quinta-feira, 11 de março de 2010

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Visualizando posts 1 até 6 (total de 6 posts)
  • Fórum » desdobramentos… (6 posts)
  • Luis Felipe Machado Almeida disse 3 months atrás:

    e aí galera? como vamos dar sequência aos papos do fórum?
    tava pensando que poderíamos começar bem do começo

    repositório de experiências mapa dos colaboradores

    (se já tiver em algum lugar avisem)
    abs

  • Gabriela Agustini disse 3 months atrás:

    OI Luis, estamos terminando aqui um resumo do que rolou na plenária de economia digital. Assim que estiver no ar, posto aqui para darmos início as discussões em cima dos pontos mais abordados. O resumo da mesa de discussão está em:
    http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/o-desafio-de-adaptar-a-economia-a-nova-mentalidade-resumo-da-mesa-sobre-economia-da-cultura-digital/

  • Oona Castro disse 3 months atrás:

    Salve, Felipe!
    Não temos o mapa aqui não.
    Vou abrir um Tópico pra isso e contar com o relato das experiências.
    O que acha?

  • Lia Amancio disse 3 months atrás:

    E as experiências que ainda não foram implementadas? Sugestões e reflexões sobre o tema? Estou quase abrindo um tópico ‘Audiovisual’ e fazendo um brainstorm por lá.
    Ainda na sequência, acho importante envolver representantes da indústria nessas conversas – mas COMO? Do jeito que artistas e produtores independentes demonizam gravadoras e grandes empresas de distribuição de conteúdo (os tais ‘intermediários que, em tese, estão ficando defasados), acho muito difícil estabelecer um diálogo que, de fato, envolva todos os elos da cadeia.
    A impressão que tenho é a de que a cada vez que um sujeito pega o microfone num debate para levantar teorias conspiratórias, falar em censura e atacar os modelos ‘antigos’ de empresas ‘tradicionais’ (que também estão em transição, ou seja, estamos tão desnorteados nesse sentido quanto os artistas) só pelo prazer de botar um representante de indústria na berlinda, toda e qualquer possibilidade de ter produtores/artistas e indústria agindo juntos vai por água abaixo. E agora, mais do que nunca, intermediadores também estão buscando novos modelos de negócios. Seria bom termos os dois lados, para que todos os interesses sejam atendidos.

  • Oona Castro disse 3 months atrás:

    Lia, minha cara, sim, você tem razão. As duas coisas são importantes. Como sempre, tanto as indies como a indústria vão inovar. Acho que uma das dificuldades das majors e companhia, nesse momento, é desapegar-se dos modelos constituídos para pensar inovação. É difícil. Eu sei.
    A questão dos intermediários é interessante: porque o tempo todo falamos (eu mesma) de desintermediação, mas existem novas mediações surgindo – com características relativamente distintas. Entender como agregar ao processo é fundamental para a renovação dos intermediários. Os desnecessários se vão. Aqueles que se fazem importante, ficam. Até que a dinâmica se altere substancialmente de novo e os papéis sejam reelaborados.
    Vou dar uma olhada no tópico de audiovisual. Mas sugiro que traga as melhores contribuições pra cá também. Porque é disso que estamos falando.
    Abração!
     
     
     
     
     

  • Erik Sandro Alves de Oliveira disse 2 months atrás:

    TV CARTOLA – INTERNATIONAL CHANNEL (LUX) – PROJECT SAMBA SISTEM
    PROGRAMA 05 – um novo capitalismo
    Painel sobre as formas de financiamento para o sistema público de radiodifusão, a cultura colaborativa, as redes de produção alternativas, o potencial da interatividade e o capitalismo cognitivo.
    Na circulação  dos bens de conhecimento, o domínio da apropriação comum no ciberespaço deve ser regulado por normas específicas, o capitalismo  cada vez mais tem sua força-motriz na inteligência, transformando o processo produtivo em circulação a partir do  cognitivo.  A estabilidade ou instabilidade  nos direitos de propriedade,   que surgem dos interesses diversos, são derivações  de leis equilibradas ou desequilibradas, mecanismos eficientes na resolução de conflitos e formas democráticas e multilaterais  de soluções negociadas.   O discurso reflexivo que surge  das inquietações da sociedade no limiar   do estabelecimento de novos modelos, produz a multiplicidade como fator de exuberância econômica e plural, dando margem a conceitos includentes    e  expansivos, por redes, através de territórios e virtualidade.   As hierarquias de gênero, devem ser observadas e trabalhadas no sentido afirmativo e libertador, fazendo mudanças a partir da identidade,  e a produção multimidia  deve dar suporte a uma construção do imaterial que leve em conta o relacional, a linguistica, a cooperação social… na construção de um capital comum a todos os brasileiros, a expansão da circulação, determina sua capacidade de produção imaterial. A produção do cognitariado/precariado é hoje o que a fábrica foi para o operariado, traduz-se em um movimento de libertação das amarras de um modelo de capitalismo que tende a transformar-se de uma situação de subordinação dos criativos, em indústria  de geração de renda, onde as diferentes noções de política, devem ser utilizadas para construir autonomia e poder através de formas gregárias na transformação das práticas sociais.   As formas clássicas de direito autoral, privam o direito ao acesso a conhecimentos comuns, não levando em conta o investimento   do capital intelectual, realizado pela atividade intelectual individual/coletiva, é preciso reforçar o direito de propriedade intelectual.  O digital transformou a privação ao acesso em sistemas possíveis de circulação dos bens do conhecimento, através do espaço comum, fluido, móvel, afetivo… A globalização é sempre determinada pelo local, imprecisa na aferição exata, mas deve levar em conta as possibilidades  de governanças de encontros e sensibilização, que toca nossa capacidade de poder viver  e estimula a liberdade de expressão.

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