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	<title>Marco Civil &#187; 2.2.1 O princípio end-to-end</title>
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	<description>Processo de construção colaborativa do marco regulatório civil para a internet no Brasil</description>
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		<title>2.2.1 O princípio end-to-end</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 16:02:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[2.2.1 O princípio end-to-end]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet desenvolveu-se até seu estágio atual, dentre outros aspectos, por conta de sua natureza aberta e não discriminatória. Os protocolos de comunicação que permitem o envio de dados de um canto a outro, sob a forma de pacotes ou datagramas, foram planejados para que permitissem um tráfego livre e igualitário, independentemente da forma ou [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify">A internet desenvolveu-se até seu estágio atual, dentre outros aspectos, por conta de sua natureza aberta e não discriminatória. Os protocolos de comunicação que permitem o envio de dados de um canto a outro, sob a forma de pacotes ou datagramas, foram planejados para que permitissem um tráfego livre e igualitário, independentemente da forma ou da natureza de seu conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify">No entanto, este princípio não legislado &#8211; que afirma que a internet deve permanecer neutra com relação às suas inúmeras possibilidades de uso, sem sofrer limitação ou controle na transmissão, recepção ou emissão de dados &#8211; nem sempre é obedecido pelos diversos intermediários do processo de comunicação virtual. Isto fere a própria lógica da internet, no sentido de que suas  aplicações e controles devem ficar nas pontas (o chamado princípio &#8220;end-to-end&#8221;), ou seja, nas mãos dos seus usuários.</p>
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