Cinema Digital – Democratização da sétima arte

Cinema D e 3D: Ações urgentes e necessárias do governo

Este tópico contém respostas, possui 3 vozes e foi atualizado pela última vez por Foto de perfil de Fernão Lopes Fernão Lopes 9 anos, 5 mes atrás.

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    Takashi Tome
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    Olá pessoal. Trago aqui alguns comentários do Laércio Silva, da TV Comunitária de Campo Grande/MS e documentarista. O Laércio tem produzido importante registro videográfico do Pantanal. Antes que acabem com ela.

     

    Inicialmente, o Laércio chama a atenção para as mudanças que estão ocorrendo no mercado de distribuição (ou seja, nas cadeias de salas de exibição), em que a película está sendo substituída pelo digital 4K:

     

    “A AMC Entertainment, segunda maior rede de exibição cinematográfica dos Estados Unidos, com 309 cinemas totalizando 4.628 salas espalhadas por cinco países, estabeleceu um acordo com a Sony Electronics para instalar sistemas de projeção de cinema digital 4K em seu circuito, tornando-se a maior nesse tipo de tecnologia.”

    Recentementa, a Sony “firmou parceria com a RealD para a instalação de uma rede de salas de exibição de filmes 3D em 4K.”

     

    A proliferação do cinema digital se explica pelo fato dessa tecnologia baratear bastante a produção, embora em termos de qualidade visual a película ainda seja um pouco melhor que o 4K. Isso está mudando rapidamente, com a introdução do 3D.

     

    No exterior, uma boa camera para captação em 4K pode ser adquirida na faixa de 20~30 mil dólares.  (Panasonic blows it out with 3D Blu-ray deck, HDTVs, channels and $21k camcorder
    http://www.engadget.com/2010/01/06/panasonic-blows-it-out-with-3d-blu-ray-deck-hdtvs-channels-and/).
    No Brasil, esse preço dobra ou triplica por causa dos impostos.

     

    Nesse sentido, o Laércio propõe que haja uma redução de impostos de importação para esse tipo de equipamento, pelo menos para os documentaristas e produtores registrados.
    Afinal, dentro da lógica de incentivar a produção cultural brasileira, o acesso facilitado aos equipamentos deveria fazer parte da política governamental, assim como ocorre com os setores industriais ou os taxistas.

    #5590

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    Esta mensagem é um informe da APN – Agencia Petroleira de Noticias
    =====================================================================
    CAMPANHA O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO NO FÓRUM SOCIAL URBANO

    Exibição do filme ‘A Grande Partida – Anos de Chumbo’ seguido de debate com
    Antônio Modesto da Silveira (advogado de presos políticos e deputado federal
    responsável por encaminhar a Lei da Anistia), Francisco Soriano (escritor,
    sindicalista e economista), Francisco Mendes (ex-preso político e
    historiador) e Rubin Aquino (ex-preso político, professor de história e
    escritor).

    O Fórum Social Urbano surge da necessidade de propiciar o diálogo, a troca
    de experiências, a expressão da diversidade e o fortalecimento das
    articulações entre coletivos de movimentos sociais e organizações que
    discutem a cidade e lutam por uma sociedade igualitária no mundo inteiro. A
    campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso se insere nesse processo para ampliar
    o debate da exploração desse precioso recurso natural dentro de um contexto
    de desenvolvimento social, redução das desigualdades, soberania popular e
    mudança de matriz energética.

     

    O Brasil discute a mudança na legislação do petróleo. Em contraposição ao
    entreguismo do modelo atual de concessões (instaurado por FHC) e as
    limitações do regime de partilha apresentado pelo Governo Lula, a campanha O
    Petróleo Tem que Ser Nosso defende o projeto dos movimentos sociais. O
    monopólio estatal do petróleo, com a Petrobrás 100% estatal e pública,
    investimento massivo em energias limpas e destinação dos recursos do
    petróleo para a resolução dos graves problemas brasileiros de saúde,
    educação, moradia, reforma agrária, previdência. Esses são alguns dos pontos
    do projeto popular.

     

    A polêmica dos royalties esquenta a discussão sobre marco regulatório para o
    setor. O difícil  cenário de pouco envolvimento da população com o debate do
    petróleo muda radicalmente. Todo mundo só fala em royalties. Defendemos essa
    compensação financeira para estruturação local e superação dos impactos
    ambientais, sociais e econômicos advindas da atividade petrolífera. Mas todo
    o povo brasileiro precisa se beneficiar dessa riqueza, por isso, temos que
    lutar pelos 15% dos recursos do petróleo destinados ao pagamento dos
    royalties, mas temos que exigir que os outros 85% também sejam do povo
    brasileiro. Não podemos deixar que as multinacionais levem nossos recursos
    naturais. Chega de leilões! Chega de privatização! Temos que gritar bem alto
    e utilizar a riqueza do petróleo na construção de um projeto popular, justo,
    soberano e ecológico para o país, que aponte a substituição dos poluentes
    combustíveis fósseis por energias limpas.

     

    Apostamos no Fórum Social Urbano como um importante espaço de diálogo,
    reflexão coletiva e construção de caminhos de luta. A campanha O Petróleo
    Tem que Ser Nosso se soma nesse esforço para a construção de uma sociedade
    justa e igualitária. Veja no verso desse panfleto as atividades organizadas
    pelo Sindipetro-RJ dentro do FSU e participe!

     

     

    Programação da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso no Fórum Social Urbano

     

    Terça-feira, 23 de março, às 14h30 (na sala G)

     

    Debate Ditadura, Direitos Humanos e Cidadania

     

    Exibição do filme ‘A Grande Partida – Anos de Chumbo’ seguido de debate com
    Antônio Modesto da Silveira (advogado de presos políticos e deputado federal
    responsável por encaminhar a Lei da Anistia), Francisco Soriano (escritor,
    sindicalista e economista), Francisco Mendes (ex-preso político e
    historiador) e Rubin Aquino (ex-preso político, professor de história e
    escritor).

     

    Quarta-feira, 24 de março, às 19h30 (no palco principal no térreo da Ação da
    Cidadania)

     

    Ato político-cultural “O Petróleo Tem Que Ser Nosso” com Show da Orquestra
    Voadora

     

    A música desse conjunto faz o uso não tradicional ao misturar instrumentos
    de sopro e percussão em um repertório inusitado. O som da Orquestra Voadora
    contagiou multidões durante o carnaval. Não será diferente no Fórum Social
    Urbano. A apresentação da Orquestra Voadora faz parte do ato político da
    campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, movimento contra a privatização do
    petróleo e gás, em defesa do monopólio estatal e da Petrobrás 100% pública.
    A campanha lançará o primeiro concurso de texto, imagem e trabalhos
    universitários sobre petróleo, com o tema ‘Petróleo: para quê e para quem? O
    futuro do Brasil em nossas mãos’.

     

    Quinta-feira, 25 de março, às 16h30 (na sala G)

     

    Debate Petróleo, Royalties, Cidade e Meio Ambiente

    Emanuel Cancela (Coordenador Geral do Sindipetro-RJ), Ildo Sauer (Professor
    da USP e ex-Diretor da Petrobrás), Marcos Arruda (Sócio-Economista do PACS)
    e Carlos Lessa (Professor, ex-Reitor da UFRJ e ex-Presidente do BNDES)

     

    Pegue materiais diversos da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso e se
    cadastre para participar desse movimento na banca do Sindipetro-RJ montada
    no Fórum Social Urbano, no térreo do espaço da Ação da Cidadania. Mais
    informações: Agência Petroleira de Notícias do Sindipetro-RJ (Av. Passos,
    34, Centro do Rio * 3852-0148 r.232 * http://www.apn.org.br)

     

    FSU acontece de 22 a 26 de março, no Centro Cultural da Ação da Cidadania,

    na Zona Portuária do Rio (Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, próximo à Praça
    Mauá).

     

    Fonte: Agência Petroleira de Notícias

    #7454

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    Esta mensagem é um informe da APN – Agencia Petroleira de Noticias
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    CAMPANHA O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO NO FÓRUM SOCIAL URBANO

    Exibição do filme ‘A Grande Partida – Anos de Chumbo’ seguido de debate com
    Antônio Modesto da Silveira (advogado de presos políticos e deputado federal
    responsável por encaminhar a Lei da Anistia), Francisco Soriano (escritor,
    sindicalista e economista), Francisco Mendes (ex-preso político e
    historiador) e Rubin Aquino (ex-preso político, professor de história e
    escritor).

    O Fórum Social Urbano surge da necessidade de propiciar o diálogo, a troca
    de experiências, a expressão da diversidade e o fortalecimento das
    articulações entre coletivos de movimentos sociais e organizações que
    discutem a cidade e lutam por uma sociedade igualitária no mundo inteiro. A
    campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso se insere nesse processo para ampliar
    o debate da exploração desse precioso recurso natural dentro de um contexto
    de desenvolvimento social, redução das desigualdades, soberania popular e
    mudança de matriz energética.

     

    O Brasil discute a mudança na legislação do petróleo. Em contraposição ao
    entreguismo do modelo atual de concessões (instaurado por FHC) e as
    limitações do regime de partilha apresentado pelo Governo Lula, a campanha O
    Petróleo Tem que Ser Nosso defende o projeto dos movimentos sociais. O
    monopólio estatal do petróleo, com a Petrobrás 100% estatal e pública,
    investimento massivo em energias limpas e destinação dos recursos do
    petróleo para a resolução dos graves problemas brasileiros de saúde,
    educação, moradia, reforma agrária, previdência. Esses são alguns dos pontos
    do projeto popular.

     

    A polêmica dos royalties esquenta a discussão sobre marco regulatório para o
    setor. O difícil  cenário de pouco envolvimento da população com o debate do
    petróleo muda radicalmente. Todo mundo só fala em royalties. Defendemos essa
    compensação financeira para estruturação local e superação dos impactos
    ambientais, sociais e econômicos advindas da atividade petrolífera. Mas todo
    o povo brasileiro precisa se beneficiar dessa riqueza, por isso, temos que
    lutar pelos 15% dos recursos do petróleo destinados ao pagamento dos
    royalties, mas temos que exigir que os outros 85% também sejam do povo
    brasileiro. Não podemos deixar que as multinacionais levem nossos recursos
    naturais. Chega de leilões! Chega de privatização! Temos que gritar bem alto
    e utilizar a riqueza do petróleo na construção de um projeto popular, justo,
    soberano e ecológico para o país, que aponte a substituição dos poluentes
    combustíveis fósseis por energias limpas.

     

    Apostamos no Fórum Social Urbano como um importante espaço de diálogo,
    reflexão coletiva e construção de caminhos de luta. A campanha O Petróleo
    Tem que Ser Nosso se soma nesse esforço para a construção de uma sociedade
    justa e igualitária. Veja no verso desse panfleto as atividades organizadas
    pelo Sindipetro-RJ dentro do FSU e participe!

     

     

    Programação da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso no Fórum Social Urbano

     

    Terça-feira, 23 de março, às 14h30 (na sala G)

     

    Debate Ditadura, Direitos Humanos e Cidadania

     

    Exibição do filme ‘A Grande Partida – Anos de Chumbo’ seguido de debate com
    Antônio Modesto da Silveira (advogado de presos políticos e deputado federal
    responsável por encaminhar a Lei da Anistia), Francisco Soriano (escritor,
    sindicalista e economista), Francisco Mendes (ex-preso político e
    historiador) e Rubin Aquino (ex-preso político, professor de história e
    escritor).

     

    Quarta-feira, 24 de março, às 19h30 (no palco principal no térreo da Ação da
    Cidadania)

     

    Ato político-cultural “O Petróleo Tem Que Ser Nosso” com Show da Orquestra
    Voadora

     

    A música desse conjunto faz o uso não tradicional ao misturar instrumentos
    de sopro e percussão em um repertório inusitado. O som da Orquestra Voadora
    contagiou multidões durante o carnaval. Não será diferente no Fórum Social
    Urbano. A apresentação da Orquestra Voadora faz parte do ato político da
    campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, movimento contra a privatização do
    petróleo e gás, em defesa do monopólio estatal e da Petrobrás 100% pública.
    A campanha lançará o primeiro concurso de texto, imagem e trabalhos
    universitários sobre petróleo, com o tema ‘Petróleo: para quê e para quem? O
    futuro do Brasil em nossas mãos’.

     

    Quinta-feira, 25 de março, às 16h30 (na sala G)

     

    Debate Petróleo, Royalties, Cidade e Meio Ambiente

    Emanuel Cancela (Coordenador Geral do Sindipetro-RJ), Ildo Sauer (Professor
    da USP e ex-Diretor da Petrobrás), Marcos Arruda (Sócio-Economista do PACS)
    e Carlos Lessa (Professor, ex-Reitor da UFRJ e ex-Presidente do BNDES)

     

    Pegue materiais diversos da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso e se
    cadastre para participar desse movimento na banca do Sindipetro-RJ montada
    no Fórum Social Urbano, no térreo do espaço da Ação da Cidadania. Mais
    informações: Agência Petroleira de Notícias do Sindipetro-RJ (Av. Passos,
    34, Centro do Rio * 3852-0148 r.232 * http://www.apn.org.br)

     

    FSU acontece de 22 a 26 de março, no Centro Cultural da Ação da Cidadania,

    na Zona Portuária do Rio (Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, próximo à Praça
    Mauá).

     

    Fonte: Agência Petroleira de Notícias

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