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Boas vindas!
Bem vindo ao processo colaborativo de discussão e formulação de um marco civil para a Internet brasileira.
O processo de consulta ocorre, nesta fase, por meio de leitura e comentário aos tópicos propostos em um texto-base. Para ler o texto-base que fundamenta o debate, acesse a área "Consulta".
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Comentários recentes
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- João Sérgio da Silva Costa em Contribuições recebidas por e-mail
- uberVU - social comments em Encerrada a 1ª fase da consulta
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- cirotorresfreitas em 2.1.3 Procedimentos administrativos e extrajudiciais prévios
- cirotorresfreitas em 2.1.2 Um regime de responsabilidade compatível com a natureza dinâmica da internet
#MarcoCivil no Twitter- E me avisam que no @mtv_debate o assunto é o #marcocivil da Internet... vou ver a reprise ou no site... prenass (Paulo Rená)
- Exclusão digital prejudica economia http://3.ly/lH0c #pnbl #marcocivil joaosergio (João Sérgio)
- RT @cecilia_tanaka: RT @prenass #marcocivil ♺ @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ EudesRJ (Luiz Claudio Eudes)
- RT @prenass #marcocivil ♺ @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ cecilia_tanaka (Cecilia Tanaka)
- Interessante discussão para o pessoal acompanhando o debate ao redor do #marcocivil. Veja: http://tinyurl.com/yksyd4z carolinarossini (Carolina Rossini)
- RT @Cepam: RT @MarceloBranco: RT @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ #marcocivil esmazini (elisabeth mazini)
- RT @MarceloBranco: RT @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ #marcocivil Cepam (Cepam)
- RT @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ #marcocivil http://myloc.me/4Awl5 MarceloBranco (MarceloBranco)
- #marcocivil ♺ @pslbrasil: Brasileiro vê acesso à internet como direito fundamental http://migre.me/mEXQ prenass (Paulo Rená)
- RT @MarceloBranco: RT @Getschko: Acesso à Internet c "direito fundamental"...Pesquisa da BBC em http://bit.ly/anRQzx mostra que 4 entre 5 concordam #marcocivil misaelbr (Misael B. Silveira)
- RT @Getschko: Acesso à Internet c "direito fundamental"...Pesquisa da BBC em http://bit.ly/anRQzx mostra que 4 entre 5 concordam #marcocivil MarceloBranco (MarceloBranco)
1.3 Direito de acesso
1.3.1 Relações com a liberdade de expressão
A liberdade de expressão possibilitada pela internet, com toda a delimitação que já existe na Constituição e nos Códigos Civil e Penal e que podem ser aplicados sem problemas, é que leva a um cidadão participar das redes sociais, porque os requisitos são quase inexistentes - é só ter uma conta de e-mail e uma senha -, enquanto as associações do mundo real são cheias de pré-requisitos e requisitos a cumprir para poder entrar. Assim, as redes sociais da internet já são uma conseqüência das liberdades primordiais (direito à intimidade, à privacidade, etc).
Assim também o direito à informação, que só pode ser restringido por meio de lei. É vedada a consulta a informações de segurança nacional, confidenciais e sigilosas, bem como informações pessoais que não podem ser vistas por terceiros. Fora isso, o direito à informação envolve tanto a divulgação de notícias pelos meios de comunicação já existentes - jornais e revistas que disponibilizam o conteúdo nos sites - quanto a possibilidade de produção da informação por pessoas leigas, mesmo que não tenham o diploma de jornalismo.
Assim, uma ferramenta muito importante hoje é o "blog", palavra estrangeira que pode ser aportuguesada para blogue, e que tem o formato de um diário virtual onde podem ser colocados acontecimentos, informações, opiniões, etc, nos limites da lei - ou seja, cabendo representação judicial, por exemplo, no caso de ofensas.
O direito de acesso à internet pode ser entendido como um desdobramento dos direitos fundamentais de expressão e de comunicação, em seus âmbitos de acesso à informação e de livre manifestação e formação do pensamento. É ainda condição para o pleno exercício da democracia, por meio do acesso a serviços de governo eletrônico e da [...]
Também escrito em1.3.1 Relações com a liberdade de expressão Comentários fechados
1.3.2 Acesso à internet e desenvolvimento social
Desculpem o tamanho da nota, mas eu acho que cabe uma reflexão sobre a política e o que os países lá fora pensam a respeito do acesso dos seus cidadão à web:
"A Finlândia, terra da Nokia, de Linus Torvalds e um dos países mais conectados da Europa, aprovou legislação que considera o acesso à internet através de uma conexão de banda larga de pelo menos 1 Mb/s um direito fundamental de todo o cidadão.
Segundo Harri Pursiainen, secretário do ministério finlandês dos transportes e comunicação, "conexões de dados não são apenas entretenimento, mas uma necessidade".
A decisão é apenas o primeiro passo em um plano mais ambicioso: a meta do governo é que, em 2015, nenhum cidadão finlandês viva a mais de 2 km de um ponto de conexão capaz de trafegar dados a 100 Mb/s. A estimativa é que, até lá, os habitantes de Helsinki, a capital, tenham acesso a conexões domésticas na casa dos gigabits.
Dados recentes do governo finlandês estimam que, em meados de 2008, 83% da população (de cerca de 5.3 milhões de habitantes) entre os 16 e 74 anos utilizava a internet, sendo que 80% deste total acessavam a rede diariamente. Ainda de acordo com o governo, haviam 6.9 milhões linhas de telefonia celular em operação, e 2.1 milhões de usuários assinantes de serviços de conexão à internet via banda larga.
Além da Finlândia a Estônia, França e Grécia são países que consideram o acesso à internet, e consequentemente à informação, como um direito fundamental de sua população." Fonte: Terra
Deixem os meninos dos morros, traficantes e bandidos acessarem a web. Quem sabe eles tenham acesso aos valores do cidadão de posse, favorecido, de bem ou o nome que quiserem dar àqueles que não vivem à margem da sociedade. Os cidadão baixam filmes piratas, mp3, assistem filmes pornôs e querem que os demais só façam isso "pagando". O fato é que o menino para cometer algum delito na web terá que aprender a ler, lidar bem com um computador, aprender a pesquisar, socializar-se com outros indivíduos, talvez comece até a aprender outros idiomas. Mesmo que faça peraltices a inteligência da nação como um todo (e com todas as suas desigualdades) irá aumentar exponencialmente.
O impacto social será enorme. Mas é de choques como esse que o país precisa para tirar décadas de atraso em relação aos demais e atalhar usando a "vantagen dos atrasados" e o "costume com a escassez" para aumentar o progresso.
Acesso a web é tão importante como a educação, e por isso deve ser garantida a sua gratuidade para todos. Os ricos terão os melhores micros, os mais leves, o mais bonitos, os mais potentes, mas isso não criaria um exército de excluídos digitais que, segundo a ONU, é análogo ao anlfabetismo. Isso é cruel e um tiro no pé dos concidadãos.
Além dessa perspectiva de direito individual, outro lado da questão, do ponto de vista coletivo, é o potencial de desenvolvimento social e de promoção de justiça social das comunicações pela internet. As possibilidades horizontais de produção de significados, de construção de relevâncias, de reflexão sobre a própria sociedade, são multiplicadas nesse ambiente multidirecional de conversação. [...]
Também escrito em1.3.2 Acesso à internet e desenvolvimento social Comentários fechados
1.3.3 Facilidade de acesso
Tecnologicamente, a internet deve se manter uma ferramenta viável para o usuário final, da qual as pessoas possam se valer para construir as soluções e respostas de que precisem. A facilidade do acesso é um pressuposto, que compreende uma infraestrutura adequada igualmente distribuída pelo País, que possibilite a navegação por diversos dispositivos.
Nesse contexto, é essencial [...]
Também escrito em1.3.3 Facilidade de acesso Comentários fechados


1.3 Direito de acesso