Construção de Estados Mentais Não-Violentos – professor EVANDRO VIEIRA OURIQUES
As bases estruturais da violência e o papel da educação, da cultura e das novas midias digitais
Hoje construir um blog é uma necessidade de empresas, comunidades, pessoas que buscam uma maior inserção de seus perfis e pensamentos… e essa nova forma de comunicação gera uma economia que se instala e multiplica espontaneamente, as demandas nesse sentido são imensas… as formas de utilização da comunicação social para estabelecer cidadania, inclusão digital/social e consciência individual ou de grupos, coloca as áreas de ciência e tecnologia, cultura e educação diante de um desafio a ser enfrentado na capacidade que a tv digital poderá ter na redução da pobreza (econômica, intelectual ou espiritual). A redução da pobreza em áreas rurais e urbanas, não é tarefa fácil… a questão da propriedade da terra e sua utilização sustentável, é sim uma questão que poderá ser mediada através de sistemas públicos de comunicação, assim como o monitoramento dos problemas que afligem as populações que moram em áreas de dificil acesso como tribos indigenas, acompanhamento da produção de alimentos ligado a universidades de biologia e agricultores… a questão da alimentação e da solução desse problema é um fator de segurança pública… mas ”o video como alimento”, é uma noção que pode elevar a interatividade entre trabalhos de pesquisa e a população ao campo prático, elevando assim os índices de educação… Quando a sociedade vive em um estado de incertezas sobre sua condição econômica, proporcionando assim a perda do sentimento de bem-estar, cria-se uma ”cadeia de risco”, que produz vulnerabilidade nas camadas mais pobres da população, refletindo no aumento dos índices de violência sofridos pela classe média. A cultura tem a função de fixar comportamentos e tradições que regem as relações sociais em momentos de indefinições… como por exemplo nas crises cíclicas que atinge os poderes de estado… a midia tem grande poder na criação de crises, porque da forma com que é ” explorada” por esse modelo estático de hoje, não dá margem para o debate que produz a visão critica e esclarecedora…