Frente Cultural Polo Norte
Todo o começo de trabalho é aquela história: Ninguém sabe do que se trata ou não sabem o que pensar direito e etc. De fato é um momento de adaptação. Nós, que nos envolvemos com política cultural no Norte, temos um trabalho dobrado. Nem sempre sabemos de que forma devemos nos apresentar ou qual grupo vai dar credibilidade pra gente. São momentos muito indefinidos, mas o que faz a roda girar é justamente isso: a sensação de se lançar de encontro ao que ainda é apenas um sonho. Saber que aos poucos podemos conquistar a mente de jovens e adultos. De um agrupamento desconhecido podemos fazer com que ele seja conhecido por muitas pessoas. Basta ter seriedade no trabalho, não se desanimar e saber tocar o barco pra frente. A paciência é muito importante. Não tem outro jeito a não ser fazer o trabalho formiguinha. Um papo aqui, uma troca de contato ali, quando a gente vê já tem centenas de pessoas dizendo “isso é massa”. Mas não é só isso, é preciso chegar às instituições de fomento. Outro sacrifício. Passam-se meses, dias e anos. Não tem diferença se é a pé ou de carro, faça sol ou chuva, e em meio aos trancos e barrancos, temos a certeza de que a Frente Cultural Pólo Norte veio pra ficar.
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Felipe Fonseca escreveu na rede do grupo MetaReciclagem
pedindo aqui a ajuda de todo mundo para assinar e divulgar o manifesto do lixo eletrônico:
http://lixoeletronico.org/manifesto2 anos, 10 meses atrás · Ver




