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	<title>Web, Animais e Liberdade &#187; Web</title>
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		<title>O problema das fazenda=fábrica</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 10:43:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escrevi esse post para a lista da SVB e achei interessante postar aqui. Não sei se algum de vocês está acompanhando o caso, mas a revista New Yorker escreveu um artigo ( http://nypress.com/article-20793-flesh-mob.html ) que agora as pessoas não precisam mais ser vegetarianas pois elas podem comprar carne &#8220;sem culpa&#8221;, carne orgânica, produzida localmente, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi esse post para a lista da SVB e achei interessante postar aqui.<br />
Não sei se algum de vocês está acompanhando o caso, mas a revista New Yorker escreveu um artigo ( http://nypress.com/article-20793-flesh-mob.html ) que agora as pessoas não precisam mais ser vegetarianas pois elas podem comprar carne &#8220;sem culpa&#8221;, carne orgânica, produzida localmente, com a mínima dor ao animal que teve uma vida &#8220;digna&#8221;. E esse absurdo foi discutido neste artigo ( http://challengeoppression.com/2010/01/14/stop-the-fight-against-factory-farming-save-the-animal-rights-movement/ ) que foi muito bem escrito por sinal.<br />
A autora comenta que isso surgiu graças à importância que o movimento animal dá às fazenda-fábrica, e assim se esquece sobre o problema principal, o direito do animal à vida e portanto nós precisamos corrigir esse rumo. Não que o problema das fazendas não seja gravíssimo, mas o ponto é que a forma de conduzi-lo deve ser bem direcionado para não criar essas aberrações.<br />
(para ler em português, você pode colar os links no google translate: http://translate.google.com/ )</p>
<p>Agora, quando li esse artigo, me lembrei da discussão ontem sobre ser &#8220;ok&#8221; para os índios caçarem e a conversa sobre a cena do filme Avatar, e que me deixou muito incomodado. Lembro que minha irmã comentou que o namorado dela, ao ver essa cena, disse: &#8220;viu como precisamos comer carne? até eles comem&#8221;.<br />
Sempre quando há qualquer discussão que pareça ameaçar a cultura indígena, há um grande desconforto, e concordo que em algumas situações extremas, até pode ter alguma validade, mas até onde essa conversa não está com muito mais magia do que deveria? Até quando esse tipo de conversa não está perpetuando ainda mais o especismo que nossa cultura criou? O índio de hoje não é o de Gonçalves Dias e de José de Alencar. Muitos índios moram em casas de alvenaria em uma aldeia urbana ( http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/345982/ ), outros são trabalhadores escravos, mas aquilo que foi realmente cultura indígena não tem como se manter intacta. Eles usam roupas e chinelos, estudam em escolas e sua comunidade vai mudando. Um exemplo hipotético, imaginemos que a capivara fosse um animal em extinção, o que o Ibama faria? Ele proibiria os índios de caçá-las. Ou seja, nós teríamos leis que influenciariam diretamente um costume indígena milenar. E com relação a agricultura, os índios não vivem só de carne, eles plantam mandioca e outros vegetais muito bem. Eles não estão à mercê da sorte, eles são uma comunidade muito bem estruturada. Tem assistência médica tradicional. Tudo bem, o Brasil não é um mar de rosas e há inúmeros problemas sociais, sejam com as populações urbanas, sejam com as populações indígenas. Um exemplo fora de contexto: Li uma vez ( http://www.parana-online.com.br/editoria/pais/news/374508/ ) que muitos índios transexuais tinham que se mudar da comunidade pois não eram aceitos e acabavam indo para as cidades grandes se prostituir. Isso é cultural, mas isso não é algo que deve mudar e evoluir?  Agora, imaginemos que comecem a ser vendido carne de tatu caçados por índios nos supermercados, essa carne é só para alimentação e antes de comer você deve rezar uma prece para o animal que foi morto. Por causa disso ela seria mais &#8220;humana&#8221;? Existe uma lei que proibe animais em rituais religiosos (apesar de ainda ser muito comum), isso é uma afronta à tradição afro-brasileira? Qual é o ponto que estamos defendendo? Até quando a idéia de abate humanitário mascarada vai fazer parte do nosso dia-a-dia?</p>
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		<title>Na verdade, não</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:12:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tenho um problema, só escrevo aqui depois de acumular semanas ou meses de crise existencial, e agora com o clima de fim de ano isso se reforça. O fato é, temos boas intenções, mas pouca ação, eu sou prova viva. Alguém sabe me responder qual é o grande grupo de defesa animal aqui no Brasil? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um problema, só escrevo aqui depois de acumular semanas ou meses de crise existencial, e agora com o clima de fim de ano isso se reforça.<br />
O fato é, temos boas intenções, mas pouca ação, eu sou prova viva. Alguém sabe me responder qual é o grande grupo de defesa animal aqui no Brasil? Acho que tem alguns, VEDDAS, Ativeg, SVB, Nina Rosa. Mas nenhum deles tem ainda a idéia conscisa que um outro grupo espanhol tem, o <a href="http://www.igualdadanimal.org/">Igualdad Animal</a>.<br />
Temos pouquíssimo impacto midiático ainda, e temos uma senadora que diz que &#8220;<a href="http://www.svb.org.br/vegetarianismo/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=625&amp;Itemid=55">não precisamos parar de comer carne</a>&#8220;.<br />
Ia falar mais, mas minha insatisfação não deixa.<br />
Acho que é meu lado ativista em conflito com meu comodismo.<br />
Talvez seja só a falta de saber o que fazer e como fazer.<br />
Ou talvez seja só crise de fim de ano.<br />
Que 2010 seja o ano dos direitos animais no Brasil.<br />
Ou não, na verdade, não.<br />
(viva o pessimismo de final de ano)</p>
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		<title>Quem disse que os livros serão extintos?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 08:43:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje chegou a primeira parte maior compra de livros que já fiz. Comprei em uma necessidade de consumir informação estruturada sobre os temas que mais sinto falta em minha vida. Quando eles chegaram, eu tive uma das mais felizes sensações que já tive, e agora, quase 1 dia depois da excitação, parei para refletir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje chegou a primeira parte maior compra de livros que já fiz. Comprei em uma necessidade de consumir informação estruturada sobre os temas que mais sinto falta em minha vida. Quando eles chegaram, eu tive uma das mais felizes sensações que já tive, e agora, quase 1 dia depois da excitação, parei para refletir o que isso significou para mim e porque mesmo com internet eu não me sentia confortável.</p>
<p>Eu sou um consumidor voraz de informação, quando algo me interessa vou abrindo diversos sites ao mesmo tempo, procurando aqueles tópicos que irão me esclarecer, porém, após a leitura sempre sinto muito cansaço e sinto que não foi muito produtivo. Mas com os livros, sei que toda informação que eu preciso está lá, esperando para ser descoberta de maneira que eu vou poder aplicá-la de maneira direta.</p>
<p>Nada como o conforto da informação bem organizada e de qualidade. Quando o meio digital poderá fazer esse papel, me pergunto.</p>
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		<title>Gatinhos do mar</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois é, acabei caindo novamente em notícias sobre os sea kittens do Peta e acho curioso como ele é o ápice da mentalidade do Peta. De início achei horrível, uma idéia que parece mais piada que uma campanha de verdade, mudar o nome de peixe para &#8220;gatinhos do mar&#8221;. Mas devo admitir que provavelmente eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both;width: 488px"><a href="http://www.peta.org/Sea_Kittens/index.asp?c=skbanner"><img src="http://www.peta.org/Sea_Kittens/_images/banner_trout_peta.gif" border="0" alt="Kiss Me - I'm a Sea Kitten!" width="488" height="168" style="width: 488px;height:168px" /></a></p>
<p>Pois é, acabei caindo novamente em notícias sobre os sea kittens do Peta e acho curioso como ele é o ápice da mentalidade do Peta.</p>
<p>De início achei horrível, uma idéia que parece mais piada que uma campanha de verdade, mudar o nome de peixe para &#8220;gatinhos do mar&#8221;. Mas devo admitir que provavelmente eles atingiram seus objetivos.</p>
<p>Com certeza a intenção deles não era que as pessoas levassem realmente a sério a troca de nome, mas sim precisavam de um chamariz, e posso admitir que foi muito eficiente. Todo mundo fala mal, todo mundo xinga, todo mundo reclama falando que o PETA não pode estar falando sério. Mas é o velho ditado, falem bem, falem mal, mas falem de mim. E as pessoas estão falando e é absurdo perceber o quanto as pessoas ignoram o fato de os peixes SENTIREM dor e sofrer ao morrer asfixiados ou serem pegos por anzóis apenas para &#8220;pesca esportiva&#8221;.</p>
<p>De início tive a mesma reação agressiva, pensei &#8220;mas isso é muita palhaçada&#8221;, mas depois, vendo que a reação das pessoas é agressiva por considerarem que peixes &#8220;não devam ser levados em conta&#8221; até mesmo por vegans, que acham que a pesca deve ser estimulada para que pessoas que vivam disso possam continuar sobrevivendo da pesca, eu percebi que há um grande mal entendido nisso tudo.</p>
<p>Há uma aura de pureza com relação aos pescadores, que tiram do mar os animais para seu sustento e de sua família e é assim por várias gerações, e isso é &#8220;sustentável&#8221;, isso é social, então não devemos ultrapassar esta linha. Mas é a mesma coisa que estimular alguém que cria galinhas &#8220;bem-tratadas&#8221; para matar. Inadmissível tanto quanto.</p>
<p>Mas bem, na minha infância tive algumas experiências interessantes com peixes, e posso dizer que foi através do sofrimento deles que eu me dei conta do que significa compaixão por animais.</p>
<p>Duas situações foram importantes para mim: A primeira, ainda muito pequeno, pegávamos mariscos na praia e levávamos para casa, como minha vó ensinou. Jogava na água fervente, eles tentavam fugir desesperadas, eu ficava angustiado e a gente comia. Mas eu parei de comer porque tinha um sentimento ruim, não sabia porque, tinha uns 6 anos de idade. Depois meu pai me ensinou a pescar, eu adorava ir ao lago, mas quando tirávamos o peixe e colocava ele no saco, ele pulando, minha vontade era levá-lo de volta para a água. Depois vi que algumas pessoas levavam baldes e colocavam os peixes ali com água. Eu pensava &#8220;que pessoas boas, vou fazer o mesmo&#8221;. Mas nunca me dei conta que eles iriam morrer asfixiados depois de qualquer jeito.</p>
<p>Anos mais tarde tivemos aquários, eu e minhas irmãs, e achávamos lindo os peixinhos, mas morriam porque criança não sabe cuidar. E sempre era uma tristeza. E quando eles pulavam para fora do aquário, tentávamos rapidamente salvá-los.</p>
<p>Depois tive mais consciência, tornei-me vegetariano, e posso dizer, peixes não são gatos, mas tenho tanto amor por eles quanto eu tenho por um gato, cachorro, camelo ou leão. E peço, eles não sabem gritar, não sabem respirar ar, não sabem ser fofinhos com você, mas eles sabem que querem viver e não virar seu alimento.</p>
<p>E essa campanha do PETA não mudou o nome de peixe para gatinhos do mar, mas reforçou muito a minha preocupação pelos peixes e me mostrou que as pessoas ainda não aprenderam que o mesmo peixe que está no aquário coloridinho, é a mesma espécie daquele filé que eles compram congelado no mercado. E o fato de enquanto se pesca não ouvir os gritos do peixe, não significa que eles não estejam gritando pedindo &#8220;por favor, me deixem viver&#8221;</p>
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		<title>20 rules for a lifelong training</title>
		<link>http://culturadigital.br/curaloucura/2009/10/25/20-rules-for-a-lifelong-training/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Libertária]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi me passado de um blog de cerimônia do chá, mas acredito que é tão universal que vale para todos nós http://sweetpersimmon1.blogspot.com/2009/09/twenty-rules-for-lifelong-training.html 1-Never lie. 2-Never forget to be grateful to one&#8217;s Lord. 3-Never forget to be grateful to one&#8217;s parents. 4-Never forget to be grateful to one&#8217;s teachers. 5-Never forget to be grateful to one&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi me passado de um blog de cerimônia do chá, mas acredito que é tão universal que vale para todos nós</p>
<p>http://sweetpersimmon1.blogspot.com/2009/09/twenty-rules-for-lifelong-training.html</p>
<p>1-Never lie.<br />
2-Never forget to be grateful to one&#8217;s Lord.<br />
3-Never forget to be grateful to one&#8217;s parents.<br />
4-Never forget to be grateful to one&#8217;s teachers.<br />
5-Never forget to be grateful to one&#8217;s fellow human beings.<br />
6-Do nothing to offend gods, buddhas and one&#8217;s elders.<br />
7-Do not begrudge small children.<br />
8-Do not burden others with your own troubles.<br />
9-There is no place for anger or rage in the Way.<br />
10-Do not rejoice in the misfortune of others.<br />
11-Do your best to do what is best.<br />
12-Do not turn your back on others and only think of yourself.<br />
13-When you eat, think of the hard work of the farmers who grew the food. Never be wasteful of plants, trees, earth or stones.<br />
14-Do not dress up in fine clothes, or waste time on superficial appearance.<br />
15-Always behave properly with good manners.<br />
16-Always treat everyone like an honored guest.<br />
17-To overcome ignorance, learn from as many people as possible.<br />
18-Do not study and practice the arts just to make a name for yourself.<br />
19-Human beings have good and bad points. Do not dismiss or laugh at anyone.<br />
20-Strive to behave well but keep good actions hidden and do not seek the praise of others.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>África do Sul sacrificará animais em estádios da Copa</title>
		<link>http://culturadigital.br/curaloucura/2009/10/23/africa-do-sul-sacrificara-animais-em-estadios-da-copa/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a notícia http://vista-se.com.br/site/lideres-sul-africanos-sacrificarao-animais-em-estadios-da-copa Este é o site do consulado http://www.africadosul.org.br/?pg=contato Esta é a minha carta Boa tarde, Estou contente pela África ter sido escolhida para a copa de 2010 porém fiquei impressionado com a decisão de sacrificar animais para &#8220;benzer&#8221; os estádios onde acontecerão os jogos. Estou de acordo que vocês devam fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a notícia</p>
<p>http://vista-se.com.br/site/lideres-sul-africanos-sacrificarao-animais-em-estadios-da-copa</p>
<p>Este é o site do consulado</p>
<p><a title="Acessar" href="http://www.africadosul.org.br/?pg=contato" target="_blank">http://www.africadosul.org.br/?pg=contato </a></p>
<p>Esta é a minha carta</p>
<p>Boa tarde,</p>
<p>Estou contente pela África ter sido escolhida para a copa de 2010 porém fiquei impressionado com a decisão de sacrificar animais para &#8220;benzer&#8221; os estádios onde acontecerão os jogos.<br />
Estou de acordo que vocês devam fazer rituais próprios do local, mas peço que considerem um ato não violento pois mesmo compreendendo a importância dessa tradição, compreendo também a legitimidade do animal em ter garantido o seu direito à vida. Em nosso país, apesar de ser legalmente garantido o abate de animais para comer, mesmo com nossa grande população afro-descendente, matar animais para rituais religiosos é proibido e espero que vocês sigam pelo mesmo caminho, indo assim para uma cultura de paz. E desta maneira, não sejam manchados de sangue inocente o terreno onde será travado uma disputa pacífica visando habilidades e união.</p>
<p>Sinceramente,</p>
<p>Anderson Santos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que falta para o ativismo online?</title>
		<link>http://culturadigital.br/curaloucura/2009/10/22/o-que-falta-para-o-ativismo-online/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Por um lado sinto uma falta enorme em material de qualidade para o ativismo vegetariano no Brasil, e do outro vejo crescendo ferramentas  e sites como o Vista-se e o Brasil Vegano, e ainda assim persiste um sentimento de que isso não é o suficiente ou que não está completo. Estou trabalhando em vários projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por um lado sinto uma falta enorme em material de qualidade para o ativismo vegetariano no Brasil, e do outro vejo crescendo ferramentas  e sites como o Vista-se e o Brasil Vegano, e ainda assim persiste um sentimento de que isso não é o suficiente ou que não está completo.</p>
<p>Estou trabalhando em vários projetos mas me bate uma insegurança de qual caminho seguir e o que falta para mim, como usuário mediano das tecnologias sociais.</p>
<p>Gosto de me fazer perguntas sobre o que preciso para que tal assunto fique extremamente claro e simples. Sou muito objetivo e qualquer ação que não faça sentido me incomoda profundamente, e por causa disso acabo sempre utilizando alguma tecnologia quando ela já está estabelecida e assim não preciso &#8220;aprender&#8221; um bom jeito de usá-la.</p>
<p>Mas ainda vejo que muita tecnologia que está sendo usada, para mim, não tem uso algum, então o que fazer? Descarto-a como solução para mim. Sei que para muitas outras pessoas isso é válido. Sou egocêntrico, desculpem.</p>
<p>Quero desenvolver projetos tecnológicos, mas novamente, quero ser prático,  sou uma pessoa só, e não quero ser mais uma ilha neste oceano da internet, então minhas ações sempre param quando me questiono onde isso está me levando. Transformando-me em uma outra ilha?  Eu não gostaria de fazer um arquipélago, mas um continente, uma estrutura única.</p>
<p>Sei que a internet funciona bem na interação mantendo a individualidade daqueles que acessam, seja no orkut, seja no twitter, todo mundo está integrado mas você está interagindo por si mesmo, formando sua ilha e compartilhando ela com os outros. Mas a informação ali gerada está dispersa e desestruturada, o google acha, mas eu não quero pensar o que estou procurando.</p>
<p>E falando em tecnologia, achei ótima a iniciativa do Brasil Vegano, mas ao mesmo tempo não vejo a necessidade de um mapa logo de cara, acho excesso de tecnologia. Em casa, graças a incompetência das empresas de telefonia não tenho banda larga, só internet discada. Será um parto se eu tiver que acessar o site para buscar alguma coisa. Ele tem uma integração fantástica com GPS, mas sabe-se lá deus quando eu vou ver vantagem em comprar um. Por outro lado, eu sentia falta de algo direcionado aos veganos, e isso veio totalmente de encontro, e acho que ele cumpre bem o papel, você quer descobrir locais de interesse seu antes de sair de casa? Passa no Brasil Vegano. Então, como fazer essa informação relevante neste contexto (o que já é) e em outros contextos? E aí que eu acho que está o grande lance.</p>
<p>Não quero desmerecer o trabalho, novamente, acho excelente, mas ainda sinto falta de um uso mais contundente das tecnologias, sei que elas estão evoluindo, muita coisa nova surgindo, e essa experimentação e uso abre novas perspectivas a todos. Mas isso não responde a questões básicas que eu sinto falta, sou usuário de tecnologia, gerador de tecnologia, mas sou conservador demais para querer ver mapa logo de cara. Para aquele uso, ele está bom, mas e se eu entrei no site 5 vezes, quando vou voltar a entrar? Só quando eu for viajar pra algum lugar.</p>
<p>Quando navego e sinto falta de interação, de projetos, de comunidades, de boas idéias. Sei que estão em todos os lugares, seja no orkut, em sites individuais, em sites de grupos, em ações de pessoas, sei que todas as respostas estão aí, fragmentadas em várias ilhas, m<span style="background-color: #ffffff">as eu sinto falta de um continente, no caso, um continente vegano, onde falaremos a mesma língua e poderemos percorrer cada cidade como uma experiência única, mas o trajeto, vai ser tão fluído como observar a paisagem através da janela, e quando menos esperar, já chegamos. Sem ter que ficar caçando os tesouros neste oceano selvagem. Não quero ser caçador, caço experiências demais todos os dias e vou dormir cansado de tanto procurar e não achar o que procuro.</span></p>
<p>Portanto, o que falta pro ativismo online, na minha opinião, é uma experiência fluída, uma interação entre ilhas que não se negam, mas se unam e se complementam, uma comunidade anárquica mas organizada, ou seja, uma &#8220;lovely web&#8221;.</p>
<p>Se você é ativista, não crie uma ilha, pois um pássaro só não faz verão. Mas como fazer para não se tornar uma?</p>
<p>E novamente, adoro o Vista-se e os projetos filhos, é um dos poucos sites nacionais que eu nunca me canso de entrar  <img src='http://culturadigital.br/curaloucura/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Capitalismo selvagem</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez fui vítima de uma empresa sem escrúpulos. Desta vez, o causador foi o UOL. Quero declarar logo de início, jamais contratem serviços deles seja do Host, seja como provedor (um colega meu teve um amargo desprazer com uma multa de um domínio no Host). A história é uma antiga conhecida, você pede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez fui vítima de uma empresa sem escrúpulos. Desta vez, o causador foi o UOL. Quero declarar logo de início, jamais contratem serviços deles seja do Host, seja como provedor (um colega meu teve um amargo desprazer com uma multa de um domínio no Host).</p>
<p>A história é uma antiga conhecida, você pede um plano básico e eles te cobram o plano &#8220;master&#8221;, dizendo que não tem registros que você NÃO concordou.  Mas eles foram um pouco mais longe. Depois de me garantir que fizeram o extorno e que eu não teria que pagar nos próximos dois meses, no mês seguinte debitaram o plano &#8220;master&#8221; novamente.  Liguei para lá emputecido, querendo cancelar minha conta e ter o dinheiro extornado. A primeira atendente me confirmou que isso iria acontecer, mas quando fui transferido para o setor de cancelamento,  ela me falou que se eu cancelasse não teria direito ao extorno, pois isso é dado como um benefício aos clientes. COMO ASSIM? ELES ME ROUBARAM DINHEIRO E SE EU CANCELAR O PÉSSIMO SERVIÇO EU NÃO TENHO O DIREITO DE TER O MEU DINHEIRO DE VOLTA?</p>
<p>E agora, vou ter que correr atrás de todas as formas possíveis de divulgar esse absurdo e ter o meu dinheiro.</p>
<p>Pior que esse não foi o único caso, primeiro foi a bendita Brasil Telecom (que o diabo a tenha) que me garantiu que em dois meses eu teria 3G no meu bairro. Seis meses depois eu não tinha 3G, não tinha &#8220;direito&#8221; de reclamar porque tinha passado muito tempo, e ao cancelar o serviço, dá-lhe multa.</p>
<p>Fora a velha história da Sony que coloquei no meu <a href="http://my.opera.com/curaloucura/blog/2009/08/28/i-will-never-buy-a-software-again" target="_blank">antigo blog</a>.</p>
<p>Depois dessa última situação, decidi nunca mais usar softwares proprietários, agora, estou quase decidindo por me tornar freegan, mas já sou homossexual, nerd e vegan, acho que mais um rótulo e eu vou estar totalmente à margem da sociedade.</p>
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		<title>Fazendo compras</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje foi dia de fazer umas compras. Compras de domínio, hospedagem, serviços e afins, preparando o terreno para o novo site que irei lançar, e que na verdade considero como o primeiro projeto pessoal concluído. Essa experiência é sempre interessante, pois para mim, a capacidade de criar algo que esteja acessível a todos é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foi dia de fazer umas compras. Compras de domínio, hospedagem, serviços e afins, preparando o terreno para o novo site que irei lançar, e que na verdade considero como o primeiro projeto pessoal concluído.<br />
Essa experiência é sempre interessante, pois para mim, a capacidade de criar algo que esteja acessível a todos é muito desafiador, onde tento focar todas as minhas forças para concluir.<br />
Prova disso é que faz três dias que praticamente não saio do computador, descobrindo e vencendo várias barreiras.<br />
Comprei os domínios, o sistema está pronto, os livros já estão traduzidos e falta serem revisados e diagramados, e assim, me delicio com a satisfação de auto-estima alcançada, de superação dos próprios limites.<br />
E me pergunto, por que Deus quis, mesmo assim, que eu só conseguisse ter internet discada aqui na minha casa.<br />
Isso frustra qualquer nerd.</p>
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		<title>O que eu queria ter dito no 10em10</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 00:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>curaloucura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[revolução digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Cultura digital está além do orkut, e esta é minha introdução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7" src="http://culturadigital.br/curaloucura/files/2009/10/digital-culture-2.jpg" alt="digital-culture-2" width="340" height="249" /></p>
<p>Há algum tempo estou em processo de ativismo encubado. Várias situações em minha vida estão me mostrando um caminho sólido e conciso sobre o que significa cultura digital em prol de uma modesta revolução social. Hoje, ter visto um tweet sobre a conversa com Pierre Levy, Gilberto Gil e outros ao vivo, foi uma delas, e essa conversa que me trouxe a conhecer este site e a escrever aqui.</p>
<p>Bem, foi muito importante para mim ter visto a discussão, já que isso me fomentou uma iniciativa mais social do que a princípio eu pensava que seria essa revolução, além de me dar a segurança de que isso é algo que está sendo discutido não só no âmbito individual, mas no âmbito político. Assim, com tantas idéias sugeridas numa discussão como a de hoje, muitos dos meus argumentos ficaram mais claros, e tentarei expor os principais.</p>
<p>Primeiramente, a questão de que o governo e os grupos sociais devem estimular de maneira mais contundente o desenvolvimento de softwares livres em prol da população nacional, apesar de saber que isso entra em conflito com interesses comerciais. Esta certeza tive ao estar cansado de, por ter restrições financeiras claras para adquirir softwares como Adobe Suite, assumir a posição de quase todos os usuários domésticos e apelar para os crackers, sentindo a culpa de ser um contra-lei,  porém sem maiores opções disponíveis. Além disso, precisei de um software de edição de vídeo e encontrei um por U$80, que aparentemente iria suprir minha necessidade, porém, quando precisei de uma única funcionalidade específica, descobri que precisava adquirir a versão de U$650 para tê-la. Neste momento formatei meu computador e apesar das diversas dificuldades, instalei o Linux e decidi que nunca mais iria utilizar softwares comerciais para projetos pessoais, pelo menos. Com esta certeza, eu sinto que não há políticas públicas a estimular por exemplo, a aquisição de computadores baseando-se nessa cultura, pelo menos, isso não chega até meu círculo social, tendo que ser um hacker para situar-se confortavelmente neste ambiente, lidando com diversos conflitos que um usuário final desistiria de continuar a trabalhar em cima dele.</p>
<p>Além  disso, tenho diversos planos de sites que vejo como benéficos para a população, porém, sem condições de pagar seus U$80 mensais para a infra-estrutura que todos esses sites iriam necessitar, além de registros anuais de domínios (sem considerar as iniciativas privadas ou estrangeiras), e nesta situação tenho três direções a seguir, partir para uma visão comercial, o que deturpa o princípio social dos sites que pretendo desenvolver,  apelar para publicidade ou doações, que também interferem na clareza da assimilação do conteúdo e por fim pagar de meu próprio bolso, o que acho incoerente. Com isso, solicito atenção a esta situação, pois além de democratizar o acesso, entendo ser necessário a disponibilização de um meio de gerar conteúdos de maneira estruturada que não recaia no interesse individual mas de um grupo, fugindo assim das restrições impostas pelo formato de blog ou de ferramentas pré-prontas que não permitem que pessoas com conhecimentos avançados de web, como eu que trabalho na área, possam desenvolver ferramentas sociais de maneira transparente conseguindo, assim, uma efetiva democratização do conteúdo.</p>
<p>Também gostaria de ter um canal aberto com o governo e com organizações não governamentais para fomentar a produção de material que seja socialmente positivo e tenha bases para uma mudança social aquém dos interesses de empresas e veja o custo real incluindo o impacto ambiental e na saúde da população brasileira dos costumes enraigados proporcionando assim incentivos para uma mudança social tanto na vida das pessoas quanto no meio-ambiente e diretamente impactando na vida de milhões de animais e na desigualdade social, na falta de terras produtivas gerando inclusive movimentos como Sem-Terra e continuam a favorecer a fome em nosso país e a destruição de nossas florestas.</p>
<p>E por fim, como ex-estudante de artes visuais e ciente que o conteúdo protegido por leis de copyright possam limitar as ações criativas, solicito uma atenção de maneira abrangente sobre a forma como a produção de conteúdo cultural possa ser acessível e distribuída com os devidos incentivos do governo, seguindo filosofias como a GPL, Creative Commons e a de Copyleft, além de produções culturais que identifiquem a sociedade brasileira amplamente reconhecida pelo Ministério da Cultura, recebam algum benefício que permita em prazo menor que o de Domínio Público, a serem utilizadas em outras produções artísticas e culturais que não irão depreciar o sentido inicial desta produção, servindo assim de biblioteca e uso comum para a liberdade de expressão daqueles produtores independentes sem que haja nenhum conflito com leis de copyright ou que o próprio custo de aquisição de produtos ou de conteúdo dificultem a sua produção. Além do que, como cultura digital, vejo não só a internet mas como todo meio de produção audio-visual que na esmagadora maioria das vezes, não está acessível ao cidadão brasileiro  e vejo como necessários ateliês digitais com além de computadores, equipamentos onde possam ser produzidos vídeos e outras mídias independentes de maneira democrática, e não mais restritos àqueles que tem poder aquisitivo, o que me exclui da equação no momento.</p>
<p>E assim, me introduzo neste primeiro post</p>
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