A vida me é muito estranha sabe, na “realidade” sei que sou feliz, mas ao mesmo tempo, elementos que muito me trazem felicidade são curtos. Alguns, atualmente inexistentes, mas deixo esses últimos de lado.
Os momentos curtos, essencialmente são para escutar música, e para ler. Sempre gostei de ler e acho que a faculdade (Ciências Sociais) me consolidou ainda mais isso, apesar de, dificilmente ler os textos de lá. “Infelizmente” prefiro definir o que vou ler, e pago por isso na faculdade, ou seja, meu “rito de passagem” lá, vai ser longo, bem demorado; mas não esquento, já internalizei e aceito isso numa boa, portanto, leio o que quero no pouquíssimo tempo que tenho fora do trabalho.
Tenho pouco mais de 200 livros e mais outros 100 na cabeça para serem adquiridos e lidos, meus livros são de literatura, poesia, política e sociologia, em especial, a antropologia e os temas que tratem a sociedade contemporânea a partir da tecnologia, esses, tem tomado ainda mais meu curto tempo.
Ainda ontem fiz minha visita mensal a Vanguarda: 4 livros, me passei; geralmente é 1 por mês. Encomendei “Mudar o Mundo sem Tomar o Poder” do John Holloway para acompanhar os debates propostos pelo prof. Alfredo Gugliano (ok); “O homem pós-orgânico. Corpo, subjetividade e tecnologias digitais” da Antropóloga argentina Paula Sibilia, (ta esgotado, mas tentarão conseguir); “Dilemas da Civilização Tecnológica” coletânea de textos coordenados por Hermínio Martins e José Luís Garcia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Hermínio Martins atualmente é uma das grandes referências no debate da Ciência da Tecnologia (só importado – esperando o valor para confirmar) e por fim a “Inconstância da Alma Selvagem” do Viveiros de Castro (encomendado), esse foi indicação do professor de antropologia Edgar Neto, por sinal, artigos do Viveiros de Castro seguidamente aparecem no meu blog (de maneira humilde claro).
Gosto e procuro ler todos os livros que tenho, em cada tema tem aqueles que tornam-se mais próximos de mim, penso que isso seja normal. Se não for, pouco importa.


