Estados se mobilizam pela Economia da Cultura

  • Em reunião extraordinária do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, em Brasília, no último dia 13 de maio, treze secretários de Estado da Cultura assinaram uma Carta-Compromisso pelo qual governo federal e governos de Estado assumem cinco pontos para estimular a Economia Criativa no Brasil.

    A proposta foi elaborada pela Rede de Gestores Públicos da Economia Criativa, o Em Pauta, constituído por profissionais do Ministério da Cultra e das entidades gestoras da Cultura nos Estados que planeja e propõe

    O projeto trabalha com conceitos como:

    – Institucionalização;
    – Fomento, Promoção e Acesso;
    – Desenvolvimento Regional e Local;
    – Trabalho, Renda e Empreendedorismo;
    – Inovação e Direito Intelectual

    Por meio do documento, as autoridades afirmam o compromisso de consolidar a produção de indicadores e informações da Economia Criativa; aumentar e diversificar as linhas de financiamento e fomento para as cadeias produtivas no setor; e estimular a percepção cada vez mais clara de que a cultura pode gerar emprego e renda para o trabalhador brasileiro.

    Estudo conduzido pela PricewaterhouseCoopers aponta que o peso econômico do setor cultural no mundo passará de US$ 1,3 trilhão, em 2005, para US$ 1,8 trilhão, em 2010. A taxa de crescimento é de 6,6% ao ano, acima da média da economia mundial. A mesma pesquisa mostra que Brasil tem o maior setor criativo da América Latina. As atividades que compõem a economia criativa no país movimentaram US$ 11,540 bilhões em 2001 e US$ 14,648 bilhões em 2005 – ou 5% do PIB. Em 2010, o setor deve superar US$ 22 bilhões, com uma taxa de crescimento anual média de 8,4%.

    As políticas referendadas pelos secretários da Cultura dos Estados de Santa Catarina, Acre, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins, Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Maranhão, Pará, Bahia e Rio Grande do Norte.

    Clique aqui para ler a carta de compromissos do EmPauta.

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