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Meu evento na HUB Escola de Outono de 2012: “Articulações e estratégias de mídias e redes digitais no mundo corporativo”
http://www.facebook.com/events/124997337625634/
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Descrição da atividade:
A comunicação institucional de organizações via mídias digitais é importante, mas ela só se torna significativa se refletir o que a organização é no presencial. Com isso podemos dizer que a organização só terá uma presença forte nas mídias, e redes, sociais digitais se sua atuação for coerente no presencial (‘não virtual’) e se estiver atuando realmente como uma comunidade organizacional. E as redes sociais de organizações, sejam digitais ou não, só realmente se consolidam quando são mantidas por alguém comprometido com a organização e que “pense e funcione” em rede.
Então, como se fariam as interações e integrações de mídias e suas interfaces, a escolha destas interfaces e seus conteúdos, e o que nortearia estas escolhas?
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Benefícios:
- Pensarmos juntos como seria possível construir um roteiro para contextualizar/pensar/prototipar/realizar uma comunicação digital efetiva em organizações
- Ajudá-los a pensar, utilizando exercícios práticos, em como se poderia consolidar organizações como comunidades
- Refletir, através de dinâmicas de grupo, em como formar pessoas para atuar nessa comunidade organizacional
- Através de diálogos e dinâmicas, explicitar os meios pelos quais uma organização pode ter uma inserção no mundo digital, de modo que se apresente de modo coerente tanto neste meio quanto no mundo “analógico”
- Ter uma atividade voltada à discussão e montagem de uma “estratégia de comunicação” que não visará prioritariamente nem a publicidade e nem o marketing, mas fornecerá subsídios que os auxilie em suas estratégias e campanhas
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Anfitriãs: Maria Thereza do Amaral e Nathalia Gonçalves
Sobre as anfitriãs:
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Maria Thereza do Amaral é consultora na MTh – Maria Thereza do Amaral – consultoria, assessoria e netweaving. http://mariatherezaamaral.wordpress.com/
Nathalia Gonçalves é socióloga e mestre em Comunicação Política. Atua há três anos como tutora virtual de cursos de graduação e extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Trabalha também como produtora de conteúdo web.
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Inscrições:
http://www.hubescola.com.br/inscricoes
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Rogerio Santana Lourenço 18:04 on 24 de maio de 2010 Permalink |
Oi, legal ver esse foco no dinamismo, ao invés do estático. Mas o que dizer de palavras, senão que elas têm um sentido? Quer dizer, esse dinamismo também produz uma direção, um sentido…a linguagem então seria como um rio? Navegamos no fluxo de algo?
Talvez a semiótica não tenha sumido de todo, estamos, as pessoas, imersos em símbolos que “forçam a barra” para que a gente aceite como signos…quando não houver mais sentido, e já não há muito mesmo, quando estiverem todos dando voltas( revoltas), alguém vai esbarrar nela, a semiótica, de novo.
maria thereza amaral 19:27 on 24 de maio de 2010 Permalink |
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Rogério,
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Minha visão: Semiótica, biosemiótica, “não-sei-o-que” semiótica, a semiótica (como abordagem, teoria de fundo, etc) está mais forte que nunca, mas já está tão dentro, que permeia muita coisa e as vezes a gente não a percebe no discurso.
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