A Ação Griô do Ministério da Cultura, tem como base metodológica os conceitos dos antigos contadores de histórias africanos, os Griots. Esses contadores de história utilizam várias técnicas expressivas para narrar a vida de sua comunidade, técnicas que vão desde o uso de instrumentos musicais à expressão corporal (encenação).

Esses contadores de histórias carregam consigo toda a tradição local, suas religiões, mitos, lendas e, quando morre um Griot, dizem que uma biblioteca foi incendiada.

Na África, onde a tradição oral é considerada como o museu vivo da arqueologia, da história e do presente da vida social, o dono do saber, da palavra, é o Griot. É um dos símbolos representativos de todos os narradores, trovadores, sábios, avós, mães e todos os demais personagens depositários de histórias, testemunhos ou tradições que ele conta. São pessoas que por diversas razões, circunstâncias e habilidades, acumularam conhecimentos que pertencem às suas comunidades e que podemos entender como um patrimônio cultural. Fonte: Minc.