Atividade

  • Ricardo Barradas publicou uma atualizção no grupo Logotipo do Grupo PNBL - Construindo políticas em redePNBL – Construindo políticas em rede: 9 anos, 7 meses atrás

    PNBL – Plano Nacional de Banda Larga,chega a mim,como uma ocupação nacional territorial frente ao universo digital internacional,uma re leitura dos velhos modelos adotados no século passado,de certa forma equivocados,onde se estimulava a modernização tecnológica dos parques industriais ,e não a melhor formação e modernização do povo brasileiro.Agora a concentração,maior é sempre ligada a ciência e tecnologia,e cada vêz menos contemplae a educação e cultura.Não estou assim abominando às redes,muito pelo contrário,mas exaltando a minha pungente preocupação,quanto a formação social,política,e mental dos que participaram delas.Pareço me como um humanista fora do ar,mas não sou.Sou sim,um humanista preocupado com os metodos corretos,edificantes e abrangentes a serem adotados,não só na construção das redes,mas nas políticas sociais e educacionais de quem por elas transitará.

    • Ricardo, sua preocupação não é alheia. Como fazemos parte do movimento de democratização da comunicação, nossa visão em relação ao PNBL percebeu que o modelo só atende uma parte específica dos anseios populares, que é a massificação do uso, porém, oque adianta facilitar o uso da internet sem efetivamente permitir que a população possa usar a rede como ferramenta de controle social dentro das cidades (última milha) ? Dar internet onde o controle será de empresas privadas ou de prefeituras é fazer o mesmo que globo faz com seus telespectadores, ou pelo menos uma maioria ainda, ou seja, é tolher e alienar o povo através do único meio de comunicação global e multidirecional. Ex.: Se uma determinada comunidade quer se manifestar e criar uma página para ser distribuída em toda a rede solicitando a eliminação de uma vala negra em sua localidade, me responda se uma prefeitura deixaria esta mensagem rodar na rede e estou falando não de um blog, mas sim um sistema de mensagem on line para todos que estiverem dentro da rede de internet da cidade, a mesma pergunta vai para um empresa privada; será que ela deixaria usar parte da banda dela para serviços gratuitos (voip, rádios e TVs on line, videoconferências etc) ? A resposta que achamos para isso é debater com o GF uma forma de garantir a gestão, pela sociedade civil, destas redes nas cidades, com isso criamos um grupo onde já estamos escrevendo um anteprojeto de lei para serem discutidos nas câmaras de vereadores e ser implantada como política publica de cidades. No mais vamos ao debate por aqui tb.

      • Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva,obrigado por dar alicerce as minhas preocupações pessoais,por seu comentário.É sempre bom saber que parte da sociedade civil organizada está atenta para as movimentações das políticas públicas do Estado.Desde já,disponibilizo me para qualquer movimento neste sentido,afinal em tempos magros de patriotismo nacional,temos que resgatar a qualquer preço,o patriotismo cultural,e o exercício desta cidadania,na melhor forma de participarmos dos movimentos originais,que em pensamentos acreditamos neles.