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PNBL – Construindo políticas em rede

Grupo público
ativo 1 mês, 3 semanas atrás

Recebemos da Presidência da República um convite para que a Rede CulturaDigital.br integre o Fórum Brasil Conectado, espaço criado para o debate e a construção de ações para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Para seguir inovando no plano da política, pretendemos construir uma forma diferente de representação, criando uma espécie de Avatar desta inteligência distribuída, em que cada um de nós representa apenas um nódulo de uma rede de informações e entendimentos muito ampla. E, para isso, criamos este grupo de discussão e o Blog PNBL: Formulação Participativa: http://culturadigital.br/pnbl/. Participem!

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   4 meses, 2 semanas atrás · Ver

    Pessoal quero compartilhar com vcs um pedido para mobilização em prol de Cidades Digitais mais democráticas e com gestão participativa….não irei escrever…aqui vão os videos e links para mobilização…. abs e vamos juntos, pq juntos somos FORTES.

    1 – Link das sugestões do edital de Cidades Digitais contribuições em vermelho : https://docs.google.com/document/d/1S8yoL4LTJnrxJQZpcsA66YGQVI0fzUzY4zNcv93ymME/edit?hl=pt_BR

    2 – Questionamentos na 10ª OID sobre cidades digitais : http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&list=UU7kACTS3uGlQq2uUIDh7i3Q&v=ftq_ueiD27Q#t=1081s

    3 – Explicação sobre o edital de cidades digitais : http://www.youtube.com/watch?v=LAvoJqQ2_BY&list=UU7kACTS3uGlQq2uUIDh7i3Q&index=4&feature=plcp

    4 – Cenários para cidades digitais : http://www.youtube.com/watch?v=IoHq6Ak_AdQ&list=UU7kACTS3uGlQq2uUIDh7i3Q&index=3&feature=plcp

    5 – Controle das Redes de Telecom : http://www.youtube.com/watch?v=Vg6KFEG9dlE&list=UU7kACTS3uGlQq2uUIDh7i3Q&index=2&feature=plcp

    6 – O debate sobre banda larga como direito : http://www.youtube.com/watch?v=_7Vu_-kk3sU&list=UU7kACTS3uGlQq2uUIDh7i3Q&index=1&feature=plcp

    7 – Informações do MiniCom sobre o lançamento do editalç de cidades digitais : http://www.youtube.com/watch?v=ZlGjQfJMmn8

    8 – evento no Facebook para mobilização em prol de cidades digitais mais justas e democraticas : https://www.facebook.com/events/105729912881174/

    PARTICIPEM E EXERCITEM SUA WEBCIDADANIA…ABS

  • ALBERTO CARLOS DIAS DUARTE publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   9 meses, 1 semana atrás · Ver

    Direcionando todo seu trabalho em favor de uma sociedade justa, solidária e democrática, BETINHO DUARTE nele incluiu a preocupação de não deixar que se perdessem no tempo a lembrança e a história de seus companheiros de geração que, nos porões da ditadura, perderam a vida por defenderem seus ideais. Gradativamente desde 1993, cada um deles teve seu nome dado a uma rua de Belo Horizonte, dentro do projeto RUA VIVA, imortalizando no chão da cidade a memória daqueles bravos lutadores e reunindo suas histórias individuais em um livro. A primeira edição foi lançada em 1993 e a segunda, com dois volumes, em 2004. Foram homenageados até agora 164 companheiros. Dando prosseguimento, o vereador Tarcísio Caixeta, PT, da Câmara Municipal de Belo Horizonte apresentou no dia 18 de agosto projetos de leis com os nomes abaixo. Esta iniciativa está inserida nas comemorações dos 32 anos da anistia politica. Depois de aprovados solicitamos ao prefeito de Belo Horizonte , Dr. Márcio Lacerda , sanção conjunta na presença de familiares. Estamos sugerimos mudar do nome do Viaduto Castelo Branco para Dona Helena Greco falecida recentemente. Uma das justificativas é que durante o seu mandato como vereadora ela teve a coragem de mudar o nome da rua Dan Mitrione para José Carlos da Mata Machado , em 17/05/1963. Pretendemos publicar a terceira edição do livro, em 2012, no aniversário da Anistia Politica.

    BETINHO DUARTE

    Membro da AP – Ação Popular na década de 60.

    Diretor das sucursais de Minas Gerais dos jornais Movimento e Em Tempo.

    Presidente do Comitê Brasileiro pela Anistia/MG (1978/1979).

    Vereador da Câmara Municipal de Belo Horizonte de Belo Horizonte (1993/2004).

    Presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (2003/2004).

    Vice Presidente da Associação dos Amigos do Memorial da Anistia Política do Brasil.

    01 – Afonso Vítor Pachola

    02 – Aides Dias de Carvalho

    03 – Alcides de Oliveira

    04 – Álvaro Veveco Hardy

    05 – Álvaro Martins Rabêlo

    06 – Alvino Ferreira Felipe

    07 – Andréia Marques Rodrigues

    08 – Antônio José dos Reis

    09 – Ary de Souza

    10 – Carlos Alberto Scotti

    11 – Carmela Pezzuti

    12 – Carmem Jânea Lima

    13 – Celius Aulicus Jardim

    14 – Darcy Ribeiro

    15 – Dazinho Gomes Pimenta

    16 – Eliane Martins

    17 – Euro Luís Arantes

    18 – Evelyne Pape Singer

    19 – Francisco Nascimento (UTP)

    20 – Geraldo Bernardo da Silva

    21 – Geraldo Ludovico

    22 – Gilson Miranda

    23 – Guido Rocha

    24 – Guinaldo Nicolaevscky

    25 – Guta Carneiro Ribeiro

    26 – João Domingos Fassarela

    27 – José Isabel do Nascimento (Ipatinga)

    28 – José Teubner Ferreira

    29 – Lúcia Helena Mellino

    30 – Luís Bento

    31 – Luiz Lyrio

    32 – Lourival Vilela Viana

    33 – Marcelo Guimarães

    34 – Maria da Penha Lima (MST)

    35 – Maria Regina Nabuco

    36 – Mariza Afonso

    37 – Olavo Brasil Júnior

    38 – Olympio Perez Munhoz

    39 – Reinaldo Melgaço

    40 – Sebastião Tomé da Silva

    41 – Stela Mares Rafante

    42 – Valmir José de Rezende

  • Raquel Quintino publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   10 meses, 1 semana atrás · Ver

    CURSO: Comunicação Comunitária para o Desenvolvimento Local
    Período: aos sábados
    Dias: 06, 13 e dia 20 de agosto de 2011
    Carga horária: 20 horas – 02 (dois) encontros presenciais de 8 horas, cada,
    e 01(uma) atividade de mobilização comunitária de pelo menos 4 horas.
    Público Alvo
    O curso é destinado a comunicadores e gestores de mídias comunitárias,
    educadores, lideranças comunitárias, agentes sócio-culturais estudantes de
    comunicação, pedagogia, serviço social e demais interessados.
    Cartaz http://yfrog.com/kfbzqaj
    Mais detalhes:http://va.mu/CGJK
    Por favor ajudem a divulgar, obrigada

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   11 meses atrás · Ver

    QUERO FALAR PRA TODOS : BANDA LARGA É UM DIREITO NOSSO….JÁ QUE AQUI NÃO CONSEGUIMOS DEBATE O ASSUNTO VAMOS NOS JUNTAR NAS REDES : AQUI VÃO OS LINKS : http://www.facebook.com/home.php#!/campanhabandalarga e http://www.campanhabandalarga.org.br …..vamos juntos, porque juntos somos FORTES…..hashtag #MinhaInternetCaiu foi 1º Lugar no TT Brasil por 4 horas e por um instante foi 3º Lugar no TT Mundial…..é agora GALERAAAAAA

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 3 meses atrás · Ver

    Baseado nas duas ultimas reuniões do comite de democratização das comunicações, informo que em breve teremos um site específico para debater o assunto de forma a nos unirmos em prol desta causa. enqquanto isso, aos simpatizantes favor continuar se cadatrando neste grupo para que possamos fazer um chamamento maior depois. Abs e continuamos o debate no facebook, por motivos de maior mobilização até o momento. os endereços estão no post anterior.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 3 meses atrás · Ver

    Pessoal reunião com Paulo Bernardo no dia 15/02, para debater o PNBL – ao vivo pela internet e com interatividade. entrem no link e confirmem presença. Abraços.
    http://www.facebook.com/home.php#!/event.php?eid=175751329134246

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 3 meses atrás · Ver

    Antes de mais nada.. algumas informações…
    a) Conseguimos ver com o MiniCom uma agenda para debater o PNBL dentro do ponto de vista social e participativo. Em breve teremos uma reunião para ver como será feita esta reunião e nos organizarmos antes para traçar as diretrizes que achamos ser mais democráticas para uma coisa tão importante como a nossa Internet.
    b) A SGPR já está se mobilizando para designar uma pessoa para acompanhar o debate, de forma que possamos criar um ponte entre este grupo e o governo.
    c) Já enviamos um email para Dr. Cezar Alvarez e acredito que teremos Tb a participação da nova secretaria de ID do MiniCom no debate Tb.
    d) A restante das informações estão abaixo. Boa sorte para todos nós e vamos defender nossa internet.

    Prezados desde já pedimos a compreensão de todos, pois, se trata de uma causa relevante. Sendo assim, leiam até o final.

    O objetivo aqui é nos juntarmos em um grupo uníssono para debater o PNBL (Programa Nacional de Banda Larga), que irá fomentar as redes de acesso a internet pública no país inteiro até 2014.

    A questão é que esta política pública está sendo criada sem um debate mais profundo junto a sociedade e por conta disso está tomando rumos que porá em risco a forma como iremos usar a internet daqui pra frente, principalmente por não atender aos anseios da sociedade.

    Colocaremos em tópicos para o email ficar mais simples e com menos textos.

    1 – O PNBL está sendo direcionado para que empresas privadas e/ou prefeituras façam a gestão das redes de ultima milha, ou seja, a rede que leva a internet até a sua casa. Uma vez que a gestão destas redes estejam nas mãos destes, nós, usuários destas redes, teremos que seguir as regras impostas pelos mesmos. Onde está a política pública ?
    2 – O debate tem o foco na criação de um canal de diálogo com o governo para a sociedade expor os seus anseios referentes ao PNBL, onde alguns tópicos levantados até agora foram : o uso destas redes para a execução do controle social das cidades, garantia de participação da sociedade na governança local, estadual e até nacional usando modelos de Governo 2.0, utilização das redes para comunicação comunitária e outros assuntos de relevância local, estímulo a empreendimentos populares locais dentre outras finalidades sociais que poderão ser usadas através da gestão popular destas redes.
    3 – O governo já traçou suas estratégias de acelerar o PNBL sem esperar por um debate mais democrático sobre o Programa. Já foram colocadas as pessoas chaves nos lugares certos. Paulo Bernardo como Ministro das Comunicações (antes Ministro do Planejamento) , Rogério Santanna como presidente da Telebrás (precursor da criação do PNBL trabalhava com Paulo Bernardo no MP), Dr. Cezar Alvarez como secretário executivo do Ministério das Comunicações (antes era o encarregado pelo PNBL através da SAE (secretaria de assuntos estratégicos da presidência)) e a Anatel provavelmente terá seu mais novo conselheiro, também peça chave do governo, André Barbosa, antes assessor especial da Casa Civil. Esta estratégia é para acelerar os tramites legais do PNBL e ainda este ano colocar mais de 1163 cidades com acesso às redes do governo.
    4 – As Teles serão prejudicadas no quesito telefonia fixa e acesso a internet fixo, mas somente onde elas não chegam com força (por enquanto), porém, já estão investindo pesado em internet móvel. Porque ? Porque em 2025, no fim dos contratos de concessão, a infra estrutura de telefonia e internet móvel continua como patrimônio delas e as fibras e cabos metálicos voltam para o governo.
    5 – As associações de provedores, já deram sua posição, pedindo que o governo dê mais benefícios e que o teto não seja R$ 35,00 mas R$ 60,00 pelos 512 kbps. A princípio o governo negou, mas serão eles os gestores das redes e nada impede que negociem depois. Além disso, o governo irá das isenções de impostos, ou seja, menos arrecadação de verba pública para os cofres.
    6 – As associações dos consumidores deram sinal positivo ao PNBL do jeito que está, então cabe agora somente ao 3º Setor debater as potencialidades não discutidas até o momento.

    Em resumo, precisamos nos unir no debate e este local até o momento está centralizado no Facebook e no site de CulturaDigitalBr.

    Para se associar a Causa basta acessar este site e se cadastrar :
    http://www.causes.com/causes/567276-por-uma-internet-democr-tica-e-social/about?m=85480eee

    Para participar da discussão são dois sites :
    Facebook : http://apps.facebook.com/causes/causes/567276-por-uma-internet-democr-tica-e-social/discussion_board?m=85480eee

    Cultura Digital : http://culturadigital.br/groups/pnbl-construindo-politicas-em-rede/

    No site da Causa tem os links para se atualizarem sobre as notícias do PNBL.

    Para se cadastrar, basta seguir os procedimentos destes sites e para aqueles que estão sem tempo, se perguntem se vale a pena perder a chance de definir como a nossa internet pública será daqui pra frente; se vocês irão querer ficar sempre presos às regras impostas por empresas e governos ou se efetivamente vcs querem ser os donos de sua internet.

    E então vamos defender nossa internet ?

    Atenciosamente,
    ________________________________
    Marcelo Saldanha
    Instituto Bem Estar Brasil – OSCIP
    CNPJ : 10.393.140/0001-20
    Cel.: 22-8811.8138
    Tel.: 22-3211.7943
    Skype : marcelo_secante
    MSN : marcelo_secante@hotmail.com
    Twitter : IBEBrasil
    ________________________________
    No campo das idéias, o limite é sonhar o impossível e no campo das realizações, basta perseverar.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Prezados companheiros e companheiras… vou socializar aqui algumas ultimas informações e até que o debate seja iniciado, postarei lá no face book que está mais facil, até porque já montamos uma campanha e esta semana estaremos disponibilizando uma abaixo assinado em prol ao debate sobre o PNBL por uma internet democrática e social ok.

    Aqui vão os sites :
    http://www.causes.com/causes/567276-por-uma-internet-democr-tica-e-social/about?m=85480eee

    MiniCom abre agenda para debater o PNBL com 3º Setor :
    http://apps.facebook.com/causes/posts/636378?m=85480eee

    Peço que socializem esta informação e participem desta causa que pertence a todos… Eu acredito que em breve entidades do 3º setor mais abrangentes abracem esta idéia e daí teremos em breve o espaço uníssono para debatermos uma internet onde todos possam usufrui-la de forma democrática e participativa. Abs e vamos continuar debatendo o PNBL ok.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Ftiny.cc%2Fg2he2&h=ba79d

    Eu sei que ainda tem muita água pra rolar e ficar preso ao futuro não é uma boa prática, porém, só a título de comentário falarei o seguinte : Fico imaginando em 2025 quando terminarem os contratos de concessão das teles. O investimento em BL está indo quase toda para a internet móvel que em 2025 continua como patrimônio delas. Como vai ser a renegociação se a infra é toda deles, ou quase toda ?
    e ainda dar isenções fiscais ? Isso foi tão debatido na Confecom que nenhuma proposta deles passaram em relação a isenção de impostos e agora, sem respeitar oque foi debatido vamos dar isenções. Tudo bem, oque vai rolar de troca… Colocar …BL móvel ? Muito bom.. em 2025 me pergunto como vai ser pra renegociar as concessões. Boa sorte para nós. Ahh só uma coisa… eu achava que a estratégia era abrir a concorrência de BL para que fossem abaixados os preços e melhorassem a qualidade. pq isenções de impostos. As teles já pegam grana a balde no BNDES e Deus sabe lá mais onde, os caras praticamente já têm o monopólio e poder de capital; Se o PNBL continuar assim a análise que faço é que a 35,00 reais por mês só os grandes provedores que vão mamar, e isso por conta dos valores de serviços agregados e não quero defender aqui um aumento de tarifa, até porque o preço de custo dos 512 kbps, no preço de 230,00 por mega full sai em média 8 reais (regra básica de 3/1 e fazendo cache), AGORA VOU DEFENDER O NOSSO PEIXE : porque se é uma política pública o governo deve estimular que outros modelos de provedores possam existir, já que a finalidade desta política pública é melhorar a qualidade de vida dos cidadãos… SE O POVO ENGOLIR UMA INTERNET PÚBLICA SEM DEBATE, PERDEREMOS A CHANCE DE TER ALGO MUITO MAIOR DO QUE SOMENTE RE ACESSO A INTERNET, DEIXAREMOS DE TER CONTROLE PARTICIPTIVO SOBRE ELA, PARA FINS SOCIAIS DE IMPACTO RELEVANTE NA FORMA COMO NOS VEMOS NA SOCIEDADE E PRINCIPALMENTE PEREANTE AO GOVERNO. Abs e boa sorte para todos nós.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Esta foi a nossa resposta ao email.

    É evidente que não sou vidente…. mas acredito que a necessidade de um debate aprofundado sobre o PNBL e lógico sobre a regulação dos meios de comunicação em geral.. está profundamente ligado a forma como iremos usar estes meios daqui pra frente.

    Al Gore falou ontem, na Campus Party, MadDog too, este debate está por toda parte e não fomos convidados pra festa ainda .

    Por ventura alguém sabe onde o pessoal vai se reunir para debater isso de forma uníssona ?

    Sinceramente não acredito que ações dispersas irão resolver.. Vamos relembrar a Confecom.. lá sim nós conseguimos nos fazer valer e agora se faz necessário nos juntarmos em um canto só de novo…

    A dica que damos é que façamos isso online e marquemos reuniões são vivo tanto presenciais quanto virtuais…

    REPITO.. SE NÃO NOS UNIRMOS NUM CORO SÓ VAI FICAR DIFÍCIL…

    De nossa parte, criamos uma campanha para debater e sistematizar os pleitos referentes ao PNBL no site de cultura digital. (http://culturadigital.br/groups/pnbl-construindo-politicas-em-rede/)
    Fiz convites para que os órgãos SECOM, SGPR e MiniCom designassem um pessoa para participar deste debate Solicitamos os códigos do site de sistematização do marco civil, para que possamos fazer o mesmo sobre o debate do PNBL

    E esta semana provavelmente o MiniCom irá chamar as ONGs para levantar os pontos que refletem, em parte, os anseios da sociedade civil no tocante ao PNBL.

    Já foram feitas as reuniões com as Associações de provedores e consumidores.

    Sendo assim, minha dica é que o pleito feito ao MiniCom seja a abertura do FBC ou a participação do governo em um debate mais profundo sobre o tema junto com a sociedade.

    Internet é futuro, é convergência, e a única ferramenta de massas possível para o exercício pleno da democracia de forma global e deixar que estas redes públicas fiquem com controle total de governos ou empresas privadas com fins lucrativos é a morte súbita da chance de termos um modelo de governo realmente democrático.

    VAMOS JUNTOS, PORQUE JUNTOS SOMOS FORTES…….

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    A necessidade é urgente de debate sobre o PNBL. Vejam estes relatos de vários, incluindo Franklin Martins.

    —–Mensagem original—–
    De: 3setor@yahoogrupos.com.br [mailto:3setor@yahoogrupos.com.br] Em nome de Carlos Moreira
    Enviada em: terça-feira, 18 de janeiro de 2011 20:40
    Para: 1 Rede 3setor
    Assunto: [ 3setor ] Franklin Martins e outros convidados discutem comunicação no Brasil

    Oi,
    Um abraço,
    Carlos R. S. Moreira ( Beto )
    ——————————————–
    http://www.bienaldaune.org.br/?p=530

    Franklin Martins e outros convidados discutem comunicação no Brasil

    Enfrentar os monopólios de comunicação, avançar na integração e
    aprofundar o debate acerca das alternativas midiáticas brasileiras
    foram os eixos que orientaram mais um debate promovido pelo 13º
    Conselho Nacional das Entidades de Base (13º CONEB) nesse domingo.
    “Democratização dos meios de comunicação e marco regulatório da mídia
    no Brasil” foi a mesa que atraiu estudantes de todo o Brasil presentes
    no auditório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Para sustentar o debate, foi convidado um dos personagens centrais
    dessa luta, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social,
    Franklin Martins. Com ele estavam o jornalista do jornal A Hora do
    Povo, Carlos Lopes; o jornalista da revista Retratos do Brasil,
    Raimundo Pereira; a secretária geral do Centro de Estudos da Mídia
    Alternativa Barão de Itararé, Renata Mielli e a coordenadora-executiva
    do Instituto Overmundo, Oona Castro.

    Pela exposição dos participantes, foi possível analisar que há uma
    sinergia muito grande entre as aspirações e metas da luta pela
    democratização da comunicação. A ausência de espaços democráticos de
    mídias ainda é muito presente no Brasil.

    Entre os desafios apontados está o de fazer com que os movimentos
    sociais assumam essa pauta como estratégica e desenvolvam uma série de
    ações políticas para que o tema se espraie por toda sociedade. “Sem
    mobilização popular para levantar a bandeira da comunicação como um
    direito humano será difícil alcançar vitórias nessa luta”, explicou
    Oona Castro durante sua fala.

    “Muitas vezes as discussões sobre comunicação ficam restritas a
    círculos de especialistas em razão dos aspectos técnicos, mas a
    discussão sobre o acesso à banda larga e o direito à comunicação, por
    exemplo, são antes de tudo debates políticos e que interessam e
    atingem a todos”, analisou Renata Mielli.

    Por outro lado, como apontou Raimundo Pereira, somente a mobilização
    social não é suficiente. Para garantir a liberdade de expressão para
    todas as pessoas, assegurando a diversidade e a pluralidade, o Estado
    precisa agir no sentido de garantir espaços para que estas vozes sejam
    ouvidas. “É imprescindível que os governos assumam a agenda da
    democratização da comunicação como parte indispensável das políticas
    para aprofundar o assunto na sociedade”, analisou.

    Franklin Martins também ressaltou a importância do Estado na
    democratização dos meios e apontou uma nova mudança nos paradigmas
    relacionados a esse assunto. “Há 20 anos entrava governo, saía governo
    e tudo continuava no mesmo status quo. Pela primeira vez, neste
    governo, as políticas em relação a este assunto começaram a mudar.
    Isso porque o povo conquistou espaços de participaçãoe conquistou
    direitos na era Lula”, disse.

    Por fim, o presidente da UNE Augusto Chagas refletiu sobre a
    importância do movimento estudantil se organizar e se mobilizar para a
    construção de um sistema democrático e amplo no País. “Esta mesa é uma
    das mais importantes do CONEB. Esse é um debate que vai persistir por
    todas as atividades da UNE e em suas lutas no próximo período”,
    afirmou.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Algumas notícias enquanto não se inicia o debate…. Já consegui com o pessoal do Marco Civil uma cópia do código para podermos sistematizar o debate da mesma forma como foi feito lá. Já estou conversando com os nossos programadores e em breve, assim que a nossa querida Moderadora voltar das férias, iremos verificar as possibilidades de implementação deste código e então iniciarmos a criação dos tópicos para debate. Abs a todos e boa sorte.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Estamos debatendo PNBL também no Facebook : http://www.facebook.com/home.php?sk=group_191570107524828&ap=1

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Vi no twitter hoje um link do convergência Digital sobre a primeira conversa das associações de provedores com o Ministro das Comunicações.
    FALA SÉRIO, DÊEM UMA LIDA : http://tiny.cc/9veet
    O detalhe é o seguinte olhem esta planilha que fiz com base nas receitas e despesas básicas de um pequeno provedor. : http://tiny.cc/h48hp

    Visto os sites pergunto : onde está a política pública de massificação do acesso a internet. De um lado o interesse privado com fins lucrativos… fato é de direito ter lucro. Do outro o Governo negociando uma política pública com verba pública para achar um meio termo entre preço e massificação do acesso….
    Sem dúvida que irá melhorar o preço e que mais pessoas terão acesso, mas intitular isso como política pública não acho correto… Se for uma política pública cadê a sociedade discutindo oque é de interesse social ? Controle Social nas cidades, participação popular na gestão da internet pública de suas cidades ou bairros, acesso a este meio de comunicação ímpar para fins de comunicação em massa para assuntos de relevância popular e dentre muitos outros benefícios sociais que todos poderão ter caso o PNBL seja debatido como política pública e não como modelo de negócios para provedores.
    É chato ficar falando sempre a mesma coisa e pode ser que até estejamos errados em defender esta bandeira, mas vemos a internet como uma ferramenta de transformação social e não como um simples serviço de acesso a informação, onde quem controlará isso será de certa forma os provedores e/ou governos. Vide casos da China e dentre outros que estão amarrando a internet em seus países.
    Pessoal “o riso corre fácil quando a grana corre solta”, apesar de Lobão ter usado esta fala em outro contexto a interpretação é a mesma neste caso, estamos mexendo com o bolso de muitos. O cenário é Teles terão mais concorrentes, mas tem o capital a seu lado; as associações de pequenos provedores querem tirar o máximo de vantagem para lucrar mais; e o povo acaba pagando 2x ou mais vezes pelo acesso a internet, mesmo que com melhores preços, pois, sabemos que no final alguém paga a conta, mesmo sendo verba pública subsidiando tudo isso.
    A proposta é fazer com que a internet pague seu custo e não dê lucro. A Telebrás cobrar o valor justo para pagar os custos operacionais está certo, agora os provedores pegarem isso e usar para fins próprios, não concordamos e se for assim é melhor mudar o PNBL para PNDEPI (Programa Nacional de Desenvolvimento Econômico de Provedores de Internet).
    Qual o “custo” que estamos dispostos a pagar por ter acesso à internet a 35,00 ou 60,00 reais por 512 kbps, sendo a internet entregue nas mãos de empresas privadas ? Hoje pode ser que esteja tudo legal, mas as redes de ultima milha, que levam a internet a sua casa, é privada, daí qual o poder que o governo terá em garantir este acesso com preços baixos. Se as redes de ultima milha fossem públicas daí tudo bem, porém, não são e nada impede que eles vivam negociando os preços de acesso a internet. Ahh temos a lei de mercado, onde há concorrência melhorarão os serviços e os preços, maravilha, e é provável que isso ocorra, se não criarem cartéis através das associações de provedores, mas o importante disso tudo é que o usuário continuará usuário dentro de uma rede que é pra ser do povo, onde quem ditará as regras é o povo, ou seja, preços, qualidade, conteúdos, liberdade de expressão e tudo mais ser definido pelo cidadão.
    Façam as contas : Se o provedor fosse comunitário, baseado nos princípios da prosperidade quanto vc acham que sairiam os mesmos 512 kbps e incluindo os custos de manutenção da infra ? De pronto aviso que muitos custos não existiriam, por ser um serviço sem fins lucrativos.
    Os mesmos 512 kbps sairiam por R$ 8,00 ao mês; a infra continuaria o mesmo preço citado na planilha postada lá em cima; a mão de obra seria comunitária e no final um provedor comunitário com suporte 24hs numa comunidade com 150 usuários sairia a R$ 21,00 por mês, reduzindo drasticamente todos os custos, garantindo um serviço democrático e livre de censuras.
    Irei parar por aqui, mas é super importante que todos debatem, questionem, inclusive oque estamos dizendo e que achemos um consenso, principalmente para que o governo nos ouça e tenham uma postura diferente em relação ao PNBL.
    Abraços a todos e vamos em frente.

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Sai um site do governo sobre inclusão digital super bacana e com bastante informação legal. Com um pouco de apelo publicitário, mas no geral com bastante coisa legal.
    http://multimidia.brasil.gov.br/inclusaodigital/?utm_campaign=Mensal.Janeiro_Twitter_Portal.Brasil_Post_Inclusao.Digital&utm_medium=Post&utm_source=Twitter&utm_content=Mensal.Janeiro&utm_term=Portal.Brasil_Inclusao.Digital

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Não irei postar todos os sites, mas os fatos vos digo, acesso a banda larga é prioridade no mundo, o detalhe é : nós vamos acatar os modelos propostos sem debate popular ou vamos conseguir, em tempo, debater oque realmente reflete uma política pública verdadeira sobre o acesso constitucional à internet por todos os brasileiros ? Estou citando em vários posts que minha frase predileta é : Sem debate não há democracia e se esta máxima não for verdadeira, algo em mim precisa mudar. Quero creditar que o diálogo aberto, transparente e direto seja a fórmula mágica para que possamos realmente viver a democracia… não a democracia de hoje.. e muitos podem dizer que está melhor que antes… mas seria como aceitar políticos que roubam mas fazem… oque é de direito do cidadão não é negociável, assim como nossos deveres, sendo assim, se faz necessário o despertar de consciências de todos nós em prol do exercício democrático de se debater oque for de interesse e se o pleito levantado aqui não for um assunto primordial… que eu navegue pelo mares digitais em busca da luz e da paz para melhores esclarecimentos de minha ignorância.
    No mais, como SOU BRASILEIRO E NÃO DESISTO NUNCA, estarei esperando por todos aqui. PS.: Não tenho múltiplas personalidades, ( :-) ) mas quando digo ”eu”, falo em nome, pelo menos, de nosso pequeno grupo que defende a democratização da internet em prol do desenvolvimento sócio-cultural do povo. Abraços a todos e vamos ao debate gente…..

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Pessoal vamos lá. Alguns tópicos para alinhamento das informações no tocante a execução do PNBL :
    • Em 2011 a projeção é que sejam instaladas pelo menos 1700 cidades no Brasil com o backhaul da Telebrás, ou seja, chegará link na porta das cidades.
    • A velocidade máxima que a Telebrás irá dispor é de 64 mega, com cidades mais populadas
    • Cada mega dedicado que a Telebrás entregará, sairá por R$ 230,00 ao mês
    • Os valores por cada 512 kbps vendidos aos usuários não poderão exceder 35,00 por mês
    • Os cadastramentos de provedores e prefeituras interessadas já estão abertos no site da Telebrás
    • Estas cidades que foram escolhidas representam mais da metade da população brasileira, ou seja, são as cidades mais populadas.
    Quais são os tópicos ligados aos temas propostos para debate :
    • Serão 1700 cidades com uso de link de internet pública para fins privados e com lucratividade se for o caso de provedores a usarem ou prefeituras sendo os gestores das redes de última milha.
    • Baseado nos cálculos que fizemos um pequeno provedor não conseguirá manter o serviço com um retorno lucrativo mínimo, ou seja, continuaremos nas mãos de grandes provedores. (A base de cálculo foi feito em relação somente aos valores referentes à venda do serviço de acesso e nos custos operacionais para empresas com licença SCM, que é obrigatória para quem quiser participar do PNBL como prestador)
    • Se forem as prefeituras a serem as prestadoras, temos uma questão sobre como serão gestionadas estas redes. Caso prático : Uma prefeitura deixará o povo postar informações no portal de acesso ou até mesmo disponibilizar um portal de uso popular. Ex.: Denuncia de corrupção no governo municipal, poderá ser postado ?
    • O pleito para entidades sem fins lucrativos e universidades públicas poder prestar serviços de distribuição de sinal de internet através de licenças SLP, SCM ou outra compatível de forma que não haja impedimento destas entidades operarem dentro da lei. (Hoje só quem tem SCM ou SLP é que podem ser provedores de sinal de internet)
    • A execução do PNBL dentro das diretrizes que foram escritas até o momento não dá a garantia de participação popular sobre a banda larga pública, ou seja, foi-se criada uma política pública sem participação popular, onde todos os tópicos estão sendo escritos com base em um grupo definido como Fórum Brasil Conectado (FBC). Com isso já serão implantadas estas 1700 cidades em 2011 sem ter nenhuma diretriz, lei ou regra que garanta a participação popular sobre as redes de última milha que utilizarão o link da Telebrás (que é distribuído com verba pública). Estes links serão usados para promover à massificação do acesso a internet através de entidades com fins lucrativos, ferindo assim o princípio básico de direito à coisa pública por parte de todos nós cidadãos.
    • Fato : depois do link distribuído por empresas privadas ficará muito difícil de se fazer algo, pois, daí estaremos lidando com a coisa privada, que por finalidade tem a lucratividade e não a aplicação para fins sociais. No caso das prefeituras o caso poderá ser estudado para que as redes sejam descentralizadas através de entidades sem fins lucrativos poderem fazer a gestão. No debate a gente discute isso. Já temos um exemplo através do decreto 6.991/09 que permite que propriedade pública seja doada para a sociedade para fins de autogestão.
    Acho que esta informação é o suficiente para iniciarmos e agora um fator importante:
    O TEMA PARECE SER COMPLEXO, PORÉM, O PRINCÍPIO BÁSICO É SIMPLES. O OBJETIVO É ACHAR A RESPOSTA PARA A SEGUINTE PERGUNTA : COMO VCS QUEREM QUE A INTERNET PÚBLICA SEJA GESTIONADA ?
    O dinheiro é nosso, a rede de backhaul e backbone (as redes de distribuição entre as cidades) é nossa e o link que será distribuído em cada cidade Tb é nosso, sendo assim, quem deve definir como estas redes serão usadas somos nós.
    Daí temos aparentemente duas opções, resumindo:
    1 – Deixar que empresas e prefeituras façam a gestão desta rede como eles acharem melhor
    2 – Pleitear ao Governo, através de um movimento sólido, que o PBL seja um programa que respeite os anseios do povo, o qual não é somente ter acesso a internet com serviços de e-Gov e sim, termos a gestão de redes locais descentralizadas para não somente usar a internet, mas também usar a rede para fins de controle social, cidadania, democracia plena e efetivamente um modelo participativo do povo junto com os governos de todas as instâncias (e-Gov2.0).
    VAMOS AO DEBATE E ESTA SEMANA ESTAREI LIGANDO PARA OS ÓRGÃOS COMPETENTES PARA DESIGNAR UMA PESSOA PARA ACOMPANHAR O DEBATE E APÓS OS PEDIDOS SEREM SISTEMATIZADOS PODEREM LEVAR PARA SUAS CHEFIAS E TOMAREM AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS DE ENCAMINHAMENTO LEGITIMADO.
    SE NÃO PEDIRMOS ELES NÃO TERÃO COMO ADIVINHAR, SENDO ASSIM, MÃOS A OBRA PESSOAL.. ESTAMOS A DISPOSIÇÃO PARA TIRAR DÚVIDAS E PEÇO TAMBÉM A CONTRIBUIÇÃO DOS MODERADORES DESTE GRUPO, QUE ESTÃO LIGADOS DIRETO AO FBC

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Estou postando esta mensagem para dar as boas vindas aos novos membros que entrarem a partir de hoje, com base na resposta à campanha de mobilização popular sobre o PNBL. Esta campanha está sendo divulgada pelo Twitter, Facebook, Orkut e dentro dos grupos de discussão Rede 3º Setor, Cidadania_Brasil e FNDC. Abraços e vamos ao debate. De pronto disponibilizamos alguns documentos no google docs para melhor entendimento sobre o assunto. O link é : https://docs.google.com/leaf?id=0Bx4eEPXqyQFuNTFmODNiZjQtM2RmNy00YjgxLWFiMTYtODA0YzZmMGIxOThj&hl=pt_BR

    Para maiores informações podem enviar
    email para instituto@bemestarbrasil.org.br,
    MSN : marcelo_secante@hotmail.com
    Twitter @IBEBrasil
    Facebook : http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100000028547604

  • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva publicou uma atualização no grupo PNBL – Construindo políticas em rede:   1 ano, 4 meses atrás · Ver

    Ok pessoal, quero levantar o debate de novo sobre o PNBL aqui no grupo e pedir que todos se mobilizem em prol desta discussão, pois, em 2011 o Brasil receberá backhaul para iluminar quase a metade das áreas de grande densidade populacional e até agora nada de debate sobre gestão popular, controle social e exercício da cidadania sobre estas redes. Lí o documento do 3º encontro do FBC e ainda não existe lá nada que garanta que as redes de ultima milha (na cidades) terão algum tipo de participação do povo, a não ser sendo mero usuário. Se nós estivermos enganados, que bom, mas não acho que uma política pública desta relevância deva ser tratada como um plano de negócios para provedores ou simplesmente serem dadas a prefeituras sem haver um debate sobre como estas redes, que utilizarão recursos públicos, serão geridas nas cidades. SE NÃO LEVANTARMOS ESTA BANDEIRA AGORA, DEPOIS QUE AS REDES ESTIVEREM EM PODER DAS INICIATIVAS PRIVADAS SERÁ MAIS DIFICIL…

    vamos ao debate…..

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