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    maria thereza amaral 2:52 em 11 de April de 2012 Link permanente | Resposta
    Tags: "Hub Escola", comunicação, , redes   

    . Meu evento na HUB Escola de Outono de … 

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    Meu evento na HUB Escola de Outono de 2012: “Articulações e estratégias de mídias e redes digitais no mundo corporativo”

    http://www.facebook.com/events/124997337625634/

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    Descrição da atividade:
    A comunicação institucional de organizações via mídias digitais é importante, mas ela só se torna significativa se refletir o que a organização é no presencial. Com isso podemos dizer que a organização só terá uma presença forte nas mídias, e redes, sociais digitais se sua atuação for coerente no presencial (‘não virtual’) e se estiver atuando realmente como uma comunidade organizacional. E as redes sociais de organizações, sejam digitais ou não, só realmente se consolidam quando são mantidas por alguém comprometido com a organização e que “pense e funcione” em rede.

    Então, como se fariam as interações e integrações de mídias e suas interfaces, a escolha destas interfaces e seus conteúdos, e o que nortearia estas escolhas?

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    Benefícios:

    • Pensarmos juntos como seria possível construir um roteiro para contextualizar/pensar/prototipar/realizar uma comunicação digital efetiva em organizações
    • Ajudá-los a pensar, utilizando exercícios práticos, em como se poderia consolidar organizações como comunidades
    • Refletir, através de dinâmicas de grupo, em como formar pessoas para atuar nessa comunidade organizacional
    • Através de diálogos e dinâmicas, explicitar os meios pelos quais uma organização pode ter uma inserção no mundo digital, de modo que se apresente de modo coerente tanto neste meio quanto no mundo “analógico”
    • Ter uma atividade voltada à discussão e montagem de uma “estratégia de comunicação” que não visará prioritariamente nem a publicidade e nem o marketing, mas fornecerá subsídios que os auxilie em suas estratégias e campanhas

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    Anfitriãs: Maria Thereza do Amaral e Nathalia Gonçalves

    Sobre as anfitriãs:

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    Maria Thereza do Amaral é consultora na MTh – Maria Thereza do Amaral – consultoria, assessoria e netweaving. http://mariatherezaamaral.wordpress.com/

    Nathalia Gonçalves é socióloga e mestre em Comunicação Política. Atua há três anos como tutora virtual de cursos de graduação e extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Trabalha também como produtora de conteúdo web.

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    Inscrições:

    http://www.hubescola.com.br/inscricoes

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    maria thereza amaral 16:46 em 15 de February de 2011 Link permanente | Resposta
    Tags: , empreendedorismo, , inovação   

    HUB Escola de Verão e trilhas de aprendizagem 

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    Hub Escola é um projeto para educação não-formal que se iniciou em 2010, mais exatamente julho de 2010, com a HUB Escola de Inverno, em paralelo com a Hub Summerschool no Hub Holanda. E é uma iniciativa feita em conjunto com o Hub São Paulo .

    O HUB São Paulo é um espaço de coworking, que tem um forte viés de empreendedorismo, sustentabilidade e inovação, mas onde é particularmente forte o viés de empreendedorismo sociale esta visão é explicitada na HUB Escola pela listagem dos “cinco princípios da HUB Escola”.

    E isso originou um experimento muito interessante, em que se montou e vai se montando (e testando na prática) um plano de negócios para a escola, inclusive com a criação de uma moeda criativa (e social) própria, a hub-horas.

    Como se faz para oferecer uma educação não-formal de qualidade, com temas emergentes e de maneira interdisciplinar ? E ao mesmo tempo, como remunerar bem a equipe, os anfitriões/facilitadores, e cobrir as despesas (e custos fixos) e ao mesmo tempo cobrar um valor menor que estes mesmos anfitriões/facilitadores cobram em seu dia a dia, de maneira a torna-los acessíveis aos participantes?

    São questões que foram pensadas, estão sendo colocadas em práticas e a cada dia seus resultados estão sendo analisados pela coordenação e pela equipe da organização da escola.

    Abaixo estão alguns temas-trilhas que poderão interessá-los a vir ver a Escola acontecendo:

    Geração Y
    http://hubescola.com.br/events/event/search?q=gera%C3%A7%C3%A3o+Y

    Redes e Comunidades
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=comunidades

    Empreendedorismo
    http://hubescola.com.br/events/event/search?q=empreendedorismo+ver%C3%A3o&page=1
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=empreendedorismo

    Comunicação
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=comunicacao

    Facilitação de grupos
    http://hubescola.com.br/events/event/search?q=grupos+facilita%C3%A7%C3%A3o

    Educação ambiental
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=educa%C3%A7%C3%A3o_ambiental

    Envolvimento comunitário
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=envolvimento_comunit%C3%A1rio

    Comunicação (mais geral)
    http://hubescola.com.br/events/event/search?q=comunica%C3%A7%C3%A3o

    Comunicação (mais estrita)
    http://hubescola.com.br/events/event/search?q=comunicacao

    Criatividade
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=criatividade

    Jogos Cooperativos
    http://hubescola.com.br/events/event/listByType?type=jogo_cooperativo

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    maria thereza amaral 14:12 em 31 de January de 2011 Link permanente | Resposta
    Tags: , , evento, ,   

    HUB Escola de Verão 

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    A Hub Escola tem como objetivo propiciar um ambiente inovador para trocas de conhecimento e aprendizagem.

    A próxima Hub Escola de Verão será a partir do 31 de janeiro. Junte-se a nós!


    CINCO PRINCÍPIOS DA HUB ESCOLA

    De acordo com estudo realizado pela New Economics Foundation (NEF), os cinco princípios descritos abaixo levam ao bem-estar. Na Hub Escola adotamos esses princípios no dia-a-dia:

    • Faça conexões – Mantenha-se conectado com as pessoas à sua volta. Família, amigos, colegas e vizinhos. Na sua casa, no seu trabalho, na sua escola, na sua comunidade local. Invista seu tempo nisso. Uma boa rede de relacionamentos é fundamental para seu sucesso, equilíbrio emocional e bem-estar.
    • Seja ativo – Saia para caminhar ou correr. Ande de bicicleta. Pratique um esporte. Faça jardinagem. Dance. Fazer exercícios melhora o bem-estar das pessoas.
    • Fique atento – Seja curioso. Observe as coisas belas. Saia da rotina. Preste atenção na mudança das estações. Aproveite cada momento, seja caminhando até o trabalho, almoçando ou dedicando tempo aos amigos. Fique atento ao mundo à sua volta e aos seus sentimentos. Refletir sobre as suas experiências poderá ajudá-lo a perceber o que realmente importa.
    • Aprenda sempre – Tente alguma coisa nova. Redescubra um antigo interesse. Inscreva-se em um curso. Assuma uma responsabilidade diferente no trabalho. Conserte uma bicicleta. Aprenda como tocar um instrumento ou como cozinhar sua comida predileta. Estabeleça novos desafios. Aprender coisas novas tornará sua vida mais divertida.
    • Seja generoso – Faça alguma coisa gentil para um amigo ou um estranho. Agradeça. Sorria. Faça trabalho voluntário. Participe de um grupo comunitário. A reciprocidade e a compaixão são a chave para a sua felicidade e a felicidade dos que estão à sua volta.

    O modelo abaixo mostra como os princípios se relacionam e conduzem ao bem-estar:


    E você, como se relaciona com esses princípios? Como você pratica o seu próprio bem-estar?

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    maria thereza amaral 15:14 em 30 de January de 2011 Link permanente | Resposta
    Tags: "Novo Olhar"", "Semente UNA", , , ,   

    E na HUB Escola de Verão… 

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    maria thereza amaral 0:15 em 26 de January de 2011 Link permanente | Resposta  

    “Netweaving” de Augusto De Franco (Escola de Redes) 

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    Apresentação no Slideshare, “Netweaving”, de Augusto De Franco (Escola de Redes)

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    maria thereza amaral 15:56 em 2 de November de 2010 Link permanente | Resposta
    Tags: "midias sociais", digitais, ,   

    Midias digitais sociais: o que são ? 

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    Este evento que será um encontro para discutir midias digitais sociais e midias digitais através de um “case”, o NING Novo Olhar, com a coordenação de Maria Thereza do Amaral.
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    O encontro se dará na Casa Estrela, das 14h as 17 h e terá um custo de R$ 20,00.
    As vagas são limitadas a 15 pessoas.
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    Levem seus notebooks, iPad, netbooks .
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    As inscrições poderão ser feitas neste espaço – http://novolhar.ning.com/events/midias-digitais-sociais-o-que – e pelo e-mail mariathereza.amaral@gmail.
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    Horário: 5 novembro 2010 de 14:00 a 17:00
    Local: Casa Estrela
    Rua: Rua Desembargador do Vale, 454 – POMPÉIA – Cidade: São Paulo
    Telefone: (11) 3675.7761 (só para informações sobre o local)
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    maria thereza amaral 19:20 em 5 de July de 2010 Link permanente | Resposta
    Tags: computador, linguagens, lógicas, traduções   

    “Computador decifra língua extinta” 

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    “Computador decifra língua extinta” – Agência FAPESP

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    No livro Lost Languages, de 2002, o então editor do suplemento de educação superior do jornal inglês The Times, Andrew Robinson, afirmou que o trabalho arqueológico de decifrar línguas extintas exige uma mistura de lógica e intuição que os computadores são incapazes de possuir.

    Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, tentam mostrar que Robinson estava errado.

    Em estudo que será apresentado esta semana na reunião anual da Associação para Linguística Computacional, em Uppsala, na Suécia, o grupo apresentará um novo programa de computador que foi capaz de decifrar grande parte do extinto idioma ugarítico, descoberto a partir de escritos encontrados na cidade perdida de Ugarit, na Síria, cujas ruínas foram encontradas em 1928.

    O ugarítico era uma língua semítica escrita em alfabeto cuneiforme com 27 consoantes e três vogais. Os escritos encontrados foram importantes para estudiosos do Velho Testamento, por auxiliar a clarificar textos hebraicos e revelar como o judaísmo utilizava frases comuns, expressões literárias e frases empregadas pelas culturas gentis que o cercavam.

    O sistema, além de ajudar a decifrar línguas antigas que continuam a resistir aos esforços de especialistas, poderá expandir o número de idiomas que sistemas automatizados de tradução, como o Google Tradutor, são capazes de manejar.

    Para simular a intuição que falta aos computadores, Regina Barzilay, do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação do MIT, e colegas fizeram várias proposições. A primeira é que a língua a ser decifrada pelo computador estaria próxima de outra. Para isso, foi escolhido o hebraico.

    Mais em http://bit.ly/d2J8fv

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    maria thereza amaral 11:20 em 11 de June de 2010 Link permanente | Resposta
    Tags: direito, , licenças, software   

    Pirata Brasileiro 1 x Software Americano 0! 

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    Pirata Brasileiro 1 x Software Americano 0!

    O cenário é o seguinte:

    Uma empresa brasileira de Minas Gerais utiliza sem licença 103 programas da Microsoft e da Autodesk. A coisa vai para os tribunais. Advogados passam a interagir, representantes são ativados, lei daqui, lei dali… já meio que imaginamos onde isso vai dar, certo?

    Se você pensou em ‘acordo para a regularização de licenças (pacelado, como normalmente acontec…ia)’, seu descrente, errou feio.

    A 18ª Câmara Cível de Belo Horizonte decidiu que o culpado nesse caso é a companhia de software, não a empresa que estava a utilizar os softwares num regime, digamos, pirata. Segundo o entendimento do juiz daquela vara, não foi possível descer a vara e condenar a empresa brasileira a pagar uma indenização por tal prática, pois o buraco é mais embaixo. Em ritmo de pelada verde-e-amarela, a decisão foi para os pênaltis e o resultado final ficou em dois votos contra um, festejando-se o maior pula-pirata desde a década de 80 (fala, você nem conheceu esse brinquedo direito…)

    Os advogados da zaga mineira propugnaram que a empresa americana não oferecia equivalência em relação à lei de proteção de direitos autorais exigidas pela Lei do Software, criada para proteger obras estrangeiras.

    No ataque, as empresas americanas alegam que obras de tecnologia brasileira têm o mesmo valor jurídico e proteções que obras americanas, cobertos pela lei regida naquele país.

    Aí, provavelmente o motivo pelo qual a decisão final deve ter ido para os pênaltis, a mineira contra-atacou explorando uma brecha e alegou que essa lei americana (Copyright Act) foi alterada pelo Tratado Internacional de Direitos Autorais da OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual, órgão ligado às Nações Unidas, puwrra!) e a sua justificativa procede porque o Brasil ‘ainda’ não aderiu a esta lei. Golaço para os piratas verde-amarelos e a bola entrou no cantinho, nos 45″ do segundo tempo.

    Continua em meiobit.com/67568/pirata-brasileiro-1-x-software-americano-0

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    maria thereza amaral 15:26 em 24 de May de 2010 Link permanente | Resposta
    Tags: , ética, ,   

    Só o que importa é a linguagem… 

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    “Vivemos na Era do Conteúdo, também chamada de Era do Conhecimento, ou seja, com o foco errado. Essa abordagem joga no lixo um século de estudos sobre a linguagem. A coisa em si, para usar uma expressão popular emprestada da filosofia, não é o chamado conteúdo, o tema, a informação contida por trás do biombo das palavras. Mas sim a própria linguagem. A palavra, o frame, a imagem, o objeto é o que se trata. Não adianta, portanto, você transbordar de afeto, amor pelo próximo se usar a muleta “um beijo no coração”.

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    Este não é um comentário meu, está no blog  http://outubro.blogspot.com do Nei Duclós e merece ser lido.

    Eu adicionaria que o grande desafio de quem quer usar eticamente a informação e a linguagem é não ser “sofista” no mau sentido, ou seja, entender o discurso, a informação, e construir e manipular pesadamente um conteúdo a seu bel prazer.

    Eu diria que podemos viver na Era do Conteúdo ou Era do Conhecimento, mas o foco deveria ser na linguagem, na ética e na informação (tudo ao mesmo tempo), depois no conteúdo.

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    Obs: embora eu concorde parcialmente com os que dizem que as definições da wikipedia sejam muitas vezes simplistas, simplificadoras e parciais, eu admiro demais o projeto para não usá-lo.

    Obs 2: ética e/ou bioética ? Ou os dois?

    Obs 3: eu acredito que um dos grandes campos “unificadores” deste século seja a semiótica.

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    maria thereza amaral 20:10 em 30 de April de 2010 Link permanente | Resposta
    Tags: bibliotecas, , seminário   

    XVI edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU) 

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    XVI edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU)

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    http://www.snbu2010.com.br/programa.asp

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