixeira de Pascoaes, Mário de Sá-Carneiro, Mário Cesariny e António Maria Lisboa.

Veja a programação completa no site www.mimofestival.com.

 

Revista Vaidapé #6 será lançada neste domingo com festival no CEU Butantã

A 6ª edição da Revista Vaidapé  será lançada com um festival multiartístico no CEU Butantã. O evento que acontece neste domingo (23) contará com apresentações musicais, projeções, campeonato de skate e sarau aberto.

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Cultura Livre – SP

O coletivo de mídia Vaidapé, que foi criado para atuar na defesa dos direitos humanos, denunciando a violência institucional e valorizando as movimentações marginais chega ao seu quarto  ano de existência com fôlego. O lançamento da sexta edição da revista impressa Vaidapé, que também atua com disseminação de conteúdo livre em um site e redes sociais, será feito em um grande festival multiartístico, com distribuição de 5.000 exemplares gratuitos e diversas atrações culturais.

Dentre elas, o cantor pernambucano Di Melo, que vai se apresentar ao lado da Semiorquestra. No line-up musical, também estão Obinrin Trio, Lu Manzin, Dinho Nascimento, Inffesto e DJ Niely. O festival vai contar com projeções visuais feitas pelo Cäimbra Coletivo.

Um campeonato de skate com premiação para melhores manobras e a realização de um sarau com microfone aberto para o público vão agitar a tarde de domingo no Butantã. A festa também será enfeitada por um varal de lambe-lambes.

Festival de lançamento da Vaidapé #5, em abril deste ano, contou com presença dos skatistas da região.

Festival de lançamento da Vaidapé #5, em abril deste ano, contou com presença dos skatistas da região.

A proposta do coletivo é que a revista esteja presente nos espaços públicos da cidade, circule nas ruas, praças, ocupações, encontros, centros culturais, debates, universidades e movimentos sociais.

Depois do lançamento no CEU Butantã, a edição será distribuída em um segundo evento no Calçadão Cultural do Grajaú, zona sul de São Paulo. Em breve, serão anunciados os pontos fixos de distribuição, que devem abarcar todos as zonas da cidade de São Paulo.

Serviço:

Data: domingo, 23 de outubro de 2016

Local:Pista de skate do CEU Butantã – São Paulo (SP)

Bar da Dida faz evento de lançamento da antologia poética Lá? Não, ali

O espaço situado no polo gastronômico da Praça da Bandeira, no Centro do Rio, promove evento misturando literatura com o melhor da comida de botequim.

Dida - Crédito da Foto Divulgação

Dida – Crédito da Foto Divulgação

Por Cultura Livre – RJ

O Bar da Dida, recanto boêmio da Praça da Bandeira abre as portas no próximo dia 28 de outubro, às 20h, mostrando que botequim também é lugar de poesia com evento literário de lançamento da antologia “Lá? Não, ali” da poeta carioca Tamara Marques, com entrada franca.

Um misto da tradicional comida de botequim com forte referência da culinária de matriz africana, decoração retrô lembrando os antigos armazéns do Rio com tijolos aparentes, quadros fazendo referência à mestres do samba e telas assinadas pelo artista plástico Paulo Belisário, além de cerveja artesanal e literatura é o que promete o evento.

Dentre os pratos servidos no cardápio estão o acarajé e feijão de engenho, uma feijoada com origem na culinária trazida por escravos, com abóbora, batata-doce e cana.

Feijoada é carro-chefe do cardápio. Crédito da foto: Stephane Munnier

Feijoada é carro-chefe do cardápio. Crédito da foto: Stephane Munnier

O espaço já nasceu em 2015 com fortes raízes na tradição do samba carioca: Dida, que junto com os três filhos comanda o restaurante, é filha da “Tia Maria” que na década de 1970 liderou um bar na Zona Norte frequentado por grandes baluartes do samba, como Mestre Sargento, Mestre Celso, dentre outros.

O livro “Lá? Não, ali.” , que terá a sua noite de autógrafos no evento, integra o amplo catálogo de poesias da Editora Perse, que tem apostado no gênero assumindo protagonismo no mercado editorial alternativo pelo investimento em novos autores e marca a estreia de Tamara Marques no formato impresso.

Tamara Marques - Crédito da foto: Divulgação

Tamara Marques – Crédito da foto: Divulgação

Egressa da internet, onde foi apontada como promessa da nova safra literária tendo seu trabalho destacado em reportagens de veículos como o portal Vermelho, Revista Di Rolê e o site Release Virtual, a autora de 23 anos que é estudante de Publicidade na PUC e publica poemas, contos e crônicas nos blogsRefantasiar e Pequenos Eternos, justifica a escolha da poesia para seu primeiro livro como um fluxo natural do seu trabalho, em que a escrita poética assumiu protagonismo:

“Não diria que foi exatamente uma escolha minha, mas sim algo que foi acontecendo. Aos poucos a poesia passou a ocupar um espaço protagonista na minha vida e na minha escrita.” diz.

O evento conta com leitura, autógrafos e bate-papo com a autora. Na opinião de Tamara, esse é um livro essencialmente afetivo que conduz o leitor a um mergulho em suas reminiscências:

“Acho que o leitor pode esperar nostalgia.“Lá? Não, ali” traz um bocado de saudades e memórias que não me pertencem, mas que também são minhas. Fragmentos de histórias, vidas e personagens inventados que passam por nós todos os dias, atravessando a rua, trabalhando, respirando e sentindo.” revela.

Serviço:

Dia 28/10/2016

Horário: 20h

Bar da Dida: R. Barão de Iguatemi, 408 – Praca da Bandeira, Rio de Janeiro – RJ.

Entrada Franca

Poesia na periferia

Até o próximo domingo, 23 de outubro, acontece a 9ª Mostra Cultural da Cooperifa em São Paulo.

Criolo é um dos destaques do evento. Crédito da foto: Raul Zito

Criolo é um dos destaques do evento. Crédito da foto: Raul Zito

Por Cultura Livre – SP

O poeta da periferia Sérgio Vaz realiza pelo nono ano a Mostra Cultural da Cooperifa. Dentre as múltiplas atividades promovidas no evento que acontece na Zona Sul, região periférica da cidade de São Paulo, estão shows de Fabiana Cozza, Criolo, conversas sobre empreendedorismo, literatura negra feminina, dança, futebol, cinema, teatro, ativismo e resistência, rap, samba e soul.

“Essa mostra prova que valeu a pena sonhar, a Cooperifa é resistência.”, diz o produtor.

Confira na página oficial do #Cooperifa no Facebook toda a programação, que é gratuita:

https://www.facebook.com/Cooperifaoficial/#

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