set 24

Educação e Criatividade no FabLearn Brasil 2016

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Na sessão de Posters e Demonstrações do 1º FabLearn Brasil, ocorrida em 10/09/2016, educadores e makers se reuniram para trocar experiências incríveis.

No vídeo abaixo, gostaria de destacar as chamadas: “Computação Física sem eletrônica no Ensino de programação” (eu Mário Sergio 1:14:13), logo após (1:14:51) Ângelo Beck http://www.mashenka.ecolabore.net/ (vale a pena visitar)  que realiza um magnífico trabalho a partir de modelagem de peças em 3D vetorial, e Eloir Rockenbach (1:13:13) com o consolidado já projeto https://jabutiedu.org, os quais tive oportunidade de conhecer e nos tornarmos amigos.

https://www.youtube.com/watch?v=7cKFmYlsAkA&feature=youtu.be&t=1h14m14s

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set 11

Granduino/Minduino no FabLearn Brasil 2016

O Projeto Granduino/Minduino apresentado na FabLab Brasil 2016, incentiva o educador Maker no ensino de programação abstraindo a complexidade da eletrônica.  Estamos preparando manuais faça-você-mesmo (passo-passo) para construção dos artefatos.  Cadastre seu endereço de email em NewsLetter (no rodapé dessa página) para ser notificado.

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FLBrasil2016_ MarioSergio_Poster

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jul 14

Projeto Granduino

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Este é o protótipo do Granduino, um objeto de aprendizagem para o ensino de programação e computação física para iniciantes, abstraindo o aprendizado de eletrônica (circuitos,componentes, protoboards…)

O vídeo abaixo mostra o Granduino em uso, aplicado em um projeto didático de domótica (automação residencial).   A programação pode ser feita de forma visual (arrastando e soltando blocos) baseada no google blockly, ou diretamente no Arduino IDE

https://youtu.be/zJX5S2bIxqM

Em breve mostraremos mais detalhes sobre o projeto.   Aguardem.

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abr 10

Ensino de programação com Robótica livre e comercial

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by Dialeto Digital

As grandes empresas fabricantes de brinquedos já despertaram para a necessidade de aliar o lúdico ao conhecimento tecnológico. A intenção é estimular o pensamento computacional nas crianças e jovens.  A Lego, famosa pelos seus tradicionais blocos de montar (e depois pelos robô MindStorms e Lego  Wedo); a Vivacity e a LittlesBits que já nasceram para ensino tecnológico, são bons exemplos mundiais.

code-a-pillar-body-image-615x400Recentemente a Fisher-Price, subsidiária da Mattel, uma gigante no setor de brinquedos, anunciou o Code-A-Pillar (que poderíamos traduzir como: “programe a coluna”), voltado para crianças em idade pré-escolar.  Esta simpática centopeia permite que seus movimentos de locomoção sejam programados a partir do reencaixe dos seguimentos do seu corpo, posicionando-os de maneiras distintas.

Infelizmente, a adoção desses artefatos educacionais, entre os outros (geralmente importados), tem custos proibitivos para grande parte das escolas e famílias brasileiras, principalmente depois que são somados todos os encargos de importação.  Cito aqui um caso prático, ao adquirir um dos kits mais básicos da LittlesBits no valor de 99 dólares na amazon.com, depois de somados os valores de frete e imposto de importação, eu precisei desembolsar R$ 500,00 (cotação em torno de R$3,00 em janeiro/2015).  Vale ressaltar que com este kit não se aprende programação, mas apenas noções de eletrônica, há outros ainda mais completos e caros.

roboticaLivreO uso de robôs para a introdução à programação de computadores é uma maneira de fazer “coisas no mundo real” se mexerem, acenderem, emitirem sons, etc.  Ou seja, programar as coisas físicas estimula o interesse dos iniciantes em programação.  É a chamada computação Física, veja este projeto motivador da UFSC: Computação na Escola. Felizmente, hoje é possível enveredar no mundo da computação física (que inclui a robótica) fazendo uso das plataformas Arduíno e Raspberry pi.  A popularização desses pequenos computadores que cabem no seu bolso (tanto em tamanho, como em valor), nos permite realizar coisas fantásticas, como por exemplo criar e programar o seu próprio robô.

Esses dispositivos tornaram possível a elaboração de objetos de aprendizagem de baixo custo,  com resultados similares e muitas vezes até melhores do que os produtos comerciais “prontos”, que passam a ser limitados depois de um certo período inicial de aprendizado.  O crescimento da oferta desses componentes eletrônicos contribuiu para os movimentos Maker e DIY (Faça você mesmo), no qual robistas e entusiastas em tecnologia compartilham seus projetos em sites e blogs, esbanjando conhecimento e criatividade (veja: criando um robô com arduino).    Mas não pensem que tudo não passa de geringonças com sucatas e gambiarras, também é possível encontrar projetos com aspectos bem profissionais, como é o caso do wall-e-arduino.

cubetoCertamente, um dos maiores entraves para adoção dessas plataformas na educação seja a necessidade do conhecimento de conceitos de eletrônica, e a familiarização com componentes como protoboard, jumpers e resistores, principalmente para crianças abaixo de 10 anos. Pensando nisso, já começam a aparecer iniciativas baseadas em arduino e raspberry pi, que abstraem a complexidade da eletrônica em prol do ensino de programação, como este interessante carrinho que é programado a partir de blocos de madeira.

Neste cenário, que tem sido chamado por especialistas de “A nova Revolução Industrial“, vimos que há opções para todos os gostos, bolsos e idades.  Portanto, a escola também precisa assumir seu papel de orientadora e incentivadora do ensino tecnológico.  Afinal, precisamos estimular nossos jovens a construírem, inventarem, personalizarem e experimentarem seus próprios robôs e tantos outros artefatos tecnológicos, e não somente serem “programadores de centopeias”.

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jul 14

Raspberry pi na Educação (Slides)

RASPEBEN UPTONContextualiza o cenário atual no qual o Raspberry pi é criado, e o apresenta como uma excelente ferramenta no ensino de Computação (e não somente informática), incluindo linguagens de programação, eletrônica e robótica.

(Este material é narrado durante palestras)

 

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jun 20

Palestra sobre Educação tecnológica com Raspberry Pi

Scoop.it

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O  Raspberry Pi é o menor e mais barato computador do mundo (custa 35 dólares).  Recentemente, ele passou a ser uma excelente alternativa para ensinar programação, eletrônica e robótica nas escolas.  Ele é um computador completo, e por isso, também pode ser utilizado para acessar a internet, escrever textos, planilhas de cálculos, aprender Linux, jogar, escutar musica…  Ufa!

Vivemos um momento de democratização do conhecimento e de incentivo ao aparecimento de jovens inventores e programadores, representado por movimentos como codeclubebrasilcode.org e makers  e internet das coisas.    Durante a palestra, veremos um Rasp em ação (como ele é carinhosamente chamado pela comunidade), e aprenderemos como fazer parte desse momento também.

O Raspberry PI e suas aplicações

O Raspberry PI e suas aplicações

O evento faz parte da semana TI Verde que ocorrerá na Unidade de Tecnologia do Senac/PE entre os dias 13 e 15 de Julho/2015, e contará também com diversas oficinas e uma exposição de automação residencial com Arduíno.

As palestras são gratuitas e têm início às 19:00 h do dia 13/07.  Mas, para garantir a participação é preciso realizar sua inscrição pelo site: http://www.utic.com.br/semanativerde.php .

O vídeo abaixo é uma excelente introdução do que será abordado na palestra Educação Tecnológica com Raspberry Pi.

Até lá !!

https://youtu.be/YJuYkrb_FLM?t=2s

Matéria: “Menor computador do mundo é vendido a preço de brinquedo”, exibida em 2013 pela Globo News.

Link para os Slides da palestra

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maio 04

Sua escola possui um Laboratório de Informática ou de Computação ?

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by Dialeto Digital

Com a revolução tecnológica ocorrida nos últimos 30 anos, e principalmente com a popularização dos PC´s (computadores pessoais),  pouco a pouco as escolas começaram a oferecer aos seus alunos os já populares laboratórios de informática (veja portal.mec.gov.br).   Essas salas equipadas com computadores; conexão com a internet; jogos; dispositivos multimídia; e aplicativos para edição de textos, fórmulas e desenho (ex.: word, excel, paint,…), passaram a ser essenciais para a inclusão digital de alunos e professores.

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Neste contexto, o computador é uma importante ferramenta multidisciplinar, que pode e deve ser utilizado como um instrumento facilitador do aprendizado do conteúdo das demais disciplinas.  Obviamente, isto só ocorre de forma satisfatória quando a escola possui um projeto pedagógico que busca inserir toda sua equipe e seus alunos em uma verdadeira cultura tecnológica (veja 7 passos para o futuro – revista nova escola).   (Infelizmente ainda há escolas onde o laboratório de informática é utilizado apenas pelos alunos, os quais o utilizam tão simplesmente para uso da internet, digitação de trabalhos escolares, ou pior, somente para acessar as redes sociais, em atividades extracurriculares. Mas isso já é outro assunto !)

Os benefícios advindos com o uso da informática na educação são inúmeros, tanto no ponto de vista pedagógico:

  • auxílio no conteúdo das disciplinas curriculares (uso de softwares e jogos educacionais); internet como fonte de pesquisa; comunicação entre alunos e professores.

Como no ponto de vista sócio-cultural:

  • quebra de barreiras geográficas para disseminação do conhecimento; estímulo à criatividade e à liberdade de expressão; contato com ferramentas necessárias ao seu futuro profissional.

Na perspectiva abordada até aqui, estamos falando de um “laboratório de informática” convencional (informática = informação + automática), o qual tem o papel de inserir o aluno na sociedade do conhecimento.  E mesmo que esse ambiente digital propicie um crescimento cultural e intelectual, o ensino da tecnologia em si, é puramente tecnicista.  Pois, quando fazemos uso da informática como instrumento ou ferramenta de inclusão digital (todas as palavras grifadas em negrito desde o início do texto), estamos formando usuários de tecnologia.

pensamento_computacional2São usuários, porque simplesmente escrevem um texto, enviam um email, jogam em rede, imprimem seu trabalho escolar, falam ao celular, recebem uma mensagem, mudam o canal da tv sem se levantar do sofá, recebem mensagens publicitárias exatamente com o produto que eles gostam (coincidência ?, será ???), a porta do shopping center se abre automaticamente quando eles passam (ufa !!!  É, isso também.).  Mas, eles não sabem o que acontece por trás de um clique com o mouse, e nem estão preocupados em entender como os computadores (celulares, tablets, o controle remoto, a porta do shopping…) conseguem fazer tudo isso.   Assim, sob esse ponto de vista, fica evidente que a maioria das escolas ensinam informática, mas não ainda computação, como ciência que desenvolve técnicas para a resolução de problemas e estimula ao pensamento computacional (veja: Por que Ensinar Computação nas Escolas?).

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Certamente, queremos formar jovens que tenham todas essas habilidades com a informática.  No entanto, há uma tendência natural de que esses jovens nativos digitais (Marc Prensky, veja nascidos na era da informação), já tenham uma facilidade incrível no que diz respeito ao uso de novos aplicativos/dispositivos tecnológicos (em alguns casos, até mais do que seus professores).  Por isso, a cada dia que passa, a escola terá um papel cada vez menor na formação de usuários de tecnologia. E ao invés disso, precisará investir (também) cada vez mais na formação de criadores de tecnologia.

Veja o que pensa Barack Obama sobre isso:

Dica: na parte inferior direita da tela clique no ícone Legenda CC e escolha português.

Felizmente, hoje há um vasto conteúdo para ensinar e aprender computação (de verdade), disponibilizado principalmente por iniciativas de abrangência mundial.  Vivemos um momento de democratização do conhecimento e de incentivo ao aparecimento de jovens inventores e programadores, momento este que é tão bem representado iniciativas como codeclubebrasilcode.org e makers (fazedores em português).

Portanto, é preciso estimular os nossos jovens a serem projetistas e desenvolvedores de tecnologia (equipamentos e programas). Caso contrário, nós, cidadãos de países em desenvolvimento como o Brasil, seremos eternos importadores, consumidores, e por fim, usuários de tecnologia.

Esse é o primeiro post que escrevo aqui no Dialeto Digital, e é sobre tudo isso que falarei nos próximos artigos. Até lá !

/* Curiosidades: o que já se falava sobre Informática na Educação no ano 2000 (e pensar que já se passaram 15 anos !!!).  */

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