Manaus, Cinema e TV fora da panela
Os festivais de cinema de peso,os editais para audiovisual, as estratégias políticas, as diretrizes institucionais, as convenções oficiais voltadas para o Audiovisual neste país, ainda causam desconfiança para quem está à margem e distante. Ouço meus pares reclamarem de uma panelinha de amigos e de sotaques. Há que se permitir apostar em novas concepções, novas caras, novos sotaques; estamos a mais de 2.000 km de carinhas famosas da Globo e do Canal Brasil… até a TV BRASIL ainda não tem uma sede de peso na Amazônia, mas temos esses índios maravilhosos, essas histórias de peso, Precisamos modificar a política e as relações dos festivais de cinema. Petrobrás e entidades de Governo Federal dão apoio , dão dinheiro a esses festivais, que prometem apostar na diversidade e na pluralidade do País, mas isso não acontece. Era o caso de se propor as famigeradas cotas regionais em contrapartida ao patrocínio? Afinal os editais de fomento já tem isso, faltam os festivais contemplarem as regionalidades. Claro que gosto da soberania, do fluxo criativo por si só, mas uma lufada de ar diferente faria tão mal? Ainda que as críticas fossem pouco empolgadas!
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Bruno Alberto Miranda Silva escreveu na rede do grupo Arte e Tecnologia Digital
Olá, Pessoal
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Bruno Alberto2 anos, 9 meses atrás · Ver




