MANUEL ROMÁRIO SALDANHA NETO

Grupos em que pretende atuar

Grupos em que pretende atuar

Economia, Comunicação, Infovia, Arte, Memória

Perfil

Nome completo

MANUEL ROMÁRIO SALDANHA NETO

Apelido

manu

Sexo

Masculino

Data de nascimento

14/11/1960

Endereço

Av. Conde da Boa Vista, 1016, apto 86 – Bairro da Boa Vista, Recife- PE, CEP: 50.060-002 – TELEFONES (81) 996473310

Cidade

RECIFE

Estado

Pernambuco

CEP

50060002

Celular

81- 996473310

Biografia

Currículo
Manuel Romário Saldanha Neto

PESQUISADOR, AGENTE CULTURAL E EDUCADOR –
ÁREA DE ATUAÇÃO: CULTURA, ARTES, COMUNICAÇÃO, PARTICIPAÇÃO CULTURAL EDUCAÇÃO, POLÍTICAS AFIRMATIVAS, POVOS TRADICIONAIS, CULTURA AFRO, LGBT, GÊNERO  E DIREITOS  HUMANOS
DISPONIBILIDADE: Manhã, tarde e noite.
FORMAÇÃO ACADÊMICA:
MESTRE EM LETRAS, pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE (2004).
MESTRADO EM FILOSOFIA, pela Universidade Federal De Minas Gerais – UFMG –  (interrompido em 1990).
ESPECIALISTA EM ARTE EDUCAÇÃO, pela Universidade Católica de Pernambuco  – UNICAP (2013).
GRADUAÇÃO, BACHAREL EM FILOSOFIA, pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – (1988).
GRADUAÇÃO, LICENCIADO EM FILOSOFIA, pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (1993).
GRADUAÇÃO, EM PEDAGOGIA, pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE – interrompida (1995).
GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, com Habilitação em Artes Plásticas – pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE (2000).
EXPERIENCIA PROFISSIONAL:
NUCH-UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, 2012-2017, vínculo: pesquisador, coordenadora Prof. Mitz Helena de Sousa Santos.
SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE – SEEL (2006 – 2017)            Vínculo: Servidor público, Enquadramento funcional: PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA – FUNDAMENTAL II.
DADOS PESSOAIS: Brasileiro, solteiro, data do nascimento: 141160.
ENDEREÇO PARA ACESSAR CURRÍCULO LATTES: PLATAFORMA LATTES – MESTRE –   MANUEL ROMÁRIO SALDANHA NETO   –  http://lattes.cnpq.br/2489286774040948

ENDEREÇO PARA CONTATO: Av. Conde da Boa Vista, 1016, apto 86 – Bairro da Boa Vista, Recife- PE, CEP: 50.060-002 – TELEFONES (81) 996473310, (81) 983160191

E-MAIL: msmanuelsaldanha@gmail.commanuel.saldanha@hotmail.com

Onde atua

Onde atua?

Governo

Profissão

FUNCIONÁRIO PÚBLICO FEDERAL

Representa uma entidade

Sim

Qual entidade

MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO

Endereço da entidade

http://culturadigital.br/mnupe/

Perfil da entidade

MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO
movimento negro no Brasil corresponde a uma série de movimentos realizados por pessoas que lutam contra o racismo e por direitos. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu primeiro artigo, diz que “todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos…”.
Movimentos sociais expressivos envolvendo grupos negros perpassam toda a história do Brasil. Contudo, até a abolição da escravatura em 1888, estes movimentos eram quase sempre clandestinos e de caráter específico, posto que seu principal objetivo era a libertação dos negros cativos. Visto que os escravos eram tratados como propriedade privada, fugas e insurreições, além de causarem prejuízos econômicos, ameaçavam a ordem vigente e tornavam-se objeto de violência e repressão não somente por parte da classe senhorial, mas também do próprio Estado e seus agentes.
Os anos pós-Constituição de 1988 registraram avanços nas lutas institucionais dos movimentos afro-brasileiros contra o racismo e mesmo numa maior aceitação por parte da sociedade, da discussão desta temática. Conforme indica Sant’ana:[25]


Parece realmente que o balanço do Movimento – tal como é contabilizado pelos militantes – é o de que a campanha das últimas duas décadas redundou na conquista da legitimidade de se colocar em pauta a questão do negro – sem excessivo risco de serem taxados de “divisionistas” ou de racistas ao contrário, ou ainda de “equivocados”.

Embora esta nova atitude tenha significado uma maior participação da militância negra na política brasileira, nem sempre os partidos de esquerda, como se poderia imaginar, foram os responsáveis pelos avanços mais notáveis na luta antidiscriminação. Na verdade, impregnada de uma ideologia eurocêntrica reducionista, que tinha como parâmetro um determinismo economicista, a esquerda brasileira historicamente minimizou a questão das relações sociais, inserindo-as no âmbito do conflito Capital × Trabalho. O Partido dos Trabalhadores, por exemplo, apenas em 1995 criou um espaço para a discussão da luta racial, a Secretaria Nacional de Combate ao Racismo do PT.
A questão racial também entrou para a pauta de discussão das centrais sindicais a partir da década de 1990. O V Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), reconheceu a importância da temática racial para a organização dos trabalhadores. A Central Geral dos Trabalhadores (CGT), foi responsável pela organização de um Seminário Nacional de Sindicalistas Anti-Racistas em 1990, no Rio de Janeiro, o qual resultou numa Comissão Nacional Contra a Discriminação Racial, e a Força Sindical (FS) reestruturou a sua Secretaria Nacional de Desenvolvimento da Igualdade Racial. As centrais citadas uniram-se ainda para a constituição do Instituto Sindical Interamericano Pela Igualdade Social (INSPIR), que incluiu ainda as organizações internacionais AFL-CIO e ORIT.
Hanchard[26] reconhece tais avanços, porém faz um julgamento menos favorável de seu significado prático:


As condições de contestação da ordem dominante também sofreram mudanças significativas. O movimento negro pôde passar de uma atividade política indireta e amiúde clandestina para uma contestação e uma condenação francas dos legados de violência racial, discriminação e subjugação generalizada dos negros em todos os níveis da sociedade brasileira. Embora a filiação a partidos políticos tenha aumentado nos últimos dez anos, com a eleição de negros para cargos municipais e estatais, o número de negros no Congresso Nacional não se alterou significativamente desde o fim da ditadura militar.

De fato, na legislatura federal do período 1999-2003, dos 513 deputados, segundo o deputado Saulo Pedrosa (PSDB-BA), apenas 11 se declaravam afro-brasileiros e concordaram em participar de uma Frente Parlamentar Negra, de caráter informal.