Hoje assistia o comercial do Bradesco sobre a Amazônia. O Bradesco se autoreferência como o Banco do Planeta (piada não? do planeta só se for por causa da globalização do seu capital). Propagandeia suas ações em prol das futuras gerações, a tal das “responsabilidades sociais”, atual xodó da diferenciação frente a competitividade para a manutenção das necessárias taxas de lucros. Fim ao cabo, a única coisa que importa é $$$$$$…
Mas bem, comerciais a parte, vamos ao que interessa, algo mais leve. Primeiro o aparente contraditório da propaganda do Banco Planeta, que para falar de “vida e sustentabilidade” chamou a narração do Capitão Nascimento – Wagner Moura – um contraditório que simbolicamente desnuda a verdadeira realidade. As empresas capitalistas acharam na “responsabilidade social” um ótimo mercado para manter e aumentar suas taxas de lucro, dizendo que irão ter responsabilidade com o todo na sociedade e suas respectivas relações, avançam sobre o papel do estado, não mais contentes apenas na busca do lucro com a liberdade de mercado, querem agora o protagonismo de administrador dos conflitos sociais, abrindo assim novas possibilidades de lucratividade sobre o mecado da culpa em que estão atolados os homens e mulheres da modernidade (Igreja e Bradesco, uma mera coincidência). Lá no interior o ditado para isso é “deixaram a raposa cuidando das galinhas”.
Segundo, Wagner Moura fez inúmeros programas humorísticos e novelas da globo, mas ganhou destaque de massa (virou gíria) só atualmente com o Capitão Nascimento, um personagem (ficção) que não mantém sadia nem sua vida em casa, consumidor impulsivo de remédios e obcecado por um homicídio e espancamento.
O Capitão Nascimento depois de tentar com insucesso no filme inteiro Tropa de Elite deixar a profissão de “matador com carteira assinada” (ficção), acabou conseguindo um belo cachê no comercial do Bradesco. Agora o capitão esta com as arcas cheia graças ao discurso em defesa da vida.
Sabe! Cada vez que aparece um astro novo no grande irmão Globo a gente até pode pensar, enfim uma nova geração, agora vai…mas puxa daqui, puxa dali, e lá vão eles se vendendo para ótimos cachês…. que tristeza.. a um tempo atrás o desapontamento foi com o Seu Jorge, nossa esse é um mercenário profissional aliado das lavouras de eucalipto, não contente em nos convencer pela arte, usou dessa para aventurar-se a nos convencer sobre a monocultura do eucalipto. Até onde vão em troca de um bom dinheiro? Agora Wagner Moura com o Bradesco….
Me fica dúvida e curiosidade, Lázaro Ramos aguenta até quando? ixxxxxiiiiii se já não se entregou deve esta na berinha. Pede pra sair Lázaro!
Estou ficando pessimista com essa gente.
até.






