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MERCADO
Apple cobra 10 mil dólares pela concepção de um iTunes LP
Music News – 13/10/2009 – Por Miguel Caetano – Remixture – PT
Há pouco mais de um mês, Steve Jobs aproveitou o evento especial da Apple dedicado à música para lançar o iTunes LP, um novo formato de álbum digital com um preço mais caro do que os 9,99 euros habituais justificado pela marca da maçã com o facto de integrar letras, notas, vídeos, visualizações e fotos. A avaliar pela ausência de suporte a qualquer dispositivo móvel, eu percebi logo que aquilo iria um flop. E o que é facto é que o número de discos disponíveis neste formato na loja do iTunes não vai ainda além dos 12.Não demorou muito tempo após o lançamento, para ficarmos a saber pela mão do programador Jay Robinson que o iTunes LP consiste basicamente numa pasta comprimida disfarçada por um formato proprietário .itlp. Vista as coisas, no iTunes LP não há nada de mágico senão código HTML, CSS, JavaScript e imagens no formato PNG. Tudo completamente normalíssimo, portanto. O que não é de todo normal é que a Apple esteja a cobrar aos artistas e editoras interessadas dez mil dólares em custos de produção pela criação de cada iTunes LP. Isso foi o que Brian McKinney da editora independente Chocolate Lab Records disse ao Gizmodo. Ao tentar obter informação sobre quanto custaria criar um iTunes LP, McKinney ficou a saber da parte de um representante do ITunes que os LPs não estão a ser fornecidos às etiquetas independentes e que para além do mais de momento apenas se encontram à venda 12 álbuns nesse formato. Se este preço de 10 mil dólares se mantiver, nenhuma indie se atreverá a encomendar um iTunes LP. Aliás, talvez seja precisamente por isso mesmo que se encontrem à venda tão poucos iTunes LPs. Em comparação, a App Store da mesma Apple abriu com 500 aplicações para o iPhone e menos de uma semana depois já tinha quase mil.
Seja como for e tal como sempre acontece com a Apple sempre que a marca da maçã tenta gerar artificialmente de uma forma ou de outra um ecossistema de escassez existe alguém que aproveita a oportunidade para lançar a sua própria oferta sem erguer qualquer tipo de barreiras de entrada. Foi assim com as lojas de aplicações criadas para contornar o pesado sistema de autorização da Apple de aplicações para o iPhone, foi assim agora com o iTunes LP.
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Pirataria dá mais dinheiro a ganhar aos detentores de direitos do que downloads legais
Music News – 13/10/2009 – Por Miguel Caetano – Remixture – PT
Eu sempre desconfiei que as editoras discográficas e os outros detentores de direitos viam na pirataria uma máquina de fazer dinheiro sem muito esforço através da extorsão de indemnizações aos partilhadores. Não sabia era até que ponto é que este “negócio” é mais lucrativo do que o dos downloads legais.
A minha curiosidade foi satisfeita graças a uma apresentação recente da DigiRights Solutions em que esta empresa alemã especializada no combate à pirataria revela que as indústrias de entretenimento podem ganhar até 150 vez mais com os downloads não autorizados do que com as músicas comercializadas em lojas online como a do iTunes ou a da Amazon.
Os métodos de detecção utilizados pela DigiRights são bastante semelhantes aos empregues por outras organizações de anti-pirataria como a DigiProtect ou a LogiStep: depois de obterem os endereços dos alegados infractores, os anti-piratas enviam a cada um uma carta ameaçando-os com um processo judicial caso não pagarem a indemnização e os juros exigidos equivalentes a um valor de várias centenas de euros por cada infracção.
No caso da DigiRights, normalmente os seus funcionários enviam emails aos internautas acusados de descarregarem ficheiros protegidos por direitos de autor de modo a que estes paguem 450 euros por ficheiro. Desse montante, 80 por cento vai para o seu próprio bolso. A companhia explica que esta comissão elevadíssima destina-se a pagar várias despesas técnicas, administrativas e jurídicas. Tendo em conta que o restante vai para os detentores de direitos, estes acabam por receber 90 euros por cada indenização.
Apesar deste desequílibrio, a DigiRights argumenta que o negócio até acaba por ser bastante lucrativo para os detentores de direito. E o que é facto é que esses 90 euros são um valor bastante superior aos 60 cêntimos que os detentores de direitos recebem por cada download legal vendido a 99 cêntimos no iTunes. Contas feitas, a venda legal de música acaba por ser 150 vezes menos rentável que a pirataria.
É claro que nem todos os partilhadores intimados acabam por pagar mas mesmo assim a DigiRights assegura que os que pagam representam 25 por cento do total de notificados. Dito de outra forma, uma média de um em cada quatro opta por pagar sem sequer protestar – nada mau!
Partindo do princípio de que em cada mês a DigiRights consegue identificar e notificar cinco mil internautas – de acordo com os seus próprios dados -, e que 25 por cento pagam 450 euros, sendo que 90 vão para os titulares de direitos, estes últimos necessitariam de vender cerca de 150 mil músicas para atingirem o mesmo nível de rentabilidade. Ora, na Alemanha 150 mil corresponde precisamente ao número de vendas que um álbum necessita para chegar a disco de ouro.
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Morre Leon Barg – Fundador da gravadora Revivendo
Blog Acordes – 13/10/2009 – Por Toninho Spessoto
A memória musical brasileira está mais pobre. Morreu nesta segunda-feira em Curitiba o empresário, produtor e colecionador pernambucano Leon Barg, criador da Revivendo Músicas, gravadora especializada na recuperação da memória da música brasileira. Ele vinha enfrentando problemas de saúde há alguns anos. A Revivendo nasceu há 22 anos na capital paranaense e desde então vem colocando no mercado compilações de nomes da música brasileira notadamente das décadas de 20 a 50. Já foram lançados cerca de 400 títulos entre LPs e CDs. Entre os muitos intérpretes focalizados pelos belos discos da Revivendo estão Chiquinha Gonzaga, Carmem Miranda, Francisco Alves, Orlando Silva, Gastão Formenti e centenas de outros. A gravadora tem também um selo de música internacional, o Again, que já recuperou gravações de, entre outros, Bing Crosby, José Mojica e Francisco Canaro. As coletâneas vêm sempre com encartes ricos em informações sobre os artistas e fonogramas. O trabalho de Leon Barg será sempre lembrado pela riqueza e importância. A família deverá seguir em frente com a empresa.
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LANÇAMENTOS
Novo single de Michael Jackson chega às rádios e Internet
Reuters – 13/10/2009 – Por Mike Collett-White LONDRES (Reuters)
O novo single de Michael Jackson “This Is It” foi lançado nesta segunda-feira nas rádios e na Internet, cerca de quatro meses depois da morte do “rei do pop” devido a uma overdose de medicamentos, aos 50 anos. A faixa, que conta com vocais dos irmãos de Jackson, abre com uma leve introdução sentimental e os versos: “This is it, here I stand/I’m the light of the world, I feel grand” (É isso, aqui estou/Sou a luz do mundo, me sinto majestoso). A música poderá ser adquirida como parte do álbum duplo “This Is It”, que deve chegar às lojas em 26 de outubro e 27 de outubro na América do Norte, para coincidir com o lançamento do filme de Jackson, com o mesmo nome, em 28 de outubro. Uma pequena coleção de clipes do filme está disponível em sites, mostrando Michael e seus bailarinos ensaiando para o retorno aos palcos na O2 Arena de Londres, que o astro preparava antes de morrer. A Sony Music afirma que o primeiro disco do álbum trará alguns dos maiores sucessos de Jackson mais duas versões do novo single. O segundo disco incluirá versões não lançadas de algumas faixas clássicas do artista e um poema recitado pelo próprio Jackson chamado “Planet Earth”.
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Air viaja no tempo da delicadeza no belo Love 2
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Quinto álbum de estúdio do Air, mas já o sétimo título da coerente obra fonográfica do duo francês se também forem levados em conta o inicial EP Premiers Symptomes e a trilha sonora do filme As Virgens Suicidas, Love 2 viaja no tempo da delicadeza em torno dos diversos estágios do amor. É, no todo, disco mais inspirado do que o anterior Pocket Symphony (2007), em que o Air transitou por sonoridades orientais sem de fato impressionar. Love 2 é o primeiro álbum gravado pelos franceses Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel em seu recém-inaugurado estúdio Atlas. O próprio duo assina – sozinho – a produção dos 12 temas. Be a Bee é a faixa instrumental de tom viajante que melhor traduz o espírito de Love 2, álbum que não perde a ternura mesmo quando soa épico. Por isso mesmo, é pena que a pop Sing Sang Sung tenha sido escolhida o segundo single do álbum, sucedendo Do the Joy, tema que combina guitarras, sintetizadores e distorções com maestria. African Velvet, Love e Tropical Disease (esta um pouco longa demais) seriam faixas mais adequadas para apresentar Love 2 ao público. Mesmo sem alterar a receita de seu som eletrônico, que se situa em algum ponto entre o rock progressivo e a atmosfera lounge da cena atual, o Air ainda consegue soar bem interessante.
Resenha de CD
Título: Love 2
Artista: Air
Gravadora: EMI
Music Cotação: * * * *
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Álbum mostra Baden Powell ao vivo em 1966
Ziriguidum – 13/10/2009 – Por Beto Feitosa
Aos poucos a discografia de Baden Powell vai sendo relançada. O mais novo título resgatado é Baden Powell ao vivo no Teatro Santa Rosa, editado originalmente pela Elenco em 1966 e agora, 43 anos depois, incluído no catálogo da Biscoito Fino. O disco registra uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro. Baden e o trio liderado por Oscar Castro Neves ficaram em cartaz no antigo Teatro Santa Rosa por cinco meses. O álbum resume em trinta minutos e dez músicas o espetáculo e traz de volta o impacto do violão do músico, compositor de inúmeros clássicos. Além de Baden ao violão e Oscar ao piano, o show conta Carlinhos no contrabaixo e Victor Manga na bateria. Baden surpreende em uma aceleradíssima leitura para O astronauta, assim como Berimbau e Consolação em momentos que mostram o músico perfeito que foi Baden, misturando virtuose, inteligência e emoção. O violão de Baden exala sentimento e perfeição em Valsa de Eurídice, das raras composições solo do parceiro Vinicius de Moraes. A voz pequena de Baden pode ser ouvida no número final, Tempo feliz, que abre espaço para participação de um coro, infelizmente não identificado nos créditos do encarte. O repertório é formado basicamente por suas parcerias com Vinicius, dupla que na época criou a rica coleção de afro-sambas, marco na carreira dos dois artistas. Antes raro item de colecionador, o álbum ganha edição em CD com capa e encartes originais, incluindo rubrica de Aloysio de Oliveira. Na contracapa o produtor celebra: “É bem possível que você tenha vontade de, ouvindo este disco em casa, também juntar-se ao público e aplaudir com toda força um dos maiores violonistas do mundo”. Mais de 40 anos depois continua verdadeiro o elogio.
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A cavalaria de Manu Maltez
Gafieiras – 13/10/2009 – Por Ricardo Tacioli
O homem é uma máquina. Paulistano de 32 anos que, na década de 1980, caçava sapos num terreno baldio próximo à Avenida Sumaré, em São Paulo, Manu Maltez é tudo o que a imprensa e os lojistas menos querem encontrar pela frente. Simplesmente porque é difícil rotulá-lo. Contrabaixista de formação sólida e skatista apaixonado, Maltez é compositor (de música e de letra) e um artista plástico que cada vez mais ganha os livros, os muros, as paredes e as galerias. Também é um dos organizadores – ao lado de Yvo Ursini e Fábio Barros – do Mó!, uma mostra de arte independente e contemporânea que desde 2006 pontua São Paulo.
Mas difícil é classificar a música que faz, e isso não é demérito nenhum. Muito pelo contrário. Não tem “uhu, ahá”, “aê, aê”, refrão ou uma melodia assobiável logo após a primeira audição. Cheia de camadas, a música de Maltez surgiu em disco em 2006 com o álbum As neves do Kilimanjaro, quando dividiu a instrumentação com o Cardume, grupo que fundou em 2001. Três anos depois, novo retrato, Esse cavalo morto no jardim, que chega ao público neste domingo (11), na 10ª edição do Mó, no Auditório Ibirapuera. “O melhor jeito de ouvir esse disco é sem maiores apresentações, instruções, indicações”, avisa o músico em entrevista ao Gafieiras. No Mó!, Maltez e seu Grupo Cardume dividem a maternidade com o amigo Fabio Barros, que lança Enquanto eu caminhava, e também o palco com o Projeto B e o Axial.
Mas falava do cavalo morto de Maltez. Nesse segundo disco, o multi-artista assina todas as 11 músicas – da criação aos arranjos -, exceto em “Cachalote”, que dividiu a letra com o escritor e jornalista Pedro Biondi. No departamento sonoro, Esse cavalo… é um álbum acústico, com sopros, jazz, Tom Jobim, Marcelino Freire, Miró da Muribeca, vanguarda paulistana, negritude, imagens, Michael Jackson e São Paulo. Tem o Cardume com Thaís Nicodemo (piano), Amilcar Rodrigues (trompete) e Leonardo Muniz (saxofone e clarinete). E reforço de Maurício Caetano (bateria) e Yvo Ursini (guitarra), ambos do Projeto B. Já o outro departamento, o visual, está representado pelo disco em digipack, com capa, contracapa e encarte tatuados de seus desenhos.
Mais seguro de suas opções estéticas que o inaugural, o contundente Esse cavalo morto no jardim também marca a estreia do selo Mó!. Infelizmente, e por enquanto, a única forma de adquirir o CD é por meio do blog do autor. Para ouvir quatro faixas, basta acessar o MySpace do Cardume. Abaixo, o áudio de “Mané Jackson”, a entrevista realizada com Manu Maltez por e-mail e um faixa-a-faixa.
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Island acredita em terceiro CD de Amy em 2010
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Depois de supostos desajustes, parece que Amy Winehouse e a diretoria de sua gravadora, Island Records, já começam a se entender. De acordo com declarações recentes do vice-presidente da empresa, Darcus Beese, já há algumas demos gravadas e aprovadas que vão originar o terceiro álbum da artista britânica. A audição e a aprovação das músicas registradas nessas versões demo estão fazendo a Island acreditar que Winehouse vai gravar e lançar em 2010 seu tão esperado próximo disco. O primeiro desde Back to Black (2007), grande álbum que a consagrou em escala mundial.
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Solto na rede, ‘Pum!’ destaca Pato Fu e Jimmy
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Por conta do Dia das Crianças, a Deckdisc soltou o CD Pum! na rede. Trata-se de coletânea que apresenta nove gravações inéditas, feitas – com suposta inspiração no universo infantil – pelo elenco pop da companhia. Editado apenas de forma digital, o CD pode ser comprado em lojas virtuais ou ouvido no site oficial da gravadora. O destaque é uma música inédita do Pato Fu – Barata! – gravada pelo grupo em tom lúdico e latino para o projeto. Já a banda Vivendo do Ócio revive com peso asséptico O Carimbador Maluco, o tema defendido por Raul Seixas (1945 – 1989) no especial Plunct Plact Zoom, exibido pela Rede Globo em 1983. O mesmo faz o Strike com a marchinha Mamãe Eu Quero. Ambos até tentam, mas não soam espirituosos como Jimmy, o vocalista do Matanza. Ele apresenta em Pum! sua primeira gravação solo, Pense Nisso Quando me Soltar, tema que faz graça com o título da coletânea e ainda dá recado sobre a necessidade de uma boa alimentação. Fora do tom lúdico do projeto, Pitty canta a balada Just Now, versão em inglês de Só Agora, música do álbum Chiaroscuro. Também fora de sintonia estão a cantora Roberta Campos (Até o Fim) e os grupos Catch Side (Sou Como Sou) e Cachorro Grande (É Impossível sem Você, Amor). Na derradeira das nove faixas, Os Pedrero trazem o hardcore O Motoqueiro Doido para o universo infantil, retomando o espírito do projeto, tão bem entendido por Pato Fu e por Jimmy.
Resenha de CD – Título: Pum! – Artista: Vários – Gravadora: Deckdisc
Cotação: * * 1/2
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A volta do Faith No More
Mondo Pop – 13/10/2009 – Por Fabian Chacur
Em novembro, o Faith No More será um dos destaques do festival Maquinaria, em São Paulo. A banda, que estava há onze anos longe do cenário roqueiro, voltou com força total, e deixa expectativa de mais um ótimo desempenho aqui no Brasil, onde já se apresentaram três vezes, sendo a primeira, durante o Rock In Rio II, inesquecível. Como forma de comemorar esse retorno, a Warner colocou no mercado a coletânea The Very Best Definitive Ultimate Greatest Hits Collection, que apesar do título bem-humorado típico da banda, é de fato muito boa, e equivale a um ótimo resumo do trabalho dos caras. O CD um inclui 18 faixas extraídas dos cinco álbuns que a banda americana lançou entre 1987 e 1998. A original mistura de heavy metal, rap, progressivo, pop e o que mais pintasse do grupo continua soando potente e instigante. Mike Patton, cuja entrada na banda significou seu crescimento em termos artísticos e comerciais, tem uma voz forte e versátil, capaz de ser atrativa tanto em rockões como From Out Of Nowhere como em um certeiro cover de Easy, sucesso dos Commodores nos anos 70. Aliás, a capacidade do Faith No More em não criar barreiras para si próprio explica o porque a banda fez tantas coisas bacanas nesses onze anos cobertos por esta compilação. The Real Thing, From Out Of Nowhere, o megahit Epic, We Care a Lot, Kindergarten, Be Agressive, Midlife Crisis, é muita música legal. O segundo CD inclui dez músicas extraídas de lados B de singles, das quais as mais legais são a vigorosa Hippie Jam Song e a releitura ao vivo de This Guy’s In Love With You, de Burt Bacharach e hit na voz de Herb Alpert.
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Perfil de uma Estrela
Blog Acordes – 13/10/2009 – Por Toninho Spessoto
Marina Elali é um exemplo perfeito de trajetória bem planejada. Ela sempre quis ser cantora profissional, reconhecida por seu talento, e se preparou para tanto. Teve educação musical sólida – estudou na Berklee, a melhor escola de música do mundo, situada em Boston – e jamais deixa de se aprimorar. Mais uma prova disso está no seu primeiro DVD (e terceiro CD), Longe Ou Perto, gravado em shows no Estádio Machadão, Natal, e no Teatro Rival Petrobrás, Rio de Janeiro, com direção musical e arranjos de Lincoln Olivetti e direção geral de Roberto Carminati. As canções dos dois espetáculos vêm mescladas no DVD. Da apresentação em Natal entraram as mais dançantes. O material romântico ficou para o show do Rio, mais intimista. Em ambos os casos Marina Elali dá um banho de capacidade vocal e carisma. Intérprete afinadíssima e de sensibilidade, emociona em canções como Atrás da Porta (Chico Buarque/Francis Hime), Você (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) e Lovin’ You (Minnie Ripperton/Robert Rudolph), sendo que nesta não só alcança o agudo de Minnie Ripperton no registro original como o aprimora, aplicando novos matizes. Ela empolga também em números dançantes como Mulheres Gostam (Manuca Almeida/Alexandre Leão), a versão remix de One Last Cry (Brian McKnight/Melanie Barnes/Michael Barnes) e À Francesa (Claudio Zoli/Antonio Cícero). Um dos momentos de maior emoção é Eu Vou Seguir (versão de Marina e Dudu Falcão para Reach, de Diane Warren e Gloria Estefan). Marina Elali recebe como convidados especiais Dominguinhos (acordeom em All She Wants, versão dela e Katnleen Furjanic Rey para O Xote das Meninas, de ZéDantas (avô da cantora) e Luiz Gonzaga) e o cubano Jon Secada (em Lost Inside Your Heart, dele, gravada em estúdio). Como extras os clipes de Eu Vou Seguir (feito em São Paulo), Estoy Enamorado (salsa de Yegor Gomez, Thiago Amorim e Jeová de Carvalho, que Marina canta com a banda Capim Cubano, com imagens registradas em Florianópolis) e a versão remix de All She Wants. Há também dois documentários: Marina Elali, sobre a trajetória da cantora, e Um Dia e Meio com Marina Elali, que mostra os preparativos e a rotina antes de um show. Marina Elali é uma artista completa. Grande trabalho.
Site: www.marinaelali.com
MARINA ELALI – Longe Ou Perto – Edição Especial c/ DVD e CD MEM/Som Livre.
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Disco nacional de ‘Viver a Vida’ já está no forno
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Com a autorização de Roberto Carlos para a inclusão no CD da gravação da música inédita A Mulher que Eu Amo, feita pelo cantor em seu próprio estúdio, a Som Livre já dá os retoques finais no disco que reúne a trilha sonora nacional da novela Viver a Vida. Nas lojas até o fim deste mês de outubro de 2009, o CD tem 18 faixas. Eis, na ordem do disco, as músicas da variada trilha sonora:
1. A Mulher que Eu Amo – Roberto Carlos
2. Até o Fim – Maria Bethânia
3. Mar e Sol – Gal Costa
4. Sei Lá, a Vida Tem Sempre Razão – Tom Jobim, Miúcha e Chico Buarque
5. Shimbalaiê – Maria Gadú
6. Esconderijo – Ana Cañas
7. Migalhas – Simone
8. Gostava Tanto de Você – Tânia Mara
9. Deve Ser – Jorge Vercillo
10. Gospel – Raul Seixas
11. Caminhos Cruzados – Milton Nascimento & Jobim Trio
12. Sucedeu Assim – Tom Jobim
13. Vem pra Cá – Papas da Língua
14. Partido Alto – Cássia Eller
15. Pra Ser Amor – Ricky Vallen
16. Faça um Pedido – Dalto
17. Chica Chica Boom Chic – Bebel Gilberto
18. Baby de Babylon – Lulu Santos
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Fame versão 2009 toma de goleada do original
Mondo Pop – 13/10/2009 – Por Fabian Chacur
O estouro do filme Saturday Night Fever (Os Embalos de Sábado à Noite, 1977) e de sua explosiva trilha sonora levou os executivos de gravadoras e empresas cinematográficas a investirem forte em musicais a partir daí. Todos queriam o seu Fever. Fame (Fama, 1980), dirigido por Alan Parker (o mesmo de The Wall e The Commitments-Loucos Pela Fama), foi uma dessas tentativas, e uma das melhores. Se não chegou aos pés da magia de Travolta e os Bee Gees, ao menos apresentou uma história convincente (da passagem de uma turma por todo o curso de uma escola superior de música) e uma trilha agradável. Desce a cortina. Quase trinta anos se passam. Agora, os estúdios novamente investem em musicais impulsionados pelo sucesso de High School Musical, filme que pegou a garotada em cheio e revitalizou o gênero, embora obviamente sem a qualidade de Fever. Na busca de novas fórmulas de sucesso, surgiu a idéia de um remake de Fame, que acaba de chegar às telas. Com ele uma nova trilha sonora, com o título Fame Original Motion Picture Soundtrack e lançado pela Universal. Da versão original, só sobraram duas músicas, a faixa título e Out Here On My Own. Enquanto em 1980 a cantora Irene Cara, bem na cola de Donna Summer (a maior estrela da época), até esboçou uma subida ao estrelato que não se confirmaria nos anos seguintes, agora a bola da vez é a jovem Naturi Naughton. E consegue ser pior do que Cara. Fame, a música, ganhou fraco arranjo electro e não agrada, enquanto a balada Out Here On My Own ficou inferior até mesmo à versão da então criança Nikka Costa. E a voz de Naturi é igual à de centenas de cantoras de r&b americanas. O resto da trilha sonora se divide em dois blocos. Um traz composições inéditas de vários autores, especialmente Raney Shockne, conhecido por escrever trilhas para a televisão, e Damon Elliott, filho de Dionne Warwick e com trabalhos assinados para Beyoncé Knowles e outras do mesmo naipe. Eles tentaram investir na sonoridade do rhythm and blues e do electro moderno, com um resultado não muito emocionante. A rigor, salvo a sacudida Big Things, que leva a assinatura de Elliot. A outra parte traz releituras de clássicos da música pop americana, como I Put a Spell On You, gravada com sucesso por Screamin’ Jay Hawkins e Creedence Clearwater Revival, e os standards Someone To Watch Over Me e You Took Advantage On Me. As regravações também não acertam o alvo. Pode ser que, vistas no filme, as músicas soem melhores, mas as do Fame original independiam disso. Especialmente a balada Is That Okay That Call You Mine?, interpretada pelo então moleque Paul McCrane, hoje mais conhecido por sua atuação no seriado televisivo I.R. . Aliás, a cena dele cantando essa música no Fama original é uma das mais sentimentais e solitárias da história do cinema. Arrepiante!
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Kit de DVD e CD reaviva auge do Duran em Rio
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Grande álbum de 1982 que projetou o tecnopop new romantic do Duran Duran, Rio permanece como marco áureo da trajetória da banda. É este auge que é revivido com o registro ao vivo de um concerto feito pelo grupo naquele ano, no Hammersmith Odeon, em Londres. Ora lançado no Brasil pela EMI Music em edição dupla que agrega CD e DVD, Hammersmith ‘82! – Live rebobina dez números do show. Com exceção da introdução do show, o CD toca as mesmas dez músicas exibidas no DVD. Mas o DVD apresenta também seis clipes filmados a partir do repertório de Rio. Típicos dos anos 80, os vídeos de My Own Way, Hungry Like the Wolf, Save a Prayer, Lonely in your Nightmare, Rio e The Chauffeur mostram como o tecnopop do Duran Duran também se beneficiou da criação da MTV – e do consequente nascimento da era do videoclipe – com estética visual própria que também pode ser conferida nas duas apresentações do grupo no programa de TV Top of the Tops que são exibidas nos extras do DVD. Tiragem do kit é de 1,5 mil cópias.
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Teresa e Semente gravam segundo DVD no Rio
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Teresa Cristina e o Grupo Semente vão gravar seu segundo DVD em show agendado para 27 de outubro de 2009, no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro (RJ). Sucessor do álbum de estúdio Delicada (2007), o registro ao vivo vai ser o quinto título da discografia da cantora com o grupo. O primeiro DVD, O Mundo É meu Lugar, foi gravado no Rio em 2005 e editado pela Deckdisc.
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Novo CD de Rufus Wainwright
Blog Acordes – 13/10/2009 – Por Toninho Spessoto
O norte-americano Rufus Wainwright tem ótimo gosto musical e presença cênica impactante. Neste DVD, gravado ao vivo em Milwaukee. Wisconsin, em agosto de 2007, o cantor e compositor interpreta temas de todos os seus discos. São canções que vão do pop a música com influências de vaudeville, passando por um tributo a Judy Garland. Entre os temas Release the Stars, Rules and Regulations, The Art Teacher, Between My Legs, A Foggy Day e Get Happy. Como extra, imagens de bastidores.
RUFUS WAINWRIGHT – Milwaukee At Last!!! – Decca/Universal
174 minutos, áudio em Dolby Digital 5.1 e 2.0. – Região 0.
Site: www.rufuswainwright.com.
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Bia conta belas histórias de Braguinha em DVD
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Cantora e compositora – que faz trabalho educativo voltado para as crianças, Bia Bedran é uma exímia contadora de histórias. No DVD Histórias de um João de Barro, editado pela Rob Digital, Bedran celebra a parcela infantil da obra de Braguinha (1907 – 2006), o versátil compositor que também foi conhecido como João de Barro. O DVD exibe o belo espetáculo gravado ao vivo no Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro (RJ). No DVD, a artista conta sete histórias extraídas da coleção Disquinho, criada por Braguinha na década de 40, ao assumir a direção artística da extinta gravadora Continental. Com direção musical de Ricardo Medeiros, Bia conta histórias como Festa no Céu e O Gato de Botas, entoando também as canções compostas por Braguinha para suas adaptações desses contos infantis. A novidade é que, no meio das histórias, são inseridos sucessos do compositor fora do universo infantil. Entre eles, Carinhoso, As Pastorinhas, Balancê e Laura. Um merecido tributo a Braguinha!!!
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FESTIVAIS E FEIRAS
O mundo é na Paraiba
Music News – 13/10/2009 – Por Bruno Nogueira – Pop up!
João Pessoa (PB) – É bastante comum aos festivais – sejam independentes ou de grandes corporações – concentraem o evento em torno dos próprios artistas. O que significa um público que vai para assistir aos shows e sem muitas opções além disso. Em sua quinta edição, o Festival Mundo, que encerrou no último fim de semana na Paraiba, conseguiu re-pensar seu modelo e dobrar a frequência em relação aos anos anteriores concentrando o formato não nas bandas, mas no próprio público. Essa era a primeira impressão ao caminhar pelo espaçoso centro cultural da Usina Energisa, no centro da cidade. Existia muitas opções de circulação e socialização que não envolviam assistir aos shows. A música se transformou no fio condutor para as pessoas se encontrarem e se conhecerem, sem a obrigação dos fãs de algum gênero terem que assistir obrigados a outras atrações. Uma opção acertada, considerando que o festival reuniu samba rock, hip hop, heavy metal, música regional e jazz durante as duas noites que aconteceu. Entre as atrações, o Festival Mundo conseguiu apresentar novos nomes locais que já tem uma apresentação coerente o suficiente para levar a música da cidade para novos destinos. Cerva Grátis e Nublado chamam atenção em melodias simples e presença espirituosa de palco. A mais nova de todas, Blue Sheep, conquistou pela curiosidade de ver três garotas na faixa dos 18 anos fazendo rock que puxava referências de Jimmy Hendrix a Juliette and the Licks. Viraram a revelação do festival. A segunda noite teve um encontro incendiário dos dois nomes mais promissores atualmente no rock independente. Black Drawing Chalks (GO) e Amp (PE), decidiram juntar o peso das guitarras em uma apresentação conjunta, com tanta energia que a técnica de som não se sentiu segura em continuar o show após a quinta música. Problema que o festival contornou oferecendo um segundo show das duas, horas mais tarde, no Espaço Mundo, que eles mantem no centro cultural da cidade. Boa parte do público seguiu para lá, sem se preocupar que o sol anunciava a chegada da segunda-feira. Apesar da diversidade na programação, foi possível ver que as bandas que carregam uma brasilidade no som ainda são as que conquistam melhor o público. O local Chico Côrrea, junto com Guizado (SP) e o Mundo Livre S/A (PE), fizeram os melhores shows do evento. A primeira é quase uma versão eletrônica para o que se escuta na música do Cabruêra, que tem ex-integrantes em sua formação. Já o Guizado, projeto jazzistico de Guilherme Mendonça, despertou mais curiosidade que dança entre o público. O Mundo Livre S/A quase não deixou perceber o desfalque de um tecladista a menos no palco. Fizeram um show que mostra que o fervor político que marcava as apresentações de Fred 04 estão dando cada vez mais lugar as melodias dançantes. O repertório foi todo com base na coletânea “Combat Samba”, então foi do início ao fim, uma apresentação só dos principais sucessos dos representantes do manguebeat. Nas inéditas, que segundo a banda estarão em um disco a ser lançado em breve sob produção do Dudu Marote, a amor imperava.
Cobertura feita para o jornal A Tarde, de Salvador.
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6º PMW Rock Festival e o cenário do rock alternativo
Music News – 13/10/2009 – Por Abrafin
O “6º PMW Rock Festival” já está dobrando a esquina! Faltam 36 dias. Foram dois meses de um trabalho intenso para decidir a programação do evento e finalmente já está fechada a grade de bandas que se apresentarão no festival. Serão 26 bandas esquentando o palco durante os dias 13,14 e 15 de novembro. Veja mais aqui. No total, já aconteceram cinco edições do PMW Rock Festival, e de lá pra cá muita coisa mudou, e pra melhor. É fato que o cenário do rock em uma região do norte totalmente mediada por outros ritmos como forró, sertanejo e brega, não tinha uma cultura forte enraizada no rock, mas isso era antes. A realidade que nos cerca hoje é bem diferente, e essa mudança só aconteceu por meio da iniciativa de pessoas que acreditaram no que faziam e apesar das dificuldades não deixaram de concretizar suas idéias. Há cinco anos, quando o evento PMW ainda era uma tentativa de realizar um festival de rock, tudo era diferente, da estrutura ao público. Mas, a cada festival realizado, as coisas foram se modificando, as estruturas melhorando, o público crescendo, o número de bandas se multiplicando e uma cadeia produtiva foi se formando.
Atualmente, pode-se afirmar que o Tocantins tem rock nas veias, e junto com ele bons festivais, prova disso é que estamos aí, indo para nossa sexta edição com a apresentação de 26 bandas, destas, 11 nacionais e 15 tocantinenses. Fazer parte da cadeia de rock alternativo do Tocantins é motivo de orgulho para todos que se envolvem nesse cenário, a cada festival, a cada banda, a cada estúdio ou estabelecimento alternativo que se abre, a cada edição do PMW Rock Festival, entendemos que a nossa trajetória não foi em vão. O PMW sempre trabalhou com esse intuito, ver o rock crescer e se desenvolver no Estado.
Colocar o Tocantins no mapa e legitimar uma cultura alternativa sempre foi o empenho do nosso trabalho, pois o festival PMW é muito mais do que um acontecimento cultural de três dias, é uma iniciativa que mobiliza, movimenta e divulga o nome do Estado no cenário alternativo nacional.
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3 nomes novos no XV Goiânia Noise Festival em Parceria com Edital Fora do Eixo
Music News – 13/10/2009 – Por Abrafin
Neste ano, o Circuito Fora do Eixo, numa iniciativa inédita no seguimento, lançou um edital para circulação de bandas em parceria com os festivais filiados a ABRAFIN. E o XV Goiânia Noise Festival não poderia ficar de fora, e selecionou 3 bandas que mostram a abrangencia e as força do circuito.
Neste ano, o Circuito Fora do Eixo, numa iniciativa inédita no seguimento, lançou um edital para circulação de bandas em parceria com os festivais filiados a ABRAFIN. E o XV Goiânia Noise Festival não poderia ficar de fora, e selecionou 3 bandas que mostram a abrangencia e as força do circuito.Então vamos lá, mais 3 bandas confirmadas para XV Goiânia Noise Festival / Brasil Central Music Conference, escute e se prepare para os shows:
Rinoceronte (Santa Maria – RS) – http://www.myspace.com/rinoceronterock
70’s rock, Wolfmother, Black Keys, Rose Hill Drive, são as referencias da mais nova foçar rockeira do interior do Rio Grande do Sul.
Mini-box Lunar (Macapá – AP) – http://www.myspace.com/miniboxlunar
Psicodelia Brasileira, sons do Norte do Brasil, Jupiter Maçã, Pinduca, Rita Lee, na primeira participação de uma banda do Amapá no Goiânia Noise Festival. A banda é tida pela mídia especializada como uma das grandes apostas do “pop” (bem entre aspas nacional).
Devotos (Recife – PE) – http://www.myspace.com/oficialdevotos
Lendária banda de Recife – PE. 20 anos de estrada, tour Européia na confirmada para o início em 2010. Cannibal, Neilton e Celo Brown seguem firmes rodando quase todos os festivais independentes do país. Punk Rock, Hard Core lá no alto Zé do Pinho, é do caralho!
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TECNOLOGIA
Serviços do Google correspondem a 30% do tempo gasto por brasileiros na web
IDG NOW! – 13/10/2009 – Por Redação
Busca, mapas, Orkut e YouTube levam índice de uso do Google a quase 30% no Brasil e na Índia – 3 vezes mais que a média mundial, diz comScore. A preferência dos brasileiros por serviços de busca, vídeos, mapas e rede social do Google faz com que 29,8% do tempo de navegação dos internautas no Brasil seja gasto em sites do buscador, segundo dados da consultoria comScore divulgados nesta segunda-feira (14/7). O Brasil é o líder entre os países que mais usam serviços do Google, representando mais de três vezes a média mundial de 9,4% de participação do buscador, afirma a consultoria. A preferência brasileira pelo buscador criado por Larry Page e Sergey Brin é detectada também na Índia, cuja fatia de navegação destinada ao Google é de 28,9%. O terceiro posto é ocupado pela Irlanda, com pouco mais da metade (15,9%) do tempo gasto no Google pelos internautas do Brasil e da Índia. Os números são consequência do sucesso que serviços do Google experimentam em quase todas as categorias em que atuam nos dois países e refletem uma coincidência entre a popularização de banda larga nos países e a ascensão do Google. Segundo o diretor da comScore América Latina, Alex Banks, o desenvolvimento da infra-estrutura para acesso e investimento online tanto no Brasil como na Índia aconteceu simultaneamente ao Google ganhando relevância no mercado de buscas. Posteriormente, a dominação das buscas, segundo Banks, foi replicada em outros serviços.
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YouTube alcança marca de 1 bilhão de vídeos reproduzidos por dia
IDG NOW! – 13/10/2009 – Por Redação
O YouTube alcançou a marca de 1 bilhão de visualizações por dia, segundo nota divulgada no blog do serviço de vídeos online do Google. Para comemorar o feito, os criadores modificaram o logotipo do site, adicionando um “1 billion views per day!” (1 bilhão de visualizações por dia, em inglês).
Há três anos o Google comprou o YouTube por 1,65 bilhão de dólares.
Na última terça-feira (6/10), o presidente da empresa de buscas, Eric Schmidt, admitiu que pagou 1 bilhão a mais do que o site de vídeos valia na época.
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SHOWS
Sem Ben Jor, o roteiro de ‘Vagarosa’ evoca Ray
Blog Notas Musicais – 13/10/2009 – Por Mauro Ferreira
Ao fim da boa estreia carioca do show de lançamento do segundo álbum de Céu, Vagarosa, houve quem gritasse na pista do Circo Voador para que a cantora fizesse no bis a releitura psicodélica de Rosa Menina Rosa, tema de Jorge Ben Jor, lançado em 1963 pelo compositor no seu primeiro LP, Samba Esquema Novo. Mas os pedidos foram em vão. Na ausência do guitarrista Fernando Catatau, convidado que não chegou a tempo por estar tocando em show de Otto, a cantora – em foto de Mauro Ferreira – preferiu reviver no bis duas músicas de seu primeiro álbum (Céu, 2005). O belo samba Bobagem e Ave Cruz finalizaram o show iniciado já na madrugada deste sábado, 10 de outubro de 2009. Não teve o samba de Ben Jor. Em contrapartida, Céu evocou a figura de Ray Charles (1930 – 2004) ao trazer para o universo do reggae um tema, Its Take Two to Tango, gravado por Ray em 1961 em dueto com a cantora de jazz Betty Carter (1929 – 1998). Parceria de Al Hoffman com Dick Manning, Its Take Two to Tango é de 1952, tendo sido gravada neste ano por Louis Armstrong (1901 – 1971).
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Verônica Sabino lança DVD com show no Rio
Ziriguidum – 13/10/2009 – Por Beto Feitosa
Verônica Sabino faz show no Teatro Rival BR nessa terça-feira, 13 de outubro, a partir das 19h30. A apresentação ganha participações especiais do cantor e compositor Leoni e do grupo vocal BR6, com quem Verônica estreou parceria há pouco tempo. No show Verônica apresenta o repertório de seu primeiro DVD, Que nega é essa, relembrando alguns de seus sucessos como Tudo que se quer, Lágrimas e chuva e Todo sentimento. Também apresenta composições próprias e releituras para músicas de Jorge Benjor, Chiquinha Gonzaga, Vitor Ramil e Cartola. O Teatro Rival Petrobras fica na Rua Álvaro Alvim, 33/37, na Cinelândia (centro do Rio). Informações pelo telefone (21) 2240.4469.
Visite o perfil de Verônica Sabino em MPB.com: www.mpb.com/veronicasabino
Visite o site de Verônica Sabino: www.veronicasabino.com.br
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EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS
Florence vai trazer Gemini
Music News – 13/10/2009 – Por Música e Mercado
Para os fãs da marca Gemini, aí vai uma boa notícia: a Florence Music passou a distribuir a marca em todo o território brasileiro. A marca aposta em tecnologia avançada e preço justo para superar a crise e combater a pirataria. Segundo a Gerente de Marketing da Florence Music, Renata Gomes, a distribuidora está satisfeita por ter sido escolhida por uma marca tão importante como a Gemini. “Estamos muito honrados por termos sido escolhidos como novos distribuidores no Brasil e, sobretudo, por atingir um novo público”. De acordo com Renata, a vinda da Gemini para seu portifólio não poderia acontecer em melhor hora. “Ela chega, justamente, em um importante momento da história da Florence e do mercado, sobretudo, pela energia e dinamismo que a marca inspira”, diz. Distribuidora de diversas marcas, a Florence Music ainda não dispunha de uma marca especializada em equipamentos de DJs. “A marca chega para agregar ainda mais valor ao mix de produtos da Florence, e é, sem dúvida, o diferencial ideal para oferecer ainda mais oportunidades para nossos clientes e parceiros”, completa Renata.
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Pearl 100% Brasil
Music News – 13/10/2009 – Por Música e Mercado
Marca japonesa muda estratégia e abre escritório próprio no País Foram meses de especulação sobre a saída da Pearl da Pride Music, uma das mais conceituadas importadoras do Brasil e detentora de marcas de grande calibre para o mercado nacional. A notícia, entretanto, é oficial: a Pearl abre escritório em joint venture com Saad Romano, proprietário da GR Music/Turbo Percussion. No segundo semestre de 2008, a Pearl demitiu Eduardo Martinez, responsável pelas operações latino-americanas da Pearl. Para esta função, Tak Isomi, vice-presidente da empresa, chamou o brasileiro Alessandro Bisetto. Com ampla experiência no mercado de baterias, Bisetto foi, entre outros, o responsável pela expansão da Pearl no Brasil nos anos 90, quando atuava na Brazil Percussion, importadora da marca naquele momento. De fato, o mercado era diferente e a oferta dos produtos asiáticos no País era menor. Entretanto, havia outros competidores páreos para a Pearl. A marca brilhava e era o sonho de consumo de nove entre dez bateristas. Mesmo sendo reconhecida internacionalmente, o intenso trabalho realizado na ocasião foi destaque e até se produziu um comercial de televisão estrelado por Igor Cavallera para ser transmitido pela MTV. Na brasileira RMV, Bisetto foi encarregado da exportação e, junto com a diretoria e o baterista Mauricio Leite, pelo desenvolvimento de novos produtos. De volta a 2009, a questão a se considerar é que se a Pearl trocou seu gerente latino-americano não foi para manter o mesmo volume de vendas que vinha sendo praticado. Obviamente, o recado foi entendido e os pedidos subiram em toda a América Latina. Mas não era só isso: a empresa também buscava uma nova postura para a imagem da marca. Depois de sete anos investindo no mercado europeu, passou a priorizar o continente sul-americano. Um mundo competitivo pede uma estratégia que os americanos chamam de mind share (meio de medição informal baseado em conversas, menções ou referências sobre um produto) e aumento de brand-awareness (reconhecimento da marca), e Bisetto tinha dados e conhecimento por ter participado diretamente das ações da Pearl antes.
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Gibraltar se reposiciona no Brasil
Music News – 13/10/2009 – Por Música e Mercado
Ao longo de mais de uma década atuando como importadora de acessórios, a Musical Express conseguiu ganhar mercado por meio de uma estratégia que é o foco de todas as importadoras: trabalhar uma marca com exclusividade. Ter esse privilégio não é tarefa fácil. Além de precisar enfrentar as concorrentes, também habituadas a negociar representações, e ávidas para ganhá-las, o plano de negócios apresentado à filial precisa ser impecável e ter o diferencial que o destaque frente a todos os outros. Foi seguindo essa linha que, nos últimos anos, a Musical Express garantiu a distribuição exclusiva das marcas D´Addario Strings, Planet Waves, Evans, Rico, D’Addario Bowed e HQ Percursion, uma gama de marcas expressivas que fabricam milhares de acessórios para instrumentos. A novidade é que a Musical emplacou mais uma: desde 1º de agosto representa a Gibraltar no Brasil, uma das principais empresas do mundo em ferragens para baterias. O interesse na marca era antigo, como explica o diretor da Musical Express, Antonio Tonelli: “Trata-se da empresa com o melhor mix de produtos para percussão, desde um simples parafuso até os melhores racks para bateristas exigentes. A Gibraltar não só tem o melhor mix como também é reconhecida internacionalmente pela alta qualidade de seus produtos”.
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