Conheça os Princípios Editoriais da BBC

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Este tópico contém respostas, possui 6 vozes e foi atualizado pela última vez por Foto de perfil de SHELA SHELA 2 semanas, 4 dias atrás.

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  • #5468

    Não Acabou o Amor, Só o Compromisso Isto Não é Banal, Está Com Um Novo Amor E Batalhou Por Isso, Mano Brown Seu Jorge e Dom Pixote(dance
    http://www.youtube.com/watch?v=HJbEB-bhOegVídeos relacionados

    #7332

    Não Acabou o Amor, Só o Compromisso Isto Não é Banal, Está Com Um Novo Amor E Batalhou Por Isso, Mano Brown Seu Jorge e Dom Pixote(dance
    http://www.youtube.com/watch?v=HJbEB-bhOegVídeos relacionados

    #5469

    =====================================================================
    Esta mensagem é um informe da APN – Agencia Petroleira de Noticias
    =====================================================================
    Campanha do petróleo intervém no ato dos royalties no Centro do Rio

     

     

    A campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso vai distribuir material próprio
    defendendo o projeto de lei do petróleo elaborado pelos movimentos sociais
    no ato público “Contra a covardia, em defesa do Rio”, convocado pelo governo
    e prefeituras do estado do Rio de Janeiro. A intenção dos governos
    fluminenses é pressionar o Congresso Nacional e o presidente Lula a não
    diminuir os royalties do petróleo recebidos pelos municípios e estado do Rio
    de Janeiro. A campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso fará concentração em
    frente à Transpetro (esquina da Av. Rio branco com Presidente Vargas) e
    distribuirá cerca de 50 mil panfletos com o título “Todos pelo Rio e pelo
    Brasil. Nem concessão nem partilha. Monopólio estatal!”

     

    Leia o texto do panfleto que será distrbuído durante o ato:

     

    Todos pelo Rio…. E pelo Brasil

     

    “O Estado do Rio de Janeiro vai falir!, Adeus, Copa do Mundo e Olimpíada!” –
    frases como essas são repetidas em cada esquina, desde que foi aprovada na
    Câmara de Deputados a Emenda Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que refaz a divisão
    dos royalties do petróleo de forma injusta, causando grande prejuízo a dois
    estados produtores  – Rio de Janeiro e Espírito Santo, em benefício dos
    demais.

     

    Diante desses fatos, a indignação da população fluminense e carioca é mais
    do que justa. Mas por que os brasileiros têm que brigar entre si,
    disputando, no máximo, 15% dos recursos provenientes do petróleo a ser
    extraído (parcela destinada aos royalties)? Essa disputa não pode nos cegar!
    Enquanto brigamos pela parte menor, sabe quem vai ficar com a parte do leão?
    São as multinacionais do petróleo!

     

    O ex-presidente Fernando Henrique acabou com o monopólio estatal do
    petróleo, que foi substituído pelo regime de concessão (Lei 9478/97). Com
    isso, permitiu que  empresas estrangeiras, através de leilões, se apropriem
    do petróleo extraído no solo e no mar do Brasil.

     

    O governo Lula está discutindo mudanças na atual lei do petróleo. Mas que
    serão válidas apenas para a região do pré-sal, onde o petróleo é extraído a
    cerca de 7 mil metros de profundidade. Nessas áreas, a nova lei prevê o
    “regime de partilha”, enquanto o “regime de concessão” continuaria valendo
    para as demais.

     

    Nem concessão nem partilha. Monopólio estatal!

     

    Pior é a cara de pau dos legisladores!  O relatório do deputado Henrique
    Alves (PMDB-RN) define que, no regime de partilha, os royalties estarão
    embutidos no custo de produção. Como a União terá que reembolsar as empresas
    do seu custo, quem acabará pagando é o povo brasileiro!

     

    Mas os movimentos sociais têm uma proposta diferente. Nem concessão nem
    partilha. Queremos a volta do monopólio estatal do petróleo. Afinal, quem
    tem petróleo tem crédito. Logo, não convence ninguém o argumento de que o
    Brasil não teria recursos financeiros para explorar o pré-sal. Além disso, a
    Petrobrás tem a melhor tecnologia do mundo em águas profundas e
    ultraprofundas. Nada justifica entregar o nosso “ouro negro” aos
    estrangeiros.

     

    O projeto dos movimentos sociais aguarda votação no Senado. Propomos a volta
    do monopólio estatal do petróleo e o controle social sobre as riquezas
    produzidas. Afinal, o cidadão comum sabe para onde vão os royalties? Na sua
    cidade, os royalties têm sido utilizados para melhorar as condições de vida
    do povo?

     

    Só a volta do monopólio estatal vai garantir gás mais barato para a
    população, investimentos em educação, saúde, moradia, reforma agrária e em
    energias limpas, para evitar a poluição do planeta!

     

    Vamos pensar grande! Todos estão convidados a se somarem a essa luta, que
    não é apenas pelos royalties do Rio de Janeiro, mas em favor das 27 unidades
    federativas e dos 5564 municípios brasileiros. Inclusive o seu.

     

    Pelo fim  dos leilões e da privatização! Pela volta do monopólio estatal do
    petróleo! E para que o petróleo seja usado a serviço de um projeto popular,
    sustentável e soberano!

     

    Fonte: Agência Petroleira de Notícias.

    #7333

    =====================================================================
    Esta mensagem é um informe da APN – Agencia Petroleira de Noticias
    =====================================================================
    Campanha do petróleo intervém no ato dos royalties no Centro do Rio

     

     

    A campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso vai distribuir material próprio
    defendendo o projeto de lei do petróleo elaborado pelos movimentos sociais
    no ato público “Contra a covardia, em defesa do Rio”, convocado pelo governo
    e prefeituras do estado do Rio de Janeiro. A intenção dos governos
    fluminenses é pressionar o Congresso Nacional e o presidente Lula a não
    diminuir os royalties do petróleo recebidos pelos municípios e estado do Rio
    de Janeiro. A campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso fará concentração em
    frente à Transpetro (esquina da Av. Rio branco com Presidente Vargas) e
    distribuirá cerca de 50 mil panfletos com o título “Todos pelo Rio e pelo
    Brasil. Nem concessão nem partilha. Monopólio estatal!”

     

    Leia o texto do panfleto que será distrbuído durante o ato:

     

    Todos pelo Rio…. E pelo Brasil

     

    “O Estado do Rio de Janeiro vai falir!, Adeus, Copa do Mundo e Olimpíada!” –
    frases como essas são repetidas em cada esquina, desde que foi aprovada na
    Câmara de Deputados a Emenda Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que refaz a divisão
    dos royalties do petróleo de forma injusta, causando grande prejuízo a dois
    estados produtores  – Rio de Janeiro e Espírito Santo, em benefício dos
    demais.

     

    Diante desses fatos, a indignação da população fluminense e carioca é mais
    do que justa. Mas por que os brasileiros têm que brigar entre si,
    disputando, no máximo, 15% dos recursos provenientes do petróleo a ser
    extraído (parcela destinada aos royalties)? Essa disputa não pode nos cegar!
    Enquanto brigamos pela parte menor, sabe quem vai ficar com a parte do leão?
    São as multinacionais do petróleo!

     

    O ex-presidente Fernando Henrique acabou com o monopólio estatal do
    petróleo, que foi substituído pelo regime de concessão (Lei 9478/97). Com
    isso, permitiu que  empresas estrangeiras, através de leilões, se apropriem
    do petróleo extraído no solo e no mar do Brasil.

     

    O governo Lula está discutindo mudanças na atual lei do petróleo. Mas que
    serão válidas apenas para a região do pré-sal, onde o petróleo é extraído a
    cerca de 7 mil metros de profundidade. Nessas áreas, a nova lei prevê o
    “regime de partilha”, enquanto o “regime de concessão” continuaria valendo
    para as demais.

     

    Nem concessão nem partilha. Monopólio estatal!

     

    Pior é a cara de pau dos legisladores!  O relatório do deputado Henrique
    Alves (PMDB-RN) define que, no regime de partilha, os royalties estarão
    embutidos no custo de produção. Como a União terá que reembolsar as empresas
    do seu custo, quem acabará pagando é o povo brasileiro!

     

    Mas os movimentos sociais têm uma proposta diferente. Nem concessão nem
    partilha. Queremos a volta do monopólio estatal do petróleo. Afinal, quem
    tem petróleo tem crédito. Logo, não convence ninguém o argumento de que o
    Brasil não teria recursos financeiros para explorar o pré-sal. Além disso, a
    Petrobrás tem a melhor tecnologia do mundo em águas profundas e
    ultraprofundas. Nada justifica entregar o nosso “ouro negro” aos
    estrangeiros.

     

    O projeto dos movimentos sociais aguarda votação no Senado. Propomos a volta
    do monopólio estatal do petróleo e o controle social sobre as riquezas
    produzidas. Afinal, o cidadão comum sabe para onde vão os royalties? Na sua
    cidade, os royalties têm sido utilizados para melhorar as condições de vida
    do povo?

     

    Só a volta do monopólio estatal vai garantir gás mais barato para a
    população, investimentos em educação, saúde, moradia, reforma agrária e em
    energias limpas, para evitar a poluição do planeta!

     

    Vamos pensar grande! Todos estão convidados a se somarem a essa luta, que
    não é apenas pelos royalties do Rio de Janeiro, mas em favor das 27 unidades
    federativas e dos 5564 municípios brasileiros. Inclusive o seu.

     

    Pelo fim  dos leilões e da privatização! Pela volta do monopólio estatal do
    petróleo! E para que o petróleo seja usado a serviço de um projeto popular,
    sustentável e soberano!

     

    Fonte: Agência Petroleira de Notícias.

    #5470

    Notícias

    Conselho da EBC deve ser composto por representantes da sociedade, e não por personalidades

    21/03/2010 | Candice Cresqui FNDC

     

    O termo público contém as noções de coletividade e de pertencimento. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é uma entidade pública e, portanto, espera-se que o seu Conselho Curador seja composto pelos diversos segmentos da sociedade brasileira e escolhidos por ela, e não por personalidades. O órgão deve ter ainda entre seus membros entidades organicamente ligadas ao campo da comunicação, identificados com a causa fim de emissoras públicas. Essa premissa é considerada fundamental pelos representantes de entidades ligadas à democratização da comunicação. Conforme o Edital 01/2010, três novos nomes para o referido conselho devem ser indicados até o próximo dia 09 de abril.

    A atual representação da sociedade civil no Conselho Curador da EBC é formada, em sua maioria, por personalidades que não representam o conjunto dos brasileiros. A escolha final dos seus membros, feita pelo Presidente da República com base em uma lista tríplice, “não considera o direito de escolha da sociedade”, afirma Nascimento Silva, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) e um dos coordenadores executivos do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). O conselho formado por notáveis (veja composição) teve como efeito a falta de compromisso de muitos membros que não o entendem como espaço de participação fundamental da sociedade.

    Modelo inadequado

    Esse modelo de composição tem dois problemas, de acordo com Carolina Ribeiro, do Coletivo Intervozes. “O primeiro é jogar na mão do Presidente a indicação de um conselho que, em tese, não pode responder aos anseios de um ou outro governo. O segundo é ter personalidades sem qualquer respaldo nas várias representações que existem na sociedade”, expõe.

    Segundo Cláudio Márcio Magalhães, presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU) a escolha dos integrantes pelo Presidente da República demonstra que o critério para a nomeação é pessoal. “Não podemos chamá-lo democrático”, afirma, sugerindo que o Conselho seja formado por entidades e não por pessoas físicas. Magalhães considera legítimas as indicações do governo, por se tratar de um órgão público, mas pondera que “se a ideia é se distanciar do modelo estatal, o Conselho deve ser representativo de entidades de interesse público”.

    Representação da sociedade

    Ao ampliar o perfil do Conselho legitima-se o seu caráter múltiplo para que as suas atividades contemplem os diversos segmentos da sociedade brasileira. Representações de organizações diretamente ligadas à comunicação garantiriam ao Conselho uma interlocução maior. Carolina Ribeiro salienta a necessidade de que haja algum mecanismo para garantir a participação dessas instituições no Conselho. “Não defendendo que seja um conselho hegemonizado por essas entidades, mas que esses setores organicamente ligados à comunicação façam parte”, ressalva.

    Roseli Goffman, representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP) na Coordenação Executiva do FNDC, adverte que o Conselho não deve ter caráter corporativista, com representação somente de trabalhadores. “Ele precisa ser um órgão colegiado, com todos os segmentos da sociedade civil, além da representação do Estado, para que possa possam ampliar a produção de conteúdo, contemplando a regionalidade e a diversidade”, opina. Tal representação deve abarcar também o setor empresarial.

    Definir políticas públicas

    No organograma da EBC o Conselho deveria ocupar um espaço deliberativo mesmo, numa relação direta e mais autônoma em relação ao Governo e mais efetiva e positiva em relação à direção e às políticas adotadas pela empresa, avalia Celso Schröder, coordenador geral do FNDC. Esse seria o espaço para definir as ações da entidade e não o contrário, como ocorre hoje, “onde as políticas são determinadas pela parte executiva e levadas para o Conselho aprovar, ou dar a sua opinião, o seu palpite”, critica o presidente da ABTU.

    Para Magalhães o órgão deve ter como principal atribuição definir as políticas públicas de atuação das emissoras de rádio e televisão que compõem a EBC. “Ou seja, decidir o que vai ser determinado. Qual é a linha da grade de programação? Quais os tipos de programas que deve ter a EBC? Quais são os editais que devem sair em relação a essa política? Qual é política de expansão? De cobertura em todo o país? De relacionamento com redes? Essas discussões é que devem estar no bojo do Conselho”, acredita Magalhães.

    Consulta à sociedade

    O processo de consulta pública instalado pela EBC para a renovação de três integrantes do Conselho Curador (leia aqui), embora seja positivo, é limitado porque será mais finalizador do que definidor dos novos conselheiros. Na opinião de Nascimento a consulta “deixa a desejar quando se sabe que a lista tríplice pode não contemplar o nome que melhor atenderia a forma social de construção da EBC”.

    Além disso, ao colocar sob a responsabilidade do próprio Conselho definir os nomes para a aprovação final do Presidente, o órgão corre o risco de tornar-se auto-referente. “O que acontece um pouco com a Fundação Padre Anchieta, da TV Cultura. Ao decidir sobre ele mesmo não tem a permeabilidade necessária para a sociedade poder participar”, compara a Carolina.

    Articulação social

    Nascimento acredita que embora o tempo seja curto, é preciso articular as entidades que lutam pela comunicação pública para tentar influir na escolha. “Sob pena de, mais tarde, termos mais um presidente do Conselho Curador da EBC sem nenhum compromisso com a democratização da comunicação como é hoje”, alerta.

    Carolina corrobora a declaração de Nascimento ao dizer que os movimentos por uma comunicação democrática têm o papel de promover o debate público sobre as atribuições do conselho e as questões chaves para a EBC, definindo uma plataforma mínima que sirva de horizonte para esses novos conselheiros. “Cabe a nós, que militamos na área, fortalecer esse processo de consulta em torno de candidaturas que apresentam plataformas, pactuando alguns princípios que devem se respeitados independente de quem vai ser o candidato”, afirma.

    #7334

    Notícias

    Conselho da EBC deve ser composto por representantes da sociedade, e não por personalidades

    21/03/2010 | Candice Cresqui FNDC

     

    O termo público contém as noções de coletividade e de pertencimento. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é uma entidade pública e, portanto, espera-se que o seu Conselho Curador seja composto pelos diversos segmentos da sociedade brasileira e escolhidos por ela, e não por personalidades. O órgão deve ter ainda entre seus membros entidades organicamente ligadas ao campo da comunicação, identificados com a causa fim de emissoras públicas. Essa premissa é considerada fundamental pelos representantes de entidades ligadas à democratização da comunicação. Conforme o Edital 01/2010, três novos nomes para o referido conselho devem ser indicados até o próximo dia 09 de abril.

    A atual representação da sociedade civil no Conselho Curador da EBC é formada, em sua maioria, por personalidades que não representam o conjunto dos brasileiros. A escolha final dos seus membros, feita pelo Presidente da República com base em uma lista tríplice, “não considera o direito de escolha da sociedade”, afirma Nascimento Silva, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) e um dos coordenadores executivos do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). O conselho formado por notáveis (veja composição) teve como efeito a falta de compromisso de muitos membros que não o entendem como espaço de participação fundamental da sociedade.

    Modelo inadequado

    Esse modelo de composição tem dois problemas, de acordo com Carolina Ribeiro, do Coletivo Intervozes. “O primeiro é jogar na mão do Presidente a indicação de um conselho que, em tese, não pode responder aos anseios de um ou outro governo. O segundo é ter personalidades sem qualquer respaldo nas várias representações que existem na sociedade”, expõe.

    Segundo Cláudio Márcio Magalhães, presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU) a escolha dos integrantes pelo Presidente da República demonstra que o critério para a nomeação é pessoal. “Não podemos chamá-lo democrático”, afirma, sugerindo que o Conselho seja formado por entidades e não por pessoas físicas. Magalhães considera legítimas as indicações do governo, por se tratar de um órgão público, mas pondera que “se a ideia é se distanciar do modelo estatal, o Conselho deve ser representativo de entidades de interesse público”.

    Representação da sociedade

    Ao ampliar o perfil do Conselho legitima-se o seu caráter múltiplo para que as suas atividades contemplem os diversos segmentos da sociedade brasileira. Representações de organizações diretamente ligadas à comunicação garantiriam ao Conselho uma interlocução maior. Carolina Ribeiro salienta a necessidade de que haja algum mecanismo para garantir a participação dessas instituições no Conselho. “Não defendendo que seja um conselho hegemonizado por essas entidades, mas que esses setores organicamente ligados à comunicação façam parte”, ressalva.

    Roseli Goffman, representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP) na Coordenação Executiva do FNDC, adverte que o Conselho não deve ter caráter corporativista, com representação somente de trabalhadores. “Ele precisa ser um órgão colegiado, com todos os segmentos da sociedade civil, além da representação do Estado, para que possa possam ampliar a produção de conteúdo, contemplando a regionalidade e a diversidade”, opina. Tal representação deve abarcar também o setor empresarial.

    Definir políticas públicas

    No organograma da EBC o Conselho deveria ocupar um espaço deliberativo mesmo, numa relação direta e mais autônoma em relação ao Governo e mais efetiva e positiva em relação à direção e às políticas adotadas pela empresa, avalia Celso Schröder, coordenador geral do FNDC. Esse seria o espaço para definir as ações da entidade e não o contrário, como ocorre hoje, “onde as políticas são determinadas pela parte executiva e levadas para o Conselho aprovar, ou dar a sua opinião, o seu palpite”, critica o presidente da ABTU.

    Para Magalhães o órgão deve ter como principal atribuição definir as políticas públicas de atuação das emissoras de rádio e televisão que compõem a EBC. “Ou seja, decidir o que vai ser determinado. Qual é a linha da grade de programação? Quais os tipos de programas que deve ter a EBC? Quais são os editais que devem sair em relação a essa política? Qual é política de expansão? De cobertura em todo o país? De relacionamento com redes? Essas discussões é que devem estar no bojo do Conselho”, acredita Magalhães.

    Consulta à sociedade

    O processo de consulta pública instalado pela EBC para a renovação de três integrantes do Conselho Curador (leia aqui), embora seja positivo, é limitado porque será mais finalizador do que definidor dos novos conselheiros. Na opinião de Nascimento a consulta “deixa a desejar quando se sabe que a lista tríplice pode não contemplar o nome que melhor atenderia a forma social de construção da EBC”.

    Além disso, ao colocar sob a responsabilidade do próprio Conselho definir os nomes para a aprovação final do Presidente, o órgão corre o risco de tornar-se auto-referente. “O que acontece um pouco com a Fundação Padre Anchieta, da TV Cultura. Ao decidir sobre ele mesmo não tem a permeabilidade necessária para a sociedade poder participar”, compara a Carolina.

    Articulação social

    Nascimento acredita que embora o tempo seja curto, é preciso articular as entidades que lutam pela comunicação pública para tentar influir na escolha. “Sob pena de, mais tarde, termos mais um presidente do Conselho Curador da EBC sem nenhum compromisso com a democratização da comunicação como é hoje”, alerta.

    Carolina corrobora a declaração de Nascimento ao dizer que os movimentos por uma comunicação democrática têm o papel de promover o debate público sobre as atribuições do conselho e as questões chaves para a EBC, definindo uma plataforma mínima que sirva de horizonte para esses novos conselheiros. “Cabe a nós, que militamos na área, fortalecer esse processo de consulta em torno de candidaturas que apresentam plataformas, pactuando alguns princípios que devem se respeitados independente de quem vai ser o candidato”, afirma.

    #11407
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    aradralami
    Participante

    Seu Jorge,Ele é muito bom em todas as canções; situações em q. todos nós, se não vivemos, pelo menos, conhecemos. Voz grave e bela, inerente da raça!

    #11454
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    SHELA
    Participante

    Shela stands for Self Help Employment Link App. It is a UK-based video recruitment platform where candidates make a Video Resume for the employers to view. This gives candidates an opportunity to showcase and highlight their personality and character to their potential employers while also giving recruiters a chance to see the real people behind applications.

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