Políticas Culturais para a Segurança Pública.
Segurança Pública e Cidadania,é sem dúvida hoje uma das questões de principal preocupação dentro das sociedades.E sendo assim,não existe um caminho mais fácil,e mais dinâmico do que o desenvolvimento de políticas púbilicas culturais específicas que por meio da Arte e pela Cultura,objetivem e ensejam a já Gestão Estatal desgastada.A inteção é,propor aqui uma politica de inclusão renovada em parceria com a Sociedade Civil Artística e Cultural Organizada,frente aos novos rumos possíveis de uma politica mais cidadã e comunitária, edificantes contra a crescente violência de gênero dos grandes centros urbanos,gerada pelo crescente desemprego,pela própria exclusão social,ética,e moral,e as descrenças objetivadas pelas consecutivas notícias sobre corrupção e a aparente impunidade.Na verdade,a minha proposta,é o desenvolvimento de um Estado Gestor em parceria com a Sociedade Criativa,em todas esferas,desenvolvendo políticas culturais específicas para cada comunidade e região,objetivando com isto,resgatar o papel do Estado,como parceiro,aliado,participe dos problemas locais e aliado nos processos edificantes comunitários,e mais ainda,fecundar o fluir por uma trajetória e posição cultural,e solidificar emudecidamente a efetiva participação dentro delas,sem qualquer denominação ou vocação autoritária.Na verdade sim,uma retomada nos diálogos sociais,artísticos,culturais,educacionais,e criativos,utilizando se das modernas ferramentas e das plataformas que são disponibilizadas pela crescente Cultura Digital,por meio da Arte e da Cultura.
-
Erik Sandro Alves de Oliveira publicou uma atualizção no grupo Políticas Culturais para a Segurança Pública.: 2 anos atrás · Ver
Universidade Federal do Rio de Janeiro
A Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ realiza sua aula inaugural sobre “Mídia e violência” nos dias 26 e 27 de março das 9 às 18 horas. …
http://www.ufrj.br/detalha_noticia.php?codnoticia=7210 – Em cache
MINHA TESE DE CONCLUSÃO DO REFERIDO SEMINÁRIO:
A mudança histórica na apreensão da midia na relação entre pobreza e crime, os efeitos sociais da narrativa do crime frente a abordagem dos grandes grupos de comunicação que criam alienação social através da banalização e simplificação da violência, deixando de levar em conta os fatores estruturais e do conjunto, fixando-se em um objeto ou fato e não abrangendo o todo, apenas considerando a relação da audiência com o criminoso, a vitima e o estado, gerando informações parciais com condescendencia da sociedade diante da impunidade e de justiçamentos, desconhecendo quase sempre a situação que envolve o conflito, gera o medo como fator de alimentação da própria violência.Humanizar a comunicação da violência é colocar-se na situação de um residente de favela, a criminalização da pobreza, transformando o pobre em ameaça social ou como um pobre conformado (honesto, feliz e alienado) é uma bipolaridade esquizo, que precisa de ajustamento através de uma midia coletiva, ordenadora, com impacto junto ao conjunto da sociedade. A falta de política de prevenção ao incentivo a violência pela utilização da rebeldia da juventude, instigada através de mensagens subliminares, deve ser passível de investigação ( apuração da noticia, formas de narração de um fato, modos de relação com as fontes e recursos utilizados), os erros da midia e as formas de reparação deveriam levar em conta os interesses corporativos (financeiros, politicos, internacionais, de marketing ou publicitários).
A midia que está surgindo através da internet, vai romper com o ciclo de uma sociedade tangida como gado, a inventividade e a capacidade de articulação das comunidades facilita a inserção no território urbano e a troca de experiências e vivências, abrindo diálogo através de novas bases tecnológicas e afetivas do ponto de vista da inclusão subjetiva e da produção de novos discursos, signos, moda… A utilidade das imagens sobre violência na midia atual sustenta a indústria do medo e suas explorações políticas, econômicas, psicológicas e sociais – precisamos da visão de dentro da favela, dando margem a novas midias para novos sujeitos do discurso, a inclusão da vivência através de políticas comunitárias como forma de expressar os sentimentos de exclusão social ou de gênero, leva a novas políticas editoriais, como sendo uma forma de cobertura anti-violência, que tenha na produção da comunidade o equlibrio que faltava contra os abusos da grande midia.
-
gabriela previdello orth escreveu na rede do grupo Apoios e Patrocínios
Olá Marcilio! Obrigada pela sua colaboração, parabéns pelo blog e benvindo ao grupo!
2 anos, 9 meses atrás · Ver




