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Imagem: Internet ( Campos Tom Jobin )

A notícia de que o grupo de ensino superior Estácio de Sá, um dos maiores do Brasil em número de alunos, havia demitido mais de mil professores viralizou nas redes sociais nos últimos dois dias. O episódio expôs a tensão em torno da reforma trabalhista e certo desconhecimento sobre as novas regras aprovadas sob o Governo do presidente da Republica  Michel Temer. A informação extraoficial que circulou foi a de que os supostos 1.200 professores demitidos, de um universo de pouco mais de 7.000, seriam recontratados em janeiro já sob os parâmetros da reforma, que entraram em vigor no mês passado. Foi dada a largada para as especulações. Seriam eles agora contratados via trabalho intermitente, pagos por hora? Ou terceirizados? A nova lei permitiria isso?

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Imagem: Internet ( Estácio FAP )

A enxurrada de críticas foi grande. Professores e alunos se revoltaram e se uniram à onda dos comentários virtuais. Na Estácio Belém ( FAP e IESAM ) e Estácio Castanhal ( FCAt ) ocorreram varias demissões.  Nesta quinta-feira (07) os professores da Faculdade Estácio FAP, estiveram reunidos para falar da situação em que a instituição se encontra. O curso de comunicação foi o menos prejudicado com apenas duas demissão. Os professores desligados durante a permanência na faculdade contribuíram de forma positiva na formação acadêmica dos alunos.