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Música para Baixar

Grupo público
ativo 1 mês, 2 semanas atrás

Manifesto Movimento Música para Baixar

É a partir do surgimento da democratização da comunicação pela rede cibernética, que a conjuntura na música muda completamente.

Um mundo acabou. Viva o mundo novo!

O que antes era um mercado definido por poucos agentes, detentores do monopólio dos veículos de comunicação, hoje se transformou numa fauna de diversidade cultural enorme, dando oportunidade e riqueza para a música nacional – não só do ponto de vista do artista e produtor(a), como também do usuário(a).

Neste sentido, formamos aqui o movimento Música para Baixar: reunião de artistas, produtores(as), ativistas da rede e usuários(as) da música em defesa da liberdade e da diversidade musical que circula livremente em todos os formatos e na Internet.

Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais.

Temos por finalidade debater e agir na flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas não só assegurem nossos direitos de autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música.

O MPB afirma que a prática do “jabá” nos veículos de comunicação é um dos principais responsáveis pela invisibilidade da grande maioria dos artistas. Por isso, defendemos a criminalização do “jabá” em nome da diversidade cultural.

O MPB irá resistir a qualquer atitude repressiva de controle da Internet e às ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento.

Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música.

O MPB irá promover debates e ações que permitam aos agentes desse processo, de uma forma mais ampla e participativa, tornarem-se criadores(as) e gestores(as) do futuro da música.

O futuro da música está em nossas mãos. Este é o manifesto do movimento Música Para Baixar.

Assine: http://www.petitiononline.com/mpb/petition.html

  • Marco Aurelio Padilha Cassilha publicou uma atualização no grupo Música para Baixar:   1 ano, 3 meses atrás · Ver

    Há armadilhas na reforma política, o texto não passou a ser debatido pelo povo, desde de sua construção mas por uma elite ranssosa quer empurra guéla abaixo falsas soluções.

  • Claudio D’Ipolitto publicou uma atualizção no grupo Música para Baixar:   1 ano, 7 meses atrás · Ver

    Seminário Gratuito ”Diálogos Cultura e Inovação”
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    FGV-Rio promove ”Diálogos Cultura e Inovação” para discutir as mudanças em curso nas áreas da Cultura e da Economia Criativa, potencializadas pela sociedade em rede e pela convergência de mídias.
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    Data: 25 e 26 de outubro de 2010
    Hora: 19 às 22 horas
    Local: FGV-Rio – Praia de Botafogo, 190 – Rio de Janeiro
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    Os Diálogos Cultura e Inovação constituem um fórum de debate sobre as novas possibilidades do “fazer cultural”, propiciadas pela sociedade em rede e pelas inovações tecnológicas, que representam tanto oportunidades como ameaças para quem atua na área. Práticas consagradas são afetadas por novos modelos de negócio e novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.
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    Visamos a articulação de um coletivo para pensar e propor inovações que inspirem e oxigenem a cena cultural no Rio e no Brasil.
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    Programa e Inscrição (Vagas Limitadas):
    http://culturadigital.br/dialogosculturainovacao/2010/10/16/programa20101025-26/

  • Paulo Teixeira publicou uma atualizção no grupo Música para Baixar:   1 ano, 10 meses atrás · Ver

    http://miud.in/7tA #PauloTeixeira13

    5 – Jabá

    Artigo 110B – ”Art. 110-B. O oferecimento, por parte de titular de direitos autorais ou pessoa a seu serviço, de ganho, vantagem, proveito ou benefício material direto ou indireto, para os proprietários, diretores, funcionários ou terceiros a serviço de empresas de radiodifusão ou serviços de televisão por assinatura, com o intuito de aumentar ou diminuir artificiosamente a frequência da execução ou exibição pública de obras ou fonogramas específicos, caracterizará infração da ordem econômica, na forma da Lei no 8.884, de 1994.”

    Mesmo não mencionando a expressão “prática do jabá”, a proposta caracteriza essa prática como algo ilícito. O jabá constitui-se na prática mais vergonhosa da indústria fonográfica. Além de ser desleal, cria graves distorções para o pleno desenvolvimento da diversidade cultural, em que nosso país é rico. Por meio do jabá, quem paga faz acontecer, e quem não paga está excluído. O atual sistema de arrecadação e repasse monopolizado pelo ECAD, somado ao monopólio da comunicação, cria e torna comum essa prática.

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