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Acre traz Floresta Amazônica para o Festival

15 de setembro de 2010

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre inscreveu nove projetos no I Festival de Arte e Cultura da Rede Federal, que ocorre de 24 e 28 de novembro, no Distrito Federal.

Veja abaixo as atrações acreanas.

Apresentação de Marujada

Do Mar a Floresta - O Campus Cruzeiro do Sul inscreveu a Marujada, na categoria Dança Folclórica, tendo como parceiro o grupo: “Marujos do Brigue Esperança”. Com 20 componentes sob a coordenação da Professora Edilene Correia, coreografia de José Soares e regência de Raimundo Souza. Criada na Europa do século XVIII, a Marujada é uma manifestação cultural que se espalhou por diversas partes do mundo. A Marujada expressa a vida dos marinheiros, que passavam a maior parte de suas vidas no mar, com saudades de suas famílias, de suas casas e de seus amores. Esses sentimentos se transformaram em músicas e danças, e toda vez que atracavam em terra firme, realizavam grandes festas pelas ruas das cidades. Desde a década de 40, o povo de Cruzeiro do Sul, sob o comando do Seu Osvaldo Galego, integrou a Marujada no carnaval.  O cordão dos manjos do Brigue Esperança entravam nas casas para mostrarem suas músicas e danças animadas. Em troca, eram ofertadas comidas, bebidas e gorjetas para os brincantes.


Patrimônio Imaterial do Brasil - Reforçando a Capoeira como Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil, a coordenação de Extensão do IFAC – campus Rio Branco inscreveu no I Festival uma oficina de Iniciação a Capoeira, com a proposta de possibilitar um diálogo pedagógico de iniciação aos movimentos básicos da ginga, ataques e defesas, nos contextos da dança, luta, jogo e ginástica.  O grupo de jovens instrutores será liderado pelo mestre capoerista Cledir Amaral, professor de Educação Física do IFAC.

Musical - Alunos do Curso de Extensão de Teatro – Campus Rio Branco firmou parceria com a Cia de Teatro Mosaico, de Mato Grosso, para apresentar o espetáculo musical “O Auto da Estrela Guia”,  uma peça atemporal que se passa numa Jerusalém imaginária, com a encenação de um presépio sagrado e profano, cujos os personagens clássicos da história cristã tomam configurações contemporâneas e regionalíssimas. Os três reis magos Melchior, Balthazar e Gaspar depois de dar o calote em Herodes para contar-lhe sobre o nascimento do menino Jesus, levam de presente para o bebê, três preciosidades da culinária brasileira, Feijoada, Tacacá e arroz com pequi. Os figurinos e adereços fazem referência aos folguedos brasileiros: pastoril, dança do Congo e siriri. A direção é do professor de Artes do IFAC, Sandro Lucose.

Princesinha do Acre  - O grupo de Teatro Chapurys, do campus avançado de Xapuri, fez parceria com o Grupo Teatral Poronga, para remontar a história da conhecida “Princesinha do Acre” (foto), ou seja, o município de Xapuri, como se deu sua formação histórica , os principais episódios sociais e políticos ocorridos em suas ruas largas, casarões e seringais.  A coordenação é da professora Irineide França e a direção artística do aluno Getúlio Albuquerque.

Chico Mendes - A peça “Empate, vida e morte de Chico Mendes” conta a luta dos seringueiros nos empates liderados por Chico Mendes no município de Xapuri, cidade onde nasceu, viveu e morreu. Chico Mendes foi considerado o líder maior dos seringueiros e ficou internacionalmente famoso por sua luta contra a devastação da Floresta Amazônica.  O grupo de alunos de Xapuri tem a coordenação da professora Irineide França e direção artística do aluno Laudo Natel.

O nascimento do IFAC - Também de Xapuri o pedagogo Wemerson Fittipaldi está inscrito na categoria Fotografia do Festival. A mostra fotográfica “IFAC: o nascimento de um Instituto Federal no extremo Oeste do Brasil” traz imagens  que relatam parte do cotidiano desta unidade nestes seus primeiros 90 dias de vida: da posse dos primeiros servidores docentes e técnicos numa solenidade marcada pela Identidade Acreana, que teve como principal atração crianças do projeto Oficina da Floresta; sua primeira aula magna em que a aluna Maria de Nazaré emocionou declamando um poema de sua autoria sobre a Floresta Amazônica e a um momento de afinação no I Fórum de Gestores Educacionais do IFAC, numa brincadeira de palavras de ideias e aldeias. Em Preto e Branco a mostra também traz cenas de alunos dos cursos de Agroecologia e Meio Ambiente.

Palavras e pinturas - A Floresta Amazônica é ainda o foco de inspiração de outras três inscrições no I Festival de Arte e Cultura da Rede. Em artes visuais está inscrito o aluno Ademar de Almeida Lima, do campus avançado de Xapuri, com esculturas de madeira e nos painéis integrados (obras a serem produzidas na hora estão inscritos os alunos Roberto de Almeida (Xapuri),  Jordanes da Silva (Sena Madureira) e a jornalista Ana Cristina Santos (Reitoria). O grupo propõe montar o Painel Integrador: “A mata é uma escola” sob o prisma da Identidade/Cidadania. E ainda sobre o tema, está inscrita na modalidade literatura/poesia a aluna Maria de Nazaré do campus avançado de Xapuri. Sua produção em versos aborda “O Ciclo da Borracha”.

Ana Cristina Moreira dos Santos

 

 

Comentários(6) Comentários

Valéria Barros Nunes 15 de setembro

acre, sempre presente, com brilho e alegria

Raje lima 18 de setembro

a turma de capoiera do ifac …e so alegria

raje castro 19 de setembro

acre vai mostra sua cara..ai em brasilia…acre eu te amo..

Nanda 1 de outubro

MT-cáceres…Brasilia que nós espere….estamos chegando com tudo…

Alan 10 de outubro

Xapuri vai brilhar nesse festival…

Glauco 14 de outubro

É o Acre ae minha gente, estaremos neste festival mostrando todo nosso potencial e mais um pouco!!!
rumo a Brasília!

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